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Arquivo para Tag: Brasil

Climatização amplia espaço no consumo e sustenta avanço do mercado doméstico

01/05/2026

Dados mais recentes disponíveis da NielsenIQ indicam expansão das vendas de equipamentos ligados ao conforto térmico, enquanto indústria e varejo mantêm a climatização entre os segmentos de maior crescimento no Brasil.

A demanda por equipamentos de climatização e qualidade do ar ampliou participação no mercado brasileiro de bens duráveis e reforça o peso do setor HVAC-R no consumo doméstico. Em meio à recorrência de temperaturas extremas e à busca por conforto térmico, os dados mais recentes disponíveis da NielsenIQ apontam que o mercado de eletroeletrônicos alcançou 211 milhões de unidades comercializadas, com crescimento de 5,4%, e faturamento de R$ 200 bilhões, alta de 7,1%. A linha branca passou a responder por 31,7% das vendas em valor, com avanço da relevância de produtos ligados ao ambiente doméstico.

Nesse movimento, categorias associadas ao conforto térmico e à qualidade do ar ampliam presença no varejo. Segundo os dados, o segmento de ar-condicionado mantém crescimento acumulado de 25% nos últimos anos, enquanto ventiladores avançam 33%. A redução do preço médio dos equipamentos também contribui para ampliar o acesso do consumidor e sustentar a expansão do volume comercializado.

A tendência é acompanhada por indicadores da indústria. Dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) mostram que o ar-condicionado segue entre os principais destaques da produção nacional, com 5,8 milhões de unidades fabricadas e crescimento de 38%, movimento que levou o Brasil à posição de segundo maior fabricante mundial do segmento.

  • HVAC-R nacional avança no mercado internacional
  • Midea Carrier abre inscrições para competição de instaladores
  • ABRAVA define nova gestão do DNAC com agenda voltada à eficiência e capacitação

No comércio eletrônico, a climatização também mantém relevância. Relatório da NielsenIQ sobre o desempenho do e-commerce mostra que ar-condicionado, ventiladores e refrigeradores figuram entre as categorias que impulsionam o avanço das vendas online de eletrodomésticos.

Para o setor HVAC-R, a expansão do consumo se conecta a fatores estruturais, como eventos climáticos mais intensos, maior demanda por eficiência energética e incorporação do conforto térmico como item recorrente do orçamento doméstico. Em 2026, essa tendência também é acompanhada pelo avanço de equipamentos inverter e pela maior atenção à qualidade do ar interior, temas que mantêm a climatização entre os segmentos monitorados por indústria e varejo.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2023/09/instalador-ar-condicionado-febrava-revista-do-frio-hvac-climatizacao-refrigarecao-e1693942531641.jpg 700 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-05-01 01:41:202026-05-07 16:34:44Climatização amplia espaço no consumo e sustenta avanço do mercado doméstico

SuperFrio e IceStar criam 3ª maior plataforma de logística frigorificada regional

27/04/2026

Controladas pelo Pátria Investimentos, empresas passam a operar de forma integrada com 4 milhões de m³ de capacidade instalada, mais de 50 centros de distribuição e atuação em quatro países.

A integração entre SuperFrio e IceStar resultou na formação da terceira maior empresa de logística frigorificada da América Latina, em um movimento de consolidação no setor de armazenagem e transporte com temperatura controlada. As duas empresas, controladas pelo Pátria Investimentos, passam a operar de forma integrada em Brasil, Chile, Colômbia e Peru.

A nova estrutura reúne mais de 50 centros de distribuição, capacidade instalada de aproximadamente 4 milhões de metros cúbicos e cerca de 480 mil posições paletes. A operação atua em múltiplas faixas de temperatura, incluindo produtos congelados, refrigerados e secos, em serviços voltados à cadeia de abastecimento de alimentos e exportação.

A rede integrada soma mais de 350 veículos próprios, dos quais mais de 300 estão no Brasil e mais de 50 no Chile. Segundo as empresas, a integração busca ampliar a capilaridade logística e ganhos de eficiência operacional em um setor marcado por custos elevados, demanda por escala e necessidade de previsibilidade na distribuição.

No Brasil, a SuperFrio mantém 35 centros de distribuição e cerca de 2,7 milhões de m³ de capacidade instalada, com operações para produtos congelados, resfriados, climatizados e secos. A IceStar opera no Chile, com presença de Arica a Chiloé, além de unidades em Medellín, na Colômbia, e em Paita, no Peru. A expansão da unidade colombiana já está prevista.

