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Arquivo para Tag: sustentabilidade

TROX completa 50 anos de atuação no Brasil e anuncia investimentos em expansão

07/08/2026

Empresa celebra cinco décadas no país com expansão da fábrica em Curitiba, revitalização do escritório em São Paulo e ações voltadas à qualidade do ar e eficiência energética.

A TROX completa 50 anos de atuação no Brasil em 2026. A comemoração coincide com os 75 anos do Grupo TROX e marca uma série de iniciativas institucionais, investimentos e ações voltadas ao fortalecimento da operação brasileira.

Segundo a empresa, a programação inclui a visita ao Brasil dos conselhos mundial e das Américas, a expansão da fábrica em Curitiba (PR), a revitalização do escritório comercial em São Paulo (SP), um evento comemorativo e o lançamento de uma campanha institucional alusiva à data.

A operação brasileira reúne mais de 500 colaboradores, mantém fábrica e laboratório de Pesquisa & Desenvolvimento em Curitiba, escritório comercial em São Paulo e uma rede de 15 representantes distribuídos pelo país.

De acordo com Luiz Moura, presidente da TROX Américas, os 50 anos da empresa no Brasil representam o reconhecimento da trajetória construída com colaboradores, clientes e parceiros e reafirmam o compromisso da companhia com inovação, qualidade e desenvolvimento de soluções para ventilação, climatização e qualidade do ar.

Ao longo de sua atuação no país, a empresa participou de projetos nos segmentos de saúde, data centers, agronegócio, aeroportos, usinas nucleares, óleo e gás, indústrias e edifícios corporativos e comerciais.

A campanha comemorativa de 2026 adota o conceito de transformação de ambientes por meio da qualidade do ar, inovação e eficiência energética. Entre as ações previstas estão uma identidade visual comemorativa, vídeo institucional e iniciativas de relacionamento com clientes, parceiros, especificadores e profissionais do setor HVAC-R, além da divulgação de conteúdos técnicos e institucionais.

A empresa também informou que conquistou, pela primeira vez, a certificação Great Place to Work (GPTW), reconhecimento que passa a integrar as comemorações dos 50 anos de operação no Brasil.

Para Luis Claudio Almeida, diretor-geral da TROX Brasil e TROX Argentina, o aniversário representa a confiança construída junto ao mercado e reforça o compromisso da companhia com o desenvolvimento tecnológico e a evolução do setor HVAC-R.

Como parte de sua estratégia para os próximos anos, a TROX informou que pretende ampliar sua presença em mercados estratégicos da América Latina, acelerar o desenvolvimento de novas tecnologias para tratamento e distribuição de ar e manter investimentos em inovação, eficiência energética, qualidade do ar e descarbonização das edificações. A empresa também prevê dar continuidade a programas de capacitação técnica, eventos especializados e iniciativas de formação profissional voltadas à cadeia de climatização e refrigeração.

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Resumen (español)

La TROX celebra en 2026 sus 50 años de operación en Brasil, coincidiendo con el 75.º aniversario del Grupo TROX. La empresa anunció la ampliación de su planta en Curitiba, la modernización de su oficina en São Paulo y una agenda institucional que incluye visitas de directivos internacionales, una campaña conmemorativa y actividades dirigidas al sector HVAC-R. También informó que obtuvo por primera vez la certificación Great Place to Work (GPTW) y reafirmó sus inversiones en innovación, calidad del aire, eficiencia energética y expansión en América Latina.

Summary (English)

TROX is celebrating 50 years of operations in Brazil in 2026, coinciding with the 75th anniversary of the TROX Group. The company announced the expansion of its Curitiba manufacturing facility, the renovation of its São Paulo office and a commemorative program that includes visits from global executives, institutional campaigns and initiatives aimed at the HVAC-R sector. TROX also reported its first Great Place to Work (GPTW) certification and reaffirmed investments in innovation, indoor air quality, energy efficiency and expansion across Latin America.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/08/TROX_50_Anos_Brasil_RGB.png 700 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-08-07 12:12:522026-08-07 12:18:03TROX completa 50 anos de atuação no Brasil e anuncia investimentos em expansão

Refrigeração solar reduz perdas pós-colheita e amplia acesso a mercados na África

31/07/2026

Sistemas alimentados por energia solar avançam em países africanos para conservar alimentos, reduzir desperdícios e ampliar a renda de pequenos produtores rurais.

O uso de sistemas de refrigeração alimentados por energia solar tem avançado em diversos países africanos como alternativa para reduzir perdas pós-colheita e ampliar o acesso de pequenos agricultores aos mercados consumidores. A tecnologia permite armazenar produtos perecíveis sem depender de redes elétricas instáveis ou de geradores movidos a diesel.

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), até 40% dos alimentos produzidos na África são perdidos entre a colheita e a comercialização, principalmente devido à limitação da infraestrutura de armazenamento, transporte e processamento.

No Quênia, produtores passaram a utilizar um modelo de pagamento pelo uso das câmaras frigoríficas, em que o armazenamento é cobrado conforme a quantidade de produtos refrigerados. A modalidade elimina a necessidade de investimento inicial para aquisição dos equipamentos.

A agricultora Yvonne Anyonyi Mumiah, produtora de alecrim, manjericão e outras culturas destinadas a supermercados europeus, afirmou que a refrigeração permitiu preservar a qualidade da produção e reduzir a necessidade de comercialização imediata após a colheita.

De acordo com Emmanuel Aziebor, diretor regional para a África da CLASP, a ausência de armazenamento refrigerado continua sendo um dos principais desafios das cadeias de valor agrícola no continente. Segundo ele, a ampliação da capacidade de conservação permite reduzir desperdícios, ampliar o acesso a mercados e aumentar a renda dos produtores.

A adoção da refrigeração solar também cresce na Nigéria, Etiópia, Ruanda e África do Sul. Na Nigéria, câmaras frigoríficas instaladas em mercados agrícolas são alugadas por agricultores e comerciantes. Em Ruanda, a tecnologia é utilizada por cooperativas leiteiras, enquanto na Etiópia os investimentos em cadeia do frio apoiam a exportação de hortaliças.

Além de reduzir a dependência de geradores a diesel, os sistemas solares diminuem os custos operacionais e o consumo de combustível. Especialistas destacam, contudo, que o principal benefício está na possibilidade de utilizar a energia elétrica para agregar valor à produção agrícola e ampliar oportunidades econômicas nas comunidades rurais.

