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Arquivo para Tag: inteligência artificial

Grupo Star Center completa 40 anos com investimentos em IA

22/09/2026

Holding formada por KPM Service, DuctAir e Star Center Engenharia registra crescimento de até 35% no faturamento e prevê ampliar o uso de tecnologia em suas operações.

O Grupo Star Center completou 40 anos com investimentos em inteligência artificial, automação e modernização de processos. Formada pelas empresas KPM Service, DuctAir e Star Center Engenharia, a holding registra em 2026 crescimento entre 20% e 35% no faturamento em comparação com o ano anterior.

Segundo o CEO do grupo, Edson Alves, a aplicação de tecnologia nos sistemas de climatização busca aumentar a redundância e a confiabilidade dos equipamentos. A medida procura evitar panes e interrupções em áreas críticas, como data centers, hospitais e indústrias farmacêuticas.

Na KPM Service, especializada em manutenção, robôs estão em fase de testes e deverão entrar em operação até meados de 2027. De acordo com Alves, os equipamentos serão usados para melhorar a eficiência energética dos sistemas de climatização e identificar condições que possam provocar falhas, com redução dos custos operacionais de manutenção.

A entrada de novos contratos contribuiu para que o faturamento da KPM Service crescesse 35%. Na Star Center, a inteligência artificial já é empregada nas áreas de engenharia, planejamento, administração e contabilidade. A empresa registra expansão de 20% neste ano.

A expectativa do CEO é que a estruturação dos processos e a adoção de novas tecnologias contribuam para que a holding alcance desempenho de 65% no próximo ano.

A DuctAir, fabricante de dutos, também passa por um processo de modernização. A instalação de equipamentos automáticos deverá dobrar sua capacidade produtiva em 2027. Até o momento, o resultado econômico da empresa apresenta crescimento superior a 20% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para marcar os 40 anos de fundação, o Grupo Star Center doou, nos últimos dois meses, 40 cadeiras de rodas e 40 toneladas de alimentos. Os funcionários participaram da indicação dos beneficiários e acompanharam as entregas.

As cadeiras de rodas foram destinadas a pessoas que necessitavam dos equipamentos, lares de idosos e instituições de atendimento a pessoas com deficiência. Parte dos beneficiários foi indicada por paróquias.

Os alimentos foram encaminhados a paróquias, instituições e famílias em situação de vulnerabilidade em São Bernardo do Campo, Diadema, Santo André e São Paulo. As doações incluíram cestas básicas e volumes definidos de acordo com as necessidades apresentadas por cada instituição.

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Resumen (español)

El Grupo Star Center, integrado por KPM Service, DuctAir y Star Center Engenharia, cumple 40 años con inversiones en inteligencia artificial, automatización y modernización. Las empresas registran un crecimiento de entre el 20% y el 35% en 2026. Para conmemorar el aniversario, el grupo donó 40 sillas de ruedas y 40 toneladas de alimentos a personas, familias e instituciones.

Summary (English)

Grupo Star Center, comprising KPM Service, DuctAir and Star Center Engenharia, marks its 40th anniversary with investments in artificial intelligence, automation and modernization. The companies report revenue growth ranging from 20% to 35% in 2026. To commemorate the anniversary, the group donated 40 wheelchairs and 40 tonnes of food to individuals, families and institutions.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC_0017-scaled-e1790105635904.jpg 700 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-09-22 16:35:392026-09-22 16:35:39Grupo Star Center completa 40 anos com investimentos em IA

Uso de PFAS para resfriar data centers gera questionamentos

21/09/2026

Substâncias fluoradas ganham espaço com a expansão da inteligência artificial; grupos ambientais questionam os riscos de seu uso.

A expansão da inteligência artificial aumenta a demanda por data centers e por sistemas capazes de controlar o calor gerado pelos equipamentos. Entre as soluções em uso estão substâncias fluoradas que incluem PFAS, conhecidos como “químicos eternos”. Em alguns sistemas, elas são usadas em vez de água.

A organização ChemSec afirma que fabricantes de PFAS ampliam a produção diante da demanda ligada à infraestrutura de inteligência artificial. O relatório cita Chemours, Daikin e Arkema. Segundo a organização, a Chemours desenvolve produtos para refrigeração de data centers e expande a produção de refrigerantes à base de PFAS.

O uso dessas substâncias é questionado por sua resistência à degradação. Em julho, 17 organizações ambientais enviaram uma carta à Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos contra o pedido da Chemours para acelerar a aprovação do Opteon 2P50, composto destinado à refrigeração de data centers. Os grupos questionaram os dados sobre possíveis riscos à saúde e ao clima.

A Chemours contestou as preocupações. Segundo a empresa, o sistema opera em circuito fechado e libera pouca quantidade de gás durante o funcionamento.

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Resumen (español)

La expansión de la inteligencia artificial aumenta la demanda de refrigeración en los centros de datos. Algunos sistemas utilizan sustancias fluoradas que incluyen PFAS en lugar de agua. La organización ChemSec señala un aumento de la producción de estos compuestos, mientras grupos ambientales cuestionan sus posibles riesgos para la salud y el clima.

Summary (English)

The expansion of artificial intelligence is increasing demand for data center cooling. Some systems use fluorinated substances, including PFAS, instead of water. ChemSec reports growing production of these compounds, while environmental groups question their potential health and climate risks.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2025/03/datacenters-refriando.png 700 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-09-21 09:42:102026-09-21 09:42:10Uso de PFAS para resfriar data centers gera questionamentos

Pesquisa e inovação aproximam ciência e mercado no Brasil

18/09/2026

Startups, universidades, fabricantes e centros de pesquisa ampliam a colaboração para desenvolver soluções em eficiência energética, digitalização e fluidos refrigerantes de menor impacto ambiental adaptadas às condições brasileiras.