A plataforma atende segmentos como varejo, food service, catering, proteínas, pescados, agronegócio e sementes. Entre os serviços informados estão armazenagem, transporte, distribuição, exportação, importação, co-packing e movimentação de contêineres.

Segundo Francisco Moura, responsável pela direção executiva da nova operação, a integração está associada a uma estratégia regional de crescimento e investimentos. O Pátria Investimentos informou que a operação faz parte de sua atuação em setores considerados resilientes na América Latina.

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Resumen (español)
SuperFrio e IceStar integraron sus operaciones y formaron la tercera mayor plataforma de logística frigorífica de América Latina, con 4 millones de m³ de capacidad instalada y más de 50 centros de distribución en Brasil, Chile, Colombia y Perú. Controladas por Pátria Investimentos, las compañías amplían su red para atender cadenas de alimentos, exportación y transporte con temperatura controlada.

Summary (English)
SuperFrio and IceStar have integrated operations to form the third-largest cold logistics platform in Latin America, with 4 million cubic meters of installed capacity and more than 50 distribution centers across Brazil, Chile, Colombia and Peru. Controlled by Pátria Investimentos, the combined operation targets greater efficiency in food supply chains, exports and temperature-controlled logistics.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/04/superfrio-icestar-refrigeracao-logistica-revista-do-frio-e1777300074573.jpg 700 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-04-27 11:29:152026-04-27 11:33:00SuperFrio e IceStar criam 3ª maior plataforma de logística frigorificada regional

Amônia verde e refrigeração industrial

24/04/2026

Parceria de € 2 bilhões para produção de hidrogênio verde e amônia no Rio Grande do Norte projeta efeitos sobre fertilizantes e pode abrir nova frente para uso de amônia de baixo carbono na refrigeração industrial.

Brasil e Alemanha formalizaram, durante a Hannover Messe, uma parceria estratégica para implantação de um complexo de hidrogênio verde e amônia verde em Areia Branca (RN), com investimento estimado em € 2 bilhões, cerca de R$ 12 bilhões. A primeira etapa está prevista para 2030 e integra o projeto Morro Pintado, voltado à produção e exportação de amônia de baixo carbono.

A amônia é um dos eixos centrais do acordo por atuar como vetor para transporte de hidrogênio e insumo industrial. Para o setor de refrigeração, o projeto tem um desdobramento adicional: a amônia já é utilizada como refrigerante em frigoríficos, centros logísticos e plantas industriais, mas em grande parte ainda tem origem fóssil. Com a nova rota produtiva, a perspectiva é ampliar a oferta de amônia com fonte limpa, sem necessidade de mudanças na infraestrutura já instalada para seu uso como fluido refrigerante.

O acordo também está associado à redução da dependência externa de insumos e à estratégia de posicionar o país como exportador de energia verde. Além do abastecimento industrial, o projeto busca inserção em mecanismos internacionais voltados à descarbonização e ao comércio de derivados verdes.

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Resumen (español)
Brasil y Alemania acordaron una inversión de 2.000 millones de euros para producir hidrógeno y amoníaco verde en Rio Grande do Norte. El proyecto puede ampliar la oferta de amoníaco de bajo carbono para sectores industriales, incluida la refrigeración, sin cambios en la infraestructura existente.

Summary (English)
Brazil and Germany announced a €2 billion partnership to produce green hydrogen and green ammonia in Rio Grande do Norte. The project may expand low-carbon ammonia supply for industry, including refrigeration, without requiring changes to existing systems.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2018/11/amonia-SENAI-141aFB-e1769092560825.jpg 700 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-04-24 15:54:302026-04-24 15:55:14Amônia verde e refrigeração industrial

Brasil discute política para atração de data centers

24/04/2026

Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio defende prioridade para uma política de atração de data centers e cita consumo de energia e uso de água para refrigeração como pontos a serem considerados.

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, afirmou nesta sexta-feira (24) que o Brasil precisa estabelecer uma política clara para atração de data centers. A declaração foi feita durante participação no programa Bom Dia, Ministro, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Segundo o ministro, a proposta envolve diálogo com o Senado para priorizar a tramitação do tema. Ao defender uma estratégia nacional para o segmento, ele associou o debate à agenda dos minerais críticos e disse que o país precisa estruturar diretrizes para receber investimentos em infraestrutura digital.

Márcio Elias Rosa também afirmou que eventuais políticas de incentivo devem considerar impactos ambientais. Segundo ele, data centers demandam elevado consumo de energia e utilizam recursos hídricos em sistemas de refrigeração, o que exige compatibilização entre expansão da atividade e questões ambientais.