O financiamento permanece como um dos principais entraves para a expansão da tecnologia. Segundo Carol Koech, vice-presidente para a África da Aliança Global de Energia para as Pessoas e o Planeta (GEAPP), o desafio atual é estruturar projetos capazes de atrair investimentos em maior escala. Embora subsídios e linhas de crédito possam reduzir os custos iniciais, o predomínio de pequenos produtores e a fragmentação dos mercados agrícolas ainda dificultam a captação de recursos privados.

http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png 0 0 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-07-31 13:25:582026-07-31 13:25:58Refrigeração solar reduz perdas pós-colheita e amplia acesso a mercados na África

R-32: segurança, eficiência e boas práticas para instalação e manutenção

15/07/2026

Por que o R-32 se tornou o refrigerante dominante nos sistemas de ar-condicionado?

A resposta envolve eficiência energética, menor impacto ambiental e conformidade com as exigências internacionais de redução das emissões de gases de efeito estufa. Entretanto, sua adoção exige que instaladores, técnicos e empresas compreendam suas características específicas e sigam procedimentos diferentes daqueles utilizados com o R-410A.

Embora o R-32 já esteja consolidado no mercado brasileiro, ainda persistem dúvidas sobre inflamabilidade, compatibilidade de equipamentos, recolhimento, manutenção e retrofit. Conhecer essas particularidades é essencial para garantir segurança, desempenho e vida útil dos equipamentos.

O que é o R-32?

O R-32 (Difluorometano) pertence à família dos hidrofluorcarbonetos (HFCs) e é utilizado como fluido puro, diferentemente do R-410A, que é uma mistura de refrigerantes.

Entre suas principais características destacam-se:

  • Menor Potencial de Aquecimento Global (GWP);
  • Elevada capacidade de transferência de calor;
  • Melhor eficiência energética;
  • Menor carga de refrigerante em diversos projetos;
  • Facilidade de reciclagem por ser um fluido puro.

Seu uso acompanha a transição mundial para refrigerantes com menor impacto ambiental, atendendo aos compromissos internacionais de redução das emissões.

Entendendo a classificação A2L

O principal ponto que diferencia o R-32 dos refrigerantes tradicionalmente utilizados é sua classificação de segurança.

Segundo a ASHRAE Standard 34, o R-32 pertence à classe A2L, que significa:

  • A: baixa toxicidade;
  • 2L: baixa inflamabilidade, com velocidade de propagação da chama reduzida.

Isso significa que o R-32 não é altamente inflamável, mas também não pode ser tratado como um refrigerante não inflamável, como o R-410A (classe A1).

Na prática, isso exige cuidados adicionais durante instalação, manutenção, armazenamento e transporte.

Boas práticas no uso do R-32

A utilização segura depende muito mais da capacitação do profissional do que do refrigerante em si.

Instalação

Durante a instalação é recomendável:

  • trabalhar em ambientes bem ventilados;
  • manter distância de fontes de ignição;
  • respeitar as distâncias mínimas previstas pelas normas;
  • utilizar equipamentos compatíveis com refrigerantes A2L.

Nunca instale equipamentos em ambientes confinados sem ventilação adequada.

Carga de refrigerante

A quantidade de R-32 permitida depende do ambiente e da aplicação.

Devem ser observadas as limitações estabelecidas por normas como:

  • IEC 60335-2-40;
  • ISO 5149.

Exceder a carga máxima aumenta significativamente os riscos em caso de vazamento.

Manutenção preventiva

Durante serviços de manutenção recomenda-se:

  • utilizar EPIs;
  • verificar vazamentos antes de qualquer intervenção;
  • ventilar o ambiente quando houver suspeita de escape de refrigerante;
  • utilizar instrumentos certificados para A2L.

O uso de detectores eletrônicos de vazamentos específicos para R-32 torna o serviço mais seguro e eficiente.

Recuperação do refrigerante

O R-32 nunca deve ser liberado na atmosfera.

O procedimento correto envolve:

  • recolhimento utilizando recolhedoras apropriadas;
  • cilindros homologados para alta pressão;
  • identificação correta do refrigerante recuperado.

Além do aspecto ambiental, o descarte inadequado pode gerar infrações legais.

Armazenamento

Os cilindros devem permanecer:

  • em locais ventilados;
  • protegidos do sol;
  • longe de equipamentos que gerem calor;
  • afastados de fontes de ignição.

Também é importante evitar impactos mecânicos e armazenar os recipientes na posição recomendada pelo fabricante.

Capacitação profissional

O avanço dos refrigerantes de baixo GWP tornou indispensável a atualização técnica.

Profissionais que trabalham com R-32 precisam conhecer:

  • propriedades físico-químicas;
  • procedimentos de segurança;
  • normas aplicáveis;
  • equipamentos específicos;
  • técnicas corretas de recolhimento e carga.

Treinamento reduz riscos e melhora a qualidade das instalações.

Erros que devem ser evitados

Algumas práticas ainda encontradas em campo representam riscos desnecessários.

Evite:

  • ignorar a classificação A2L;
  • utilizar ferramentas incompatíveis;
  • reparar vazamentos sem ventilação;
  • exceder a carga de refrigerante;
  • armazenar cilindros próximos ao calor;
  • liberar o refrigerante para a atmosfera;
  • trabalhar sem treinamento específico.

 


Perguntas frequentes

O R-32 explode?

Não. O R-32 possui baixa inflamabilidade. Entretanto, em condições inadequadas — como vazamentos em ambientes fechados associados a uma fonte de ignição — pode ocorrer combustão. Por isso, ventilação e procedimentos corretos são indispensáveis.


O R-32 é mais eficiente que o R-410A?

Em geral, sim.

Seu maior coeficiente de transferência de calor permite melhor desempenho energético em muitos projetos, desde que o sistema seja desenvolvido especificamente para esse refrigerante.


Posso substituir apenas o gás R-410A por R-32?

Não é recomendado.

Os dois refrigerantes possuem propriedades termodinâmicas diferentes e utilizam projetos específicos. Uma simples troca pode comprometer desempenho, segurança e confiabilidade do equipamento.


O óleo é o mesmo?

Na maioria das aplicações, ambos utilizam óleo sintético POE. Ainda assim, deve-se seguir rigorosamente as especificações do fabricante do equipamento.


O manifold pode ser utilizado nos dois refrigerantes?

Sim, desde que seja homologado para suportar as pressões de trabalho do R-32 e esteja em perfeitas condições de uso.


O R-32 pode ser usado em sistemas antigos?

Em geral, não.

Equipamentos projetados para R-22 ou R-410A normalmente exigem adaptações ou substituição de componentes. O retrofit deve ser avaliado caso a caso pelo fabricante.


