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Arquivo para Tag: Manutenção

Vulkan introduz bomba de vácuo de 21 CFM no mercado brasileiro

27/06/2021

A Vulkan está introduzindo no mercado brasileiro de refrigeração e ar condicionado sua mais nova e robusta ferramenta: uma bomba de alto vácuo com 21 CFM de capacidade.

Segundo a indústria alemã, a ferramenta é mais inovadora da sua categoria nos dias atuais e segue tendências tecnológicas mundiais. “Ela tem a vantagem de ser uma bomba de vácuo de palhetas rotativas de alta velocidade, com acionamento direto do motor, selada a óleo”, explica o diretor comercial da empresa na América do Sul, Mauro Mendonça.

O engenheiro salienta que o equipamento adota estrutura de cilindro integrada, projeto de bomba de óleo interna, projeto de válvula automática antissucção, sistema de controle de pressão do óleo e projeto de válvula de balastro de gás ajustável.

“É uma bomba que tem alta vazão, alta pressão final e baixo nível de ruído. Pode ser utilizada para sistema de baixo, médio e alto vácuo”, revela.

Diante dessas inúmeras vantagens, a Vulkan espera que o número de clientes a procurar o equipamento aumente nos próximos meses.

“O que mais chamará a atenção dos clientes e técnicos que pretendem adquirir o produto é o nível de preço, que será o mesmo da bomba de alto vácuo de 18 CFM”, assegura o executivo.

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“Nós resgatamos uma parceria com um fornecedor internacional, parceiro da Vulkan e que havia descontinuado o produto de 18 CFM da Vulkan, que era, sem dúvida, a bomba industrial mais elogiada do mercado, juntamente com a também ‘top’ da Edwards. Agora, estamos voltando e ainda com a vantagem de tecnologia de última geração, superconfiabilidade e cobrindo também o mercado de 18 e 21 CFM. Esta notícia é fantástica”, acrescenta.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2021/06/mauro-mendonca-bomba-de-vacuo-21-cfm-vulkan.jpg 800 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2021-06-27 20:42:052021-06-28 13:14:20Vulkan introduz bomba de vácuo de 21 CFM no mercado brasileiro

Curso on-line ensina como higienizar split corretamente

11/04/2021

Um dos mais renomados profissionais do mercado do frio nacional, o empresário e técnico em administração de empresas Fabrício Cemin Fagundes lançou o curso on-line “Ciclos da Manutenção”, em que profissionais experientes mostram como proporcionar aos clientes serviços de desobstrução, higienização e manutenção de ar-condicionado split.

Em mais de 100 videoaulas, a programação proporciona aos alunos acesso a diversos temas essenciais – Introdução ao treinamento; O que é uma higienização de ar-condicionado?; Tipos de manutenção (preventiva, corretiva, preditiva e substituição de componentes); Porque realizar uma higienização de ar-condicionado split; Preparando o ambiente de trabalho; O que as pessoas não sabem sobre a higienização?

E segue o conteúdo – Tipos de materiais para uma higienização de ar condicionado split; Avaliando o equipamento; EPI; Iniciando o trabalho (evaporadora e condensadora); Boas práticas de elétrica; Sensores; Capacitor; Pressurizando e detectando vazamentos; Limpeza do sistema com Ecomate; Processo de vácuo; Teste de rendimento do equipamento; Atendimento; além de duas matérias-bônus: Corretiva condensadora inverter e Produto químico para limpar ar-condicionado.

“Um dos principais erros cometidos pelos técnicos é pensar que basta passar um bactericida na máquina para realizar um serviço, quando na verdade isso até mesmo o próprio cliente já faz. O técnico é responsável pelo equipamento em suas melhores condições de funcionalidade, por meio de todos os testes de funcionamento, rendimento, baixo consumo de energia e substituição dos devidos componentes”, explica Fagundes, formado em boas práticas de refrigeração no Senai e atualmente estudante cursando o curso técnico em eletrotécnica na mesma instituição.

Para o professor, os técnicos estão preocupados em vender um serviço de higienização, mas não com o rendimento da máquina. “A falta de informação limita a execução de novos serviços”, resume ele, enfatizando que o mercado tem muitos prestadores que acabam realizando esse tipo de serviço sem instrução técnica, sem ferramental adequado e com muito pouco comprometimento do que se faz, inclusive sem noção do que é uma garantia. “Esses profissionais não têm chance no mercado”, arremata o empresário catarinense.

Para mais informações e inscrições, clique aqui.

Curso com mais de 100 videoaulas visa formar mão de obra capacitada para atender clientes com qualidade

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2021/04/limpeza-ar-condicionado-split.jpg 813 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2021-04-11 21:49:162021-04-11 21:49:16Curso on-line ensina como higienizar split corretamente

Calor aquece mercado de instalação e manutenção de ar-condicionado

12/10/2020

Com os recordes de temperatura registrados no País nas últimas semanas, a procura por aparelhos de ventilação e ar condicionado aumentou expressivamente nas lojas físicas e pela internet. Inclusive, alguns estabelecimentos e instaladores não têm dado conta dessa demanda toda.

