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Arquivo para Tag: LG

LG amplia produção no Brasil

28/08/2026

Nova unidade no Paraná recebeu investimento de R$ 1,5 bilhão e tem capacidade para produzir cerca de 600 mil geladeiras por ano.

A LG Electronics inaugurou uma nova fábrica de geladeiras no Paraná, sua segunda base de produção de eletrodomésticos no Brasil. A unidade recebeu investimento de aproximadamente US$ 310 milhões, equivalente a R$ 1,5 bilhão, e tem capacidade para produzir cerca de 600 mil geladeiras por ano.

Instalada em uma área de aproximadamente 770 mil metros quadrados, a fábrica se soma à unidade da empresa em Manaus (AM), em operação há quase três décadas. Segundo a LG, a nova estrutura faz parte da estratégia de ampliar sua capacidade industrial no país e apoiar as operações na América Latina.

A unidade incorpora soluções de manufatura inteligente voltadas à eficiência da produção, qualidade e segurança. Robôs articulados são empregados em atividades fisicamente exigentes ou de maior risco, entre elas o transporte de portas de geladeiras.

A produção também conta com o trabalho da equipe de Pesquisa e Desenvolvimento da LG no Brasil, formada por cerca de 40 profissionais. As geladeiras fabricadas no Paraná foram desenvolvidas a partir de pesquisas com consumidores brasileiros.

Os modelos têm compatibilidade bivolt, para operação em redes de 127 V e 220 V, e foram projetados considerando o clima quente e úmido do país. Os aparelhos também contam com higienização interna baseada em LED para ajudar a prevenir a proliferação bacteriana.

Inicialmente, a fábrica atenderá o mercado brasileiro. De acordo com a empresa, a produção local deve reduzir a dependência de importações e diminuir os tempos de entrega em até 80%. No médio e longo prazo, a expectativa é que a unidade também funcione como polo de produção e exportação para outros mercados da América Latina.

“A nova fábrica no Paraná fortalece nossas capacidades de produção, permitindo-nos garantir um fornecimento estável de produtos e entregar eletrodomésticos adaptados às necessidades em evolução dos consumidores no Brasil e em toda a América Latina”, afirma Baek Seung-tae, presidente da LG Home Appliance Solution Company.

A unidade inicia as operações com a produção da linha Duplex B472. A inauguração ocorre no ano em que a LG Electronics completa 30 anos de atuação no Brasil.

Olho: Com investimento de R$ 1,5 bilhão, unidade tem capacidade para produzir cerca de 600 mil geladeiras por ano e deverá atender inicialmente o mercado brasileiro.

Resumen (español)

LG Electronics inauguró una nueva fábrica de refrigeradores en Paraná, Brasil, con una inversión aproximada de R$ 1.500 millones y capacidad para producir cerca de 600.000 unidades al año. La planta incorpora soluciones de fabricación inteligente y comenzará atendiendo al mercado brasileño. A medio y largo plazo, la empresa prevé utilizar la unidad como polo de producción y exportación para otros mercados de América Latina.

Summary (English)

LG Electronics has opened a new refrigerator factory in Paraná, Brazil, following an investment of approximately R$1.5 billion. The facility has an annual production capacity of about 600,000 refrigerators and incorporates smart manufacturing solutions. It will initially serve the Brazilian market, with plans to become a production and export hub for other Latin American markets over the medium to long term.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/08/lg-nova-fabrica-280826.png 652 975 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-08-28 14:20:322026-08-28 14:20:58LG amplia produção no Brasil

Encontrão LG + Leveros abre mais 50 vagas para evento no Rio de Janeiro

23/07/2026

Foram abertas mais 50 vagas para o Encontrão LG + Leveros, marcado para 25 de julho, no Clube da Barra, no Rio de Janeiro.

A organização do Encontrão LG + Leveros anunciou a liberação de mais 50 vagas para o evento, após a alta procura pelas inscrições.

O encontro será realizado em 25 de julho, das 9h às 16h, no Clube da Barra, no Rio de Janeiro. Segundo a organização, a ampliação das vagas permitirá a participação de mais profissionais interessados no evento.

A programação prevê atividades voltadas a conteúdo técnico, inovação, networking e troca de conhecimento entre participantes e representantes do mercado HVAC-R.

As inscrições seguem abertas, com número de vagas limitado.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/09/revista-do-frio-imagem-coringa-1200x675-1.png 675 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-07-23 16:25:562026-07-23 16:25:56Encontrão LG + Leveros abre mais 50 vagas para evento no Rio de Janeiro

Leveros reúne mais de 2,1 mil profissionais em treinamentos no 2º trimestre

21/07/2026

Empresa realizou 44 eventos presenciais em 12 cidades entre abril e junho, com capacitações técnicas e de gestão para instaladores e parceiros do setor de climatização.

O Grupo Leveros informou que mais de 2,1 mil profissionais participaram de suas ações de capacitação entre abril e junho de 2026. Segundo a empresa, o número representa crescimento de 34,43% em relação ao mesmo período de 2025.

No segundo trimestre, a Leveros promoveu 44 treinamentos, palestras e eventos presenciais em 12 cidades brasileiras. A programação abordou temas relacionados à instalação, diagnóstico de equipamentos, novas tecnologias, gestão, vendas e empreendedorismo para profissionais da climatização.