O que pode e o que não pode fazer com R-32

Pode Não pode
Trabalhar em ambientes ventilados Trabalhar próximo a chamas ou faíscas
Utilizar equipamentos homologados para A2L Utilizar ferramentas incompatíveis
Respeitar os limites de carga Exceder a carga máxima recomendada
Detectar e corrigir vazamentos imediatamente Ignorar vazamentos
Recuperar o refrigerante em cilindros apropriados Liberar o gás para a atmosfera
Armazenar cilindros em locais ventilados Armazenar próximo ao calor
Utilizar EPIs Executar manutenção sem proteção
Manter documentação técnica atualizada Ignorar normas e manuais
Buscar treinamento contínuo Trabalhar sem capacitação

Considerações finais

A adoção do R-32 representa uma mudança importante para o setor de climatização, combinando maior eficiência energética e menor impacto ambiental. No entanto, esses benefícios só são plenamente alcançados quando instalação, manutenção e operação seguem procedimentos compatíveis com sua classificação A2L.

À medida que o mercado amplia o uso de refrigerantes de baixo GWP, cresce também a responsabilidade dos profissionais em atualizar conhecimentos, investir em ferramentas adequadas e aplicar rigorosamente as normas técnicas. Mais do que uma exigência regulatória, essas práticas contribuem para a segurança das equipes, a confiabilidade das instalações e o desempenho dos sistemas ao longo de sua vida útil.

http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png 0 0 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-07-15 15:49:432026-07-15 15:51:46R-32: segurança, eficiência e boas práticas para instalação e manutenção

Copeland relata avanços em emissões, segurança e inovação no FY25

13/07/2026

Empresa informa redução de emissões, aumento do uso de energia renovável e melhora em indicadores de segurança operacional.

A Copeland divulgou seu Relatório de Impacto Global do Ano Fiscal de 2025 (FY25), apresentando resultados relacionados à sustentabilidade ambiental, segurança operacional, inovação e desenvolvimento de pessoas. Segundo a empresa, o documento reúne indicadores das ações conduzidas com base nos pilares Propósito, Desempenho e Pessoas.

Na área de descarbonização, a companhia informou redução de 20% nas emissões de gases de efeito estufa dos Escopos 1 e 2 em relação ao ano anterior. A meta de longo prazo, validada pela iniciativa Science Based Targets (SBTi), prevê redução absoluta de 55% dessas emissões até o FY33, tendo o FY23 como ano-base. Ainda de acordo com o relatório, 58% da eletricidade consumida globalmente pela empresa passou a ser proveniente de energia renovável adquirida ou de geração solar instalada em suas unidades.

Em pesquisa e desenvolvimento, a Copeland informou ter destinado mais de 4% da receita anual à engenharia, pesquisa e desenvolvimento de produtos durante o FY25. A empresa também afirmou ter reduzido em 15% o tempo médio dos ciclos de testes de produtos e engenharia.

Nos indicadores de segurança, a companhia registrou redução de 22% na Taxa Global de Incidentes Registráveis (TRIR), que passou para 0,21, permanecendo abaixo da média do setor, segundo o relatório. Os índices de engajamento dos colaboradores ficaram acima do 90º percentil da referência utilizada para a indústria de manufatura.

Segundo a empresa, os resultados acompanham tendências como a transição energética, a adoção de fluidos refrigerantes naturais e de baixo potencial de aquecimento global (GWP) e o fortalecimento da cadeia de frio para os setores de alimentos e farmacêutico.

“A sustentabilidade integrada às operações e ao desenvolvimento de produtos permite alinhar desempenho ambiental e eficiência para os clientes”, afirmou Tracy Reiter, diretora de Transformação e Sustentabilidade da Copeland.

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Resumen (español)

Copeland presentó su Informe Global de Impacto correspondiente al año fiscal 2025, con resultados sobre sostenibilidad, innovación y seguridad laboral. La empresa informó una reducción del 20% en las emisiones de Alcance 1 y 2 respecto al año anterior, un 58% de consumo mundial de electricidad procedente de energías renovables o generación solar, además de inversiones superiores al 4% de sus ingresos en investigación y desarrollo. El informe también señala una disminución del 22% en la tasa global de incidentes registrables (TRIR) y destaca avances vinculados a la transición energética y a la adopción de refrigerantes de bajo potencial de calentamiento global.

Summary (English)

Copeland released its Fiscal Year 2025 Global Impact Report, outlining progress in sustainability, workplace safety and innovation. According to the company, Scope 1 and Scope 2 greenhouse gas emissions fell by 20% compared with the previous year, while renewable energy and on-site solar generation accounted for 58% of global electricity consumption. The company also invested more than 4% of its annual revenue in engineering, research and development, reduced product testing cycles by 15%, and lowered its Total Recordable Incident Rate (TRIR) by 22%. The report also highlights progress related to the energy transition and the adoption of natural and low-GWP refrigerants.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Copeland-Global-Impact-report-1024x576-1.jpg 576 1024 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-07-13 15:06:112026-07-14 12:16:45Copeland relata avanços em emissões, segurança e inovação no FY25

Da semente ao leite, refrigeração garante qualidade, produtividade e segurança alimentar

19/06/2026

O trabalho do técnico é decisivo para manter desempenho, higiene e estabilidade térmica em toda a cadeia produtiva

Veja a edição completa
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O agronegócio brasileiro depende cada vez mais da refrigeração para preservar qualidade, reduzir perdas e garantir segurança alimentar. Em aplicações que vão desde o armazenamento de sementes até a conservação do leite e a pós-colheita de frutas e vegetais, o trabalho do técnico em refrigeração se tornou estratégico para manter eficiência operacional e estabilidade térmica em toda a cadeia produtiva. Em muitas propriedades rurais e agroindústrias, pequenas variações de temperatura ou falhas de controle podem comprometer lotes inteiros de produtos. É justamente aqui que o profissional técnico ganha protagonismo, atuando na instalação, regulagem, manutenção preventiva e monitoramento de sistemas frigoríficos voltados ao campo.

No armazenamento agrícola e na pós-colheita, a Frigocenter, por exemplo, vem ampliando o uso de soluções voltadas à conservação de alimentos refrigerados e congelados. O foco está em confiabilidade operacional, eficiência energética e estabilidade térmica para produtos sensíveis, incluindo laticínios, vegetais processados e alimentos perecíveis.

“No setor agrícola, as aplicações vão muito além das tradicionais câmaras frias. Hoje, sistemas inteligentes de refrigeração controlam temperatura, umidade e circulação de ar em silos, incubatórios, armazéns e laticínios. Em todos esses ambientes, o desempenho dos equipamentos depende diretamente da atuação técnica na instalação, regulagem, limpeza e manutenção preventiva”, revela Cristiano Aires, CEO e Diretor de Engenharia da Frigocenter.