As ondas de calor também fizeram a procura por serviços de manutenção aumentar consideravelmente. O site GetNinjas registrou, em setembro, seis mil contratações de serviços, número 142% maior que o registrado em agosto.

Outro segmento que está se dando bem nas últimas semanas é o de climatização automotiva. As oficinas, em geral, estão registrando movimento bem acima da média, segundo profissionais do setor.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2020/02/ar-condicionado-split.jpg 974 1280 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2020-10-12 17:56:272020-10-12 17:56:41Calor aquece mercado de instalação e manutenção de ar-condicionado

Qual é a melhor maneira de escolher e instalar um ar-condicionado?

25/06/2020

Independente da estação do ano, o ar-condicionado é a melhor solução para manter a climatização de qualquer ambiente em meses com muitas variações térmicas. O consumidor, porém, precisa ter atenção no momento da escolha e instalação do aparelho.

É essencial escolher a capacidade correta, local adequado, seja em residências ou escritórios, e cuidado com a rede elétrica. Por conta disso, a Samsung listou algumas dicas valiosas.

Capacidade ideal

A boa instalação do ar-condicionado é importante para o funcionamento de todo o sistema. Por isso, observar a capacidade do produto – medida em BTU (Unidade Térmica Britânica) – deve ser um dos primeiros passos do consumidor. Vale lembrar que também é importante considerar o número de usuários do espaço, os demais aparelhos eletrônicos presentes no mesmo ambiente e fontes de calor, além da incidência de sol. A capacidade pode ser calculada no site da Samsung aqui.

Local de instalação

Em residências, os cômodos mais comuns costumam ser o quarto e a sala. Por isso, no momento da instalação é necessário avaliar o ambiente que receberá o produto. A preferência por locais com superfícies livres de cortinas, persianas e outros itens de decoração ajudam na circulação do ar. No quarto, uma das melhores posições é instalar o aparelho sobre a cama; já na sala de estar, posicioná-lo logo acima do sofá e o mais centralizado possível para otimizar a refrigeração do espaço. Já em ambientes comerciais, é necessário ver quantas pessoas vão ficar no local para uma escolha assertiva.

Atenção com a rede elétrica

Antes da compra é preciso ver qual a tensão que o modelo escolhido necessita para entrar em funcionamento e qual a tensão disponível no ambiente em que ele será instalado. Os modelos Split, por exemplo, aqueles formados pela evaporadora (responsável pela saída do ar no ambiente interno) e a condensadora (localizada na parte externa), geralmente exigem uma tensão de 220V. Uma boa pedida é solicitar que um eletricista verifique a rede elétrica do local antes de partir para a instalação do produto.

Parceiros de instalação

A Samsung possui um portal de capacitação profissional para instaladores que podem ganhar certificação com diversos treinamentos especiais. Hoje, a empresa conta com mais de dez mil parceiros registrados por todo o Brasil para fazer a instalação dos aparelhos.

Contratar especialistas é imprescindível para a melhor utilização do produto e, acima de tudo, eles vão ajudar a dimensionar a capacidade de acordo com o tamanho do ambiente e avaliar a quantidade de insolação que incide na casa, apartamento ou escritório, entre outras dúvidas dos usuários.

O Samsung Climatiza disponibiliza atendimento via call center. Por meio do número 0800 0244 300 é possível tirar todas as dúvidas sobre os produtos, obter dicas de instalação e manutenção, consultar assistências técnicas, conversar com especialistas e muito mais. Os técnicos podem encontrar informações sobre o portfólio de produtos, códigos de erros de cada máquina e soluções específicas para cada modelo.

Economia de energia

Com a tecnologia Digital Inverter da Samsung, é possível economizar até 68%¹ de energia em comparação a modelos convencionais de ar-condicionado. Além disso, a temperatura selecionada é mantida sem a necessidade de desligar e ligar o aparelho, o que torna o uso mais silencioso, resistente e eficiente. A Samsung também oferece 10 anos de garantia no compressor dos equipamentos.

Ar puro e saúde

Outra tecnologia especial desenvolvida pela Samsung que ajuda a acalmar a preocupação de novos usuários de ar-condicionado é o Filtro Full HD. Esse recurso mantém a pureza do ar e colabora com a saúde ao combater elementos que podem causar ou agravar doenças respiratórias. O filtro retém pó, contaminantes perigosos e alérgenos² e ainda elimina 99% de certos vírus e bactérias³.