A manifestação ocorre em meio ao debate sobre infraestrutura tecnológica e políticas industriais voltadas à economia digital.

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Resumen (español)
El ministro de Desarrollo, Industria y Comercio, Márcio Elias Rosa, afirmó que Brasil necesita una política clara para atraer data centers y defendió prioridad en la tramitación del tema en el Senado. También señaló que los incentivos al sector deben considerar impactos ambientales, debido al consumo de energía y agua utilizado en sistemas de refrigeración.

Summary (English)
Development, Industry and Trade Minister Márcio Elias Rosa said Brazil needs a clear policy to attract data centers and called for the issue to be prioritized in the Senate. He also said incentive policies must consider environmental impacts, citing energy demand and water use in cooling systems.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2025/07/RF-logo-site-revista-do-frio-toy.png 266 301 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-04-24 15:37:192026-04-24 15:37:19Brasil discute política para atração de data centers

Whirlpool transfere produção da Argentina para Rio Claro após fechamento de unidade em Pilar

22/04/2026

Decisão aprovada em abril prevê absorção da manufatura argentina pela planta paulista; operação envolve ativos estimados em US$ 36,7 milhões.

A Whirlpool oficializou a transferência para Rio Claro (SP) da produção mantida em Pilar, na Argentina, após aprovar o fechamento definitivo da unidade no país vizinho. A decisão foi aprovada pelo conselho da companhia em 20 de abril de 2026 e comunicada ao mercado pela operação brasileira do grupo, controlador das marcas Brastemp e Consul.

Segundo a empresa, a mudança está associada à eficiência operacional, otimização da capacidade instalada e alocação de recursos. A medida consolida o encerramento da planta argentina, comunicado em novembro de 2025, e transfere ao Brasil uma operação anteriormente instalada em Pilar.

De acordo com a companhia, a produção realizada na Argentina será absorvida pela fábrica de Rio Claro, dentro de um cronograma de transição com adaptações operacionais e logísticas. A empresa informou que a unidade brasileira tem capacidade para internalizar essa manufatura.

Em documento de transação com parte relacionada, a companhia informou a compra, em 23 de janeiro de 2026, de ativos industriais e bens operacionais da filial argentina. O valor estimado da operação é de US$ 36,7 milhões, equivalente a cerca de R$ 194,1 milhões na data-base considerada pela empresa.

O fechamento da unidade em Pilar ocorre em meio à retração industrial argentina. Segundo o INDEC, o índice de produção industrial manufatureira do país caiu 8,7% em fevereiro de 2026 na comparação anual, enquanto o acumulado do primeiro bimestre recuou 6,0%.

A empresa informou que a Argentina continuará sendo abastecida por produtos fabricados em outras unidades do grupo e distribuídos pela operação local. Com a transferência, a produção antes realizada em Pilar passa a ser concentrada no Brasil, ampliando o papel da unidade de Rio Claro na estrutura industrial regional da multinacional.


Resumen (Español)
La Whirlpool oficializó el cierre de su planta en Pilar, Argentina, y transferirá esa producción a Rio Claro, en Brasil. La decisión fue aprobada el 20 de abril de 2026 e incluye la compra de activos industriales por US$ 36,7 millones. Según la empresa, la medida responde a eficiencia operativa y optimización de capacidad. La manufactura antes realizada en Argentina será absorbida por la planta brasileña, mientras el mercado argentino seguirá abastecido por otras unidades del grupo.

Summary (English)
Whirlpool has formalized the closure of its Pilar plant in Argentina and will transfer production to Rio Claro, Brazil. Approved on April 20, 2026, the move includes an industrial asset transaction valued at US$36.7 million. The company said the decision is part of an operational efficiency strategy. Manufacturing previously carried out in Argentina will be absorbed by the Brazilian facility, while the Argentine market will continue to be supplied by other units.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whirlpool-rio-claro-revista-do-frio-e1776880758767.jpg 700 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-04-22 14:48:162026-04-22 14:59:44Whirlpool transfere produção da Argentina para Rio Claro após fechamento de unidade em Pilar

Leveros adquire Refrigás e amplia atuação em peças e insumos para climatização

16/12/2025

Operação marca o primeiro movimento estratégico após a entrada da GEF Capital Partners e projeta crescimento da nova divisão no faturamento do grupo.

A Leveros anunciou a aquisição da Refrigás, distribuidora com mais de 35 anos de atuação no segmento de refrigeração e climatização. O movimento representa o primeiro passo estratégico da companhia após a entrada da GEF Capital Partners como nova investidora, que assumiu a posição anteriormente ocupada pela 2bCapital. A empresa informa que a operação integra o plano de se consolidar, nos próximos cinco anos, como referência nacional em soluções completas para instaladores.