Ele cita como exemplo de aplicação a UltraChef, indústria de alimentos ultracongelados para alimentação hospitalar, localizada em Campinas (SP). Toda sua linha de produção utiliza o sistema Cook and Chill, ou seja, após os alimentos serem cozidos, são resfriados rapidamente, preservando o sabor, cores e texturas, além de todas as propriedades nutricionais. Esse processo minimiza os riscos eminentes de contaminação, pois os alimentos não ficam expostos a zona crítica de temperatura.

“As refeições preparadas na Ultrachef seguem um criterioso controle de temperatura. As preparações são resfriadas, porcionadas e ultracongeladas. O ultracongelamento impede o rompimento das fibras dos alimentos e impede o desenvolvimento de macro cristais de gelo, garantindo as propriedades dos alimentos, preservando a textura, cor e sabor. Todas as refeições são ultracongeladas a -18°C e podem ser conservadas a essa temperatura em suas embalagens por até 90 dias”, cita Aires.

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O projeto priorizou redução do consumo de energia; estabilidade do sistema; qualidade do frio; redução do tamanho e peso do compressor; compressores com o melhor Coeficiente de Performance (COP); e rápido retorno financeiro sobre o investimento. “O cliente, no caso a Ultrachef, precisava de uma solução completa em refrigeração para empresa dele. Isso envolvia desde climatização industrial, resfriados, congelados até túneis de congelamento. Assim como em todos os projetos da Frigocenter, priorizamos confiabilidade e eficiência energética e optamos por instalar nos racks de refrigeração os compressores Scroll EVI com economizer. No projeto, substituímos os compressores semi-herméticos pelos scrolls com capacidade nominal de 20.000 Kcal/h”, informa Aires.

Ele acrescenta que nessas aplicações, o técnico em refrigeração exerce papel decisivo. Falhas de vedação, sensores descalibrados, evaporadores sujos ou problemas na circulação de ar podem comprometer cargas inteiras de sementes, frutas ou leite. A manutenção preventiva e o acompanhamento constante dos parâmetros operacionais ajudam a evitar perdas financeiras e desperdícios no campo.

“Com o crescimento da automação e da exigência por eficiência energética, o agro passou a demandar profissionais cada vez mais especializados. Hoje, quem domina refrigeração aplicada ao agronegócio atua diretamente na produtividade, na sustentabilidade e na qualidade dos alimentos que chegam ao consumidor final”, pontua Aires.

 Ultrachef

Na Ultrachef, o acompanhamento constante dos parâmetros operacionais ajudam a evitar perdas financeiras e desperdícios no campo

Já no armazenamento de sementes, por exemplo, a climatização correta influencia diretamente a taxa de germinação e o potencial produtivo das culturas. Ambientes com excesso de calor ou umidade aceleram a deterioração fisiológica das sementes, reduzindo sua viabilidade. Sistemas de refrigeração associados ao controle de umidade ajudam a manter estabilidade térmica e preservação por períodos prolongados. Nesse processo, o profissional de refrigeração atua na instalação e regulagem de câmaras frias, calibração de sensores de temperatura e umidade, inspeção de evaporadores e condensadores, além da realização de manutenções preventivas para evitar oscilações térmicas. O monitoramento constante dos equipamentos também é fundamental para garantir eficiência energética e impedir perdas de lotes armazenados.

Estabilidade térmica

Outro exemplo prático vem da Mayekawa. A empresa desenvolveu um sistema de refrigeração personalizado para a Laticínios Porto Alegre, em Minas Gerais, que processa cerca de 250 mil litros de leite por dia. O projeto utilizou sistema de resfriamento indireto com termoacumulação, permitindo maior eficiência energética e estabilidade térmica durante a produção de iogurtes, queijos e cream cheese.

“Nesse tipo de operação, o trabalho do técnico em refrigeração é fundamental para garantir o correto funcionamento de bombas, trocadores de calor, sensores e controles automáticos, além de assegurar que as temperaturas permaneçam estáveis durante todo o processo produtivo. Uma pequena falha operacional pode comprometer a qualidade do leite e gerar perdas significativas na produção. Em ambientes agroindustriais de grande porte, o técnico também desempenha papel estratégico na redução de desperdícios e na continuidade da operação, evitando paradas que podem impactar toda a cadeia produtiva”, diz João Lúcio Barreto Carneiro, CEO e fundador da Laticínios Porto Alegre.

Na Laticínios Porto Alegre, trabalho do técnico é fundamental para garantir o correto funcionamento de bombas, trocadores de calor, sensores e controles

Além dos laticínios, a Mayekawa também atua em grandes operações do agroindustrial brasileiro, como a São Salvador Alimentos, dona das marcas Super Frango e Boua. Na ampliação do complexo industrial em Goiás, a empresa forneceu sistemas de refrigeração voltados ao armazenamento de grãos, incubatórios e áreas de processamento de proteína animal, utilizando compressores com inversores de frequência e controle automatizado de temperatura. Nessas aplicações, a atuação técnica é decisiva para manter a eficiência energética e a segurança operacional dos equipamentos, realizando ajustes de pressão, limpeza de condensadores, monitoramento eletrônico e manutenção preventiva.

Segundo dados publicados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 30% da produção nacional é desperdiçada, o que equivale a 46 milhões de toneladas anuais, resultando em perdas econômicas estimadas em R$61.3 bilhões por ano. Ocupando a décima posição no ranking global de desperdício alimentar da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), o país vê na eficiência da cadeia do frio uma solução essencial para mitigar este problema. Pesquisas ligadas à Embrapa, Conab e USP apontam que a cadeia do frio é uma das principais ferramentas para reduzir perdas e aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro.

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Resumen (español)

La refrigeración se ha convertido en un elemento estratégico para el agronegocio brasileño, garantizando la calidad, la productividad y la seguridad alimentaria desde el almacenamiento de semillas hasta la producción de lácteos y alimentos congelados. Empresas destacan que el trabajo de los técnicos especializados es esencial para mantener la estabilidad térmica, reducir pérdidas, optimizar el consumo energético y asegurar el funcionamiento continuo de los sistemas de refrigeración en toda la cadena productiva.

