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Chemours Company recebe reconhecimento da Honda Brasil

A Chemours Company está entre as seletas empresas reconhecidas como melhores fornecedoras da Honda Automóveis Brasil no ano de 2020.

O prêmio leva em conta critérios como qualidade, entrega, atendimento, custos, desempenho em divisão de peças, preservação do meio ambiente, entre outros.

A Chemours também foi reconhecida pela Honda Brasil em 2018 na mesma categoria de Excelência em Qualidade e Entrega pelo fornecimento de fluido refrigerante para o ar-condicionado de seus veículos.

De acordo com Renato Cesquini, Gerente Comercial da Chemours América Latina para o negócio de Soluções Térmicas Especializadas, este reconhecimento destaca a qualidade do atendimento e dos produtos da Chemours.

“A Honda é uma empresa de excelência e utiliza apenas produtos de alta qualidade. Portanto, ficamos muito felizes e satisfeitos em receber o prêmio da Honda Brasil por Excelência em Qualidade e Entrega, pois ele reconhece o foco da Chemours na qualidade oferecida ao cliente e o nosso serviço diferenciado e personalizado”, afirma.

Chemours no setor automobilístico brasileiro

 O fornecimento de fluidos refrigerantes para fabricantes de automóveis no Brasil permitiu que a Chemours estabelecesse uma grande presença no setor automotivo do país, e hoje, muitos dos veículos fabricados aqui utilizam os fluidos refrigerantes da Chemours em seus sistemas de ar-condicionado.

Esse compromisso de fornecer fluidos refrigerantes de alta qualidade para sistemas de ar-condicionado de automóveis se estende ao trabalho da Chemours para ajudar a fazer um mundo melhor por meio da química responsável. A empresa possui 10 metas a serem alcançadas até 2030 como parte de seu Compromisso de Responsabilidade Corporativa. As metas, mapeadas de acordo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, incluem ter ofertas sustentáveis de produtos, como o portfólio Opteon™, que atende às necessidades do mercado e cumpre as normas ambientais.

Segundo Cesquini, a Chemours é sócia da Honda em diversos países, incluindo os da América Latina, e hoje fornece para a empresa o Opteon™ YF (R-1234yf), fluido refrigerante que tem baixo potencial de aquecimento global (GWP) e zero potencial de esgotamento do ozônio (ODP). O uso do Opteon™ YF demonstra que ambas as empresas estão alinhadas com o compromisso de desenvolvimento sustentável da Organização das Nações Unidas.

Toshiba de volta ao Brasil

A marca japonesa Toshiba tem um lugar marcado na história da propaganda brasileira. É dela, por exemplo, o slogan que diz que “os nossos japoneses são mais criativos do que os japoneses dos outros”, em uma época que a marca disputava o mercado de eletrônicos com rivais como Mitsubishi, Panasonic e Sanyo. Agora, a Toshiba é mais chinesa do que nunca e está voltando ao mercado brasileiro com lavadoras, refrigeradores e outros itens para a casa em parceria com a Midea Carrier.

Há cinco anos, a chinesa Midea Carrier adquiriu a linha de eletrodomésticos da Toshiba para aumentar a presença no segmento. Porém, só agora a companhia está trazendo a linha de volta para o Brasil, mirando os consumidores de alto padrão. Por enquanto, a empresa vai apostar em três categorias: refrigeradores, micro-ondas e máquinas lava e seca.

“Apostamos na marca Toshiba, pois ela tem um reconhecimento de marca muito grande especialmente com o público brasileiro”, afirma Felipe Costa, presidente da Midea Carrier no Brasil.

O slogan tradicional, no entanto, vai ficar definitivamente no passado. Segundo Costa, a ideia é trazer algo na linha de que “os nossos detalhes são mais criativos do que os detalhes dos outros”. O fato de o nome estar atrelado a uma marca chinesa deve atrapalhar as vendas, de acordo com o executivo. “No passado, existia muito a questão de marcas japonesas ligadas à qualidade, mas os consumidores não estão ligados mais na origem, e sim na experiência que a marca traz”, diz.

