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Arquivo para Tag: Eficiência Energética

Comissionamento de edificações será tema de workshop em Belo Horizonte

21/05/2026

Evento promovido pelo ABRAVA será realizado em 28 de maio e reunirá profissionais de climatização, refrigeração, engenharia, construção e facilities para discutir desempenho, confiabilidade, eficiência energética e aplicações do comissionamento em diferentes tipos de empreendimentos.

A 11ª edição do Workshop de Comissionamento de Edificações será realizada no dia 28 de maio, em Belo Horizonte (MG). Promovido pelo Departamento Nacional de Comissionamento de Edificações da ABRAVA (DNCE ABRAVA), o encontro terá como tema “Desempenho e Confiabilidade” e acontecerá no Edifício Amadeus. As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas.

Segundo a entidade, o objetivo do workshop é ampliar o debate sobre a importância do comissionamento como processo destinado a assegurar que sistemas e edificações atendam aos requisitos de desempenho, eficiência operacional, segurança e confiabilidade ao longo da vida útil. O processo pode ser aplicado em novos empreendimentos e também em unidades existentes que passem por expansão, modernização ou retrofit.

O evento reunirá profissionais das áreas de climatização, refrigeração, engenharia, construção, facilities, operação e manutenção predial para troca de experiências e discussão de aplicações do comissionamento em diferentes perfis de empreendimentos.

De acordo com Fábio Neves, presidente do DNCE, a realização da 11ª edição do workshop reforça a proposta de disseminar conhecimento técnico, estimular boas práticas de engenharia e ampliar a conscientização sobre a importância do comissionamento para o desempenho, a segurança e a confiabilidade das edificações.

A programação técnica foi estruturada com apresentações de especialistas e representantes de empresas que atuam em áreas como projetos de missão crítica, hospitais, data centers, indústria farmacêutica e eficiência energética.

No período da manhã, serão realizadas oito palestras sobre fundamentos do comissionamento, testes funcionais, operação e instalação de sistemas, além de aplicações voltadas à indústria farmacêutica e ambientes de missão crítica. Entre os temas previstos estão “Fundamentos do Comissionamento: Instalação, Operação e os Testes Funcionais”, com Jorge Luis Gennari, e “O comissionamento atrelado às boas práticas de fabricação (BPF) na indústria farmacêutica”, com Mauricio Salomão.

Também participam do painel José Roberto Borsoi, da b2dc, com a palestra “Data Center – Ambientes de missão crítica”, e Pedro Moraes e Paulo Roberto, do Banco do Brasil, que apresentarão experiências relacionadas ao comissionamento em ambientes de missão crítica.

Ao longo da programação, patrocinadores apresentarão aplicações práticas relacionadas ao desempenho e à confiabilidade dos sistemas. Entre os temas estão ventilação em edifícios altos, controle de umidade, processos de brasagem e comissionamento em sistemas complexos, com participações de representantes da Sicflux, Thermomatic, Daikin e Comis Engenharia.

À tarde, os debates estarão voltados para eficiência energética, instalações hospitalares, calibração, qualificação e gestão aplicada ao comissionamento. Entre os destaques está a palestra “Comissionamento hospitalar relacionados aos sistemas de AVACR”, ministrada por Carlos Soares, da Rede D’Or.

A programação inclui ainda apresentações de Leonilton Tomaz Cleto, do DNCE ABRAVA, Wilson José de Sousa, da Armstrong, Alexandre Zanardo, da Anthares, e Willians Portella.

O encerramento contará com um painel de debates coordenado por Marcos Neves, do DNCE ABRAVA, reunindo palestrantes e especialistas para discutir tendências, desafios e oportunidades relacionados ao comissionamento de edificações e sistemas.

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Resumen (español)
La 11ª edición del Workshop de Comisionamiento de Edificaciones, promovida por el DNCE ABRAVA, se realizará el 28 de mayo en Belo Horizonte. El encuentro abordará temas relacionados con desempeño, confiabilidad, eficiencia energética y aplicaciones del comisionamiento en edificios, hospitales, centros de datos e instalaciones farmacéuticas. La programación incluye conferencias técnicas, estudios de caso y un panel de debate con especialistas del sector.

Summary (English)
The 11th Building Commissioning Workshop, organized by DNCE ABRAVA, will take place on May 28 in Belo Horizonte, Brazil. The event will focus on performance, reliability, energy efficiency and commissioning applications in buildings, hospitals, data centers and pharmaceutical facilities. The program includes technical presentations, case studies and a discussion panel featuring industry specialists.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/05/comissionamento-abertura-de-inscricoes-abr-26-1.jpg 453 680 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-05-21 09:01:132026-05-21 09:01:13Comissionamento de edificações será tema de workshop em Belo Horizonte

TCL lança BreezeIN AI no mercado brasileiro

20/05/2026

Modelo utiliza inteligência artificial para ajuste automático do compressor, fluido R32 e integração com aplicativos e assistentes de voz.

A TCL anunciou o lançamento do ar-condicionado BreezeIN AI no mercado brasileiro. O modelo reúne recursos de inteligência artificial, eficiência energética e conectividade voltados ao uso residencial.