A aquisição amplia a presença da Leveros no mercado de peças, insumos e ferramentas, com foco no atendimento a instaladores de ar-condicionado e à cadeia de refrigeração comercial. Segundo a companhia, a expectativa é que, em até três anos, entre 20% e 25% da receita do grupo seja originada dessa divisão, que passa a complementar o portfólio de venda de equipamentos de climatização.

Fundada em 1989, em Bauru (SP), a Refrigás atua com fluidos refrigerantes, peças e ferramentas e mantém filiais em São Carlos, Marília, Três Lagoas e São Paulo, além de operações por e-commerce e televendas. Com a transação, o fundador da empresa, Lair Francisco Assis, passa a integrar o quadro societário da Leveros e seguirá envolvido na expansão da unidade de negócios. A marca Refrigás será mantida.

A Leveros projeta investir cerca de R$ 30 milhões nos próximos anos para expandir a divisão de peças e insumos, com reforço em logística, estoques, frota própria e integração operacional entre as unidades do grupo. Para o CEO do Grupo Leveros, Tiziano Filho, a aquisição acelera a entrada da companhia nesse mercado e inaugura uma nova fase de expansão sob a gestão da GEF Capital Partners.


Resumen (Español)

La empresa brasileña Leveros anunció la adquisición de Refrigás, distribuidora con más de 35 años de experiencia en refrigeración y climatización. La operación es el primer movimiento estratégico tras la entrada de GEF Capital Partners como nuevo inversor del grupo.

Según la compañía, la adquisición amplía su presencia en el mercado de repuestos e insumos y la meta es que esta división represente entre el 20% y el 25% de los ingresos en hasta tres años, con inversiones previstas de alrededor de R$ 30 millones.


Summary (English)

Brazilian HVAC company Leveros announced the acquisition of Refrigás, a distributor with over 35 years of experience in refrigeration and air conditioning. The deal marks the company’s first strategic move following the entry of GEF Capital Partners as its new investor.

The acquisition strengthens Leveros’ presence in the parts and supplies market. The group expects this business line to account for 20% to 25% of total revenue within three years, supported by planned investments of approximately R$ 30 million.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Tiziano-Filho-revista-do-frio-divulgacao.png 503 888 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2025-12-16 13:13:292025-12-16 13:13:29Leveros adquire Refrigás e amplia atuação em peças e insumos para climatização

Mercado de refrigeração comercial cresce até 2030

15/12/2025

Projeção aponta avanço global de 5,6% ao ano; América do Sul mantém participação menor, mas acompanha a expansão do mercado.

O mercado global de refrigeração comercial deverá crescer de US$ 51,26 bilhões em 2025 para US$ 67,31 bilhões em 2030, com taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 5,6% no período. Os dados constam do relatório Commercial Refrigeration Market – Global Forecast to 2030, elaborado pela consultoria MarketsandMarkets.

Segundo o estudo, o mercado inclui sistemas e equipamentos utilizados em supermercados, hipermercados, restaurantes, hotéis, serviços de alimentação e transporte refrigerado. A expansão está associada ao aumento da demanda por alimentos refrigerados, à ampliação das cadeias de distribuição e ao crescimento do setor de food service em diferentes regiões.

A Ásia-Pacífico concentra a maior parcela do mercado e apresenta o ritmo mais acelerado de crescimento ao longo do período analisado, seguida pela América do Norte e pela Europa. A América do Sul aparece com a menor participação regional em valor absoluto nos anos de 2024, 2025 e na projeção para 2030, conforme os dados do gráfico divulgado no relatório.

Apesar do peso relativo menor, a América do Sul acompanha a tendência global de expansão do setor. A elevação do valor total do mercado mundial — de US$ 48,35 bilhões em 2024 para US$ 67,31 bilhões em 2030 — indica crescimento também em termos absolutos na região, ainda que sem mudança significativa em sua participação percentual no conjunto regional analisado.

Entre os principais participantes do mercado global citados no relatório estão Haier Inc., Daikin, Johnson Controls, Dover Corporation e Baltimore Aircoil Company, que atuam em diferentes segmentos da refrigeração comercial.


Resumen (español)

El mercado global de refrigeración comercial crecerá de US$ 51,26 mil millones en 2025 a US$ 67,31 mil millones en 2030, con una tasa anual compuesta del 5,6%, según MarketsandMarkets. Asia-Pacífico lidera el crecimiento, seguida por América del Norte y Europa.