A ideia da Midea Carrier é turbinar os negócios de eletrodomésticos com a marca Toshiba. Em 2020, a empresa faturou R$ 2,5 bilhões, sendo 20% relacionados às vendas do segmento. Atualmente, os eletrodomésticos estão debaixo do guarda-chuva da marca Midea, com produtos como geladeiras, fritadeiras sem óleo, robôs aspiradores de pó e purificadores de ar. “Queremos usar a marca Midea no nível intermediário, e a Toshiba vai para os produtos premium”, afirma o executivo.

Com isso, a companhia pretende que o faturamento se multiplique nos próximos anos. Nas previsões da empresa, o faturamento deste ano será acima dos R$ 3 bilhões, o que geraria um crescimento de 20% em relação a 2020, sendo que 30% da receita de eletrodomésticos. Até 2025, a Midea Carrier quer estar entre os três as principais forças do setor, sendo que a Toshiba vai representar de 25% a 30% do faturamento projetado.

A fabricante também está fazendo contas para decidir se os produtos serão importados ou produzidos por aqui. Até agora, apenas o micro-ondas é feito localmente – a Midea Carrier tem plantas em Manaus (AM) e Canoas (RS) –, enquanto a lava e seca e os refrigeradores são importados. Costa, no entanto, diz que essa estratégia pode ser alterada, caso o real passe a se apreciar. “Não descartamos nenhum plano, e a nossa estratégia sempre vai levar em conta o câmbio”, afirma.

O executivo da Midea Carrier admite que a marca Toshiba tem uma conexão muito maior com os itens da linha marrom, como televisores. Mas algo que pode ajudar as vendas da Midea Carrier é que as televisões da Toshiba voltaram a ser vendidas em maio deste ano – e também com um DNA chinês, mas com uma mistura brasileira. A gigante chinesa Hisense, que comprou os direitos da marca Toshiba em TVs, fez parceria com a brasileira Multilaser, que também está adotando a Toshiba como uma marca premium.

Essa “bola dividida” pode trazer riscos. “A marca Toshiba é forte e tem grandes atributos. Mas como ela será controlada por dois grupos diferentes, é importante que tenham consistência entre si, senão o consumidor não vai entender”, diz Eduardo Tomiya, CEO da TM20 Branding.

Na época da venda das suas operações de eletrônicos e eletrodomésticos, o conglomerado japonês Toshiba estava em uma grave crise causada por manipulações contábeis em sua área de energia nuclear. O resultado: para diluir os prejuízos bilionários, vários negócios da Toshiba foram vendidos. E, agora, na mão dos chineses, a marca vai tentar conquistar novamente o País.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

HVAC-R entra em ritmo de retomada

Ao entrar no segundo ano da pandemia de covid-19 e poucos meses após o início da aplicação de vacinas no País, o varejo gradualmente vai retomando suas atividades, se equilibrando entre aberturas e fechamentos, ou ainda operando com restrições de circulação de clientes, de acordo com a determinação da administração de cada município.

O reaquecimento do comércio brasileiro como um todo se dá pelo aumento de 21% no volume das vendas realizadas em maio em comparação ao mesmo mês de 2020, já descontada a inflação, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), que monitora mensalmente 1,4 milhão de varejistas credenciados à empresa de meios de pagamentos.

A tendência também já havia sido apontada pela Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada no começo de junho pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a qual registrou em abril alta de 1,8% no volume de vendas do varejo em relação a março deste ano.

Apesar das crises econômica e sanitária, alguns segmentos estão conseguindo manter o fôlego, principalmente por causa das mudanças de hábitos das famílias. O HVAC-R é um deles, especialmente no caso da fabricação de equipamentos de ar-condicionado, que apresentou crescimento de 23,6% no primeiro trimestre deste ano, de acordo com dados da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava).

“A construção civil residencial projeta um ritmo acelerado de lançamentos, favorecendo a venda de equipamentos. A refrigeração comercial e industrial também vive um bom momento, pois as vendas dos supermercados e da indústria de alimentos (exportação) estão em expansão. Por outro lado, o grupo dos equipamentos centrais deverá ainda sofrer impactos da pandemia e das restrições, especialmente nos grandes centros de compras”, analisa Guilherme Moreira, economista responsável pelo Departamento de Economia e Estatística da entidade.