Segundo a empresa, o aparelho utiliza a tecnologia T-AI Energy Saving, que ajusta automaticamente a frequência do compressor de acordo com a temperatura e a umidade do ambiente. A fabricante informa que o sistema pode proporcionar economia de energia de até 35%.

O modelo possui classificação A de eficiência energética e atende aos novos índices de desempenho de resfriamento sazonal (IDRS) acima de 7,0, exigidos pelo Inmetro. O equipamento também utiliza fluido refrigerante R32, apontado pela companhia como mais eficiente e com menor impacto ambiental.

De acordo com Álvaro Ruoso, o desenvolvimento do BreezeIN AI buscou reunir conforto térmico, qualidade do ar e eficiência energética para diferentes ambientes domésticos.

Entre os recursos apresentados está a tecnologia Brisa Suave, baseada em lâminas com microfuros para reduzir o impacto do vento direto. A TCL informa ainda que o equipamento pode operar em temperaturas externas de até 60°C para resfriamento e de até -20°C para aquecimento.

O aparelho é compatível com TCL Home App, Google Assistant e Alexa, permitindo controle remoto por smartphone e comandos de voz. O modelo também conta com Modo Potência para operação em locais com instabilidade na rede elétrica.

Na área de manutenção e qualidade do ar, o BreezeIN AI dispõe de filtros 6×1, esterilização a 56°C, autolimpeza da unidade externa, alerta de limpeza de filtro e autodiagnóstico.

Segundo a fabricante, o design do equipamento foi desenvolvido para facilitar desmontagem, limpeza, instalação e manutenção.

O TCL BreezeIN AI já está disponível no mercado brasileiro com preço sugerido de R$ 2.190 na versão ciclo frio.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/05/tcl-ar-condicionado-breezeln-al-revista-do-frio.jpg 450 800 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-05-20 09:11:552026-05-20 09:16:53TCL lança BreezeIN AI no mercado brasileiro

Retrofit com R-454B e R-32 exige planejamento técnico e atenção às normas de segurança

12/05/2026

A transição para refrigerantes de menor GWP tem impulsionado o debate sobre retrofit em sistemas que utilizam R-404A e R-410ª

 A busca por soluções mais sustentáveis na refrigeração e climatização tem acelerado a substituição de refrigerantes   com alto potencial de aquecimento global (GWP). Alternativas como R-454B e R-32 surgem como opções para reduzir o impacto ambiental de sistemas que atualmente operam com R-404A e R-410A. Entretanto, a substituição desses fluidos não pode ser tratada como uma simples troca direta. A adoção de refrigerantes classificados como A2L, que apresentam leve inflamabilidade, exige uma abordagem técnica cuidadosa, envolvendo análise do sistema, compatibilidade de componentes e adequação às normas de segurança.

Segundo Alexandre Fernandes Santos, professor doutor da FAPRO-ETP, a prática de substituir diretamente o refrigerante sem adaptações técnicas não é recomendada.

“Embora não seja impossível realizar esse retrofit, não é recomendável fazer uma substituição direta do tipo ‘drop-in’ sem as devidas adaptações técnicas. Equipamentos que utilizam R-410A geralmente estão em boas condições, e o ideal seria utilizá-los até o final de sua vida útil. Após isso, um retrofit completo deve ser considerado, substituindo o sistema por um que utilize R-32 ou R-454B”, explica.

Ele destaca ainda que os novos fluidos apresentam características termodinâmicas distintas dos refrigerantes tradicionais.

“É importante lembrar que os fluidos A2L, como R-32 e R-454B, apresentam características de pressão e temperatura diferentes dos refrigerantes A1. Portanto, medidas de segurança, como ventilação adequada e instalação de sensores de vazamento, são essenciais para evitar riscos. Durante o processo de retrofit, é fundamental avaliar a compatibilidade de componentes como compressores, válvulas, óleo lubrificante e dispositivos de expansão. Se o equipamento estiver próximo do fim de sua vida útil, pode ser mais viável considerar um retrofit completo (de sistema), regenerando o fluido refrigerante antigo, ao invés de apenas substituí-lo em máquinas antigas. Essa abordagem garante que todos os componentes estejam alinhados com as novas exigências dos refrigerantes de baixo GWP”, esclarece o professor.

Avaliação dos componentes e normas de segurança

Um dos pontos mais críticos no processo de retrofit está na análise da compatibilidade dos componentes do sistema. Compressores, válvulas, óleo lubrificante e dispositivos de expansão precisam ser avaliados individualmente para garantir operação segura e eficiente com o novo fluido.

De acordo com Alexandre, a idade e o estado do equipamento também influenciam diretamente na decisão técnica.

“Durante o processo de retrofit, é fundamental avaliar a compatibilidade de componentes como compressores, válvulas, óleo lubrificante e dispositivos de expansão. Se o equipamento estiver próximo do fim de sua vida útil, pode ser mais viável considerar um retrofit completo de sistema, regenerando o fluido refrigerante antigo, ao invés de apenas substituí-lo em máquinas antigas”.