Summary (English)

Refrigeration has become a strategic component of Brazilian agribusiness, ensuring quality, productivity, and food safety from seed storage to dairy processing and frozen food production. Companies emphasize that skilled refrigeration technicians play a critical role in maintaining thermal stability, reducing losses, improving energy efficiency, and ensuring reliable operation throughout the entire cold chain.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Capa-06-26.jpg 934 702 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-06-19 15:51:172026-06-19 15:51:17Da semente ao leite, refrigeração garante qualidade, produtividade e segurança alimentar

Supermercados aceleram a adoção de tecnologias de baixo impacto ambiental

08/06/2026

Sistemas com CO2‚ e outros fluidos naturais avançam no Brasil, impulsionados por eficiência energética, regulamentações ambientais e novas soluções tecnológicas da indústria de HVAC-R

A transição para uma refrigeração mais sustentável já é uma realidade no varejo alimentar. Supermercados, centros de distribuição e frigoríficos vêm adotando cada vez mais sistemas baseados em refrigerantes naturais, principalmente o dióxido de carbono (CO2‚  ou R744), como parte das estratégias para reduzir emissões e aumentar a eficiência energética das operações.

Esse movimento acompanha a redução global do uso de hidrofluorcarbonos (HFCs), impulsionada por acordos internacionais e regulamentações ambientais. O CO2‚ ganha protagonismo por apresentar potencial de aquecimento global extremamente baixo (GWP=1) e características termodinâmicas que favorecem aplicações comerciais de refrigeração.

Além do impacto ambiental reduzido, os sistemas com CO2‚ têm ampliado sua presença no varejo alimentar também por ganhos operacionais. Tecnologias como sistemas transcríticos e booster permitem melhorar o desempenho energético e integrar funções como aquecimento de ambientes e recuperação de calor, reduzindo o consumo total de energia das lojas.

Segundo Joana Canozzi, diretora de serviços de engenharia da Copeland, essa transição tecnológica tende a se intensificar à medida que o setor se adapta às metas globais de sustentabilidade. Na mesma linha, Javier Korenko, engenheiro de aplicação da Danfoss do Brasil, aponta que o avanço de controles eletrônicos e de componentes específicos tem sido decisivo para viabilizar o uso do CO2‚ em diferentes condições operacionais, incluindo cenários climáticos mais desafiadores.

Fabricantes de compressores e equipamentos também têm ampliado seus portfólios voltados aos refrigerantes naturais, com o desenvolvimento de soluções específicas para aplicações com CO2‚ , amônia e hidrocarbonetos, considerando requisitos de segurança e eficiência em sistemas que operam sob pressões mais elevadas.

Supermercados já colhem resultados

Embora ainda esteja em expansão no Brasil, a tecnologia já apresenta exemplos práticos no varejo. Um dos casos é o hipermercado da rede Condor, inaugurado em São José dos Pinhais (PR), que adotou um sistema de refrigeração em cascata com CO2‚  desenvolvido em parceria com a Eletrofrio e Bitzer.

Equipamento com tecnologia de refrigeração com CO2

Tecnologias como CO2‚ transcrítico, integração energética e sistemas inteligentes de controle tende a se tornar um diferencial competitivo no mercado

“A tecnologia de refrigeração com CO2‚ utilizada no hipermercado Condor foi desenvolvida ao longo de dois anos. A instalação utiliza CO2‚ na etapa de baixa temperatura para o resfriamento de freezers e câmaras frias, reduzindo significativamente o consumo energético. Segundo dados do projeto, o sistema permitiu economia de cerca de 20% no consumo de energia dos freezers, o que representa aproximadamente 5% de redução no consumo energético total do sistema de refrigeração da loja”, explica Rogério Marson Rodrigues, gerente de engenharia da Eletrofrio.

Casos como esse mostram que a adoção de refrigerantes naturais não está restrita a mercados europeus ou norte-americanos. Com a evolução das tecnologias e maior disponibilidade de equipamentos, os sistemas de CO2‚ já são realidade também na América Latina.

Além da eficiência energética, outro benefício importante é a possibilidade de recuperar calor do sistema de refrigeração para aquecer ambientes ou água, aumentando ainda mais a eficiência global da instalação, algo cada vez mais valorizado em projetos de supermercados sustentáveis.

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O sistema de refrigeração com CO2‚ instalado, é um sistema em cascata que utiliza CO2‚ como fluido refrigerante no estágio de baixa pressão (subcrítico), com expansão direta, para resfriar os freezers. O propilenoglicol é utilizado como fluido de transferência de calor em um sistema bombeado que circula nos condensadores em cascata de CO2. No estágio de alta pressão, utiliza-se uma carga muito baixa de R134a. O sistema de congelamento que utiliza CO2‚ foi dividido em 3 racks compactos com 2 compressores Octagon instalados em paralelo. Para economizar espaço e facilitar a instalação e a manutenção, os racks de CO2‚ foram instalados no teto do estacionamento subterrâneo, sob o piso da loja Condor, posicionados próximos às ilhas de congelamento. O sistema de alta pressão consiste em 6 compressores semi-herméticos instalados em uma estrutura de racks.

Condor adotou um sistema de refrigeração em cascata com CO2‚ desenvolvido na etapa de baixa temperatura para o resfriamento de freezers e câmaras frias

Outras características do sistema incluem: Sistema de recuperação de calor que captura o calor do estágio de alta pressão, produzindo água quente para toda a loja; ventiladores de condensador de velocidade variável, que garantem maior estabilidade da temperatura de condensação. A pressão de condensação varia com a temperatura ambiente, reduzindo o consumo de energia; válvulas de expansão eletrônicas utilizadas nos trocadores de calor de propilenoglicol e controladores de rack.

Tendência irreversível

Com a pressão regulatória e o avanço tecnológico, especialis  tas apontam que o setor de refrigeração comercial caminha rapidamente para um cenário dominado por refrigerantes naturais e sistemas de alta eficiência energética.

“Para fabricantes, projetistas e instaladores, essa transição também representa novas oportunidades. O domínio de tecnologias como CO2‚ transcrítico, integração energética e sistemas inteligentes de controle tende a se tornar um diferencial competitivo no mercado varejista. A refrigeração sustentável deixa de ser apenas uma tendência e passa a se consolidar como um novo padrão para supermercados e frigoríficos que buscam eficiência, competitividade e responsabilidade ambiental”, conclui Rodrigues.