 

¹Testado no AR09MSPXASINEU comparado com modelo convencional da Samsung AQ09TSLXEA.
²Testado no laboratório de testes da Coreia (FITI/KEMTI) e do Japão (ITEA). Dados medidos em condições específicas de testes, resultados podem variar com base em fatores ambientais.
³Testado no Centro de Ciências Ambientais de Kitasato (Japão)

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2020/06/air.jpg 520 710 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2020-06-25 19:15:312020-06-26 15:16:32Qual é a melhor maneira de escolher e instalar um ar-condicionado?

Adriano Nascimento, o homem do PMOC

21/05/2020

Com sorriso largo, meio tímido, e disposição de sobra, Adriano Inácio do Nascimento, ganhou fama no setor de ar condicionado e refrigeração através das redes sociais. Hoje, além do trabalho dentro da sua empresa, ele se empenha em divulgar através das mídias, ações para orientar a elaboração e execução de um PMOC (Plano de Manutenção, Operação e Controle), correto como forma de ajudar aqueles profissionais que pretendem atuar nessa área e incentivar o mercado as boas práticas de engenharia.

Formado em Administração de Empresas, com ênfase em Logística pela Faculdade Anhanguera, e Técnico em Refrigeração pelo Senai Campinas, Adriano começou no setor de HVAC em 2012, como líder de refrigeração numa empresa de climatização e refrigeração.

Após um ano nesta empresa, foi promovido a gerente operacional de refrigeração, onde permaneceu até 2014.

Em 2015, ele e seu primo, Luis Carlos Ferreira, fundaram a Climasol Ar Condicionado, localizada em Campinas, interior de São Paulo. Desde então, vem se especializando na manutenção corretiva, preventiva e instalação de condicionadores de ar, como também em vendas e projetos para ar condicionado em geral, tanto para equipamentos e acessórios na instalação e manutenção dos sistemas, como na mão de obra especializada.

Equipe treinada e qualificada para atender o mercado de instalação, manutenção, vendas e projetos de HVAC

“Estamos passando por uma crise atual em virtude da pandemia causada pelo novo coronavírus – COVID-19, e devemos aproveitar esse tempo para divulgar ações relativas às manutenções dos sistemas de climatização, visando a saúde humana.

Além do mais, é um bom momento para estudarmos e nos atualizarmos sobre as tecnologias disponíveis para garantir a melhor qualidade do ar interior, mantendo as instalações livres de contaminantes. Como instalador de sistemas de climatização, meu trabalho é voltado para o PMOC (Plano de Manutenções Operação e Controle), divulgando ao mercado e usuários, a importância de fazer as higienizações dos equipamentos, mantendo um ar interior com qualidade, puro, eliminando as bactérias, aumentando o tempo de vida útil do equipamento, diminuindo as quebras e evitando a proliferação de contaminantes causadores das doenças respiratórias.

Arrumo um tempo também para incentivar profissionais a realizar um PMOC correto por meio de vídeo aulas, com todos os itens que devem conter um modelo ideal. Com o trabalho que venho fazendo ao longo desses cinco anos, ganhei a confiança de grandes empresas fabricantes de ar condicionado. Trabalho com contratos de manutenções preditivas e preventivas, instalações de Split, Cassete, Piso Teto e VRF, credenciado de marcas como Midea Carrier, Eletrolux, Consul, Elgin, Fujitsu, Hitachi, Komeco, LG Eletronics, Gree do Brasil, Samsung, Brastemp, Suryha Eletric, Totaline e York, conquistando clientes potenciais como redes de hotéis, clínicas, instalações comerciais, escolas, hospitais em geral, e academias”, revela.

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Com mais de 20 contratos de PMOC, executando trabalhos para o Blue Tree Valinhos, Go Inn Campinas, Confort Campinas; clínicas médicas como a IDX e ConCon, ambas em Valinhos; Academia Change Alphaville Campinas; Escola Notre Dame Campinas; e muitas outras instalações de grande, médio e pequeno porte, no momento atual, Adriano diz que cresceram as demandas para serviços de PMOC nas cidades de Campinas, Sumaré, Paulínia, Valinhos, Vinhedo, Indaiatuba e Hortolândia, todas localizadas no interior de São Paulo. “A boa notícia é que, através dessas demandas, podemos ver que os usuários estão mais conscientes da importância do PMOC em suas instalações”.

A importância das manutenções

Adriano alerta que, diferente dos que muitos pensam, o PMOC vai além da qualidade do ar, tornando-se obrigatório por lei: “É preciso ter em mente também o peso jurídico do PMOC e a importância de garantir sua continuidade na empresa.

Qualquer problema relacionado a ele pode não só prejudicar a qualidade do ar e colocar em risco a saúde das pessoas, como comprometer a empresa judicialmente. As penalidades podem chegar até mesmo ao cancelamento do alvará de funcionamento e multas que nenhuma empresa quer encarar.