As atividades contaram com a participação de fabricantes como Elgin, TCL, LG, Gree, Fujitsu, Daikin, Midea e Carrier. Entre os conteúdos apresentados estiveram eficiência energética, tecnologia Inverter, instalação de equipamentos de alta performance e fluidos refrigerantes de menor impacto ambiental.

Segundo Alessandro Santos, head de inteligência comercial e marketing da Leveros, a ampliação da agenda de capacitação reflete a busca do mercado por conhecimento técnico e desenvolvimento dos negócios. A empresa também informou que os treinamentos incluem módulos sobre negociação, elaboração de orçamentos, gestão financeira, atendimento e estratégias comerciais.

O Nordeste concentrou 14 eventos no período, realizados em Recife, Salvador, Fortaleza e Aracaju. De acordo com a Leveros, a região integra sua estratégia nacional de expansão, com investimentos em infraestrutura, relacionamento e capacitação para atender ao crescimento da demanda por soluções de climatização.

–

Resumen (español)

El Grupo Leveros informó que capacitó a más de 2.100 profesionales del sector de climatización entre abril y junio de 2026, un crecimiento del 34,43% respecto al mismo período del año anterior. Durante el trimestre realizó 44 actividades presenciales en 12 ciudades de Brasil, con la participación de fabricantes como Elgin, TCL, LG, Gree, Fujitsu, Daikin, Midea y Carrier. Los contenidos incluyeron eficiencia energética, tecnología Inverter, instalación de equipos, refrigerantes de menor impacto ambiental y gestión empresarial para instaladores. El Nordeste concentró 14 eventos dentro de la estrategia de expansión de la empresa.

Summary (English)

Leveros Group reported that more than 2,100 HVAC professionals attended its training programs between April and June 2026, a 34.43% increase compared with the same period in 2025. During the quarter, the company held 44 in-person training sessions, lectures and events across 12 Brazilian cities, with the participation of manufacturers including Elgin, TCL, LG, Gree, Fujitsu, Daikin, Midea and Carrier. The program covered energy efficiency, inverter technology, equipment installation, lower-impact refrigerants, business management and sales. Brazil’s Northeast region hosted 14 events as part of Leveros’ national expansion strategy.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/07/leveros-capacita-e1784663960271.jpg 700 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-07-21 17:00:082026-07-21 17:01:03Leveros reúne mais de 2,1 mil profissionais em treinamentos no 2º trimestre

Troféu Oswaldo Moreira registra recorde de participação popular na 28ª edição

19/06/2026

Premiação do setor HVAC-R ultrapassa 30 mil votos ao longo do processo, amplia participação do público e reconhece profissionais e empresas da cadeia de refrigeração e climatização.

A 28ª edição do Troféu Oswaldo Moreira (vide fotos) registrou a maior participação popular de sua história. Mais de 30 mil votos foram contabilizados ao longo do processo de escolha, dos quais 27.447 foram registrados apenas no segundo turno, consolidando um novo formato de votação aberto ao público desde a definição dos finalistas.

A mudança ampliou o engajamento entre profissionais, empresas e distribuidores da cadeia HVAC-R, reunindo representantes da indústria, do comércio, dos instaladores e de entidades do setor durante a cerimônia de premiação.

Os resultados apontaram Anderson Bruno, da Elgin, como vencedor na categoria Personalidade da Indústria HVAC-R. Luiz Tunda, da Poloar, venceu na categoria Personalidade do Comércio HVAC-R, enquanto Patrício Rodrigues foi o mais votado entre Influenciadores, Instaladores e Instrutores.

Entre as empresas, a Elitech conquistou o primeiro lugar como Destaque da Indústria de Refrigeração. Na categoria Destaque da Indústria de Ar-Condicionado, a vencedora foi a LG. No comércio e distribuição de insumos HVAC-R, a Frigelar ficou em primeiro lugar, enquanto a Central Ar liderou entre os distribuidores de equipamentos de ar-condicionado.

Durante a transmissão oficial, os organizadores destacaram que a premiação busca reconhecer profissionais, fabricantes, distribuidores e empresas que contribuem para o desenvolvimento do setor. Também foi ressaltada a importância dos técnicos instaladores, apontados como um dos principais elos da cadeia de refrigeração e climatização.

A cerimônia também relembrou a trajetória de Oswaldo Moreira, considerado um dos pioneiros na integração do mercado brasileiro de refrigeração e climatização. Seu trabalho contribuiu para aproximar fabricantes, distribuidores e profissionais técnicos em um período anterior à popularização das plataformas digitais, legado que inspirou a criação da premiação.

Realizada às vésperas do Dia da Refrigeração, comemorado em 20 de junho, a 28ª edição do Troféu Oswaldo Moreira reforçou o reconhecimento aos profissionais e empresas que atuam na cadeia HVAC-R. A proximidade da data também remete ao legado de Oswaldo Moreira, cuja atuação contribuiu para o fortalecimento institucional e para a integração do setor de refrigeração no Brasil.

O vídeo oficial da 28ª edição reúne os principais momentos da cerimônia, incluindo entrevistas, homenagens e a divulgação dos vencedores das categorias que reconheceram profissionais e empresas do mercado HVAC-R.