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Essa abordagem permite alinhar o conjunto de componentes às exigências dos novos refrigerantes de baixo GWP, reduzindo riscos operacionais e aumentando a confiabilidade do sistema.

Também a introdução de refrigerantes A2L exige maior rigor no cumprimento das normas técnicas e na execução dos procedimentos de manutenção e retrofit. Pequenos erros operacionais podem gerar consequências graves para o equipamento.

“Os refrigerantes A2L, como R-454B e R-32, apresentam um risco técnico significativo. A injeção de líquido no compressor ou o superaquecimento inadequado podem resultar em calço hidráulico ou até queima do compressor. Para evitar esses problemas, alguns ajustes são indispensáveis. É vital que a válvula de expansão seja ajustada ou substituída, e que o compressor seja compatível com a nova pressão e carga de óleo. Além disso, técnicos devem ser treinados especificamente para manusear refrigerantes inflamáveis, seguindo rigorosamente as normas de segurança e verificando a compatibilidade do sistema antes de realizar qualquer alteração. Entre as medidas recomendadas estão a verificação da ventilação do ambiente, uso de sensores de vazamento, análise da carga refrigerante e revisão completa dos parâmetros de operação”, alerta Alexandre.

Benefícios ambientais e desafios regulatórios

A migração para refrigerantes de menor GWP representa um avanço significativo na redução das emissões indiretas e diretas associadas aos sistemas de refrigeração e climatização.

“A migração para refrigerantes como R-454B e R-32 oferece ganhos ambientais significativos, com uma redução na pegada de GWP que pode ser maior que três vezes em comparação com R-404A e R-410A. No entanto, é crucial destacar que o R-454B é considerado um refrigerante que contém PFAS (substâncias per- e polifluoroalquiladas), conhecidas como químicos eternos. Essas substâncias são extremamente persistentes no meio ambiente e têm gerado preocupações significativas devido ao seu potencial de causar danos à saúde humana e ao ecossistema, incluindo a vida marítima. Embora o R-454B apresente uma redução de 78% no GWP em relação ao R-410A, seu status como um químico eterno levanta debates sobre sua aceitação e uso futuro, especialmente na Europa, onde já existem restrições em relação ao uso de PFAs. Por outro lado, o HFC-32, sendo um refrigerante de componente único, não contém PFAS e, portanto, é uma alternativa mais sustentável e ambientalmente amigável. Além disso, o HFC-32, sendo uma substância pura, apresenta um Coeficiente de Performance (COP) muito próximo aos fluidos antigos, oferecendo ganhos ambientais significativos. No entanto, também devemos considerar o potencial dos fluidos refrigerantes naturais que são uma alternativa verdadeiramente sustentável”.

Alexandre acrescenta que, além dos desafios técnicos, a transição para novos refrigerantes exige investimento em qualificação profissional. O manuseio seguro de fluidos A2L e de alternativas naturais requer treinamento específico e padronização de competências.

“Os fabricantes têm se esforçado, mas há espaço para melhorias. A GIZ, em colaboração com o Ministério do Meio Ambiente, e a FAPRO-ETP já realizaram treinamentos para 180 técnicos sobre o manuseio de fluidos refrigerantes naturais e estão desenvolvendo um programa que inclui qualificação, certificação e registro. Iniciativas como o Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (PBH) também têm contribuído para a formação de profissionais. O PBH, com seu programa de boas práticas, tem sido um exemplo na qualificação de profissionais. Além disso, os fabricantes possuem seus programas internos de certificação para instaladores no Brasil”, informa o professor.

Mesmo assim, o país ainda enfrenta um déficit de mão de obra qualificada.

“O Brasil, sendo um país tropical, conta com cerca de 100 mil profissionais de refrigeração e climatização, em comparação com 500 mil na Austrália. Portanto, há uma demanda significativa por mais profissionais qualificados”, conclui.

–

Resumen (español)
La transición hacia refrigerantes de bajo GWP, como R-454B y R-32, ha impulsado el debate sobre retrofit en sistemas que operan con R-404A y R-410A. Especialistas advierten que la sustitución no debe realizarse como un simple “drop-in”, debido a las diferencias de presión, temperatura y características de seguridad de los fluidos A2L. El profesor Alexandre Fernandes Santos, de la FAPRO-ETP, destaca la necesidad de evaluar compresores, válvulas, aceite lubricante y dispositivos de expansión, además de cumplir estrictamente las normas de seguridad. El avance ambiental de estos refrigerantes también plantea desafíos regulatorios y demanda mayor capacitación técnica en Brasil.