Por isso, mais do que simplesmente realizar um planejamento para implementar o PMOC, é preciso mantê-lo.

O plano deve conter a descrição dos itens a serem verificados e suas respectivas periodicidades, datas de execução e assinatura do responsável e do aprovador. Um ponto importante que costuma ser deixado de lado é a identificação do responsável técnico que cuidará da execução e a qualidade do serviço feito, que envolve a periodicidade, garantindo a eficácia da manutenção, sem gerar custos excessivos para a empresa. Treino e oriento profissionais para prestar serviços com garantia, para o uso correto dos equipamentos, visando as boas práticas de engenharia, conforto e bem-estar do usuário, mantendo uma mão de obra qualificada para melhor atender o mercado”.

Aos 40 anos, com uma carreira sólida, Adriano gosta muito de passear com a família, jogar futebol e assistir filmes com seus filhos e esposa.

“Sou casado com a Claudia, minha parceira em todos os momentos, e temos o Igor, que está com 13 anos, e o Iago, com 8 anos. Com eles é que gosto de compartilhar meus momentos de lazer e diversão. Profissionalmente, sou persistente, sempre aprendendo, buscando todo tipo de informação que agrega ao mercado de refrigeração e ar condicionado, mantendo a ética e respeito pelos profissionais da nossa área, pois aprendemos muito em nosso dia a dia através das parcerias e com os amigos de profissão”, conclui.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2020/05/foto-1-adriano-nascimento-diretor-climasol-e1590070828780.jpg 525 700 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2020-05-21 11:42:062020-05-21 11:44:18Adriano Nascimento, o homem do PMOC

Sistemas de ar condicionado precisam ser desinfectados, alerta Asbrav

07/05/2020

A Associação Sul-Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação (Asbrav) divulgou hoje (7) um alerta para que as empresas, seja do comércio, indústria ou prestação de serviço estejam atentas a esse cuidado técnico no momento em que começam a ser retomadas as atividades em muitos locais.

O isolamento social, que tem obrigado muitos estabelecimentos a permanecerem fechados por tão longo tempo, fez com que não houvesse uso dos sistemas de ventilação e climatização. “Na retomada das atividades econômicas faz-se necessário que os ambientes ocupados, bem como os sistemas de ventilação e climatização sejam desinfectados e que passem por manutenção rigorosa antes de entrarem em operação”, diz a entidade.

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O tema vem sendo tratado pela entidade junto ao Conselho Nacional de Climatização e Refrigeração (CNCR) formado por 14 entidades e obteve o aval Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Os sistemas de ventilação, filtragem e distribuição de ar e tecnologias de desinfecção têm até mesmo o potencial de limitar a transmissão de patógenos pelo ar e, assim, quebrar a cadeia de infecção, desde que tenha adequado plano de manutenção, operação e controle (PMOC)”, ressalta a Asbrav.

“Para tanto, existe uma lei federal, 13.589/10 e normas técnicas nacionais e internacionais. A ventilação e a filtragem, fornecidas pelos sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado, podem reduzir a concentração de SARS-CoV-2 no ar e, portanto, a risco de transmissão”, acrescenta.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2020/05/covid-19-ar-condicionado.jpg 477 770 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2020-05-07 14:16:112020-05-07 14:16:11Sistemas de ar condicionado precisam ser desinfectados, alerta Asbrav

Pandemia aumenta procura por serviços de manutenção doméstica

24/04/2020

A demanda por serviços de manutenção doméstica, principalmente de aparelhos de ar-condicionado, geladeiras e freezers, está aumentando no País por causa da pandemia de covid-19.

Desde que as medidas de isolamento social foram impostas por governos estaduais e municipais, a busca por assistência técnica no aplicativo GetNinjas têm aumentado.

Para o CEO da plataforma, Eduardo H’otellier, condicionadores de ar e refrigeradores estão entre os “itens indispensáveis para o momento de quarentena”, conforme explicou recentemente à reportagem do Agora São Paulo, jornal do grupo Folha.

Antes da crise do coronavírus, porém, o mercado de reparos em eletrodomésticos da linha branca já estava aquecido, segundo o refrigerista André dos Santos, da oficina Consertolândia, em Ourinhos (SP).

“Em 2019, houve crescimento desse setor e, para os bons profissionais, o nicho de manutenção está sempre em alta. Enfim, o cenário continua favorável para os técnicos que buscam estar sempre se aprimorando e adquirindo conhecimento”, diz.O técnico André dos Santos diz que setor de manutenção está aquecido

“O setor de reparos em linha branca no Brasil tem crescido ano a ano, principalmente em épocas de crise, em que o conserto passa a ser a primeira opção do consumidor, que tende a adiar a compra de um produto novo”, acrescenta.