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Resumen (español)

La 28.ª edición del Trofeo Oswaldo Moreira alcanzó un récord de participación con más de 30 mil votos durante todo el proceso y 27.447 votos en la segunda vuelta. La premiación abrió la votación al público desde la elección de los finalistas y reconoció a profesionales y empresas del sector HVAC-R. La ceremonia también recordó la trayectoria de Oswaldo Moreira y coincidió con la proximidad del Día de la Refrigeración, celebrado el 20 de junio.

Summary (English)

The 28th Oswaldo Moreira Trophy achieved record public participation, with more than 30,000 votes cast throughout the selection process and 27,447 votes in the second round. The awards adopted public voting from the finalist selection stage and recognized leading professionals and companies from the HVAC-R industry. The event also highlighted Oswaldo Moreira’s legacy and the upcoming Refrigeration Day, celebrated on June 20.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/06/TOM2026-trofeu-e1782318529234.jpg 700 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-06-19 10:34:352026-06-25 15:59:25Troféu Oswaldo Moreira registra recorde de participação popular na 28ª edição

Troféu Oswaldo Moreira 2026 abre votação da fase final

03/06/2026

Votação online para escolher os vencedores da edição 2026 segue aberta até 17 de junho. Após essa data, a participação será restrita aos convidados presentes na cerimônia de premiação.

A votação da fase final do Troféu Oswaldo Moreira 2026 está aberta. Os finalistas já foram definidos e a escolha dos vencedores passa a depender da participação do público.

A votação online pode ser realizada pelo link até o dia 17 de junho, às 23h59. Após esse prazo, a votação será reaberta em 18 de junho exclusivamente para os convidados presentes na cerimônia de premiação.

Entre os finalistas da edição 2026 estão empresas e profissionais de diferentes segmentos do setor HVAC-R.

Na categoria Destaque Comércio Distribuidor de Ar Condicionado, concorrem Central Ar, Climario e Leveros.

Na categoria Destaque Comércio e Distribuidor de Insumos, os finalistas são Frigelar, Arcotec e Frio Rio.

Em Personalidade da Indústria, disputam a premiação Diego Camargos, Anderson Bruno e Luiz Freitas.

Na categoria Personalidade do Comércio, os indicados são Tiziano Filho, Luiz Tunda e Gilson Miranda.

A categoria Destaque da Indústria de Ar Condicionado reúne LG, Gree e Elgin.

Em Destaque da Indústria de Refrigeração, os finalistas são Pescan, Elitech e RLX.

Já na categoria Instaladores, concorrem Saulo Maia, Patrício Rodrigues e Uanderson Aguiar.

O Troféu Oswaldo Moreira reconhece empresas e profissionais da cadeia de climatização, refrigeração, aquecimento e ventilação. Os interessados em participar da escolha dos vencedores devem registrar seus votos dentro do prazo estabelecido pela organização.

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Resumen (español)

La votación de la fase final del Trofeo Oswaldo Moreira 2026 ya está abierta. Los finalistas fueron definidos en categorías relacionadas con la industria, el comercio y los profesionales del sector HVAC-R. La votación en línea estará disponible hasta el 17 de junio a las 23:59 y, posteriormente, continuará únicamente para los invitados presentes en la ceremonia de premiación.

Summary (English)

Voting for the final stage of the Oswaldo Moreira Trophy 2026 is now open. Finalists have been selected in categories covering industry, trade and HVAC-R professionals. Online voting remains available until June 17 at 11:59 p.m., after which voting will continue exclusively for guests attending the award ceremony.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2022/06/trofeu-oswaldo-moreira-e1654266296719.jpg 699 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-06-03 14:23:152026-06-19 11:05:26Troféu Oswaldo Moreira 2026 abre votação da fase final

Mercado de geladeiras intensifica concorrência entre fabricantes no Brasil

23/03/2026

Produção local, revisão de portfólio e ampliação de serviços marcam a nova fase da linha branca

O mercado brasileiro de geladeiras, com faturamento anual de R$ 16 bilhões e cerca de 5 milhões de unidades vendidas, atravessa uma fase de reorganização competitiva.

Segundo a Eletros, as vendas da linha branca, que inclui fogões e lavadoras, recuaram 1% em 2025. O desempenho segue concentrado na reposição de aparelhos, em um ambiente de crédito mais restritivo.

Diante desse ambiente de consumo moderado, fabricantes com atuação consolidada no país, como Whirlpool (detentora das marcas Brastemp e Consul), Electrolux e LG, ajustam portfólio, cronogramas de lançamento e estrutura produtiva para sustentar participação. Ao mesmo tempo, empresas como Midea e Hisense ampliam presença no varejo e nas plataformas digitais.

Em entrevista ao InvestNews, Roberto Bellissimo, diretor financeiro do Magazine Luiza, afirmou que o endividamento e o custo do crédito ainda afetam o consumo, mas avaliou que uma eventual queda de juros pode estimular a demanda reprimida. Renato Franklin, CEO da Casas Bahia, disse que a entrada de novos fornecedores ampliou as alternativas comerciais para o varejo.

A LG anunciou investimento de R$ 1,5 bilhão em uma fábrica em Fazenda Rio Grande (PR), com inauguração prevista para o segundo semestre de 2026. A unidade terá capacidade inicial de até 500 mil geladeiras por ano, com previsão de expansão para 700 mil unidades e posterior inclusão de lavadoras. Segundo executivos da companhia ouvidos pelo canal, a produção local deve permitir ajustes de custo e ampliação de faixas de preço no portfólio.