Summary (English)
The transition to lower-GWP refrigerants such as R-454B and R-32 has intensified discussions about retrofitting systems operating with R-404A and R-410A. Experts warn that the replacement should not be treated as a simple drop-in procedure, due to differences in pressure, temperature, and safety characteristics associated with A2L refrigerants. Alexandre Fernandes Santos, professor at FAPRO-ETP, emphasizes the importance of assessing compressors, valves, lubricating oil, and expansion devices, while strictly following safety standards. Although these refrigerants provide environmental benefits, the transition also raises regulatory concerns and highlights the need for expanded technical training in Brazil.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/05/foto-2-materia-retrofit-e1778609575644.png 700 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-05-12 15:13:552026-05-12 15:14:11Retrofit com R-454B e R-32 exige planejamento técnico e atenção às normas de segurança

Climatização amplia espaço no consumo e sustenta avanço do mercado doméstico

01/05/2026

Dados mais recentes disponíveis da NielsenIQ indicam expansão das vendas de equipamentos ligados ao conforto térmico, enquanto indústria e varejo mantêm a climatização entre os segmentos de maior crescimento no Brasil.

A demanda por equipamentos de climatização e qualidade do ar ampliou participação no mercado brasileiro de bens duráveis e reforça o peso do setor HVAC-R no consumo doméstico. Em meio à recorrência de temperaturas extremas e à busca por conforto térmico, os dados mais recentes disponíveis da NielsenIQ apontam que o mercado de eletroeletrônicos alcançou 211 milhões de unidades comercializadas, com crescimento de 5,4%, e faturamento de R$ 200 bilhões, alta de 7,1%. A linha branca passou a responder por 31,7% das vendas em valor, com avanço da relevância de produtos ligados ao ambiente doméstico.

Nesse movimento, categorias associadas ao conforto térmico e à qualidade do ar ampliam presença no varejo. Segundo os dados, o segmento de ar-condicionado mantém crescimento acumulado de 25% nos últimos anos, enquanto ventiladores avançam 33%. A redução do preço médio dos equipamentos também contribui para ampliar o acesso do consumidor e sustentar a expansão do volume comercializado.

A tendência é acompanhada por indicadores da indústria. Dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) mostram que o ar-condicionado segue entre os principais destaques da produção nacional, com 5,8 milhões de unidades fabricadas e crescimento de 38%, movimento que levou o Brasil à posição de segundo maior fabricante mundial do segmento.

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  • ABRAVA define nova gestão do DNAC com agenda voltada à eficiência e capacitação

No comércio eletrônico, a climatização também mantém relevância. Relatório da NielsenIQ sobre o desempenho do e-commerce mostra que ar-condicionado, ventiladores e refrigeradores figuram entre as categorias que impulsionam o avanço das vendas online de eletrodomésticos.

Para o setor HVAC-R, a expansão do consumo se conecta a fatores estruturais, como eventos climáticos mais intensos, maior demanda por eficiência energética e incorporação do conforto térmico como item recorrente do orçamento doméstico. Em 2026, essa tendência também é acompanhada pelo avanço de equipamentos inverter e pela maior atenção à qualidade do ar interior, temas que mantêm a climatização entre os segmentos monitorados por indústria e varejo.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2023/09/instalador-ar-condicionado-febrava-revista-do-frio-hvac-climatizacao-refrigarecao-e1693942531641.jpg 700 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-05-01 01:41:202026-05-07 16:34:44Climatização amplia espaço no consumo e sustenta avanço do mercado doméstico

Splitão e VRF na climatização e os desafios de instalação e manutenção

30/04/2026

Do split convencional aos sistemas VRF, a climatização evoluiu para atender aplicações cada vez mais complexas. Enquanto o splitão se destaca pela robustez e capacidade térmica em ambientes comerciais, o VRF ganha espaço pela eficiência energética, flexibilidade de aplicação e alto nível de controle.

 A evolução dos sistemas de climatização ampliou significativamente as soluções disponíveis para projetos residenciais, comerciais e corporativos. Entre as tecnologias mais utilizadas estão os sistemas split convencionais, os equipamentos conhecidos como splitão e os sistemas VRF (Variable Refrigerant Flow). Embora todos operem com base no princípio da expansão direta do refrigerante, suas características técnicas, complexidade de instalação e rotinas de manutenção são bastante distintas.

Os splits convencionais representam a solução mais simples dentro desse cenário. Amplamente utilizados em residências e pequenos estabelecimentos comerciais, esses sistemas normalmente atendem um único ambiente por meio de uma unidade evaporadora conectada a uma condensadora externa. A instalação costuma ser relativamente simples e rápida, exigindo menor complexidade de projeto e intervenções de manutenção mais diretas. Contudo, apresentam limitações quando o objetivo é climatizar múltiplos ambientes com controle centralizado ou atingir elevados níveis de eficiência energética em edificações maiores.

Já o sistema splitão é direcionado principalmente para aplicações comerciais que demandam maior capacidade térmica. Esses equipamentos são frequentemente utilizados em lojas, restaurantes, auditórios e espaços amplos, onde a climatização precisa atender grandes volumes de ar. Trata-se de um sistema de expansão direta de grande porte que utiliza uma rede de dutos para distribuir o ar climatizado para diferentes áreas.