Mas nem tudo são flores. Apesar da modernização dos equipamentos, “os fabricantes do segmento deixaram a qualidade um pouco de lado”, avalia.

“A tubulação interna dos refrigeradores e freezers é um problema sério a se pensar e resolver com urgência. Hoje, se o consumidor precisar deixar um refrigerador ou um freezer parado por por um certo tempo, o risco de o equipamento não gelar mais é grande, pois toda a tubulação interna fica corroída, uma situação que não ocorria nos eletrodomésticos fabricados antigamente”, explica.

“As fábricas desenvolvem os produtos e fazem testes repetitivos, mas é no dia a dia que o bicho pega”, diz o empresário, lembrando que, atualmente, “a maioria das indústrias não tem o controle de qualidade como antigamente”.

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“Muitas escondem recalls. Nós lidamos todo o tempo com esta realidade. Além disso, o consumidor não lê manual e, quando o produto apresenta defeito, procura um serviço barato ou informações no YouTube. Embora haja grandes profissionais postando vídeos úteis na plataforma, tem muito picareta que só busca likes e prejudica o trabalho de quem trabalha corretamente”, relata.

As empresas e profissionais de assistência técnica também enfrentam dificuldades para encontrar peças no mercado, tanto em lojas grandes como em pequenos estabelecimentos, revela o refrigerista.

Sem citar nomes, André dos Santos alerta que há fabricantes fornecendo peças somente para cinco ou dez fornecedores no Brasil todo. “Isso nada mais é do que um tiro no pé, pois os profissionais acabam não indicando essas marcas a seus clientes”, afirma.

 

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2020/04/shutterstock_783018967-scaled-e1587744007756.jpg 801 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2020-04-24 13:15:342020-04-24 13:15:34Pandemia aumenta procura por serviços de manutenção doméstica

Resolução do CFT autoriza técnico em refrigeração a elaborar PMOC

01/06/2019

Medida leva em conta preocupação com a saúde, segurança, bem-estar e conforto dos ocupantes de ambientes climatizados, diz autarquia.

Uma resolução do Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT) definindo quais profissionais de sua base estão habilitados a elaborar e executar o Plano de Manutenção, Operação e Controle (PMOC) de sistemas de ar condicionado deverá ser publicada, em breve, no Diário Oficial da União (DOU).

Assinada em 24 de maio pelo presidente da autarquia, o técnico em edificações Wilson Wanderlei Vieira, a Resolução 68 leva em conta “as competências privativas dos profissionais especializados estabelecidas” na legislação brasileira, “afastando risco ou dano material ao meio ambiente ou à segurança e saúde do usuário do serviço”.

Segundo o CFT, a medida também é baseada na Portaria 3.523, do Ministério da Saúde, e na Lei 13.589, que obriga todos os edifícios de uso público e coletivo que possuem sistemas de climatização com mais de 60 mil BTU/h de capacidade a dispor de um PMOC, observando os parâmetros normativos e de qualidade regulamentados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

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Em seu primeiro artigo, a resolução do CFT explicita que “o profissional técnico industrial habilitado para planejar, elaborar, executar, coordenar, controlar, inspecionar e avaliar a execução de manutenção de sistema de refrigeração e climatização […] é o técnico em refrigeração e ar condicionado, o técnico em mecânica e o técnico em eletromecânica”.

O PMOC deverá ser registrado pelos profissionais do setor por meio do Termo de Responsabilidade Técnica (TRT), conforme estabelece seu segundo artigo.

Polêmica sem fim

Longe de pôr fim a uma discussão que se arrasta desde a sanção da Lei 13.589 em 4 de janeiro do ano passado, a resolução do CFT tende a fomentar mais disputas entre técnicos e engenheiros.

Considerada uma grande conquista do setor, a famosa Lei do PMOC parece ter se tornado um pesadelo para ambas as classes profissionais. Ao sancionar a tão aguardada legislação, o então presidente Michel Temer decidiu vetar seu segundo artigo, o qual deixava claro que o “PMOC deve[ria] estar sob responsabilidade técnica do engenheiro mecânico”.

À época, a Presidência da República justificou que o dispositivo criaria “reserva de mercado desarrazoada, ao prever exclusividade de atuação de um profissional para a responsabilidade técnica do plano instituído pelo projeto [de lei], contrariando dispositivo constitucional atinente à matéria, em violação ao inciso XIII do artigo 5º da Constituição, que garante o direito ao livre exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão”.

O Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) destaca, entretanto, que o PMOC é uma atividade dividida em duas partes: a manutenção mecânica do sistema de ar condicionado e a avaliação da qualidade do ar.

Por isso, a Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava) esclarece que “a parte relativa à manutenção mecânica é privativa de todos os profissionais de engenharia mecânica (engenheiros, tecnólogos ou técnicos), e a avaliação da qualidade do ar deverá ser realizada por profissionais de engenharia química, engenharia de segurança do trabalho ou de engenharia sanitária”.