 A inovação no setor de refrigeração e climatização brasileiro passa cada vez mais pela aproximação entre quem pesquisa, quem desenvolve tecnologia e quem transforma conhecimento em produto. Em um mercado pressionado pela busca por eficiência energética, redução de emissões e transição para refrigerantes de menor impacto ambiental, a construção de soluções adaptadas à realidade nacional ganha importância estratégica.

Universidades e centros de pesquisa oferecem conhecimento científico, capacidade de experimentação e formação de profissionais. Fabricantes agregam experiência industrial, cadeia de fornecedores e conhecimento das necessidades dos clientes. Startups, por sua vez, acrescentam velocidade, flexibilidade e novas competências em áreas como inteligência artificial, Internet das Coisas (IoT), automação e análise de dados.

Para Alberto Hernandez, Professor e Doutor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), a integração entre esses atores é essencial para que a inovação avance. Segundo ele, o ponto de partida deve ser uma necessidade concreta do mercado.

Alberto Hernandez, Professor e Dr. da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP)

“A universidade possui conhecimento científico, capacidade de modelagem, experimentação e formação de recursos humanos. Os fabricantes possuem conhecimento de produtos, processos industriais, cadeia de fornecedores e entendimento das necessidades do mercado. As startups podem trazer agilidade, software, inteligência artificial, IoT e novos modelos de negócio. Já os centros de pesquisa e laboratórios especializados podem realizar ensaios, validações e certificações independentes”, destaca Hernandez.

O modelo de inovação aberta também é apontado por Ronald Borduni, gerente nacional de Vendas e Soluções da Daikin, como uma maneira de acelerar a adaptação de tecnologias às características brasileiras. Clima, matriz energética, custos operacionais e diferenças regionais fazem com que soluções desenvolvidas em outros mercados precisem ser avaliadas antes de uma aplicação mais ampla no país.

Ronald Borduni, gerente nacional de Vendas e Soluções da Daikin

Ronald Borduni, gerente nacional de Vendas e Soluções da Daikin“O Brasil apresenta desafios muito particulares relacionados ao clima, à matriz energética, aos custos operacionais e às diferenças regionais. Por isso, muitas tecnologias desenvolvidas em outros mercados precisam ser adaptadas antes de serem amplamente utilizadas aqui. As parcerias permitem justamente acelerar essa adaptação por meio de pesquisas aplicadas, testes em campo e validação em condições reais de operação”, comenta Borduni.

Para Alex Silvério, diretor comercial de Ar & Eletroportáteis da Elgin, a colaboração é igualmente importante para transformar conhecimento em produtos escaláveis e acessíveis. No caso da climatização, ele ressalta que a eficiência não depende de um único componente, mas do desempenho do sistema como um todo.

Alex Silvério, diretor comercial de Ar & Eletroportáteis da Elgin

“No setor de climatização, essa colaboração é especialmente importante porque eficiência energética não depende apenas do compressor ou do fluido refrigerante. É necessário analisar o sistema como um todo: compressores, trocadores de calor, eletrônica, controles, sensores, isolamento, software e condições de operação. O Brasil tem ainda uma particularidade importante: as soluções precisam ser avaliadas nas condições climáticas e de uso brasileiras”, informa Silvério.

Eficiência além do equipamento

Entre as linhas de pesquisa com potencial de transformar o HVAC-R estão os sistemas de alta eficiência, compressores de velocidade variável, motores mais eficientes, novos trocadores de calor e controles inteligentes. A análise também precisa considerar as diferentes condições climáticas brasileiras e os impactos das mudanças climáticas sobre o desempenho dos sistemas.

A digitalização aparece como outro vetor de transformação. Sensores, IoT, inteligência artificial, machine learning, controle preditivo e gêmeos digitais podem permitir o monitoramento contínuo das instalações, identificação de perdas, diagnóstico de falhas e otimização automática da operação.

Uma cadeia de monitoramento seguida de diagnóstico com previsão de alteração no sistema fornecendo uma otimização automática dos sistemas está entre as possibilidades apontadas por Hernandez. Para o professor, as startups podem encontrar justamente nesse campo uma oportunidade para atuar: em vez de competir diretamente com grandes fabricantes de equipamentos, podem desenvolver a camada inteligente capaz de aumentar a eficiência dos sistemas existentes.

“As startups podem desempenhar um papel extremamente importante porque possuem uma característica que muitas organizações tradicionais têm dificuldade de desenvolver, principalmente no que diz respeito à velocidade de inovação. Mas o foco não deveria ser em tentar competir diretamente com os grandes fabricantes globais de compressores, chillers ou splits, mas em desenvolver a camada inteligente que torna esses equipamentos mais eficientes. E existe uma oportunidade ainda maior quando essa tecnologia é combinada com conhecimento de engenharia em que perguntas poderiam ser respondidas como: “Qual é a condição de operação mais eficiente para este sistema neste momento?”, questiona Hernandez.

Borduni também identifica na digitalização um dos principais vetores de mudança. Equipamentos conectados passam a fornecer dados sobre desempenho e consumo e podem antecipar falhas e apoiar estratégias de manutenção preditiva. Para Silvério, a evolução dos compressores inverter, da eletrônica de potência, dos sensores e dos algoritmos permite adaptar o funcionamento do equipamento à demanda real do ambiente.

A integração entre climatização, automação predial e fontes renováveis também ganha espaço. Hernandez destaca o potencial das bombas de calor para aquecimento de água, processos industriais e climatização, especialmente quando associadas à geração fotovoltaica. Outra frente é a integração entre arquitetura e climatização, com projetos que utilizem princípios de arquitetura bioclimática e simulação termoenergética desde as etapas iniciais da construção.