América del Sur mantiene una participación menor en el mercado global, pero acompaña la expansión general del sector. El aumento del valor total del mercado indica crecimiento en términos absolutos para la región, aunque sin cambios relevantes en su peso relativo.


Summary (English)

The global commercial refrigeration market is projected to grow from US$ 51.26 billion in 2025 to US$ 67.31 billion by 2030, at a CAGR of 5.6%, according to MarketsandMarkets. Asia Pacific leads market growth, followed by North America and Europe.

South America holds a smaller share of the global market but follows the overall expansion trend. The increase in total market value suggests absolute growth in the region, without significant changes in its relative share.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2025/12/refrigeracao-comercial-cresce-revista-do-frio-hvac-refrigeration-e1765816536167.png 700 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2025-12-15 11:58:582025-12-15 13:36:09Mercado de refrigeração comercial cresce até 2030

Setor discute Estratégia da Etapa I do Programa HFCs

04/12/2025

Plano prevê redução de 10% do consumo nacional de HFCs até 2029, alinhado à Emenda de Kigali

O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) e a Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) promoveram, em 1º de dezembro, no auditório da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA), em São Paulo-SP, a apresentação da proposta da Estratégia para a Etapa I do Programa Brasileiro de Redução do Consumo de Hidrofluorcarbonos (HFCs). O encontro ocorreu em formato presencial e online, com participação de representantes do setor produtivo, associações, consultores e especialistas.

A proposta apresentada integra o compromisso brasileiro com a Emenda de Kigali ao Protocolo de Montreal. A Etapa I do Programa HFCs será implementada entre 2027 e 2032 e prevê ações para reduzir 7.289.768 t CO₂ equivalente, volume correspondente a 10% da linha de base nacional. As diretrizes discutidas tratam do consumo de HFCs por setores, da transição tecnológica e de medidas para apoiar a implementação multissetorial.

O evento teve abertura de Leonardo Cozac, ABRAVA; Thiago Rodrigues, Eletros; e Frank Amorim, MMA. Foram apresentados diagnósticos, projeções e ações regulatórias, incluindo limites máximos de GWP por tipo de equipamento, a proibição do uso de HFC-134a e R-410A na manufatura de equipamentos de refrigeração doméstica e ar condicionado residencial a partir de 2029, além da internalização de normas internacionais e atualização de etiquetagem de eficiência energética.

Frank Amorim, MMA, tratou do perfil de consumo de HFCs e projeções até 2035. Ana Paula Leal, PNUD, apresentou cenários de crescimento para refrigeração e ar condicionado, indicando que, sem ações, o consumo poderá chegar a 55 milhões de toneladas de CO₂ equivalente em 2035, acima do limite de 51 milhões. Arcanjo Miguel Pacheco, IBAMA, esclareceu pontos sobre a instrução normativa referente à importação de HFCs e sobre o processo de consulta pública previsto para 2025.

  • Redução de HFCs avança com dados consolidados de consumo no Brasil

Edgard Neto, PNUD, detalhou o plano setorial para refrigeração comercial leve, a conversão tecnológica em equipamentos de baixo GWP e projetos para o setor automotivo. Sérgia Oliveira e David Marcucci, UNIDO, abordaram iniciativas para refrigeração industrial e bombas de calor, incluindo sistemas modulares com amônia. Stefanie von Heinemann, GIZ, apresentou ações de capacitação, boas práticas e o futuro projeto de Qualificação, Certificação e Registro (QCR) de técnicos do subsetor de refrigeração comercial.

A audiência participou com perguntas e sugestões que poderão ser incorporadas ao documento atualmente em Consulta Pública. Contribuições à Estratégia da Etapa I do Programa HFCs poderão ser enviadas de 27 de novembro a 27 de dezembro de 2025 por cidadãos, empresas, entidades e especialistas.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2025/12/boas-praticas-reducao-de-hfcs-revista-do-frio2.jpg 700 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2025-12-04 14:03:492025-12-04 15:35:56Setor discute Estratégia da Etapa I do Programa HFCs

Futuro do HVAC-R une eficiência, sustentabilidade e ar mais saudável

19/11/2025

Com foco em eficiência energética, uso de refrigerantes de baixo GWP e melhoria da qualidade do ar interno, o setor de HVAC-R no Brasil acelera sua transição para uma era mais sustentável

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À medida que o setor de HVAC-R no Brasil avança, as atenções se voltam para três pilares que definirão o futuro da climatização e refrigeração: eficiência energética, transição para refrigerantes de baixo potencial de aquecimento global (GWP) e melhoria da qualidade do ar interno, e vem assumindo papel estratégico na agenda de sustentabilidade no país, além de representar participação significativa na produção industrial.