Engenheiro Carlos Trombini, presidente do Sindicato da Indústria de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento do Ar no Estado de São Paulo (Sindratar-SP) | Foto: Nando Costa/Pauta Fotográfica
Diálogo é o melhor caminho para solução de conflito entre profissionais de nível técnico e engenheiros, defende Carlos Trombini, presidente do Sindratar-SP | Foto: Nando Costa/Pauta Fotográfica

“O mercado brasileiro cresceu, as oportunidades cresceram e as profissões têm de encontrar seus caminhos, buscando o desenvolvimento e a criação de oportunidades futuras também”, diz o presidente do Sindicato da Indústria de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento do Ar no Estado de São Paulo (Sindratar-SP), Carlos Trombini.

“No entanto, no caso do PMOC, a lei que foi para nós um motivo de alegria resultou numa divisão do setor. Está havendo uma falta de harmonização e uma falta de caminhos para se tratar o assunto como ele deveria ser tratado”, avalia.

“Para mim, independente de a responsabilidade técnica pela elaboração e execução do PMOC ser do engenheiro, do técnico ou do arquiteto, o que precisamos, dentro das nossas qualificações, é termos alguns critérios e estarmos juntos na busca desses critérios”, afirma.

O engenheiro classifica como “um incômodo essa discussão sobre quem é responsável, quem executa, o que é necessário fazer para se ter um documento de responsabilidade técnica, se deve emitir TRT, se emite ART, ou seja, criou-se mais uma vez um conflito que deve ser dirimido” entre os conselhos de classe envolvidos e autoridades, a fim de se “encontrar um caminho, não digo perfeito, mas um caminho bom de convivência”.

“Não é através de resolução, de imposições e de falta de diálogo que a gente faz com que o mercado seja organizado e possa crescer”, ressalta.

“Nada contra a criação de conselhos, nada contra a criação de oportunidades, porém eu sinto que a gente precisa trabalhar na construção de um diálogo para que não se tenha mais conflito”, conclui.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2019/03/conselho-federal-dos-tecnicos-industriais-cft.jpg 630 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2019-06-01 01:55:472021-01-15 16:25:51Resolução do CFT autoriza técnico em refrigeração a elaborar PMOC

Curso prepara profissionais para eficiência energética em climatização e refrigeração

07/03/2019

Buscando manter o mais alto nível de qualidade no mercado, a ASBRAV – Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação promove, entre os dias 12 de março e 26 de junho, mais um curso direcionado a profissionais da área de manutenção de sistemas de ar condicionado e demais interessados que atendam aos pré-requisitos. O objetivo é oferecer conhecimento complementar sobre manutenção e operação de sistemas de água gelada com foco na excelência preventiva, corretiva e preditiva e na eficiência energética.

Com aulas práticas e teóricas, os encontros ocorrem em locais e datas diferentes. As atividades orais são realizadas na sede da ASBRAV, (Rua Arabutan, 324 Bairro Navegantes) em Porto Alegre (RS), nas terças, quartas e quintas-feira, das 19h às 22h. Nos dias de desenvolvimento prático, as atividades ocorrem no SENAI Mauá (Avenida Jaime Vignoli, 693, Bairro Anchieta), na capital gaúcha, em quatro sábados, das 9h às 16h (as datas serão informadas quando o curso iniciar).

Ao todo, são 156 horas de carga-horária e o conteúdo está sob responsabilidade do engenheiro Gilsomar Gabriel da Silva que trabalhará com os alunos habilidades como: identificar problemas de rendimento de sistemas de água gelada, analisar o ciclo de refrigeração de sistemas de água gelada, identificar falhas, apresentar soluções para unidades chillers e realizar manutenção preventiva.

Quem deseja participar, precisa observar os seguintes pré-requisitos para efetuar sua inscrição: o candidato deve ter o 1° grau completo e o Certificado ASBRAV no Curso Mecânico de Ar Condicionado ou Curso similar (sujeito a avaliação) ou experiência comprovada (sujeito a avaliação).