Novos fluidos, novas exigências

A transição para refrigerantes de menor impacto ambiental representa outro campo em que a pesquisa brasileira pode contribuir para o desenvolvimento de conhecimento e tecnologia próprios. Mais do que identificar alternativas aos fluidos de maior GWP, o desafio envolve avaliar desempenho, segurança, compatibilidade dos componentes e comportamento dos equipamentos em diferentes condições de operação.

Hernandez defende uma abordagem sistêmica. A substituição do refrigerante precisa considerar possíveis alterações no desempenho de compressores, evaporadores, condensadores e válvulas de expansão, além de aspectos relacionados à segurança, como carga máxima, ventilação, detecção, ignição e manutenção.

“A pesquisa deve exercer cinco funções principais: identificação das alternativas; teste em condições brasileiras devido à enorme variabilidade de condições climáticas no território brasileiro; avaliação do sistema completo; estudo da segurança; e fornecimento de subsídios para regulamentação”.

Na indústria, a mudança também é encarada como uma transformação que envolve toda a cadeia. Silvério ressalta que a escolha de um refrigerante não pode levar em conta apenas o potencial de aquecimento global. Eficiência energética, segurança, disponibilidade, custo, compatibilidade e manutenção também entram na equação.

“A pesquisa tem um papel estratégico porque a escolha de um refrigerante não pode considerar apenas seu potencial de aquecimento global. É necessário avaliar eficiência energética, segurança, desempenho, disponibilidade, custo, compatibilidade com componentes, facilidade de manutenção e impacto ao longo de todo o ciclo de vida do equipamento.”

Para Borduni, a pesquisa será fundamental para validar alternativas globais nas condições brasileiras e fornecer informações para normas, políticas públicas e programas de eficiência energética.

“A pesquisa terá um papel decisivo em todo o processo de transição tecnológica que estamos vivendo. Embora já existam alternativas globais para substituição de refrigerantes de alto impacto ambiental, é fundamental validar como essas soluções se comportam nas condições específicas do Brasil. Nosso país possui características climáticas bastante diversificadas, com temperaturas elevadas durante grande parte do ano, o que exige avaliações cuidadosas de desempenho energético, confiabilidade e segurança operacional”.

O executivo também destaca que os estudos podem contribuir para orientar políticas públicas e critérios técnicos para a utilização segura das novas tecnologias.

“Os estudos realizados por universidades, laboratórios e centros de pesquisa fornecem informações fundamentais para orientar políticas públicas, programas de eficiência energética e critérios técnicos para utilização segura dessas novas tecnologias. Na prática, quanto mais robusta for a base científica por trás dessa transição, maior será a confiança do mercado para investir e acelerar a adoção dessas soluções”.

O desafio da transferência tecnológica

Se a aproximação entre os diferentes atores é apontada como essencial, transformar pesquisa em produto continua sendo um dos principais obstáculos. A distância entre a academia e a indústria envolve diferenças de objetivos, prazos, critérios de avaliação e modelos de financiamento.

Na universidade, artigos, teses e produção científica são indicadores importantes. Para a indústria, o foco está na confiabilidade, no custo, na escala e no retorno do investimento. Entre a prova de conceito e o produto comercial existe ainda um caminho que envolve testes, certificações, fornecedores, processos industriais e capacitação profissional.

Hernandez cita como referência histórica a parceria entre a antiga Embraco e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que resultou em pesquisas transformadas em produtos e na formação de profissionais em projetos ligados às necessidades da empresa.

Para Borduni, a inovação só se consolida quando consegue demonstrar valor para o usuário final. Uma tecnologia pode ser avançada, mas precisa apresentar benefícios concretos em eficiência operacional, consumo de energia, custos ou produtividade.

Silvério acrescenta que a validação precisa contemplar as condições brasileiras, incluindo diferenças de temperatura, umidade, altitude, qualidade da energia elétrica e perfis de utilização. Uma solução precisa funcionar não apenas em laboratório, mas em diferentes regiões e situações de uso.

Startups como camada de inteligência

As startups podem ocupar um espaço estratégico. Sua contribuição não está necessariamente na criação de um equipamento completo, mas no desenvolvimento de soluções capazes de tornar sistemas existentes mais inteligentes e eficientes.

Monitoramento remoto, sensores, análise de dados, inteligência artificial, manutenção preditiva e plataformas de gestão energética são algumas das aplicações que podem aproximar o HVAC-R de uma operação orientada por dados.

“Mais do que destacar uma empresa específica, considero que o maior exemplo de inovação atualmente está nos programas de inovação aberta que conectam startups, fabricantes, universidades e investidores”, afirma Borduni. Para ele, esses ecossistemas favorecem o desenvolvimento de soluções escaláveis e aplicáveis ao mercado.

A perspectiva também é compartilhada por Silvério, que vê nas startups a capacidade de testar novos modelos de negócio e tecnologias com velocidade. A inovação, nesse sentido, não precisa necessariamente significar a criação de algo totalmente inédito. Pode estar na adaptação de uma tecnologia às condições locais, na redução de custos, na criação de uma cadeia de fornecedores ou na viabilização de uma solução em escala.

Construir conhecimento para reduzir dependências

O avanço da inovação nacional depende, portanto, de uma mudança que vai além da criação de novas tecnologias. É preciso fortalecer as pontes entre academia, indústria, startups, centros de pesquisa, investidores e órgãos reguladores.