Igualmente, o novo coronavírus impôs diversos desafios para os varejistas do setor do frio. A niteroiense Eletrofrigor, por exemplo, foi obrigada a promover uma ampla adaptação de ordem sanitária na loja e nos escritórios e adotar um novo modelo de vendas, inclusive reforçando o seu e-commerce.

“Mesmo diante desse cenário, seguimos crescendo em 2021. As expectativas para 2022 são otimistas, tendo em vista a vacinação total da população até o final deste ano. Com isso, projetamos uma aceleração da economia no primeiro trimestre do próximo ano, situação que poderá levar a nossa empresa a crescer acima de 30% já no segundo trimestre”, afirma a CEO da empresa, Graciele Davince.

A empresária explica que a pandemia atrasou em alguns meses o plano de expansão da sede comércio, estabelecimento que foi reinaugurado em 7 de junho, em função da celebração dos dez anos de fundação do varejista, que também conta com uma unidade em São Gonçalo (RJ).

Segundo ela, o mix de produtos tem mudado muito nos últimos anos, principalmente na linha de refrigeração comercial, como compressores, fluidos refrigerantes e tubos de cobre, peças de reposição para refrigeração comercial e ferramentas.

“Ao longo dos meses de pandemia, a falta de insumos prejudicou as nossas vendas, principalmente de produtos com aço na composição, o que também inflacionou muito os preços. Em diversos casos não tivemos tantas opções de substituição, impactando também o resultado”, complementa Graciele, ao resumir um de seus principais desafios nesta crise sanitária.

 

E-commerce

Quando o comércio permaneceu fechado ou operando parcialmente, atendendo clientes apenas na porta do estabelecimento, as vendas pela internet fizeram a diferença para os varejistas. Quem já contava com plataforma de e-commerce reforçou sua atuação, e quem ainda não havia entrado neste mundo digital precisou correr para não ficar para trás.

O que era uma tendência que crescia gradualmente agora é uma realidade incontestável, e a maioria do mercado do frio tem apostado nela, a exemplo da Dufrio, gigante que emprega 2,2 mil colaboradores entre a matriz e as 19 filiais localizadas em 12 estados.

A companhia também precisou se reinventar para continuar forte. Aprimorou meios de atendimento, usando tecnologia em comunicação de forma ainda mais eficiente.

“O e-commerce acompanhou o cenário brasileiro, e o site da Dufrio tem conseguido atender à demanda com segurança nas operações e logística bem planejada, a partir dos cinco centros de distribuição que possuímos em regiões estratégicas”, descreve o CEO Guillermo Zanon, sem citar números de investimentos.

Assim como outros players, a Dufrio precisou se adaptar para dar conta do aumento das vendas durante a pandemia, culminando no início deste ano na divulgação ao mercado de planos para expansão de filiais/lojas físicas, como ocorreu no Rio de Janeiro (março) e no Recife (maio).

Em ambos os casos, explica o executivo, as lojas cresceram para poder atender os clientes com mais conforto e facilidade, como estacionamento e reorganização interna. “Além disso, em breve, vamos detalhar ao mercado a troca de ponto e ampliação da unidade em São Paulo, inauguração de loja em Campo Grande (MS) e troca de ponto em Belém (PA)”.

As vendas por meio de sites e aplicativos de comércio eletrônico fizeram a diferença nas contas das empresas do HVAC-R, mas poderiam ser ainda maiores não fosse o hábito, ainda muito arraigado entre boa parte dos profissionais, de preferir o contato direto com o produto em uma loja física.

“Há uma grande proporção de instaladores que não se adaptou às novas ferramentas digitais, demonstrando dificuldade em tirar proveito dessas facilidades e permanecendo ancorados em outra maneira de fazer as coisas”, diagnostica o consultor Miguel Ángel Jiménez, especializado em assuntos ligados à cadeia produtiva do frio.