Whirlpool e Electrolux, que juntas respondem por quase 60% do mercado brasileiro de linha branca, têm concentrado esforços na renovação de produtos, revisão de componentes e ampliação de serviços. A Whirlpool informou que 75% das vendas atuais decorrem de lançamentos feitos entre 2024 e 2026. A estratégia inclui também garantia estendida, manutenção e venda de acessórios.

A Electrolux, que tem no Brasil seu segundo maior mercado global, informou que entre 85% e 90% dos produtos vendidos no país são fabricados localmente e tem reforçado plataformas digitais de atendimento e suporte técnico.

A Midea consolidou-se como terceira força em linha branca. Já a Hisense iniciou operação direta no Brasil com meta de faturar R$ 3 bilhões em 2025 e alcançar o top 3 em categorias até 2027.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2024/07/foto-1-abre-refrigeracao-residencial-e1720033003395.jpg 700 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-03-23 15:21:102026-03-23 15:21:10Mercado de geladeiras intensifica concorrência entre fabricantes no Brasil

A evolução da climatização começa no instalador

20/02/2026

Em sintonia com as tendências globais do setor, a LG aposta em capacitação técnica, segurança e durabilidade para apoiar o profissional que está na linha de frente da climatização no Brasil

CONTEÚDO DE MARCA – O mercado brasileiro de climatização vive um momento de amadurecimento técnico, impulsionado pela busca por eficiência energética, confiabilidade operacional e soluções que facilitem a rotina em campo. Nesse cenário, a LG Electronics reforça uma estratégia que vai além da inovação tecnológica: colocar o instalador no centro da evolução do setor. Essa visão está alinhada às discussões globais que pautam a indústria de HVAC-R, amplamente debatidas em fóruns e feiras internacionais como a AHR EXPO 2026 (International Air-Conditioning, Heating, Refrigerating Exposition), realizada de 2 a 4 de fevereiro, em Las Vegas (EUA), onde a LG esteve presente acompanhando e apresentando as principais tendências da climatização mundial.

Para a categoria de ar-condicionado residencial, no Brasil, destacam-se: facilidade de instalação, segurança do profissional e durabilidade dos equipamentos.

No Brasil, a valorização do público técnico se traduz em investimentos contínuos em capacitação. A LG promove treinamentos gratuitos e Road Shows técnicos em diversas regiões do país, com foco em atualização prática e troca de conhecimento, iniciativas que seguem com agenda intensa em 2026. Vale destacar que os Road Shows têm caráter educativo, não certificador, reforçando o compromisso com a formação e aprendizado contínuo.

Do ponto de vista do produto, a engenharia é pensada para o dia a dia da obra. Além de sistemas de proteção contra choque elétrico, a ergonomia também ganha atenção, com embalagens projetadas para facilitar transporte e manuseio.

Além da qualidade diferenciada dos produtos, a LG oferece um assistente virtual com IA, capaz de orientar durante instalação e manutenção e direcionar rapidamente ao time de Service, contribuem para mais agilidade e confiança no trabalho. Outra ferramenta de grande importância é o Esquadrão LG, um time de instaladores que dão suporte a marca em todo território nacional. Além de participar dos treinamentos, os membros do Esquadrão são referência de profissionais de instalação no segmento, produzem conteúdo em suas redes sociais com objetivo de divulgar as tecnologias e diferencias dos produtos LG, compartilhar boas práticas e dar suporte a instaladores do país.

A robustez completa o conjunto. Compressores com estrutura metálica, tecnologia Dual Inverter, proteções anticorrosivas como Gold Fin e MACOSTA, além de defesa contra picos de energia, reforçam a confiabilidade dos sistemas. Essa confiança se reflete na garantia: dois anos para a máquina e dez anos para o compressor.

Com uma liderança consistente, a LG se consolida como MARCA N1 EM AR-CONDICIONADO NA AMÉRICA LATINA POR 10 ANOS CONSECUTIVOS, demonstrando que a evolução da climatização passa, necessariamente, por quem instala, opera e mantém os sistemas em funcionamento.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/02/STAND-LG-AHR-2026-conteudo-de-marca-revista-do-frio.jpg 600 800 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-02-20 09:06:262026-03-18 10:10:19A evolução da climatização começa no instalador

Fabricantes combinam produção local e importados para garantir competitividade

20/01/2026

Com fábricas instaladas no país, o setor avalia o equilíbrio entre produzir localmente e importar componentes para garantir competitividade no abastecimento.

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A cadeia de fornecimento local tem ganhado importância estratégica para a indústria de HVAC-R no Brasil, especialmente em um cenário de demanda crescente por climatização, pressões por eficiência energética e necessidade de reduzir vulnerabilidades logísticas globais. Empresas que atuam no país avaliam constantemente se devem produzir localmente ou importar equipamentos, peças e partes.