Para Hernandez, modelos de financiamento também precisam acompanhar as características dos projetos de inovação, que exigem investimentos elevados, períodos longos de desenvolvimento e compartilhamento de riscos entre governo, empresas, universidades e fundos de inovação.

“A pesquisa aplicada pode, nesse contexto, ajudar o Brasil não apenas a adaptar tecnologias desenvolvidas no exterior, mas a gerar conhecimento próprio para responder às condições climáticas, energéticas e regulatórias do país. A construção de uma tecnologia brasileira para o frio não significa isolamento em relação ao mercado global. Ao contrário: significa utilizar a capacidade científica, industrial e empreendedora existente no país para adaptar, desenvolver e escalar soluções que façam sentido para a realidade local e que, potencialmente, possam também ganhar espaço em outros mercados”, conclui Hernandez.

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Resumen (español)

Universidades, fabricantes, centros de investigación y startups buscan adaptar tecnologías de refrigeración y climatización a las condiciones de Brasil. Alberto Hernandez, de la USP, Ronald Borduni, de Daikin, y Alex Silvério, de Elgin, señalan la eficiencia energética, la digitalización y los refrigerantes de menor impacto ambiental como áreas de investigación. La transferencia de los resultados al mercado sigue siendo un desafío.

Summary (English)

Universities, manufacturers, research centers and startups are working to adapt refrigeration and air conditioning technologies to Brazilian conditions. Alberto Hernandez of USP, Ronald Borduni of Daikin and Alex Silvério of Elgin point to energy efficiency, digital systems and lower impact refrigerants as research priorities. Turning research into commercial products remains a challenge.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Capa-09-26.jpg 934 702 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-09-18 16:32:072026-09-18 16:51:50Pesquisa e inovação aproximam ciência e mercado no Brasil

Hisense integra IA à rotina doméstica na IFA 2026

08/09/2026

Sistemas apresentados pela marca reconhecem contextos, ajustam equipamentos e coordenam tarefas na cozinha, na lavanderia e nos ambientes de convivência

A Hisense apresentou na IFA 2026 um conjunto de eletrodomésticos conectados que utiliza inteligência artificial para reconhecer situações, tomar decisões e executar tarefas domésticas de forma integrada. A demonstração faz parte do conceito “Innovating a Brighter Life” e reúne soluções do Hisense AI Companion Suite, desenvolvido com o suporte da ConnectLife.

Na cozinha, o AI Companion Refrigerator identifica os ingredientes armazenados e sugere refeições de acordo com as preferências pessoais. Após a escolha da receita, as informações podem ser sincronizadas com o AI Companion Oven para apoiar o preparo automático.

O AI Companion Wine Cabinet recomenda harmonizações e mantém condições adequadas para o armazenamento de vinhos. Depois da refeição, o AI Companion Dishwasher reconhece as condições da louça e ajusta o processo de limpeza.

Na lavanderia, o AI Companion Laundry Suite identifica as características das roupas, seleciona os ciclos de lavagem e secagem e faz ajustes automáticos durante o processo.

Nos ambientes de convivência, o AI Companion Air Conditioner verifica as condições internas e a presença de pessoas para adaptar o fluxo de ar aos deslocamentos no espaço. O AI Companion Energy System considera as condições climáticas, o horário e as tarifas de eletricidade para auxiliar na otimização do consumo de energia da residência.

Com o suporte da ConnectLife, a Hisense também colabora com a Alexa+ para integrar dispositivos de casa conectada ao assistente de inteligência artificial da Amazon. A iniciativa utiliza o Smart Home AI Toolkit. Segundo a empresa, nos próximos meses, usuários da Alexa+ poderão controlar determinados modelos de aparelhos de ar-condicionado da Hisense por comandos de voz.

A Alexa+ deverá interpretar o pedido, acessar as configurações do equipamento e realizar a ação solicitada.

Produtos da Hisense também receberam reconhecimento durante a IFA. A Multi Function II Series, solução integrada de climatização voltada à eficiência energética, recebeu o Winner Award. O X-zone Master foi reconhecido como Honoree. Também foram reconhecidos o U8 Air Master Air Conditioner, a W60 3D Kitchen-fit Series e o 60cm Integrated Wine Cabinet.

As experiências apresentadas utilizam o V AIOS para permitir que os dispositivos percebam o ambiente, processem informações, interajam com os usuários e coordenem tarefas entre equipamentos e serviços. A proposta é fazer com que as AI Companion Suites compreendam o contexto e executem ações com menor necessidade de intervenção dos usuários.

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Resumen (español)

Hisense presentó en IFA 2026 su AI Companion Suite, un conjunto de electrodomésticos conectados que utiliza inteligencia artificial para reconocer contextos, tomar decisiones y coordinar tareas en la cocina, la lavandería y los espacios de convivencia. Las soluciones, desarrolladas con el apoyo de ConnectLife, incluyen refrigerador, horno, lavavajillas, sistema de lavandería, aire acondicionado y gestión energética, además de una colaboración con Alexa+ de Amazon.

Summary (English)

Hisense presented its AI Companion Suite at IFA 2026, featuring connected appliances that use artificial intelligence to recognize contexts, make decisions and coordinate tasks across kitchens, laundry areas and living spaces. Developed with support from ConnectLife, the solutions include refrigerators, ovens, dishwashers, laundry systems, air conditioners and home energy management, as well as collaboration with Amazon’s Alexa+.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/09/revista-do-frio-imagem-coringa-1200x675-1.png 675 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-09-08 16:57:362026-09-08 16:57:36Hisense integra IA à rotina doméstica na IFA 2026

Data centers de IA ampliam demanda elétrica e mudam sistemas de refrigeração

06/09/2026

Pedidos de acesso ao sistema elétrico relacionados a data centers somam 38 GW no Brasil, enquanto a refrigeração líquida avança como alternativa para reduzir o consumo de energia.