“A cada dia”, reforça Graciele Davince, da Eletrofrigor, “chegam ao mercado equipamentos que consomem menos energia, fabricados com peças e componentes recicláveis, tudo muito mais automatizado, com aplicações de inteligência artificial (IA), internet das coisas (IoT) e internet de todas as coisas (IoE)”.

Agora não é mais uma questão de movimentar caixas ou vender produtos. É preciso saber vender soluções, dizem especialistas do setor, tanto nas lojas físicas quanto virtuais, uma vez que, aos poucos, muitos refrigeristas estão preferindo fazer determinadas compras ou negociações com o seu lojista de confiança por meio de sites, aplicativos, redes sociais ou call centers, o que representa uma grande mudança cultural.

Para os distribuidores profissionais, agora também é fundamental saber conciliar a proximidade e outras vantagens do atendimento no ponto de venda físico com o atendimento on-line, explorando a estratégia conhecida como “omnicanal”.

Enfim, o grande desafio do segmento é combinar a digitalização dos seus processos e comunicações com um tratamento personalizado a seus consumidores, principalmente instaladores, mecânicos, técnicos, engenheiros e outros profissionais do ramo de projeto, instalação, operação e manutenção de sistemas de refrigeração e ar condicionado.

Gree Electric Appliances realiza fórum sobre mercado de climatização e tendências

A Gree  irá realizar nesta terça-feira (20), às 19h no horário de Brasília, o fórum Mercado de Climatização – Retrospectiva e Tendências, que será transmitido no canal oficial da Gree, no Youtube.

O evento online faz parte de um conjunto de ações promovidas em comemoração ao aniversário da Gree, que está completando 20 anos no Brasil com uma trajetória repleta de conquistas. O fórum reunirá diversos profissionais renomados da área de climatização para explanar as principais tendências e mudanças enfrentadas pelo setor. A programação, que conta com diversas temáticas atuais sobre o mercado, também irá abordar a importância da eficiência energética no HVAC-R e a evolução do sistema AC.

“Através do debate entre os profissionais e especialistas, o evento online irá proporcionar uma imersão completa no mercado de climatização, com informações sobre o atual cenário, as tendências desse mercado e informações exclusivas do setor. Será um momento muito enriquecedor”, afirma Alex Chen, Diretor Comercial da Gree Brasil.

O evento online é voltado para todos os públicos que fazem parte da história da Gree, desde profissionais da área até os consumidores. Para os técnicos instaladores o evento irá contribuir com novos estudos e análises sobre o mercado de climatização e tendências, um aprendizado que irá agregar muito nas atividades profissionais do dia a dia. Já os consumidores poderão aproveitar o evento para explorar e conhecer em detalhes como o mercado de climatização funciona, a importância das boas práticas no setor e detalhes sobre a praticidade e eficiência oferecidas pelos equipamentos Gree.

Os participantes que acompanharem o evento terão, além de acesso às principais informações do mercado de climatização e explicações técnicas, um certificado online de participação, emitido pela Gree.

 

Confira a lista de participantes do Fórum Gree Brasil:

  • Fábio Cavalcanti
  • Matheus Lemes – Engenheiro e mestre em administração de negócios, atual Presidente do Departamento Nacional de Fabricantes de Ar Condicionado da ABRAVA.
  • Dilnara Titara – Jornalista e Relações Públicas do Grupo Eletrolar
  • Luiz Alberto Zanardi – Engenheiro Mecânico, Diretor Setorial Linha Ar Condicionado na ELETROS.
  • Emerson Cunha de Araújo – Coordenador do SENAI Amazonas Escola Antônio Simões especializada em Refrigeração e Climatização.
  • Eduardo Macedo – Atual diretor das Escolas SENAI São Paulo, Especializada em Refrigeração e Climatização. Engenheiro Mecânico e Pós-Graduado em Educação Profissional e Administração Industrial.
  • Sergio Matos – Engenheiro, professor universitário e especialista técnico em Educação Profissional da Firjan. Responsável Técnico dos Segmentos de Mecânica, Refrigeração e Metalurgia do Senai Rio de Janeiro.
  • Coronel Dower Jerônimo Morini Borges – Sr. Superintendente Adjunto de Projetos da SUFRAMA
  • Fábio Bittencourt – Gerente Executivo Comercial da Gree do Brasil