Complexidades de instalação e projeto

De acordo com Renan Vieira, gerente de Engenharia CAC (Aplicação, Produtos e Pós-vendas) da Gree Electric Appliances do Brasil, compreender a finalidade de cada sistema é essencial para entender suas diferenças técnicas. “Para entender as complexidades de instalação, é fundamental partir do propósito de cada sistema. O Splitão é amplamente utilizado em aplicações comerciais que demandam alta capacidade térmica com menor investimento inicial. Trata-se, essencialmente, de um sistema de expansão direta de grande porte, que depende de uma rede de dutos para distribuição do ar”, explica.

Do ponto de vista frigorífico, a instalação do splitão tende a ser relativamente simples quando comparada a sistemas mais avançados. No entanto, o desafio aparece na etapa de distribuição do ar. “Do ponto de vista frigorífico, sua instalação é relativamente simples; entretanto, a complexidade está na distribuição do ar, que exige um projeto de dutos bem dimensionado e, muitas vezes, sistemas adicionais de automação para permitir algum nível de controle por ambiente”, afirma Vieira.

Por outro lado, os sistemas VRF apresentam um conceito tecnológico mais sofisticado. Nessa arquitetura, uma única unidade condensadora pode atender diversas unidades internas distribuídas em diferentes ambientes, com controle individual de temperatura. O sistema trabalha com modulação contínua da capacidade, ajustando o fluxo de refrigerante conforme a carga térmica de cada espaço.

Essa característica proporciona maior eficiência energética, mas exige um nível mais elevado de planejamento e execução durante a instalação. “Os sistemas VRF apresentam maior complexidade na instalação frigorífica, exigindo mão de obra especializada, critérios rigorosos de projeto, como balanceamento de carga, limites de tubulação e endereçamento de unidades, além de um comissionamento mais detalhado”, destaca o engenheiro.

Apesar da maior complexidade inicial, o desempenho energético costuma ser superior. “A tecnologia VRF permite o fornecimento preciso de refrigerante conforme a demanda de cada ambiente, o que reduz significativamente o consumo energético e melhora o desempenho global do sistema”, acrescenta.

Manutenção, diagnóstico e automação

As diferenças entre os sistemas também se refletem nas rotinas de manutenção e na forma de diagnosticar eventuais falhas operacionais. Nos sistemas splitão, a estrutura mais simples e o menor nível de eletrônica embarcada fazem com que o diagnóstico dependa muito da experiência do profissional responsável pelo serviço.

Segundo Vieira, essa característica pode aumentar o risco de falhas mais graves caso o problema não seja identificado rapidamente. “Nos sistemas Splitão, por serem mais simples e com baixo nível de eletrônica embarcada, o diagnóstico de falhas depende fortemente da experiência do técnico. A ausência de sistemas avançados de proteção e autodiagnóstico pode resultar em falhas mais severas antes de serem identificadas, aumentando o risco de danos aos componentes”, afirma.

Já os sistemas VRF utilizam uma rede extensa de sensores e módulos eletrônicos que monitoram continuamente o funcionamento do sistema. Isso permite maior precisão no diagnóstico e rapidez na identificação de anomalias operacionais. “Os sistemas VRF contam com uma ampla rede de sensores e proteções eletrônicas distribuídas ao longo do sistema. Isso permite monitoramento contínuo das condições de operação e identificação mais rápida e precisa de falhas, muitas vezes com códigos de erro detalhados. Esse avanço tecnológico também altera o perfil do profissional responsável pela manutenção. “O profissional que atua com VRF precisa dominar não apenas os fundamentos de refrigeração, mas também interpretação de parâmetros, lógica de controle, comunicação entre unidades e uso de ferramentas de diagnóstico específicas”, ressalta.

Outro diferencial importante está na integração com sistemas de automação predial. Embora os sistemas splitão tenham evoluído nos últimos anos, incorporando compressores inverter, novos fluidos refrigerantes e ventiladores mais eficientes, ainda apresentam limitações em termos de controle avançado.

Os sistemas VRF, por sua vez, foram projetados desde sua concepção para operar de forma integrada e inteligente. “Possuem lógica de operação embarcada, comunicação entre unidades e capacidade de integração com sistemas de automação predial (BMS). Isso permite monitoramento em tempo real, ajustes operacionais precisos e estratégias avançadas de controle por zona”, afirma Vieira.

Além disso, a própria arquitetura do sistema facilita a manutenção preventiva. “Em sistemas VRF, ela pode ser realizada de forma segmentada, sem necessidade de parada total do sistema, aumentando a disponibilidade da operação. Além disso, a capacidade de monitoramento contínuo facilita a identificação de desvios antes que se tornem falhas críticas. Na prática, a escolha entre splits convencionais, splitão ou sistemas VRF depende de fatores como capacidade térmica necessária, complexidade do projeto, nível de controle desejado e investimento disponível. Em projetos de climatização contemporâneos, cada tecnologia encontra seu espaço, atendendo desde aplicações simples até edifícios inteligentes que exigem alto desempenho energético e gestão avançada dos sistemas de climatização”, conclui.