A expansão dos data centers voltados à inteligência artificial está elevando a procura por equipamentos de energia e refrigeração e levando o setor elétrico brasileiro a se preparar para cargas de maior porte. Os pedidos de acesso relacionados a esses empreendimentos somam 38 GW no país, segundo dados divulgados pelo Ministério de Minas e Energia.

A capacidade efetivamente liberada representa uma parcela desse total. A Empresa de Pesquisa Energética passou a coletar informações específicas sobre data centers para avaliar os impactos desses projetos na geração e na transmissão de energia ao longo da próxima década.

O movimento acompanha a expansão mundial da infraestrutura computacional. A McKinsey estima que os investimentos necessários para atender à demanda por data centers podem chegar a quase US$ 7 trilhões até 2030. O valor inclui servidores, aceleradores de inteligência artificial, sistemas elétricos, refrigeração e outras estruturas necessárias à operação.

O aumento dos projetos também ampliou a procura por transformadores. A HD Hyundai Electric encerrou junho com uma carteira de pedidos de US$ 8,5 bilhões, crescimento de 23% em seis meses. Segundo a empresa sul-coreana, as encomendas ocupam mais de três anos de sua capacidade de produção de equipamentos elétricos de grande porte.

Na Hainan Jinpan Smart Technology, da China, os novos pedidos relacionados a data centers mais que quadruplicaram no primeiro semestre, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

A concentração de equipamentos computacionais também exige novas formas de retirada do calor. O Bank of America projeta que a refrigeração líquida estará presente em 70% das novas instalações destinadas à inteligência artificial em 2030, ante cerca de 30% atualmente.

Nesse sistema, líquidos retiram o calor dos componentes computacionais, substituindo ou complementando a circulação de ar. De acordo com estimativa da McKinsey, a tecnologia pode reduzir em mais de 27% o consumo de energia destinado à refrigeração.

Outra tecnologia em desenvolvimento são os transformadores de estado sólido, ou SSTs, que utilizam semicondutores para transformar e distribuir eletricidade. A solução ainda está em estágio inicial de adoção comercial. HD Hyundai Electric e Jinpan desenvolvem equipamentos desse tipo, enquanto a Delta Electronics informou que seus SSTs já são utilizados em data centers de pequeno porte.

A Delta também amplia sua estrutura produtiva na Tailândia, nos Estados Unidos e na China para atender à demanda por equipamentos de energia, refrigeração e infraestrutura de data centers.

No Brasil, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, informou em junho que projetos equivalentes a 7,1 GW representariam investimentos de R$ 159 bilhões. A EPE ressalta, porém, que os pedidos de acesso representam demandas apresentadas ao sistema, e não capacidade de data centers já instalada.

Em junho, a EPE apresentou uma solução de transmissão para atender até 4 GW de novas cargas eletrointensivas no Ceará e no Piauí a partir de 2032. A empresa também avalia o atendimento de novas cargas em São Paulo e no Rio Grande do Norte.

A expansão dos data centers foi incluída na revisão da previsão de carga do Sistema Interligado Nacional para o período de 2026 a 2030. Elaborada pela EPE, pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, a projeção estima uma carga de 98.824 MW médios em 2030, com crescimento anual médio de 4%.

O Plano de Outorgas de Transmissão de Energia Elétrica de 2026 também prevê a preparação do sistema para cargas eletrointensivas. Entre os objetivos está a ampliação da interligação entre o Nordeste e o Sudeste para atender ao crescimento de empreendimentos como os data centers.

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Resumen (español)

 La expansión de los centros de datos destinados a la inteligencia artificial está aumentando la demanda de electricidad, transformadores y sistemas de refrigeración. En Brasil, las solicitudes de acceso vinculadas a estos proyectos suman 38 GW, aunque representan demanda presentada al sistema y no capacidad ya instalada. El enfriamiento líquido también gana espacio y podría estar presente en el 70% de las nuevas instalaciones de IA en 2030, mientras el sector eléctrico brasileño prepara la red para atender nuevas cargas intensivas en energía.

Summary (English)

 The expansion of data centers designed for artificial intelligence is increasing demand for electricity, transformers and cooling systems. In Brazil, access requests associated with these projects total 38 GW, although they represent proposed demand rather than installed capacity. Liquid cooling is also gaining ground and could be used in 70% of new AI facilities by 2030, while Brazil’s electricity sector prepares the grid for additional energy-intensive loads.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/09/revista-do-frio-imagem-coringa-1200x675-1.png 675 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-09-06 03:51:552026-09-15 14:21:08Data centers de IA ampliam demanda elétrica e mudam sistemas de refrigeração

Electrolux recebe R$ 300 milhões do BNDES para desenvolver produtos mais eficientes

02/09/2026

Financiamento será destinado à pesquisa, desenvolvimento e inovação de 26 produtos, entre eles refrigeradores e aparelhos de ar-condicionado, com foco em redução do consumo de energia e uso de inteligência artificial.

A Electrolux recebeu financiamento de R$ 300 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para ampliar seu plano de pesquisa, desenvolvimento e inovação destinado a novas linhas de eletrodomésticos.

Os recursos serão aplicados no desenvolvimento de 26 produtos com foco em menor consumo de energia, uso de inteligência artificial e aumento da eficiência no ambiente doméstico.

O projeto inclui geladeiras, aparelhos de ar-condicionado, fornos, air fryers, cafeteiras, purificadores de água, aspiradores de pó e robôs aspiradores.