 

Serviço

Fórum Gree Brasil – Mercado de Climatização – Retrospectiva e Tendências

Quando: 20 de julho (terça-feira)

Horário: 19h (horário de Brasília)

Onde: https://www.youtube.com/watch?v=VV1nyMBFOw4

Programa de Instaladores Vip da LG tem parceria com a Armacell

A correta instalação dos materiais de refrigeração eleva a qualidade do sistema e evita problemas futuros. Essa máxima é levada muito a sério pela Armacell, fabricante global de isolantes térmico e acústico, que tem dado total apoio aos treinamentos realizados por empresas parceiras, entre elas a LG, um dos players do mercado de HVAC-R.

Criado em fevereiro de 2019, o Programa de Instaladores Vip da LG vem sendo bem recebido pelos profissionais e empresários que atuam no mercado HVAC-R. “A LG oferece o treinamento para mostrar as tecnologias disponíveis da linha de produtos, seu know-how na instalação de ar condicionado e outras informações importantes, como a garantia do serviço prestado”, afirma Alexandre Souza, gerente de serviços da companhia.

O treinamento também envolve os instrutores do Sebrae e do Senai, para levar informações sobre gestão e boas práticas de instalação. Para participar desse seleto grupo Vip, é necessário que o profissional tenha uma empresa aberta há um ano.

Souza explica que o programa é dividido em duas horas/dia durante uma semana com o Sebrae (online), uma semana na LG, sendo duas horas/dia (online) e uma semana de treinamento presencial na Nova Academia de Ar Condicionado da empresa junto com técnicos do Senai. Nesta fase presencial, são incluídas as palestras de especialistas do setor, como a ministrada por Antonio Borsatti, engenheiro e gerente técnico da Armacell, que reuniu 14 participantes, no treinamento realizado no mês de junho.

“Na parte de isolamento, identificamos que esses profissionais estavam acostumados a fazer a instalação de um único jeito, podendo levar até mais tempo. Com as dicas do Borsatti, como usar o gabarito que vem na embalagem do próprio isolamento, fica muito mais fácil e rápido executar os cortes no material”, conta o gerente.

Super Live – Dia do Refrigerista

Um dos eventos mais aguardados é a Super Live do Dia do Refrigerista, promovida pela Revista do Frio no canal do Clube do Frio no YouTube e em sua página no Facebook.

A data 07 de julho destaca a importância dos profissionais do ramo de refrigeração e climatização.

Gree lança aparelho para técnicos instaladores com alta precisão no diagnóstico do ar-condicionado

A Gree Electric Appliances acaba de lançar o Novo Teste Inverter, um aparelho destinado aos técnicos instaladores que faz a aferição e medição dos parâmetros de funcionamento de equipamentos Inverter com alta precisão. Segundo a empresa, o aparelho foi desenvolvido com tecnologia de ponta com o propósito de facilitar ainda mais o processo de instalação dos equipamentos de climatização, além de otimizar tempo.

A nova versão do equipamento está disponível na versão em português e conta com três botões, que trazem praticidade no manuseio e no diagnóstico.

“O Novo Teste Inverter foi desenvolvido especialmente para auxiliar e favorecer o trabalho do profissional instalador. Ele é uma ferramenta que permite aprimorar a qualidade do serviço pois detecta e analisa, de forma rápida, possíveis falhas no sistema. Por ser muito ágil, ele reduz consideravelmente o tempo de instalação do produto, beneficiando tanto o profissional quanto o consumidor” afirma Nicolaus Cheng, gerente de marketing da Gree Electric Appliances do Brasil.

 

Grupo Carrefour conclui conversão das lojas Makro em Atacadão

O Grupo Carrefour Brasil concluiu a conversão das lojas e postos de combustíveis adquiridos em fevereiro de 2020 da rede Makro no País em Atacadão. Prevista para ocorrer de 12 a 15 meses, a conversão levou seis meses e já mostra resultados acima do esperado.