Nos últimos anos, o Brasil consolidou um parque industrial relevante na área de climatização e refrigeração. A proximidade com o cliente também favoreceu a customização, atendimento mais ágil e controle de qualidade. Além disso, permite maior agilidade na reposição de peças e serviços, o que se traduz em confiabilidade e menor tempo de resposta nas manutenções. Grandes grupos globais já apostam nessa estratégia: por exemplo, o Midea inaugurou em 2023 uma fábrica de 73 mil metros quadrados em Pouso Alegre (MG), que produz cerca de 1,3 milhão de unidades por ano. Já a Gree do Brasil mantém uma planta em Manaus (AM) com capacidade de mais de 1,5 milhão de aparelhos/ano, confirmando a força da produção local no segmento. Além dessas, empresas como Electrolux, LG, Samsung e Whirlpool também operam montagens no Brasil, beneficiando-se dos incentivos fiscais locais.

No entanto, produzir no Brasil não é isento de desafios. Custos industriais elevados, escala ainda limitada em algumas linhas e a dificuldade em acessar tecnologia de ponta ou componentes específicos podem reduzir a competitividade frente a peças importadas são alguns dos pontos a serem avaliados. Além disso, há escassez de mão de obra especializada em determinados processos, o que muitas vezes exige treinamento ou terceirizações e encarece o produto final.

Essa presença diversificada permite que parte relevante dos equipamentos comercializados no país seja fabricada ou montada localmente, reduzindo o tempo de entrega, facilitando o atendimento técnico e permitindo customizações de acordo com normas brasileiras, como os requisitos de etiquetagem energética e padrões elétricos específicos.

Apesar desses avanços, a cadeia local ainda depende fortemente de componentes importados. A fabricação de placas eletrônicas, sensores, módulos de controle, ventiladores específicos, trocadores de calor de alta densidade e certos modelos de compressores permanece concentrada na Ásia, sobretudo na China.

“Muitos splits montados no Brasil utilizam kits eletrônicos, motores e serpentinas produzidos no exterior, que chegam ao país por meio de distribuidores ou diretamente para as linhas de produção. Isso cria uma produção híbrida, em que o produto final é nacional, mas boa parte dos seus insumos depende de fornecedores internacionais”, informa Leonardo Araujo, Gerente de Relações Institucionais e Governamentais da Midea.

Do ponto de vista econômico, produzir localmente traz benefícios claros: reduz a exposição cambial, encurta o lead time, aumenta a previsibilidade de abastecimento e fortalece fornecedores nacionais, que passam a investir em tecnologia e mão de obra qualificada. Além disso, a proximidade entre fábrica e mercado permite ajustes rápidos de portfólio, adequação a legislações e adaptações a padrões climáticos regionais. A geração de empregos diretos e indiretos reforça o impacto positivo da industrialização no país, ampliando a competitividade do setor.

No entanto, a produção local exige investimentos necessários para instalação de fábricas, aquisição de maquinário, automação e certificações são elevados e exigem escala para que a operação se torne economicamente sustentável. Em mercados altamente competitivos, como o de splits residenciais, a pressão por preços baixos faz com que empresas avaliem com cuidado se vale mais montar localmente ou importar o produto acabado. Questões logísticas internas, como o transporte em longas distâncias dentro do território brasileiro, também afetam a equação de custos, além da complexidade tributária nacional, que pode reduzir margens se não houver incentivos adequados.

Programas de conteúdo local, acordos de desenvolvimento com fornecedores brasileiros, investimentos em pesquisa e inovação e a expansão de polos industriais fortalecem a independência tecnológica da indústria nacional.

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“Entre os incentivos fiscais aplicáveis à comercialização da produção para fora da área da Zona Franca de Manaus estão a isenção do imposto sobre produtos industrializados (IPI), as reduções específicas do imposto de importação, isenção do PIS/PASEP e da COFINS nas operações internas da Zona Franca de Manaus, além de outros incentivos de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e crédito estímulo de ICMS. Do ponto de vista logístico, no entanto, existe um desafio a ser superado. Se, por um lado, a sua localização é a mais próxima de grandes mercados externos como a América Central e do Norte, por outro ela está distante de alguns dos principais mercados consumidores do Brasil. Sabe-se que alguns produtos, como o ar condicionado, dependem de modais específicos para manter a sua competitividade, por isso, manter investimentos e discutir alternativas é urgente para que as empresas possam superar adversidades”, comenta Araujo.

Sistema híbrido

Por sua vez, depender exclusivamente de importações traz problemas operacionais: a volatilidade cambial, o aumento de fretes, os prazos imprevisíveis e os gargalos logísticos, especialmente em períodos de alta demanda ou crise internacional, que podem comprometer cronogramas e inflar preços. Para mitigar esses riscos, muitas empresas participam do Programa Abrava Exporta, uma parceria com a Apex-Brasil, que apoia a internacionalização da indústria HVAC-R nacional. Por meio do programa, as empresas recebem apoio técnico, inteligência de mercado e acesso a feiras.

“Esse esforço de internacionalização reforça a competitividade global da indústria nacional, promovendo a combinação entre produção local e importação, não apenas para atender à demanda doméstica, mas também torna o Brasil um exportador relevante no setor HVAC-R. O modelo híbrido permite aproveitar o melhor dos dois mundos: manutenção da cadeia produtiva local, com empregos, customização e agilidade; e acesso a tecnologias e componentes importados quando necessário, garantindo inovação e eficiência”, informa Paulo Roberto da Silva, Coordenador de Indústria e Serviços da Apex-Brasil.