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Resumen (español)
La climatización ha evolucionado desde los sistemas split convencionales hasta soluciones más complejas como el splitão y los sistemas VRF. Mientras los splits siguen siendo una opción sencilla para espacios pequeños, el splitão se orienta a aplicaciones comerciales que requieren alta capacidad térmica, aunque con desafíos en el diseño de ductos y control del aire. Por su parte, los sistemas VRF destacan por su eficiencia energética, control individualizado y capacidad de integración con automatización predial, aunque exigen mayor complejidad en instalación, comisionamiento y mantenimiento especializado. La elección entre estas tecnologías depende de la escala del proyecto, el nivel de control requerido y la inversión disponible.

Summary (English)
HVAC systems have evolved from conventional split units to more advanced solutions such as splitão and VRF systems. While traditional splits remain a simple option for small spaces, splitão systems are designed for commercial applications requiring higher cooling capacity, with challenges related to duct design and air distribution. VRF systems, on the other hand, offer superior energy efficiency, precise temperature control, and integration with building automation, but require more complex installation, commissioning, and specialized maintenance. The choice among these systems depends on project scale, control requirements, and available investment.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/04/splitao-revista-do-frio-2026.png 700 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-04-30 14:35:282026-04-30 14:35:38Splitão e VRF na climatização e os desafios de instalação e manutenção

ABRAVA define nova gestão do DNAC com agenda voltada à eficiência e capacitação

30/04/2026

Diretoria liderada por João Manuel Aureliano e Gustavo Hoffmann assume mandato de dois anos com foco em descarbonização, qualidade do ar interno e fortalecimento técnico do setor HVAC-R

A Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA) anunciou a nova gestão do Departamento Nacional de Ar-Condicionado (DNAC), que inicia mandato de dois anos com diretrizes voltadas à descarbonização, capacitação técnica e articulação institucional.

A presidência será exercida por João Manuel Aureliano, representante da Daikin, com Gustavo Hoffmann, da Midea Carrier, na vice-presidência. A gestão ocorre em um cenário de expansão do setor HV AC-R, com aumento da produção de equipamentos, especialmente no segmento de splits fabricados na Zona Franca de Manaus, que passou de 3,8 milhões de unidades em 2023 para mais de 6,7 milhões em 2025. Para 2026, a projeção é de crescimento em torno de 10%, além da evolução dos sistemas centrais utilizados em edifícios corporativos, laboratórios, data centers, hospitais e centros comerciais.

Entre as prioridades de curto prazo estão o reforço do posicionamento institucional do DNAC como referência técnica, a ampliação da atuação em pautas regulatórias e o mapeamento de gargalos técnicos e normativos. No médio prazo, a gestão prevê expansão de programas de capacitação e certificação profissional, além da promoção de boas práticas em projeto, instalação e manutenção. A integração com órgãos reguladores e o estímulo à adoção de tecnologias eficientes também fazem parte da agenda.

No longo prazo, o objetivo é consolidar o DNAC como agente relevante em temas como descarbonização no HVAC-R, influenciar políticas públicas e elevar o padrão técnico nacional.

A nova estrutura do departamento inclui conselhos técnico e consultivo, além de grupos de trabalho temáticos, com proposta de atuação alinhada às demandas do setor. A comunicação será segmentada por público, com foco em inovação e conformidade normativa para o mercado, protagonismo técnico para projetistas e engenheiros, e capacitação contínua para instaladores e mantenedores. Usuários finais serão incentivados a considerar qualidade do ar interno e eficiência energética como fatores associados à saúde, produtividade e economia.

O DNAC manterá atuação transversal nos eixos da ABRAVA, incluindo comunicação, educação, advocacy e governança. Entre as pautas prioritárias estão qualidade do ar interno, eficiência energética, atualização regulatória, capacitação profissional e inovação tecnológica, com ênfase em automação e inteligência aplicada.

João Manuel Aureliano tem experiência em engenharia de aplicação e de produtos, com atuação em eficiência energética e qualidade do ar. Gustavo Hoffmann reúne experiência em engenharia, gestão e marketing de produto, com foco em viabilidade econômica e comportamento do consumidor.

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Resumen (español)
La ABRAVA anunció la nueva gestión del Departamento Nacional de Aire Acondicionado (DNAC), liderada por João Manuel Aureliano y Gustavo Hoffmann, con un mandato de dos años enfocado en descarbonización, capacitación técnica y fortalecimiento institucional del sector HVAC-R. La agenda incluye acciones regulatorias, expansión de programas de certificación y promoción de tecnologías eficientes, en un contexto de crecimiento de la producción de equipos en Brasil.

Summary (English)
ABRAVA has announced the new leadership of its National Air Conditioning Department (DNAC), headed by João Manuel Aureliano and Gustavo Hoffmann, for a two-year term focused on decarbonization, technical training, and institutional strengthening of the HVAC-R sector. The agenda includes regulatory engagement, expanded certification programs, and the promotion of efficient technologies amid continued market growth in Brazil.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2022/02/abrava1-scaled-e1777566766351.jpg 466 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-04-30 13:35:082026-04-30 13:35:08ABRAVA define nova gestão do DNAC com agenda voltada à eficiência e capacitação

HVAC-R amplia presença na Hannover Messe 2026 com foco em energia e digitalização

28/04/2026

Bombas de calor industriais, refrigeração de baixo GWP, inteligência artificial, gêmeos digitais e termografia estiveram entre os temas associados ao HVAC-R na feira realizada em Hannover.