Ao todo foram convertidas 29 lojas, sendo 22 próprias e 7 alugadas, e 13 postos de combustíveis, localizados em 17 Estados brasileiros. Somente uma loja alugada (localizada em São Gonçalo/RJ) e respectivo posto de combustível, das 30 inicialmente anunciadas, não foi adiante por questões negociais junto ao proprietário do imóvel. Destas 29 lojas, uma foi convertida em atacado de entrega pelo Atacadão e 28 em lojas da rede.

Revolução em curso na indústria de compressores

Fabricantes investem no desenvolvimento de equipamentos energeticamente mais eficientes, menores e menos ruidosos, compatíveis com refrigerantes de menor impacto ambiental.

Eficiência energética, mudança de fluidos refrigerantes, redução do tamanho do equipamento e melhor percepção acústica são os quatro pilares de ordem tecnológica que, nos últimos anos, fazem parte do planejamento dos fabricantes de compressores.

Investimentos pesados em pesquisa e desenvolvimento têm dado o tom nesse mercado, ditando o surgimento das principais tendências. Uma das maiores expoentes deste movimento, a Nidec Global Appliance, detentora da marca Embraco, anualmente investe entre 3% a 4% do faturamento em P&D, com um time de mais de 500 engenheiros. No Brasil, a companhia está investindo cerca de R$ 100 milhões em uma nova linha de produção para aumento da capacidade produtiva.

No campo da eficiência energética, por exemplo, o uso da tecnologia de velocidade variável tem ganhado terreno no HVAC-R mundial, uma vez que pode promover economia de energia de até 40% dependendo da aplicação, em comparação com um compressor de velocidade fixa.

“Compressores de velocidade variável têm um tipo diferente de motor, controlado por um inversor, que altera as velocidades, garantindo que a capacidade de refrigeração atendida pelo compressor corresponda às necessidades de cada aplicação, ao mesmo tempo garante que se use uma quantidade significativamente menor de energia”, explica o engenheiro de automação industrial Fábio Venâncio, gerente de vendas na Nidec Global Appliance e responsável pelo portfólio Embraco para aplicações comerciais e mercado de reposição na América Latina. Segundo o especialista, outro avanço importante neste segmento se dá a partir da miniaturização, tendência que deve continuar influenciando o mercado nos próximos anos. Isto porque um compressor menor tem uma combinação de ganhos, como melhor desempenho acústico, redução da carga de refrigerante e mais espaço no gabinete.

“Os avanços em design da marca Embraco permitem que um compressor menor tenha o mesmo ou até melhor desempenho, tanto em capacidade de refrigeração quanto em eficiência energética, do que um modelo maior. A miniaturização é possível para compressores de velocidade variável e de velocidade fixa”, salienta.

Já a migração para refrigerantes com baixo potencial de aquecimento global (GWP, na sigla em inglês) se tornou ainda mais forte a partir de ações mundiais pelo fim do uso de CFCs e HCFCs. “Dentro desse contexto, acreditamos que a utilização de hidrocarbonetos como o isobutano (R-600a) e o propano (R-290), que são refrigerantes naturais, é uma das melhores e mais viáveis alternativas no campo da refrigeração doméstica e comercial, especialmente de pequeno porte, por não serem prejudiciais à camada de ozônio, terem baixo GWP e ainda contribuírem para a eficiência energética do compressor”, esclarece Fábio.

Por último, o mercado do frio tem provado uma grande evolução no campo da percepção acústica, especialmente pelas alterações no design interno dos compressores e pelo uso da velocidade variável.

“Desde o primeiro compressor vendido pela Embraco, que era o PW, em comparação com as plataformas de compressores lançadas atualmente, o ruído gerado pelo aparelho teve reduções que chegam a até 10 decibéis, diferença que é percebida pelo ouvido humano como sendo duas vezes mais baixo”, enfatiza o engenheiro, lembrando que os ruídos emitidos são ainda menores em compressores de velocidade variável.