As vagas são limitadas e é necessária inscrição antecipada. Mais informações podem ser obtidas através do telefone 3342 2964 ou pelo e-mail secretaria@asbrav.org.br

Programa:

Fundamentos de Termodinâmica e Refrigeração;
Ciclo de Refrigeração;
Fundamentos de Sistemas de Água Gelada;
Compressores;
Tipos Construtivos de Trocadores de Calor;
Conceitos de Chillers,
Mecânica,
Instrumentação e Controle;
Sistemas Elétricos de Partida,
Interpretação de Esquemas Elétricos de Painel de Comando de Chillers;
Ferramentas e Instrumentos para Manutenção;
Segurança na Manutenção de Chillers;
Normas Nacionais e Internacionais para Ar Condicionado;
Bombas Centrífugas;
Torres de Resfriamento e Tratamento de Água;
Sistemas de Ventilação;
Manutenção Preventiva, Preditiva e Corretiva de Chillers;
Diagnóstico de Falhas de Chillers;
Ajustes e Balanceamento na Central de Água Gelada (CAG);
Eficiência Energética em Sistemas de Água Gelada.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2018/07/PMOCFB.jpg 803 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2019-03-07 07:18:192019-03-07 07:18:19Curso prepara profissionais para eficiência energética em climatização e refrigeração

Bombas de vácuo e recolhedoras exigem manutenção regular

18/09/2018

Bombas de vácuo e máquinas recolhedoras de fluidos refrigerantes são ferramentas essenciais para as boas práticas na indústria de refrigeração e ar condicionado. Entretanto, assim como os próprios sistemas frigoríficos, ambas necessitam de cuidados básicos e manutenção regular para que funcionem de maneira eficaz durante sua vida útil.

Segundo especialistas da área, as melhores coisas que os refrigeristas podem fazer para que suas bombas de vácuo e recolhedoras operem por muito tempo são mantê-las limpas, armazená-las apropriadamente e manuseá-las com cuidado.

Bomba de vácuo de duplo estágio manufaturada pela Vulkan

“Obviamente, os profissionais do setor devem fazer a leitura completa de seus manuais, não só das partes relativas aos princípios de funcionamento e precauções, mas também das tabelas de defeitos e possíveis soluções”, recomenda o engenheiro mecânico Mauro Mendonça, diretor de vendas da Vulkan.

Acima de tudo, os impactos devem ser evitados, pois esses são produtos de precisão que possuem pistões. “Qualquer queda pode danificá-los com muita facilidade. Por isso, toda atenção contra o choque mecânico é altamente necessária”, informa.

Segundo ele, a evacuação do sistema é essencial para qualquer serviço de refrigeração. “As recolhedoras também são imprescindíveis, não só para os profissionais que reutilizarão os refrigerantes em reinstalações, mas em função das exigências daqueles que seguem à risca as normas ambientais vigentes no País e trabalham pensando no futuro do planeta”, avalia.

Cuidados assim também são relevantes para o bolso dos técnicos, uma vez que muitas recolhedoras, por exemplo, são equipamentos que possibilitam a reciclagem dos gases refrigerantes, o que contribui diretamente para a preservação da camada de ozônio e gera ganhos econômicos.

“Instalações frigoríficas que seguem todos os padrões exigidos pelos fabricantes também operam com mais eficiência e têm vida útil superior”, lembra o engenheiro de aplicações da Fieldpiece do Brasil, Roger Kenny Miyamoto Kayano.

“Atualmente, vivemos uma época em que cuidados ambientais são de extrema importância. A busca por soluções que tragam melhor eficiência com o menor prejuízo possível à natureza é algo que interessa a empresas de todo o mundo”, reforça.

 

Desidratação do circuito frigorífico

O objetivo da evacuação é remover as impurezas do circuito frigorífico até chegar a um nível em que os gases não condensáveis e, acima de tudo, a umidade não alterem as propriedades químicas do fluido refrigerante e do óleo.

Bomba de vácuo fornecida pela Fieldpiece

Ao entrar em contato com o óleo e o refrigerante, a umidade ajuda a formar os ácidos fluorídrico e clorídrico, que, por sua vez, podem causar danos permanentes no sistema.

Segundo os documentos técnicos do Programa Brasileiro de Eliminação de HCFCs (PBH), um bom vácuo deve ser realizado com uma bomba de duplo estágio com válvula de balastro de gás e tamanho adequado ao volume do sistema de refrigeração.

O equipamento tem de possuir conexões macho para mangueiras de 1/4″ e 3/8″, além de válvula solenoide no lado da sucção, a fim de evitar o retorno do ar para o sistema, no caso de falta de energia elétrica durante a operação.

Hoje, é possível encontrar diversas marcas e modelos no mercado. “Para a escolha de uma boa bomba de vácuo, o profissional deve levar em consideração a quantidade de estágios (simples ou duplo), sua finalidade (sistemas de refrigeração doméstico, residencial, comercial ou industrial) e marca”, explica Roger.

“A finalidade da bomba de vácuo permitirá a escolha da melhor ferramenta. Bombas de até 8 CFM são adequadas para sistema de refrigeração até o porte comercial de pequeno/médio. Para VRF ou sistemas de grande porte de refrigeração, bombas maiores são necessárias”, exemplifica.

Máquina recolhedora lançada pela Suryha na última Febrava

A qualidade da bomba também é importante. “Bombas de má qualidade à venda no mercado não fornecem vazão de sucção suficiente, dificultando o processo de evacuação. Portanto, uma bomba de marca confiável é essencial”, ressalta.