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Resumen (Español)

La adopción de refrigerantes naturales, especialmente el CO2 (R744), avanza en el comercio alimentario brasileño como respuesta a las exigencias ambientales y a la búsqueda de mayor eficiencia energética. Empresas como Copeland, Danfoss do Brasil, Eletrofrio y Bitzer participan en el desarrollo de tecnologías que permiten ampliar el uso de estos sistemas en supermercados, centros de distribución y frigoríficos. Un ejemplo es el hipermercado Condor, en São José dos Pinhais, que implementó un sistema de refrigeración en cascada con CO2 y registró una reducción aproximada del 20% en el consumo energético de los congeladores. Especialistas señalan que la combinación de controles electrónicos, recuperación de calor y sistemas inteligentes consolida a los refrigerantes naturales como una de las principales tendencias de la refrigeración comercial.

Summary (English)

The adoption of natural refrigerants, particularly CO2 (R744), is expanding across Brazil’s food retail sector as companies seek greater energy efficiency and lower environmental impact. Manufacturers and technology providers such as Copeland, Danfoss do Brasil, Eletrofrio and Bitzer are supporting this transition through solutions designed for commercial refrigeration applications. One example is the Condor hypermarket in São José dos Pinhais, which implemented a cascade refrigeration system using CO2 and achieved an estimated 20% reduction in freezer energy consumption. Industry specialists indicate that advances in electronic controls, heat recovery systems and intelligent energy management are accelerating the shift toward natural refrigerants and high-efficiency refrigeration systems.

 

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2022/06/refrigeracao-comercial-supermercados-scaled-e1655729337930.jpg 699 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-06-08 16:32:282026-06-19 11:03:13Supermercados aceleram a adoção de tecnologias de baixo impacto ambiental

Arkema nomeia Ricardo Barros para presidência no Brasil e Cone Sul

01/06/2026

Executivo retorna ao grupo após passagem pela divisão de adesivos Bostik e assume a liderança das operações da companhia no Brasil, Argentina e Chile.

A Arkema anunciou a nomeação de Ricardo Barros para a presidência da companhia no Brasil e Cone Sul. O executivo substitui Carlos de Lion, que esteve à frente da operação regional nos últimos quatro anos e passa a liderar a Bostik C&C na Austrália, com foco nos mercados de construção e consumo.

Segundo a empresa, Ricardo Barros terá como missão conduzir o crescimento das operações da Arkema na região.

O executivo acumula cerca de 30 anos de experiência em gestão de negócios e processos de transformação empresarial no Brasil e na América Latina. Entre 2018 e 2019, atuou como diretor de Negócios da Bostik, divisão de soluções adesivas da Arkema, para a América do Sul.

Ao longo da carreira, desenvolveu atividades nas áreas de vendas, marketing, fusões e aquisições (M&A) e gestão de negócios voltados aos segmentos de consumo, construção e indústria.

Em comunicado divulgado pela companhia, Barros afirmou que pretende dar continuidade à agenda estratégica da empresa, ampliar as sinergias entre as diferentes atividades do grupo na região e levar ao mercado soluções apoiadas em inovação e sustentabilidade.

A Arkema mantém operações no Brasil, Argentina e Chile. Na região, a empresa conta com mais de 570 colaboradores, três escritórios comerciais, oito unidades de produção, seis laboratórios e quatro centros de distribuição.

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Resumen (español)

La Arkema anunció el nombramiento de Ricardo Barros como presidente para Brasil y el Cono Sur. El ejecutivo reemplaza a Carlos de Lion, quien asumirá el liderazgo de Bostik C&C en Australia. Barros cuenta con cerca de 30 años de experiencia en gestión empresarial en Brasil y América Latina y ya formó parte del grupo entre 2018 y 2019 como director de Negocios de Bostik para Sudamérica. Arkema opera en Brasil, Argentina y Chile, donde mantiene más de 570 colaboradores, ocho unidades de producción y cuatro centros de distribución.

Summary (English)

Arkema has appointed Ricardo Barros as president for Brazil and the Southern Cone. He succeeds Carlos de Lion, who will lead Bostik C&C in Australia. Barros brings nearly 30 years of experience in business management and transformation across Brazil and Latin America and previously served as Business Director of Bostik, Arkema’s adhesive solutions division, for South America between 2018 and 2019. Arkema operates in Brazil, Argentina and Chile, with more than 570 employees, eight production sites and four distribution centers across the region.

http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png 0 0 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-06-01 11:39:152026-06-01 11:40:09Arkema nomeia Ricardo Barros para presidência no Brasil e Cone Sul

Theatro Capitólio, em Varginha, recebe climatização VRF e modernização de áudio

28/04/2026

Equipamento cultural de Varginha (MG) inaugura em 1º de maio sistema de ar-condicionado VRF inverter e nova infraestrutura de sonorização para espetáculos.

A Prefeitura de Varginha inaugura na sexta-feira (1º de maio), às 10h30, o novo sistema de climatização e a modernização técnica do Theatro Municipal Capitólio. A cerimônia prevê apresentação da Orquestra Filarmônica de Varginha e presença de autoridades locais.

A principal intervenção é a instalação de um sistema de climatização do tipo VRF inverter. Segundo a administração municipal, a solução foi adotada por critérios de eficiência energética e sustentabilidade. O projeto foi desenvolvido para preservar as características arquitetônicas e patrimoniais do edifício, com renovação de ar sem alteração da estrutura original.

De acordo com a prefeitura, a iniciativa busca atender demanda antiga do teatro relacionada ao conforto térmico e às condições de uso do espaço pelo público.

Além da climatização, o projeto inclui atualização da infraestrutura de áudio. O teatro recebeu mesa de som digital de 32 canais, subwoofers ativos, microfones condensadores e processadores digitais. Segundo as informações divulgadas, os equipamentos foram incorporados para atender espetáculos de diferentes portes e ampliar a operação técnica entre palco e cabine.

A modernização reúne intervenções em climatização e sonorização em um edifício histórico voltado a atividades culturais em Varginha.

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Resumen (Español)

El Theatro Municipal Capitólio, en Varginha (MG), inaugurará el 1 de mayo un sistema de climatización VRF inverter y una modernización de su infraestructura de audio. El proyecto contempla renovación de aire compatible con la preservación del edificio histórico y la incorporación de mesa digital de 32 canales, subwoofers, micrófonos condensadores y procesadores digitales para espectáculos.

Summary (English)

The Theatro Municipal Capitólio, in Varginha, Minas Gerais, will inaugurate on May 1 a VRF inverter air-conditioning system and upgraded audio infrastructure. The project includes air renewal designed to preserve the historic building, along with a 32-channel digital mixer, active subwoofers, condenser microphones and digital processors for live performances.

http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png 0 0 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-04-28 01:28:422026-04-27 15:30:52Theatro Capitólio, em Varginha, recebe climatização VRF e modernização de áudio

Retrofit de climatização avança na Fatec São Paulo com apoio da Enel

27/04/2026

Modernização inclui sistemas inverter, substituição da iluminação e ações para uso racional de energia.