 Compressores inteligentes

Uma das maiores fabricantes de compressores do mundo, a Danfoss também se destaca no mercado pelos expressivos investimentos em tecnologias para fornecer compressores inteligentes, sustentáveis e energeticamente eficientes para uma variada gama de aplicações comerciais.

Entre esses equipamentos de ponta está o Danfoss Turbocor, primeiro compressor mancal magnético sem óleo para o HVAC-R, que fornece alta eficiência e baixos níveis de ruído, com uma área de ocupação compacta. Tal desempenho é obtido com rolamentos magnéticos sem óleo, que proporcionam eficiência com zero degradação de desempenho ao longo da vida útil do compressor.

“Esses compressores possuem a flexibilidade de serem utilizados em chillers refrigerados a ar, a água e por evaporação, operando em uma ampla gama de aplicações, tais como refrigeração de conforto, processos em baixa temperatura, armazenagem de gelo e recuperação de calor. Essa flexibilidade resultou em mais de 80 mil unidades instaladas em locais de trabalho ao redor do mundo”, frisa o engenheiro mecânico Gustavo Asquino, gerente de vendas e marketing da área de refrigeração da Danfoss na América Latina. Ele explica que os compressores de ar-condicionado fabricados pela multinacional reduzem custos durante toda a vida útil do produto, além de dar apoio ao design do sistema para um desempenho de alta eficiência e para o uso de refrigerantes alternativos para aplicações de HVAC-R comerciais leves, comerciais e industriais, como unidades de telhado, chillers, refrigeração de processo, unidades modulares, entre outras.

“Entre os lançamentos recentes está a terceira geração dos compressores scroll VZH, que conta a tecnologia IDV – Intermediate Discharge Valve – válvula de descarga intermediária, para maior eficiência sazonal, além de um mapa operacional mais amplo. Esses produtos são particularmente adequados para aplicações reversíveis de conforto e unidades de ar condicionado para datacenters”, descreve.

Da mesma forma, a empresa tem apostado nos compressores de refrigeração para aplicações comerciais, tais como câmaras frigoríficas, expositores, máquinas de gelo, expositores com portas de vidro e refrigeração de processos. Sua qualificação com refrigerantes com menor GWP torna esses equipamentos compatíveis com regulamentações globais sobre gases de efeito estufa fluorados.

“Os compressores são projetados para refrigeração, bem como para aplicações de ar-condicionado com refrigerantes como R-404A, R-507A, R-407C e R-22, mas também com refrigerantes com menor GWP, tais como R-134a, R-407A/R-407F, R-448A, R-449A e R-452A”, explica Gustavo, para quem uma das tendências do setor é a alta eficiência em cargas parciais, realidade em expansão no segmento de ar condicionado.

Potências variadas

Outra gigante que também atua no mercado de compressores, a Elgin oferece uma linha com equipamentos com potência de 1/12 HP até 6 HP do tipo alternativo de pistão e uma linha scroll de 1 1/3 HP até 15 HP, que podem ser aplicadas desde bebedouros até câmaras frigoríficas.

“Nossos compressores são desenvolvidos para atender às necessidades do mercado com alta performance e baixo consumo de energia e estão disponíveis para aplicação dos fluidos refrigerantes R-22, R-134a, R-404A e blends”, salienta o engenheiro Vanderlei Pinto, gerente de produtos da empresa. Além disso, complementa o executivo, a Elgin estuda projetos de compressores do tipo Inverter e o desenvolvimento das linhas com fluidos naturais, como R-290, para os próximos anos.

Emenda de Kigali

A eliminação progressiva de gases refrigerantes de alto impacto climático já está em curso na União Europeia e em outros países.

A Emenda de Kigali ao Protocolo de Montreal, aprovada em Ruanda em 2016 e em vigor desde 2019, visa cortar a produção e o consumo de HFCs em mais de 80% nos próximos 30 anos. Esse novo cenário tecnológico não é só uma resposta da indústria a pressões de ordem ambiental, como a emergência climática, mas também à demanda por maiores índices de eficiência energética, segundo especialistas do segmento.