Representando cerca de 2,3% da produção industrial, nacional a eficiência energética é hoje uma das prioridades da política ambiental e industrial brasileira. O Ministério de Minas e Energia (MME), em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a organização internacional CLASP, promoveu em 14 de outubro último, o seminário “Brasil e a COP30: o papel da eficiência energética no setor HVAC-R”, que reuniu representantes do governo, entidades industriais e especialistas nacionais e internacionais.

Durante o encontro, foi lançado o Comitê de Acompanhamento do Projeto de Eficiência Energética como Instrumento de Política Industrial, iniciativa que reunirá representantes públicos e privados para sugerir ações que ampliem a competitividade e a sustentabilidade do setor. O grupo também será responsável pela elaboração de uma carta de compromisso com a eficiência energética, que poderá ser apresentada na COP30, em Belém (PA), este mês de novembro.

Para o MME, a cooperação entre ministérios, indústria e instituições de pesquisa é essencial para fortalecer a política energética brasileira e posicionar o país como referência global em inovação. O diretor do Departamento de Informações, Estudos e Eficiência Energética do MME, Leandro Andrade, destacou que o setor de HVAC-R representa cerca de 10% do consumo de energia elétrica do setor residencial no país, índice que evidencia o enorme potencial de economia e de crescimento.

Leandro Andrade destacou o papel da eficiência energética no setor HVAC-R durante seminário “Brasil e a COP30”

“A eficiência energética é o primeiro e mais imediato mecanismo de impacto para os sistemas HVAC-R. No Brasil, o Ministério de Minas e Energia (MME) publicou diretrizes específicas para aparelhos de ar-condicionado, estabelecendo novos índices mínimos de eficiência com metodologia baseada na norma ISO 16358-1, que permite diferenciar os equipamentos com tecnologia inverter, capazes de consumir até 30 % menos energia que os convencionais de rotação fixa. A eficiência energética usualmente é como se fosse o combustível mais barato, a alternativa energética mais econômica para o consumidor de energia. Ela pode reduzir a necessidade de novos investimentos em geração e transmissão de energia e trazer benefícios diretos ao consumidor, com redução na conta de luz, sem perder qualidade de vida. Num contexto de COP, reforçar a eficiência dentro da política industrial brasileira é essencial para alcançarmos a transição energética inclusiva que desejamos”, afirmou Andrade.

A Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA) vem alertando sobre os desafios na implementação de alternativas de refrigerantes de baixo GWP, tecnologias com máxima eficiência e QAI, destacando questões como infraestrutura, custo, capacitação técnica e normas de segurança e fabricantes já se movimentam.

“Durante o evento “Brasil e a COP30”, foi assinado o termo com os SENAI Amazonas e Paraná, que farão o mapeamento de toda cadeia produtiva do HVAC-R na intenção de apresentar iniciativas que impulsionam a sustentabilidade e a inovação no país. Além disso, eu e Felipe Raats representaremos a ABRAVA no Comitê de Acompanhamento do Projeto Eficiência Energética no setor”, informa Thiago Pietrobon, Diretor de Meio Ambiente da ABRAVA.

Tanto para os grandes fabricantes quanto para instaladores, esse tripé: pressão regulatória + mercado + tecnologia, significa que os sistemas devem ser projetados com componentes de alta eficiência, controles inteligentes, manutenção rigorosa e integração digital (IoT/monitoramento). O resultado: menor consumo de energia, menores custos operacionais e menor emissões de CO‚  no ciclo de vida.

A Daikin divulgou que pretende duplicar a eficiência energética de seus equipamentos até 2030 e zerar as emissões de carbono em 2050. Em sua participação no seminário “Brasil e a COP30”, a empresa apresentou sua visão de sustentabilidade e o avanço tecnológico em equipamentos inverter e VRV.

“A promoção do inverter e o desenvolvimento do VRV foram fundamentais para o salto tecnológico que resultou em equipamentos mais eficientes. Em cada COP, a Daikin buscar trazer novas ideias e aplicações com o objetivo de reduzir sua pegada de carbono e transformar o setor. Na COP30, o foco será em soluções para descarbonização de edificações e combate ao overcooling (arrefecimento excessivo)”, enfatiza João Aureliano, Gerente Sênior de Engenharia de Produto da Daikin.