A Hannover Messe 2026, realizada de 20 a 24 de abril, evidenciou a ampliação do espaço ocupado pelo setor HVAC-R na agenda industrial do evento, especialmente no eixo “Energy & Industrial Infrastructure”. A programação reuniu debates e aplicações voltados à descarbonização, eficiência energética, eletrificação e digitalização de sistemas térmicos industriais.

Entre as tecnologias em evidência estiveram bombas de calor industriais de alta temperatura, apresentadas como alternativa para substituição de caldeiras a gás e para recuperação de calor residual em processos produtivos. O tema apareceu associado à redução do consumo energético e à transição industrial de base elétrica.

A digitalização também esteve presente nas discussões relacionadas ao HVAC-R. Aplicações de inteligência artificial e gêmeos digitais foram associadas ao monitoramento de cargas térmicas, manutenção preditiva e otimização do desempenho energético de sistemas complexos. A integração entre automação industrial e infraestrutura térmica apareceu como um dos vetores debatidos na feira.

No campo da refrigeração industrial, o debate sobre fluidos de menor potencial de aquecimento global (GWP) apareceu alinhado às pressões regulatórias e às metas de transição refrigerante.

A condição de país parceiro da Hannover Messe 2026 também ampliou a presença brasileira na feira, com mais de 140 expositores e cerca de 300 empresas na delegação nacional, segundo dados do evento. Empresas brasileiras com atuação relacionada a HVAC-R, gestão térmica e eficiência energética estiveram representadas na exposição. Entre as empresas presentes estiveram a REFRISAT, com atuação em refrigeração industrial e controle térmico; a WEG, com soluções aplicáveis a motores e acionamentos utilizados em ventilação e climatização; a Melvin, com atuação em gestão de manutenção industrial; e a Stefanini, com aplicações de inteligência artificial voltadas à eficiência energética. A participação dessas empresas ocorreu no contexto mais amplo da presença industrial brasileira no evento.

A abertura da feira contou com a presença de Luiz Inácio Lula da Silva e Friedrich Merz, reforçando o peso institucional do encontro. Nesse contexto, a edição 2026 reforçou a convergência entre HVAC-R, infraestrutura energética e manufatura digital.

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Resumen (español)

La Hannover Messe 2026 mostró una mayor integración del sector HVAC-R con la infraestructura energética industrial, con énfasis en bombas de calor de alta temperatura, refrigeración con bajo GWP, inteligencia artificial y gemelos digitales. La participación de Brasil como país socio también amplió la presencia de empresas vinculadas a gestión térmica, eficiencia energética y mantenimiento industrial en la feria.

Summary (English)

Hannover Messe 2026 highlighted broader integration between HVAC-R technologies and industrial energy infrastructure, with emphasis on high-temperature heat pumps, low-GWP refrigeration, artificial intelligence and digital twins. Brazil’s role as partner country also expanded the presence of companies linked to thermal management, energy efficiency and industrial maintenance at the fair.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/04/hannover-messe-revista-do-frio-e1777388581308.png 700 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-04-28 11:50:592026-04-28 12:04:47HVAC-R amplia presença na Hannover Messe 2026 com foco em energia e digitalização

Theatro Capitólio, em Varginha, recebe climatização VRF e modernização de áudio

28/04/2026

Equipamento cultural de Varginha (MG) inaugura em 1º de maio sistema de ar-condicionado VRF inverter e nova infraestrutura de sonorização para espetáculos.

A Prefeitura de Varginha inaugura na sexta-feira (1º de maio), às 10h30, o novo sistema de climatização e a modernização técnica do Theatro Municipal Capitólio. A cerimônia prevê apresentação da Orquestra Filarmônica de Varginha e presença de autoridades locais.

A principal intervenção é a instalação de um sistema de climatização do tipo VRF inverter. Segundo a administração municipal, a solução foi adotada por critérios de eficiência energética e sustentabilidade. O projeto foi desenvolvido para preservar as características arquitetônicas e patrimoniais do edifício, com renovação de ar sem alteração da estrutura original.

De acordo com a prefeitura, a iniciativa busca atender demanda antiga do teatro relacionada ao conforto térmico e às condições de uso do espaço pelo público.

Além da climatização, o projeto inclui atualização da infraestrutura de áudio. O teatro recebeu mesa de som digital de 32 canais, subwoofers ativos, microfones condensadores e processadores digitais. Segundo as informações divulgadas, os equipamentos foram incorporados para atender espetáculos de diferentes portes e ampliar a operação técnica entre palco e cabine.

A modernização reúne intervenções em climatização e sonorização em um edifício histórico voltado a atividades culturais em Varginha.