As iniciativas estão distribuídas em cinco áreas de negócio: refrigeradores; climatização; cuidado, limpeza do chão, purificação e aquecimento; refrigeração de água; e cocção e preparo de alimentos.

As atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação serão realizadas no centro de PD&I da Electrolux em Curitiba (PR). O projeto terá ainda apoio das unidades da companhia em São José dos Pinhais (PR) e Manaus (AM).

Na área de refrigeradores, a Electrolux projeta reduzir em até 40% o consumo de energia elétrica. A empresa também espera ampliar em até 70% a vida útil dos alimentos armazenados.

O financiamento será realizado por meio da linha BNDES Mais Inovação, destinada ao estímulo empresarial e ao aperfeiçoamento de cadeias produtivas. A operação ocorre no ano em que a Electrolux completa 100 anos de atuação no Brasil.

Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o apoio busca fortalecer a inovação industrial e contribuir para o desenvolvimento de produtos mais eficientes e econômicos.

Mercadante afirmou ainda que o projeto contribui para posicionar o Brasil entre os principais centros de inovação da América Latina.

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Resumen (español)
Electrolux recibió un financiamiento de R$ 300 millones del Banco Nacional de Desarrollo Económico y Social (BNDES) para proyectos de investigación, desarrollo e innovación destinados a 26 productos, incluidos refrigeradores y equipos de aire acondicionado. Las iniciativas se centrarán en reducción del consumo de energía, inteligencia artificial y eficiencia, con actividades desarrolladas principalmente en el centro de PD&I de la compañía en Curitiba, Paraná.

Summary (English)
Electrolux received R$300 million in financing from the Brazilian Development Bank (BNDES) for research, development and innovation projects covering 26 products, including refrigerators and air-conditioning systems. The initiatives will focus on reducing energy consumption, artificial intelligence and efficiency, with R&D activities mainly conducted at the company’s center in Curitiba, Paraná.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/09/revista-do-frio-imagem-coringa-1200x675-1.png 675 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-09-02 00:26:182026-08-31 11:28:14Electrolux recebe R$ 300 milhões do BNDES para desenvolver produtos mais eficientes

Gree amplia presença no golfe

28/08/2026

Fabricante patrocina o 77º Aberto de Golfe do Estado de São Paulo e fornece soluções de climatização para a modernização das instalações da Federação Paulista de Golfe.

A Gree Electric Appliances patrocinou o 77º Campeonato Aberto de Golfe do Estado de São Paulo – Forvis Mazars Championship 2026, realizado entre os dias 21 e 23, no São Fernando Golf Club, em Cotia (SP). A fabricante também participa da modernização das instalações da Federação Paulista de Golfe (FPGolfe) com o fornecimento de soluções de climatização.

A competição, principal torneio realizado pela FPGolfe e terceiro maior do país, reuniu 128 jogadores de 34 clubes de seis estados brasileiros, além de convidados estrangeiros. O campeonato valeu pontos para o World Amateur Golf Ranking (WAGR) e para os rankings nacional e estadual.

Segundo a Gree, o patrocínio integra a estratégia da empresa de ampliar o relacionamento da marca no Brasil. A companhia mantém uma fábrica em Manaus desde 2001 e vem investindo em ações de comunicação voltadas a diferentes públicos.

“A Gree vem construindo uma presença cada vez mais ampla no Brasil, e entendemos que o esporte é uma plataforma importante para criar novas conexões com as pessoas”, afirma Suzi Gomes, head de Marketing da Gree do Brasil. Segundo ela, o golfe reúne diferentes perfis e proporciona um ambiente de relacionamento.

Além do patrocínio, a fabricante participa da modernização da estrutura da Federação Paulista de Golfe com soluções de climatização, entre elas a linha G-Side. Os equipamentos incluem inteligência artificial Gree-AI, tecnologia Auto Inverter voltada à eficiência energética e unidade externa compacta.

“Estamos trabalhando para oferecer uma estrutura cada vez melhor para os golfistas e para fortalecer a experiência de quem frequenta nossos espaços”, afirma Flávio Maschietto, presidente da Federação Paulista de Golfe.

A iniciativa faz parte da estratégia da Gree de diversificar suas ações de comunicação no país. A companhia também apoia a piloto brasileira Rafaela Ferreira no automobilismo e participa de iniciativas relacionadas à cultura e à arquitetura.

Herik Machado e Eduarda Roggero conquistaram, respectivamente, os títulos masculino e feminino do 77º Aberto do Estado de São Paulo. Herik venceu o argentino Santiago Bailleres em um playoff. Eduarda liderou a disputa feminina durante a competição.

Herik Machado ocupa a 68ª posição mundial e venceu quatro torneios do WAGR em 2026. A disputa masculina reuniu oito dos dez primeiros colocados do Ranking Nacional. Entre as mulheres, cinco das sete primeiras colocadas do ranking participaram do torneio, incluindo Eduarda Roggero, vice-campeã brasileira e vencedora de três competições na temporada.

O Aberto do Estado de São Paulo é organizado pela Federação Paulista de Golfe, com apoio do São Fernando Golf Club e supervisão da Confederação Brasileira de Golfe.

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Resumen (español)

Gree Electric Appliances patrocinó el 77º Campeonato Abierto de Golf del Estado de São Paulo, disputado en el São Fernando Golf Club, en Cotia, Brasil. La fabricante también participa en la modernización de las instalaciones de la Federación Paulista de Golf con soluciones de climatización de la línea G-Side, que incorpora inteligencia artificial Gree-AI y tecnología Auto Inverter. Herik Machado y Eduarda Roggero conquistaron los títulos masculino y femenino del torneo.