Silva acrescenta que no setor de HVAC-R, os principais parceiros comerciais do Brasil incluem China, Estados Unidos, e União Europeia (com destaque para Alemanha e Itália). “A China é um grande exportador de componentes e produtos acabados para o Brasil, enquanto os EUA e países da Europa, são tanto fornecedores quanto compradores de produtos mais especializados e com alta demanda em eficiência energética. Os componentes como motores e ventiladores também compõem uma parte significativa das exportações, especialmente em mercados que buscam alta performance em eficiência energética e sustentabilidade”, revela.

“Em última análise, o equilíbrio entre produção nacional e importação tem se mostrado a estratégia mais eficiente para atender à crescente demanda no Brasil, preservando competitividade, assegurando sustentabilidade da cadeia e aumentando a previsibilidade no abastecimento. No ambiente atual, marcado por incertezas cambiais, variabilidade logística e exigências regulatórias, essa flexibilidade estratégica se traduz em resiliência e capacidade de resposta para o futuro do setor HVAC-R no país”, conclui.


Resumen (Español)
La industria de HVAC-R en Brasil adopta un modelo híbrido que combina producción local e importación de componentes para mantener la competitividad frente a una demanda creciente por climatización y mayores exigencias de eficiencia energética. Con plantas industriales instaladas en el país, las empresas logran reducir plazos de entrega, adaptar productos a normas locales y fortalecer la cadena de suministro nacional, aunque siguen dependiendo de insumos estratégicos provenientes principalmente de Asia.

El equilibrio entre fabricar localmente e importar permite mitigar riesgos asociados a la volatilidad cambiaria, costos logísticos y limitaciones tecnológicas. Iniciativas de apoyo a la internacionalización y acuerdos con proveedores refuerzan la capacidad del sector para atender tanto al mercado interno como a las exportaciones, consolidando a Brasil como un actor relevante en la industria HVAC-R.


Summary (English)
Brazil’s HVAC-R industry is increasingly adopting a hybrid model that combines local manufacturing with imported components to remain competitive amid rising demand for air conditioning and stricter energy-efficiency requirements. Domestic production helps shorten delivery times, enable customization to local standards and strengthen supply chains, while key components continue to be sourced mainly from Asia.

Balancing local production and imports reduces exposure to currency volatility, logistics disruptions and technological constraints. Support programs for internationalization and partnerships with local suppliers enhance the sector’s ability to serve both domestic and export markets, positioning Brazil as a relevant player in the global HVAC-R industry.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/01/capa-01-26.jpg 934 702 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-01-20 16:44:522026-01-22 11:46:18Fabricantes combinam produção local e importados para garantir competitividade

Futuro do HVAC-R une eficiência, sustentabilidade e ar mais saudável

19/11/2025

Com foco em eficiência energética, uso de refrigerantes de baixo GWP e melhoria da qualidade do ar interno, o setor de HVAC-R no Brasil acelera sua transição para uma era mais sustentável

Veja a edição completa
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À medida que o setor de HVAC-R no Brasil avança, as atenções se voltam para três pilares que definirão o futuro da climatização e refrigeração: eficiência energética, transição para refrigerantes de baixo potencial de aquecimento global (GWP) e melhoria da qualidade do ar interno, e vem assumindo papel estratégico na agenda de sustentabilidade no país, além de representar participação significativa na produção industrial.

Representando cerca de 2,3% da produção industrial, nacional a eficiência energética é hoje uma das prioridades da política ambiental e industrial brasileira. O Ministério de Minas e Energia (MME), em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a organização internacional CLASP, promoveu em 14 de outubro último, o seminário “Brasil e a COP30: o papel da eficiência energética no setor HVAC-R”, que reuniu representantes do governo, entidades industriais e especialistas nacionais e internacionais.

Durante o encontro, foi lançado o Comitê de Acompanhamento do Projeto de Eficiência Energética como Instrumento de Política Industrial, iniciativa que reunirá representantes públicos e privados para sugerir ações que ampliem a competitividade e a sustentabilidade do setor. O grupo também será responsável pela elaboração de uma carta de compromisso com a eficiência energética, que poderá ser apresentada na COP30, em Belém (PA), este mês de novembro.

Para o MME, a cooperação entre ministérios, indústria e instituições de pesquisa é essencial para fortalecer a política energética brasileira e posicionar o país como referência global em inovação. O diretor do Departamento de Informações, Estudos e Eficiência Energética do MME, Leandro Andrade, destacou que o setor de HVAC-R representa cerca de 10% do consumo de energia elétrica do setor residencial no país, índice que evidencia o enorme potencial de economia e de crescimento.

Leandro Andrade destacou o papel da eficiência energética no setor HVAC-R durante seminário “Brasil e a COP30”

“A eficiência energética é o primeiro e mais imediato mecanismo de impacto para os sistemas HVAC-R. No Brasil, o Ministério de Minas e Energia (MME) publicou diretrizes específicas para aparelhos de ar-condicionado, estabelecendo novos índices mínimos de eficiência com metodologia baseada na norma ISO 16358-1, que permite diferenciar os equipamentos com tecnologia inverter, capazes de consumir até 30 % menos energia que os convencionais de rotação fixa. A eficiência energética usualmente é como se fosse o combustível mais barato, a alternativa energética mais econômica para o consumidor de energia. Ela pode reduzir a necessidade de novos investimentos em geração e transmissão de energia e trazer benefícios diretos ao consumidor, com redução na conta de luz, sem perder qualidade de vida. Num contexto de COP, reforçar a eficiência dentro da política industrial brasileira é essencial para alcançarmos a transição energética inclusiva que desejamos”, afirmou Andrade.

A Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA) vem alertando sobre os desafios na implementação de alternativas de refrigerantes de baixo GWP, tecnologias com máxima eficiência e QAI, destacando questões como infraestrutura, custo, capacitação técnica e normas de segurança e fabricantes já se movimentam.

“Durante o evento “Brasil e a COP30”, foi assinado o termo com os SENAI Amazonas e Paraná, que farão o mapeamento de toda cadeia produtiva do HVAC-R na intenção de apresentar iniciativas que impulsionam a sustentabilidade e a inovação no país. Além disso, eu e Felipe Raats representaremos a ABRAVA no Comitê de Acompanhamento do Projeto Eficiência Energética no setor”, informa Thiago Pietrobon, Diretor de Meio Ambiente da ABRAVA.

Tanto para os grandes fabricantes quanto para instaladores, esse tripé: pressão regulatória + mercado + tecnologia, significa que os sistemas devem ser projetados com componentes de alta eficiência, controles inteligentes, manutenção rigorosa e integração digital (IoT/monitoramento). O resultado: menor consumo de energia, menores custos operacionais e menor emissões de CO‚  no ciclo de vida.

A Daikin divulgou que pretende duplicar a eficiência energética de seus equipamentos até 2030 e zerar as emissões de carbono em 2050. Em sua participação no seminário “Brasil e a COP30”, a empresa apresentou sua visão de sustentabilidade e o avanço tecnológico em equipamentos inverter e VRV.

“A promoção do inverter e o desenvolvimento do VRV foram fundamentais para o salto tecnológico que resultou em equipamentos mais eficientes. Em cada COP, a Daikin buscar trazer novas ideias e aplicações com o objetivo de reduzir sua pegada de carbono e transformar o setor. Na COP30, o foco será em soluções para descarbonização de edificações e combate ao overcooling (arrefecimento excessivo)”, enfatiza João Aureliano, Gerente Sênior de Engenharia de Produto da Daikin.

Já a Hitachi, teve projeto pelo retrofit do Condomínio Edifício Villa Lobos com a substituição de chillers, infraestrutura elétrica e hidráulica que resultou em redução de consumo de energia elétrica de cerca de 20% e água em 25%. O retrofit substituiu a Central de Água Gelada (CAG), condicionadores de ar, infraestrutura elétrica e hidráulica, além da instalação das seis unidades resfriadoras de água gelada com Chiller Parafuso com Condensação a Ar de capacidade 140 TR cada, totalizando 840 TR.

Transição para refrigerantes de baixo GWP

O segundo grande vetor é a transição para refrigerantes com baixo potencial de aquecimento global (GWP). No Brasil, esse movimento é impulsionado tanto por compromissos internacionais como a Protocolo de Kigali (sobre HFCs), quanto por iniciativas setoriais. A Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ASBRAV), por exemplo, publicou recentemente um alerta sobre “Desafios na implementação de refrigerantes de baixo GWP no Brasil”, mencionando barreiras como infraestrutura, custo e capacitação técnica.

“Globalmente, a indústria de HVAC-R é incentivada a diminuir o uso de refrigerantes tradicionais devido ao seu alto GWP, que contribui significativamente para o aquecimento global. O Protocolo de Kigali, uma emenda ao Protocolo de Montreal, exige uma redução substancial na utilização destes gases até 2030. Para o Brasil, a adesão a este protocolo significa necessidades urgentes de adaptação às novas normativas internacionais que promovem um mercado mais sustentável. A transição para refrigerantes de baixo GWP no Brasil é inevitável e essencial para alinhar o país com objetivos globais de sustentabilidade. Enquanto os desafios são consideráveis, as oportunidades para inovar e liderar em eficiência energética e redução de emissões são vastas. Com o apoio governamental adequado através de incentivos fiscais e programas de financiamento, juntamente com um ambiente regulatório claro e estável, o Brasil pode superar esses obstáculos e estabelecer um novo padrão em sustentabilidade ambiental no setor de HVAC-R”, comenta Mario Henrique Canale, presidente da ASBRAV.

No setor industrial, as fabricantes já lideram esse movimento. A Daikin iniciou em Manaus a produção de equipamentos que utilizam o R-32, fluido com GWP até 68% menor que o R-410A. A Midea também investe em linhas com R-32 e em projetos que testam o uso do R-290 (propano), considerado uma solução natural e de baixíssimo impacto ambiental. Já a Copeland oferece compressores e sistemas compatíveis com refrigerantes A2L, CO2‚  (R-744) e R-290, desenvolvidos para aplicações comerciais e industriais de alta eficiência.

Esses avanços colocam o Brasil em sintonia com os compromissos do Protocolo de Kigali, que prevê a redução gradual dos HFCs. No entanto, para consolidar a transição, é indispensável investir na capacitação de técnicos e instaladores, pois o manuseio de novos gases requer normas de segurança, ferramentas específicas e procedimentos de comissionamento adequados.