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Resumen (Español)

El Theatro Municipal Capitólio, en Varginha (MG), inaugurará el 1 de mayo un sistema de climatización VRF inverter y una modernización de su infraestructura de audio. El proyecto contempla renovación de aire compatible con la preservación del edificio histórico y la incorporación de mesa digital de 32 canales, subwoofers, micrófonos condensadores y procesadores digitales para espectáculos.

Summary (English)

The Theatro Municipal Capitólio, in Varginha, Minas Gerais, will inaugurate on May 1 a VRF inverter air-conditioning system and upgraded audio infrastructure. The project includes air renewal designed to preserve the historic building, along with a 32-channel digital mixer, active subwoofers, condenser microphones and digital processors for live performances.

http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png 0 0 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-04-28 01:28:422026-04-27 15:30:52Theatro Capitólio, em Varginha, recebe climatização VRF e modernização de áudio

Retrofit de climatização avança na Fatec São Paulo com apoio da Enel

27/04/2026

Modernização inclui sistemas inverter, substituição da iluminação e ações para uso racional de energia.

A Fatec São Paulo iniciou a modernização dos sistemas de climatização e iluminação da unidade em parceria com a Enel Distribuição São Paulo e a DEODE Inovação e Eficiência em Energia. O projeto, viabilizado por chamada pública, soma investimento de R$ 1.119.499,03.

A iniciativa prevê a substituição de 3.220 lâmpadas convencionais por 3.070 luminárias com tecnologia LED e a troca de 41 equipamentos de ar-condicionado por modelos inverter. Segundo os dados divulgados, a estimativa é de economia anual de 529,87 MWh e redução de 92,72 kW na demanda energética em horários de pico.

O projeto também prevê melhorias nas condições dos ambientes acadêmicos e ações de capacitação voltadas ao uso racional da energia para a comunidade da instituição.

De acordo com o vice-presidente do Centro Paula Souza, Maycon Geres, a iniciativa busca associar eficiência energética e formação educacional. O presidente do Centro Paula Souza, Clóvis Dias, afirmou que o projeto integra a estratégia de investimentos da instituição. A vice-coordenadora da Fatec São Paulo, Esmeralda Macedo Serpa, disse que a parceria inclui modernização da infraestrutura e ações de conscientização.

Os novos equipamentos têm vida útil superior a dez anos e o volume estimado de energia economizada equivale ao consumo médio de mais de 300 residências.

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Resumen (Español)
La Fatec São Paulo inició un proyecto de modernización energética junto a Enel Distribuição São Paulo y DEODE Inovação e Eficiência em Energia, con inversión de R$ 1,1 millones. La iniciativa contempla el reemplazo de luminarias convencionales por tecnología LED y la sustitución de equipos de aire acondicionado por modelos inverter. La expectativa es reducir el consumo eléctrico, disminuir la demanda en horarios pico e incorporar acciones de concientización sobre uso racional de energía en la comunidad académica.

Summary (English)
Fatec São Paulo launched an energy modernization project with Enel Distribuição São Paulo and DEODE Inovação e Eficiência em Energia, involving R$1.1 million in investments. The project includes replacing conventional lighting with LED fixtures and installing inverter air-conditioning units. Expected outcomes include lower electricity consumption, reduced peak demand and educational actions focused on rational energy use within the academic community.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2025/07/RF-logo-site-revista-do-frio-toy.png 266 301 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-04-27 15:15:482026-04-27 15:19:56Retrofit de climatização avança na Fatec São Paulo com apoio da Enel

Hitachi vende divisão de eletrodomésticos e mantém foco em ar-condicionado

26/04/2026

Reestruturação prevê criação de nova empresa com controle da Nojima Corp e manutenção do negócio de climatização como atividade central da unidade de soluções urbanas da Hitachi.

A Hitachi (Japão) anunciou a venda de sua divisão de eletrodomésticos para a Nojima Corp, em uma operação estimada em 110,1 bilhões de ienes (US$ 691 milhões), como parte de uma estratégia de concentração no negócio de ar-condicionado.

Pelos termos do acordo, a Hitachi Global Life Solutions irá desmembrar a divisão de eletrodomésticos para formar uma nova empresa. A Nojima deterá 80,1% de participação no novo negócio, enquanto a Hitachi Global Life Solutions permanecerá com 19,9%.

Segundo a empresa, após a transação, o negócio de ar-condicionado continuará como atividade central dentro da Unidade de Negócios de Soluções e Serviços Urbanos (USBU). A estratégia inclui integração com as divisões de Sistemas Prediais e Soluções de Energia.

A companhia também informou que pretende ampliar a oferta de serviços integrados para gestão predial e de instalações, gestão de energia e refrigeração por meio do HMAX for Buildings, plataforma baseada em inteligência artificial voltada à otimização da gestão predial, eficiência energética e bem-estar dos ocupantes.

A movimentação ocorre em meio ao reposicionamento da empresa em segmentos ligados à infraestrutura e climatização, com foco em serviços integrados associados a edifícios e energia.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2025/07/RF-logo-site-revista-do-frio-toy.png 266 301 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-04-26 06:56:482026-04-24 16:59:45Hitachi vende divisão de eletrodomésticos e mantém foco em ar-condicionado
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