Já a Hitachi, teve projeto pelo retrofit do Condomínio Edifício Villa Lobos com a substituição de chillers, infraestrutura elétrica e hidráulica que resultou em redução de consumo de energia elétrica de cerca de 20% e água em 25%. O retrofit substituiu a Central de Água Gelada (CAG), condicionadores de ar, infraestrutura elétrica e hidráulica, além da instalação das seis unidades resfriadoras de água gelada com Chiller Parafuso com Condensação a Ar de capacidade 140 TR cada, totalizando 840 TR.

Transição para refrigerantes de baixo GWP

O segundo grande vetor é a transição para refrigerantes com baixo potencial de aquecimento global (GWP). No Brasil, esse movimento é impulsionado tanto por compromissos internacionais como a Protocolo de Kigali (sobre HFCs), quanto por iniciativas setoriais. A Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ASBRAV), por exemplo, publicou recentemente um alerta sobre “Desafios na implementação de refrigerantes de baixo GWP no Brasil”, mencionando barreiras como infraestrutura, custo e capacitação técnica.

“Globalmente, a indústria de HVAC-R é incentivada a diminuir o uso de refrigerantes tradicionais devido ao seu alto GWP, que contribui significativamente para o aquecimento global. O Protocolo de Kigali, uma emenda ao Protocolo de Montreal, exige uma redução substancial na utilização destes gases até 2030. Para o Brasil, a adesão a este protocolo significa necessidades urgentes de adaptação às novas normativas internacionais que promovem um mercado mais sustentável. A transição para refrigerantes de baixo GWP no Brasil é inevitável e essencial para alinhar o país com objetivos globais de sustentabilidade. Enquanto os desafios são consideráveis, as oportunidades para inovar e liderar em eficiência energética e redução de emissões são vastas. Com o apoio governamental adequado através de incentivos fiscais e programas de financiamento, juntamente com um ambiente regulatório claro e estável, o Brasil pode superar esses obstáculos e estabelecer um novo padrão em sustentabilidade ambiental no setor de HVAC-R”, comenta Mario Henrique Canale, presidente da ASBRAV.

No setor industrial, as fabricantes já lideram esse movimento. A Daikin iniciou em Manaus a produção de equipamentos que utilizam o R-32, fluido com GWP até 68% menor que o R-410A. A Midea também investe em linhas com R-32 e em projetos que testam o uso do R-290 (propano), considerado uma solução natural e de baixíssimo impacto ambiental. Já a Copeland oferece compressores e sistemas compatíveis com refrigerantes A2L, CO2‚  (R-744) e R-290, desenvolvidos para aplicações comerciais e industriais de alta eficiência.

Esses avanços colocam o Brasil em sintonia com os compromissos do Protocolo de Kigali, que prevê a redução gradual dos HFCs. No entanto, para consolidar a transição, é indispensável investir na capacitação de técnicos e instaladores, pois o manuseio de novos gases requer normas de segurança, ferramentas específicas e procedimentos de comissionamento adequados.

Grandes fabricantes já oferecem sistemas compatíveis com refrigerantes A2L, CO2‚ (R-744) e R-290, desenvolvidos para aplicações comerciais e industriais


Qualidade do ar interno e saúde

A pandemia reforçou a importância da qualidade do ar interno (QAI) como fator de saúde pública e produtividade. O Ministério do Meio Ambiente (MMA) e a ABRAVA têm enfatizado que a QAI deve integrar políticas ambientais e de edificações sustentáveis. Segundo dados da ABRAVA, em ambientes fechados onde passamos cerca de 90% do tempo, a poluição interna pode ser 2 a 5 vezes maior do que a externa. Isso reforça o papel crítico de projetistas, instaladores e técnicos em garantir sistemas bem dimensionados e limpos, com ventilação adequada, filtragem eficiente, controle de umidade, troca de ar e manutenção periódica.

Até recentemente, a Resolução RE 09/2003 da ANVISA era o principal documento que definia padrões referenciais de QAI no país. Contudo, ela foi substituída pela nova ABNT NBR 17.037:2023, que modernizou e ampliou os critérios de avaliação. A norma estabelece parâmetros para contaminantes biológicos, químicos e físicos, além de condições térmicas ideais e taxas mínimas de renovação de ar.

“A publicação dessa norma representa um avanço importante, pois substitui padrões antigos e alinha o Brasil às práticas internacionais de controle de qualidade do ar. A NBR 17.037 dialoga com outras referências, como a NBR 16.401-3, voltada ao projeto e manutenção de sistemas de ar-condicionado central e unitário, e as normas ASHRAE 62.1 e 55, que orientam o conforto térmico e a ventilação adequada em edifícios. Além disso, em 2024 foi sancionada a Lei nº 14.850, que institui a Política Nacional de Qualidade do Ar. Embora voltada principalmente ao ar externo, a legislação reforça a necessidade de monitoramento, divulgação de dados e integração de políticas públicas, o que influencia diretamente os esforços pela melhoria da QAI”, diz Leonardo Cozac, Presidente da ABRAVA.