Grandes fabricantes já oferecem sistemas compatíveis com refrigerantes A2L, CO2‚ (R-744) e R-290, desenvolvidos para aplicações comerciais e industriais


Qualidade do ar interno e saúde

A pandemia reforçou a importância da qualidade do ar interno (QAI) como fator de saúde pública e produtividade. O Ministério do Meio Ambiente (MMA) e a ABRAVA têm enfatizado que a QAI deve integrar políticas ambientais e de edificações sustentáveis. Segundo dados da ABRAVA, em ambientes fechados onde passamos cerca de 90% do tempo, a poluição interna pode ser 2 a 5 vezes maior do que a externa. Isso reforça o papel crítico de projetistas, instaladores e técnicos em garantir sistemas bem dimensionados e limpos, com ventilação adequada, filtragem eficiente, controle de umidade, troca de ar e manutenção periódica.

Até recentemente, a Resolução RE 09/2003 da ANVISA era o principal documento que definia padrões referenciais de QAI no país. Contudo, ela foi substituída pela nova ABNT NBR 17.037:2023, que modernizou e ampliou os critérios de avaliação. A norma estabelece parâmetros para contaminantes biológicos, químicos e físicos, além de condições térmicas ideais e taxas mínimas de renovação de ar.

“A publicação dessa norma representa um avanço importante, pois substitui padrões antigos e alinha o Brasil às práticas internacionais de controle de qualidade do ar. A NBR 17.037 dialoga com outras referências, como a NBR 16.401-3, voltada ao projeto e manutenção de sistemas de ar-condicionado central e unitário, e as normas ASHRAE 62.1 e 55, que orientam o conforto térmico e a ventilação adequada em edifícios. Além disso, em 2024 foi sancionada a Lei nº 14.850, que institui a Política Nacional de Qualidade do Ar. Embora voltada principalmente ao ar externo, a legislação reforça a necessidade de monitoramento, divulgação de dados e integração de políticas públicas, o que influencia diretamente os esforços pela melhoria da QAI”, diz Leonardo Cozac, Presidente da ABRAVA.

Essas mudanças normativas refletem uma nova mentalidade no setor HVAC-R. Hoje, não basta climatizar, é preciso purificar, ventilar e monitorar o ar que se respira. Essa evolução tecnológica e regulatória vem acompanhada de desafios, como o custo das medições e adequações, a necessidade de atualização profissional e a substituição de equipamentos antigos por sistemas mais eficientes.

A LG, por exemplo, em sua plataforma de soluções, afirma adotar uma abordagem “digital e ecologicamente correta” e aponta que suas soluções ajudam a “garantir ambientes mais seguros e saudáveis”, com filtros de alta eficiência, monitoramento de qualidade do ar e ventilação térmica otimizada.


Desafios de instaladores e técnicos

Mesmo com equipamentos de ponta e fluidos de baixo impacto, se a instalação for inadequada, a manutenção negligente ou os controles inexistentes, o ganho se perde. Entre os desafios destacados estão:

– Capacitação técnica para os novos refrigerantes (manuseio, instalação, segurança) e para manutenção de sistemas inverter e de vazamento reduzido.

– Necessidade de projetos bem dimensionados e execução com qualidade (tubulação, isolantes térmicos, carga correta, comissionamento).

– Manutenção periódica que garanta desempenho real, qualidade do ar e vida útil dos equipamentos.

– Conscientização dos usuários finais para optar por soluções de maior eficiência, ainda que com investimento maior.

– Alinhamento regulatório, incentivos fiscais ou programas de apoio para acelerar a substituição de sistemas obsoletos, inclusive em edificações públicas ou industriais.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2025/11/capa-11-25.jpg 934 702 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2025-11-19 15:15:202025-11-19 15:15:20Futuro do HVAC-R une eficiência, sustentabilidade e ar mais saudável

Adias Sol.Ar estreia na Febrava com foco em relacionamento e negócios

27/08/2025

Empresa participa pela primeira vez da feira e aposta em experiências interativas para ampliar presença no setor

A Adias Sol.Ar participará pela primeira vez como expositora na Febrava, que ocorrerá de 9 a 12 de setembro no São Paulo Expo. A presença é parte da estratégia da companhia para ampliar sua atuação e consolidar parcerias no setor de refrigeração e climatização.

O estande da empresa terá atividades interativas, como a Máquina de pegar bonés e a ação “Sequestro Laranja”, que premiará visitantes com um passeio em shopping e R$ 2 mil em compras.

De acordo com Eduardo Bachur, diretor de marketing da Adias Sol.Ar, a participação na feira busca reforçar o relacionamento com clientes e parceiros. “A Febrava é uma vitrine essencial para empresas que querem se consolidar no mercado”, afirmou.

Entre os produtos apresentados estarão o ar condicionado Inverter Cassete da LG e o TCL Fresh In. O espaço contará também com painel de LED interativo, brindes exclusivos e condições especiais para fechamento de contratos.

Segundo a empresa, a meta é fortalecer relacionamentos e se posicionar como parceira estratégica para o setor, oferecendo tecnologia, atendimento e capacidade de entrega.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/09/revista-do-frio-imagem-coringa-1200x675-1.png 675 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2025-08-27 09:55:412025-08-27 09:55:56Adias Sol.Ar estreia na Febrava com foco em relacionamento e negócios
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