A Fatec São Paulo iniciou a modernização dos sistemas de climatização e iluminação da unidade em parceria com a Enel Distribuição São Paulo e a DEODE Inovação e Eficiência em Energia. O projeto, viabilizado por chamada pública, soma investimento de R$ 1.119.499,03.

A iniciativa prevê a substituição de 3.220 lâmpadas convencionais por 3.070 luminárias com tecnologia LED e a troca de 41 equipamentos de ar-condicionado por modelos inverter. Segundo os dados divulgados, a estimativa é de economia anual de 529,87 MWh e redução de 92,72 kW na demanda energética em horários de pico.

O projeto também prevê melhorias nas condições dos ambientes acadêmicos e ações de capacitação voltadas ao uso racional da energia para a comunidade da instituição.

De acordo com o vice-presidente do Centro Paula Souza, Maycon Geres, a iniciativa busca associar eficiência energética e formação educacional. O presidente do Centro Paula Souza, Clóvis Dias, afirmou que o projeto integra a estratégia de investimentos da instituição. A vice-coordenadora da Fatec São Paulo, Esmeralda Macedo Serpa, disse que a parceria inclui modernização da infraestrutura e ações de conscientização.

Os novos equipamentos têm vida útil superior a dez anos e o volume estimado de energia economizada equivale ao consumo médio de mais de 300 residências.

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Resumen (Español)
La Fatec São Paulo inició un proyecto de modernización energética junto a Enel Distribuição São Paulo y DEODE Inovação e Eficiência em Energia, con inversión de R$ 1,1 millones. La iniciativa contempla el reemplazo de luminarias convencionales por tecnología LED y la sustitución de equipos de aire acondicionado por modelos inverter. La expectativa es reducir el consumo eléctrico, disminuir la demanda en horarios pico e incorporar acciones de concientización sobre uso racional de energía en la comunidad académica.

Summary (English)
Fatec São Paulo launched an energy modernization project with Enel Distribuição São Paulo and DEODE Inovação e Eficiência em Energia, involving R$1.1 million in investments. The project includes replacing conventional lighting with LED fixtures and installing inverter air-conditioning units. Expected outcomes include lower electricity consumption, reduced peak demand and educational actions focused on rational energy use within the academic community.

http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png 0 0 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-04-27 15:15:482026-04-27 15:19:56Retrofit de climatização avança na Fatec São Paulo com apoio da Enel

HVAC-R nacional avança no mercado internacional

17/04/2026

Com tecnologia competitiva, participação crescente em feiras internacionais e adequação às exigências técnicas de diferentes países, fabricantes brasileiros ampliam sua presença no exterior e fortalecem a imagem da indústria nacional no cenário global

Veja a edição completa
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A indústria brasileira de HVAC-R vem ampliando sua presença no comércio internacional. Com um parque industrial cada vez mais moderno e soluções alinhadas às demandas globais de eficiência energética, digitalização e sustentabilidade, empresas nacionais têm fortalecido sua atuação no exterior por meio de exportações, participação em feiras internacionais, obtenção de certificações técnicas e parcerias com distribuidores globais.

O setor movimenta cerca de R$ 54 bilhões por ano e representa aproximadamente 2,3% da indústria nacional. Produtos brasileiros chegam a mais de 60 países, com presença na América Latina, América do Norte, Europa e Oriente Médio. Entre os segmentos que mais demandam HVAC-R estão alimentos e bebidas, varejo, saúde, logística refrigerada, data centers e edifícios comerciais.

Esse movimento de internacionalização acompanha a evolução do setor no país, reunindo fabricantes de equipamentos, componentes, sistemas de controle e soluções completas para diferentes aplicações. Para muitas empresas, expandir as fronteiras comerciais tornou-se uma estratégia para ampliar escala, diversificar mercados e reforçar a competitividade tecnológica da indústria nacional.

A exportação tem sido uma das principais portas de entrada da indústria brasileira de HVAC-R no mercado internacional. Equipamentos, componentes e soluções desenvolvidas no país vêm ganhando espaço principalmente na América Latina, América do Norte, Europa e Oriente Médio.

Atuação B2B, tanto com revendas quanto com indústrias é conduzida diretamente por equipe própria, a partir da sede da Full Gauge Controls

Segundo Antonio Gobbi, CEO da Full Gauge Controls, o avanço da indústria brasileira no exterior está ligado à capacidade de desenvolver tecnologia competitiva e adaptada às exigências de cada mercado.

“Atualmente, exportamos cerca de 50% da nossa produção para mais de 60 países, com liderança consolidada em diversos mercados. Nos últimos anos, os Estados Unidos têm se destacado como a região de maior expansão, onde crescemos 42% ao longo de 2025”.

Gobbi afirma que esse crescimento é resultado de uma estratégia construída ao longo de décadas. “Esse avanço é resultado de uma estratégia consistente de longo prazo. Iniciamos nossa presença no país em 2001, com a participação como expositores na AHR Expo, principal feira global do setor nos Estados Unidos, e intensificamos essa atuação a partir de 2016, com a inauguração de uma operação local e a formação de uma equipe própria dedicada ao desenvolvimento de mercado. Observamos a manutenção de crescente interesse em regiões como América Latina, Europa e Oriente Médio, impulsionado por fatores como a busca por eficiência energética, adoção de tecnologias mais sustentáveis e a necessidade de sistemas mais confiáveis e conectados”, revela.

Para o executivo, a presença nesses mercados também eleva o nível tecnológico da indústria nacional. “Para a indústria HVAC-R brasileira, esses mercados são estratégicos não apenas pelo volume, mas pelo nível de exigência técnica e regulatória, que impulsiona a inovação e eleva o padrão dos produtos. Nesse contexto, o Brasil se posiciona de forma competitiva ao combinar engenharia de alto nível, capacidade de adaptação às demandas locais e uma excelente relação custo-benefício”.

A análise é compartilhada por Felipe Guerini, gerente comercial da Termomecanica, que destaca a importância de mercados com forte crescimento da demanda por climatização.

“Os produtos brasileiros para o setor de HVAC-R são altamente consumidos na América do Sul e América do Norte, regiões com alto interesse comercial. Essas regiões possuem forte demanda por produtos de climatização e refrigeração por conta do crescimento urbano, expansão de setores como varejo, alimentos e data centers, além das necessidades relacionadas ao conforto térmico em ambientes comerciais, residenciais e industriais”, ressalta Guerini.