Summary (English)

Gree Electric Appliances sponsored the 77th São Paulo State Open Golf Championship, held at São Fernando Golf Club in Cotia, Brazil. The manufacturer is also providing G-Side air-conditioning solutions for the modernization of the São Paulo Golf Federation’s facilities, including Gree-AI artificial intelligence and Auto Inverter technology. Herik Machado and Eduarda Roggero won the men’s and women’s titles.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/08/gree-revista-do-frio-golf-campo.jpg 600 800 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-08-28 14:29:132026-08-28 14:29:13Gree amplia presença no golfe

Samsung lança geladeiras RT42 e RT47 Evolution

25/08/2026

Modelos de 415 e 465 litros têm classificação energética A, conectividade SmartThings e recursos de inteligência artificial para gerenciamento do consumo de energia.

A Samsung Brasil anunciou nesta terça-feira (25) o lançamento das geladeiras Duplex RT42 Evolution e Duplex RT47 Evolution, com capacidades de 415 litros e 465 litros, respectivamente. Os modelos chegam ao mercado com classificação energética A, conectividade pelo aplicativo SmartThings e recursos de inteligência artificial voltados ao gerenciamento do consumo de energia.

As geladeiras permitem controlar e verificar a temperatura pelo celular, receber alertas de porta aberta e acessar funções por meio do SmartThings. Com o SmartThings Energy e o AI Energy Mode habilitado, o sistema pode sugerir ajustes na velocidade do compressor e no ciclo de degelo quando a estimativa de consumo ultrapassar o valor definido pelo usuário.

Segundo Ana Beatriz Azevedo, gerente de produto de linha branca da Samsung Brasil, a proposta dos novos modelos é integrar conectividade, conservação dos alimentos e aproveitamento do espaço interno.

“Buscamos oferecer uma experiência mais integrada e eficiente na cozinha. A proposta é que a tecnologia esteja presente de maneira prática no dia a dia, ajudando o consumidor a cuidar melhor dos alimentos, acompanhar o funcionamento da geladeira e adaptar o uso do eletrodoméstico às suas necessidades”, afirma.

Os modelos contam ainda com a gaveta Optimal Fresh+, que oferece quatro modos de armazenamento. No modo “Freeze suave”, o recurso é destinado à conservação de alimentos como carnes e peixes. O sistema All Around Cooling utiliza saídas de ar distribuídas para manter a temperatura uniforme no interior do refrigerador, enquanto o Power Cool injeta ar frio para acelerar o resfriamento de alimentos e bebidas.

A linha também incorpora a tecnologia SpaceMax, que utiliza paredes internas mais finas para ampliar o espaço disponível sem aumentar as dimensões externas ou comprometer a eficiência energética.

Outro recurso é a tecnologia POWERvolt, que permite funcionamento entre 90 V e 310 V, com operação em redes de 127 V e 220 V e resistência a picos de energia. As geladeiras utilizam compressor Digital Inverter, com garantia de dez anos.

Entre os demais itens estão filtro desodorizador com fibras naturais e carvão ativado, fábrica de gelo Twist, painel digital interno, portas planas e puxadores embutidos.

A Samsung Duplex RT42 Evolution tem preço sugerido de R$ 4.299. A Duplex RT47 Evolution chega ao mercado por R$ 4.899.

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Resumen (español): Samsung Brasil anunció el lanzamiento de los refrigeradores Duplex RT42 Evolution, de 415 litros, y RT47 Evolution, de 465 litros. Los modelos cuentan con clasificación energética A, conectividad mediante SmartThings y AI Energy Mode para gestionar el consumo de energía. También incorporan tecnologías como SpaceMax, Optimal Fresh+, All Around Cooling y POWERvolt. Los precios sugeridos son de R$ 4.299 para el RT42 y R$ 4.899 para el RT47.

Summary (English): Samsung Brazil announced the launch of the 415-liter Duplex RT42 Evolution and the 465-liter Duplex RT47 Evolution refrigerators. Both models feature an A energy-efficiency rating, SmartThings connectivity and AI Energy Mode for energy management. They also include technologies such as SpaceMax, Optimal Fresh+, All Around Cooling and POWERvolt. Suggested prices are R$4,299 for the RT42 and R$4,899 for the RT47.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/08/samsung-duplex-rt42.png 472 886 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-08-25 15:11:102026-08-25 15:11:10Samsung lança geladeiras RT42 e RT47 Evolution

Midea estreia na CASACOR Brasília com climatização integrada à arquitetura

17/08/2026

Marca participa pela primeira vez da mostra na capital federal, com soluções de climatização em 11 ambientes e espaço próprio projetado pela arquiteta Walléria Teixeira, do Studio WT.

A Midea Carrier participa pela primeira vez da CASACOR Brasília em 2026. A marca Midea terá exclusividade na categoria de climatização em 11 espaços da mostra, com equipamentos das linhas Cassete e AI ECOMASTER, além de um ambiente próprio desenvolvido pela arquiteta Walléria Teixeira, do Studio WT.

A participação tem como proposta integrar climatização, arquitetura e bem-estar. Um dos conceitos apresentados pela empresa é o de “duplo conforto”, baseado no controle conjunto da temperatura e da umidade do ar nos ambientes internos.

“A arquitetura contemporânea exige soluções capazes de acompanhar diferentes estilos de vida e demandas de uso. Em nossa estreia na CASACOR Brasília, queremos mostrar como a inovação pode ser integrada aos projetos de forma natural, contribuindo para criar espaços inteligentes que simplificam a rotina e respondem às necessidades reais das pessoas”, afirma Simone Camargo, diretora de marketing da Midea Carrier.