Essas mudanças normativas refletem uma nova mentalidade no setor HVAC-R. Hoje, não basta climatizar, é preciso purificar, ventilar e monitorar o ar que se respira. Essa evolução tecnológica e regulatória vem acompanhada de desafios, como o custo das medições e adequações, a necessidade de atualização profissional e a substituição de equipamentos antigos por sistemas mais eficientes.

A LG, por exemplo, em sua plataforma de soluções, afirma adotar uma abordagem “digital e ecologicamente correta” e aponta que suas soluções ajudam a “garantir ambientes mais seguros e saudáveis”, com filtros de alta eficiência, monitoramento de qualidade do ar e ventilação térmica otimizada.


Desafios de instaladores e técnicos

Mesmo com equipamentos de ponta e fluidos de baixo impacto, se a instalação for inadequada, a manutenção negligente ou os controles inexistentes, o ganho se perde. Entre os desafios destacados estão:

– Capacitação técnica para os novos refrigerantes (manuseio, instalação, segurança) e para manutenção de sistemas inverter e de vazamento reduzido.

– Necessidade de projetos bem dimensionados e execução com qualidade (tubulação, isolantes térmicos, carga correta, comissionamento).

– Manutenção periódica que garanta desempenho real, qualidade do ar e vida útil dos equipamentos.

– Conscientização dos usuários finais para optar por soluções de maior eficiência, ainda que com investimento maior.

– Alinhamento regulatório, incentivos fiscais ou programas de apoio para acelerar a substituição de sistemas obsoletos, inclusive em edificações públicas ou industriais.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2025/11/capa-11-25.jpg 934 702 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2025-11-19 15:15:202025-11-19 15:15:20Futuro do HVAC-R une eficiência, sustentabilidade e ar mais saudável

COP30 e PNUMA lançam fase de implementação do Mutirão Global contra o Calor Extremo

13/11/2025

Iniciativa quer acelerar ações de resfriamento sustentável e ampliar o acesso à refrigeração como infraestrutura essencial.

A Presidência da COP30 e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) lançaram, em 12 de novembro de 2025, a fase de implementação do Mutirão Global contra o Calor Extremo (Beat the Heat). A ação é promovida em parceria com a Coalizão pelo Resfriamento (Cool Coalition) e tem como meta acelerar a adoção de soluções sustentáveis de resfriamento e resiliência ao calor em cidades de todo o mundo.

Até o momento, 185 cidades aderiram ao Mutirão Global e 72 países firmaram o Compromisso Global pelo Resfriamento, que prevê a redução das emissões relacionadas à refrigeração em 68% até 2050.

A CEO da COP30, Ana Toni, destacou que a iniciativa facilita a comunicação dos objetivos da conferência com o público. Segundo ela, a experiência direta do calor permite que as pessoas compreendam e apoiem acordos multilaterais sobre mudanças climáticas.

De acordo com o PNUMA, a demanda global por refrigeração deve triplicar até 2050, o que pode agravar as mudanças climáticas e sobrecarregar as redes elétricas. O novo relatório da Cool Coalition, liderado pelo Programa, aponta que o Caminho de Resfriamento Sustentável pode fornecer acesso a refrigeração de espaços, edifícios resilientes e espaços verdes urbanos para todos, incluindo grupos vulneráveis e de baixa renda, como pequenos agricultores, mulheres e idosos — sem agravar a crise climática.

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, ressaltou que cerca de 20 milhões de crianças e adolescentes estudam em escolas brasileiras sem climatização adequada e defendeu medidas articuladas em torno das agendas de mitigação, adaptação e transformação.

A diretora-executiva do PNUMA, Inger Andersen, afirmou que o acesso ao resfriamento deve ser tratado como infraestrutura essencial, a exemplo de água, energia e saneamento, uma vez que “o resfriamento salva vidas e mantém economias, escolas e hospitais funcionando”.

O prefeito de Fortaleza (CE), Evandro Leitão, destacou que o enfrentamento da crise climática deve estar vinculado à justiça social, com ações intersetoriais nas áreas de saúde, educação e infraestrutura.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2025/07/RF-logo-site-revista-do-frio-toy.png 266 301 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2025-11-13 16:33:422025-11-13 16:34:03COP30 e PNUMA lançam fase de implementação do Mutirão Global contra o Calor Extremo
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