A manutenção do equipamento, prossegue Roger, é dever do técnico, que precisa “sempre prestar atenção ao óleo da bomba e sempre utilizar o lubrificante próprio para esses equipamentos, trocando-o sempre que necessário, com a quantidade adequada”.

“Para verificar se a bomba necessita de manutenção ou não, deve-se conectá-la a um vacuômetro digital, e sua leitura deve cair para valores menores que 100 microns rapidamente”, orienta.

 

Recolhimento de fluidos

Além de ser uma prática antieconômica, liberar fluidos refrigerantes sintéticos na atmosfera é crime ambiental passível de multas e prisão. “Esse procedimento deve ser realizado sempre com recolhedoras e cilindros próprios para recolhimento em vácuo ou não, dependendo do destino traçado ao fluido”, diz Roger.

Os técnicos nunca devem utilizar cilindros descartáveis dos fluidos nessa tarefa, pois eles não apresentam corpo resistente para aguentar as pressões de recolhimento, podendo causar explosões.

Os fabricantes de equipamentos também não recomendam o recolhimento nas unidades condensadoras. “O risco de explosão causada por alta pressão exercida pelo fluido recolhido é grande”, alerta.

A recolhedora costuma ser um equipamento grande e pesado, fazendo com que sua manipulação seja dificultada. Portanto, um equipamento que facilite a manipulação e leituras de parâmetros é uma característica que deve ser levada em conta pelos profissionais do setor antes de sua aquisição.

Com a utilização de um filtro na entrada de sucção da recolhedora, ela também consegue reciclar o fluido. Segundo a norma NBR 15960:2011, da ABNT, a reciclagem é caracterizada pela retirada de contaminantes presentes na substância, como umidade, acidez e materiais particulados. Entretanto, o equipamento não a regenera, deixando-a como um fluido novo.

Detalhe da bomba de vácuo

Bomba de vácuo fabricada pela Mastercool

A velocidade de recolhimento deve ser avaliada. “Há chillers que utilizam grandes quantidades de fluido refrigerante. A potência do compressor da recolhedora afetará a velocidade de recolhimento. Também relacionado ao compressor, o funcionamento com óleo restringe a quantidade de tipos de fluidos com que a recolhedora consegue trabalhar”, explica.

Em alguns casos, o fluido refrigerante pode ser reutilizado, se ele estiver num sistema de refrigeração em boas condições de uso. “O fluido em bom estado deve ser recolhido em um cilindro próprio para recolhimento de gases em vácuo. Dessa forma, ele poderá ser reutilizado em outros sistemas com perda mínima de eficiência”, diz.

“Como dito anteriormente, é necessário que o cilindro esteja em vácuo, caso o objetivo seja utilizar novamente o fluido. Ele também deve ser pesado, para se saber quanto de fluido foi removido do sistema. A pressão do cilindro, durante o recolhimento, deve ser monitorada. Pressões muito elevadas podem ocasionar explosões”, detalha.

“É importante ressaltar que recolhedoras de fluidos não são bombas de vácuo e não devem ser utilizadas como tal. Seu motor não é construído para tal finalidade”, completa.

 

Tendências

O mercado brasileiro de ferramentas está em constante evolução e tem um potencial de expansão enorme, apesar das adversidades políticas dos últimos anos, segundo avaliação do empresário Jorge

Bomba de vácuo e carrinho fabricados pela Symbol

Lameira, da Symbol, fabricante nacional de bombas de vácuo de duplo estágio com vazões variadas.

“Estamos sentindo, mesmo que de forma bem sutil e vagarosa, um crescimento na exigência de produtos e equipamentos de alto desempenho, baixo consumo energético e alta durabilidade, o que reflete em todos os segmentos do HVAC-R”, diz.

Segundo Luiz Felipe Lopes, técnico de desenvolvimento de produtos da Suryha, as bombas de vácuo mais modernas possuem recursos e características bem interessantes, como vacuômetro integrado, maior vazão e peso reduzido.

“Quanto às recolhedoras, a grande inovação será uma maior capacidade de operação, ou seja, elas serão produtos compactos com grande desempenho”, prevê.

De acordo com o tecnólogo André Oliveira, diretor-geral da Mastercool do Brasil, recolhedoras mais atuais já são eletricamente blindadas contra faiscamento e permitem recolhimento de fluidos refrigerantes inflamáveis.

“As recolhedoras e recicladoras são construídas hoje com compressor seco que permite ao técnico recolher diversos tipos de fluidos sem a necessidade de utilizar vários equipamentos”, salienta.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2018/09/mantbombavacuo1.jpg 555 700 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2018-09-18 13:41:302018-09-18 16:43:05Bombas de vácuo e recolhedoras exigem manutenção regular
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