A 34ª edição da CASACOR Brasília ocorre de 12 de agosto a 12 de outubro, na Casa do Candango, na Asa Sul, em Brasília (DF). O edifício, de 1977, é reconhecido como patrimônio afetivo da capital federal. A mostra reúne 43 ambientes e adota neste ano o tema “Mente e Coração”, que propõe uma reflexão sobre o lar como espaço de cuidado e refúgio físico e emocional.

No ambiente próprio da Midea, o projeto prevê o funcionamento integrado do ar-condicionado AI ECOMASTER e do Umidificador Master Connect. Os equipamentos são vinculados pelo aplicativo SmartHome e podem realizar ajustes automáticos a partir dos parâmetros definidos pelo usuário.

O ar-condicionado regula a temperatura e monitora a umidade do ambiente. Ao identificar um índice abaixo do ideal, o sistema aciona o umidificador para restabelecer o equilíbrio, sem a necessidade de comandos separados.

Segundo a Midea, a inteligência artificial do AI ECOMASTER analisa dados de uso e variações climáticas e recalibra seu funcionamento a cada 30 segundos. A empresa informa que o recurso pode proporcionar economia adicional de energia de até 30% em qualquer temperatura selecionada.

O Umidificador Master Connect possui reservatório de seis litros, painel touch, três modos de uso e função Auto. Nos espaços que demandam menor interferência visual, a Midea utilizará modelos Cassete de uma e quatro vias. Instalados no teto, os equipamentos distribuem o fluxo de ar de acordo com a configuração de cada área.

“A proposta foi pensar o conforto como parte da arquitetura, e não como um elemento acrescentado posteriormente. O projeto nasce da observação de como as pessoas circulam e se relacionam com cada espaço. A temperatura, a umidade e o movimento do ar também interferem nessa percepção e, por isso, foram considerados junto aos materiais, à luz e aos percursos, criando uma atmosfera equilibrada, fluida e agradável de vivenciar”, afirma Walléria Teixeira, do Studio WT.

A arquiteta já desenvolveu projetos para a CASACOR Brasília que exploram integração, funcionalidade, automação e conexão com elementos naturais. Em 2026, a parceria com a Midea incorpora a climatização desde a concepção do ambiente, como parte do projeto arquitetônico.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/08/midea-casacor.jpg 168 300 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-08-17 16:55:432026-08-17 16:55:43Midea estreia na CASACOR Brasília com climatização integrada à arquitetura

Johnson Controls reúne integradores de segurança em São Paulo e Brasília

13/08/2026

JCI Connect reuniu cerca de 90 executivos e apresentou soluções de segurança, cibersegurança e inteligência artificial

A Johnson Controls realizou, no fim de junho, edições do JCI Connect em São Paulo e Brasília. Voltado a integradores de segurança, o evento reuniu cerca de 90 executivos e faz parte da estratégia de expansão da operação da companhia no Brasil.

Durante os encontros, os participantes conheceram soluções de vídeo e análise, controle de acesso e as plataformas IQ, PowerManage e DSC Neo. A programação incluiu demonstrações ao vivo e uma palestra sobre cibersegurança e inteligência artificial aplicada à segurança.

Segundo Juan Guillermo Fernandez, gerente de desenvolvimento de negócios da Johnson Controls no Brasil para a América Latina, a iniciativa busca ampliar o relacionamento com clientes e parceiros e acompanha uma nova fase da operação da companhia no país, marcada pela formação de uma nova equipe de liderança e pela reabertura dos escritórios em São Paulo.

“O JCI Connect, como um evento próprio, é uma grande oportunidade de fortalecer nossos laços com clientes e parceiros, além de celebrar esse novo momento da empresa no país, com um novo time de liderança e a reabertura de nossos escritórios em São Paulo”, afirma Fernandez.

Entre os participantes, Fábio Jesus, coordenador de projetos do Grupo Protege, destacou a aproximação com o fabricante e o acesso a informações sobre os produtos. Para ele, esse conhecimento também pode ser levado aos clientes atendidos pela integradora.

Mauro Altino, CEO da Security Dynamics, empresa que atua como integradora da Johnson Controls há mais de dez anos, ressaltou o conteúdo sobre a integração da inteligência artificial aos sistemas de controle de acesso e CFTV.

Cesar Shiraiwa, da área de pré-vendas da Mendes Holler Engenharia, destacou as informações técnicas e o contato com profissionais do mercado proporcionados pelo encontro.

Já Rafael Gioia, CEO da Gioia Monitoramento, chamou a atenção para a integração entre sistemas de intrusão, controle de acesso e CFTV. A empresa atua há 18 anos no segmento com produtos DSC, da Johnson Controls.

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Resumen (español)

Johnson Controls realizó en São Paulo y Brasilia el JCI Connect, un encuentro dirigido a integradores de seguridad que reunió a cerca de 90 ejecutivos. El programa presentó soluciones de video y análisis, control de acceso, IQ, PowerManage y DSC Neo, además de demostraciones y una conferencia sobre ciberseguridad e inteligencia artificial aplicada a la seguridad. El evento forma parte de la estrategia de expansión de las operaciones de la compañía en Brasil.

Summary (English)

Johnson Controls held JCI Connect events in São Paulo and Brasília, bringing together around 90 security integration executives. The program covered video and analytics solutions, access control, IQ, PowerManage and DSC Neo, along with live demonstrations and a presentation on cybersecurity and artificial intelligence applied to security. The event is part of the company’s strategy to expand its operations in Brazil.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2026/08/johnson-controls-integradores.jpg 451 800 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2026-08-13 12:03:182026-08-13 12:03:18Johnson Controls reúne integradores de segurança em São Paulo e Brasília
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