Feiras internacionais impulsionam negócios e visibilidade

Outro fator para a expansão global da indústria brasileira é a presença em feiras e eventos internacionais do setor. Esses encontros funcionam como vitrines tecnológicas e pontos de conexão entre fabricantes, distribuidores e clientes.

Gobbi destaca que a participação constante em eventos internacionais foi determinante para o crescimento da Full Gauge Controls.

Antonio Gobbi, CEO da Full Gauge Controls

“Somos expositores em mais de 20 feiras internacionais por ano, em diferentes regiões do mundo. Essas experiências vão muito além da prospecção comercial: funcionam como um termômetro do setor, permitindo identificar tendências, demandas emergentes e movimentos tecnológicos que impactam diretamente o HVAC-R global”.

Segundo ele, os resultados acompanham a trajetória da empresa desde seus primeiros passos no comércio exterior.

“Temos exemplos concretos desse impacto. Nossa primeira exportação ocorreu durante a Febrava de 1992, quando firmamos um contrato com um cliente da Bolívia. Da mesma forma, a chegada dos nossos produtos no hemisfério norte aconteceu em 1996, a partir da participação na Hannover Messe, um dos eventos industriais mais relevantes do mundo. Para os fabricantes brasileiros, as feiras internacionais são uma plataforma de acesso a novos mercados, construção de credibilidade e geração de negócios. Além disso, permitem demonstrar a competitividade da indústria nacional, seja em tecnologia, seja em custo-benefício”.

Na visão de Guerini, esses encontros também têm papel no relacionamento com o mercado.

“A participação em feiras e eventos é uma das estratégias para ampliar a visibilidade e para a geração de novos negócios. Esses eventos são uma oportunidade para apresentar tecnologias, demonstrar aplicações dos produtos, testar a qualidade do material apresentado, networking, reforçar a reputação da empresa e fortalecer o posicionamento da marca no mercado”.

 Certificações internacionais e exigências técnicas

Para competir em mercados globais, os fabricantes brasileiros precisam atender a exigências técnicas e regulatórias. Certificações internacionais de qualidade, segurança e eficiência energética são apontadas como condição para acesso a diferentes regiões.

Gobbi afirma que o processo exige planejamento.

Felipe Guerini, Gerente Comercial da Termomecanica

“Esse é um ponto fundamental e que deve ser levado em consideração por empresas que desejam exportar. Atender mercados internacionais exige atenção não só à qualidade do produto, mas também ao registro de marcas, proteção de patentes e às normas e certificações específicas de cada país ou região”.

Segundo ele, a Full Gauge Controls mantém produtos em conformidade com diretrizes e certificações como UL, CE, NSF e as ISO 9001 e 14001. A linha de produção atende à diretiva europeia RoHS.

“A adaptação técnica também inclui requisitos específicos de cada país. Nos Estados Unidos, por exemplo, além da certificação UL, é necessário adaptar o manual do produto ao idioma, às unidades de medida para °F e a requisitos específicos de aplicação. Mais recentemente, também temos acompanhado mudanças regulatórias relacionadas ao uso de fluidos A2L, o que levou ao desenvolvimento de sensores com detecção de vazamentos. Também estamos trabalhando forte em controladores que trabalham com sistemas de CO‚  transcrítico”.

Para Guerini, países do Hemisfério Norte possuem exigências técnicas e regulatórias específicas.

“Os produtos brasileiros já são amplamente conhecidos, porém há de considerar-se que países do Hemisfério Norte possuem suas exigências técnicas e regulatórias, sendo este um dos principais pilares técnicos da Termomecanica na exportação do cobre, que além de possuir diversas certificações em diversos setores como meio ambiente, sustentabilidade, compromisso social, etc., também cumpre com padrões internacionais e possui relacionamento com certificadoras específicas do setor em diferentes países. Com o avanço do acordo UE-Mercosul, espera-se que haja maior clareza e pareamento das certificações requeridas para diferentes países do bloco, o que não nos impede de seguir crescendo considerando toda expertise que já possuímos na linha regulatória dos países que mantemos relação comercial”, aponta.

Certificação HALAL da Montreal Canadense abriu portas para a empresa comercializar seus produtos em países islâmicos e Oriente Médio

Segundo Hélio Martins Teixeira, diretor Montreal Canadense, indústria química produtora de óleos lubrificantes, um dos principais desafios é atestar ao mercado internacional a qualidade dos produtos.

“Para isso, buscamos certificações para ambos mercados. Em 2023, conquistamos o certificado emitido após auditoria realizada pela Fundação Vanzolini pela implantação e manutenção de um Sistema de Gestão da Qualidade que cumpre os requisitos da norma NBR ISO 9001:2008. O escopo compreende o desenvolvimento, fabricação e comercialização de óleos para sistemas de refrigeração, juntamente com a certificação IQNET que atesta a qualidade e garante a comercialização para o mercado global. Também conquistamos a certificação internacional NSF H1, que estabelece padrões para lubrificantes e aditivos utilizados em aplicações vinculadas à indústria alimentícia. Recentemente, conquistamos a certificação HALAL, que envolve um processo de avaliação e verificação para garantir a qualidade e segurança dos produtos e abrir portas para comercialização em países islâmicos e Oriente Médio”, informa Teixeira.

Ele acrescenta que a Montreal expandiu seus negócios exportando seus produtos para a América do Sul com clientes no Paraguai, Bolívia, Peru, Uruguai e Colômbia. “Estamos num processo de expansão para conquistar países da América Central e investindo em novas linhas para processos industriais, além do lançamento da linha para amônia, atendendo aos critérios do HALAL”.


Resumen (español)
La industria brasileña de HVAC-R amplía su presencia en el mercado internacional mediante exportaciones, participación en ferias y cumplimiento de certificaciones técnicas. Empresas como Full Gauge Controls, Termomecanica y Montreal Canadense destacan el papel de la innovación, la adaptación regulatoria y la eficiencia energética para acceder a mercados en América, Europa y Oriente Medio. La creciente demanda global por climatización, especialmente en sectores como alimentos, logística y data centers, impulsa la expansión y posiciona a Brasil como un actor competitivo en el escenario global.

Summary (English)
Brazil’s HVAC-R industry is expanding its global footprint through exports, participation in international trade shows, and compliance with technical certifications. Companies such as Full Gauge Controls, Termomecanica, and Montreal Canadense emphasize innovation, regulatory adaptation, and energy efficiency as key factors to access markets across the Americas, Europe, and the Middle East. Growing global demand for cooling solutions in sectors like food, logistics, and data centers is driving this expansion and strengthening Brazil’s competitive position worldwide.

 

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