Embora o Brasil ainda não tenha ratificado a Emenda de Kigali, fabricantes e ambientalistas têm pressionado o Congresso a votar o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 1.100/18, que aprova o texto do acordo climático.

De acordo essa coalização, a adesão do Brasil ao tratado permitirá que os fabricantes nacionais de equipamentos de refrigeração e ar condicionado tenham acesso a cerca de US$ 100 milhões.

O dinheiro é parte dos recursos do Fundo Multilateral para Implementação do Protocolo de Montreal para o período de 2021-2023 e deve ser destinado à adaptação de processos produtivos.

Isso, dizem seus defensores, faria com “que a indústria brasileira ficasse alinhada às inovações já presentes em mercados como o americano, o europeu, o chinês e o indiano”.

Caso contrário, o Brasil perderá competitividade e o mercado consumidor brasileiro correrá o risco de se consolidar como destino de produtos obsoletos e de alto consumo de energia.

Até o momento, mais de 120 países, bem como a UE, ratificaram a Emenda de Kigali, mas Brasil, Índia, China e EUA têm sido, até agora, exceções notáveis. EUA e China, porém, já sinalizaram que vão implementar o tratado.

Num comunicado conjunto divulgado em abril, ambos informaram que “se comprometeram a cooperar” entre si e com outros países para enfrentar as mudanças climáticas.

A Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA), inclusive, já propôs um conjunto de regras para reduzir em 85% a produção e a importação de HFCs nos próximos 15 anos.

O diretor da EPA, Michael Regan, avalia que o país “está tomando uma ação importante para ajudar a manter o aumento da temperatura global sob controle”, ressaltando que a medida estimulará a “fabricação de novos produtos seguros para o clima”. O Instituto de Refrigeração, Aquecimento e Ar Condicionado (AHRI), entidade que representa os fabricantes de equipamentos, ressalta que as indústrias americanas já gastaram bilhões de dólares no desenvolvimento de fluidos refrigerantes alternativos aos HFCs para exportação, como fluorquímicos à base de HFOs, que vêm sendo cada vez mais aprovados por fabricantes de compressores ao redor do mundo, tanto para retrofits quanto para uso em novos equipamentos especialmente projetados para operar com esses gases.

Revista do Frio promove live para comemorar Dia do Refrigerista

A Revista do Frio e o Clube do Frio promoverão, em 7 de julho, a segunda edição da Super Live do Dia do Refrigerista, evento gratuito organizado na data em que a indústria e o comércio costumam homenagear os profissionais do mercado de refrigeração e ar condicionado.

Segundo os organizadores, a transmissão será realizada das 15h às 21h. O primeiro convidado a participar da live será o engenheiro Mauro Mendonça, diretor comercial da Vulkan, que vai falar sobre as principais ferramentas do grupo alemão para o setor, entre às 15h e 16h.

Em seguida, até às 17h, será a vez do gerente comercial da Daikin, Gilmar Oliveira, divulgar as últimas novidades da multinacional japonesa para o mercado de climatização.

Das 17h às 18h, será a vez do diretor comercial da Mastercool, André Oliveira, que falará sobre as novidades do fabricante de ferramentas norte-americano.

Depois, das 18h às 19h, o gerente de produto de ar condicionado da Samsung, Gustavo Ribeiro, falará sobre os sistemas de climatização e treinamentos oferecidos pela multinacional coreana.

O engenheiro Amaral Gurgel, consultor da Chemours, vai falar, das 19h às 20h, sobre a importância da qualidade dos fluidos refrigerantes e as novas opções disponíveis no mercado brasileiro.

Por fim, das 20h às 21h, será a vez dos convidados da Fujitsu. A multinacional vai aproveitar a Super Live do Dia do Refrigerista para apresentar o novo presidente da empresa no País, Sayama-san, divulgar seus produtos, treinamentos e programa de credenciamento.

O fabricante japonês também vai explicar como funciona seu Clube de Instaladores e sortear ferramentas para quem acompanhar a live.