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Arquivo para Tag: HVAC-R

Splits com R-290 na Europa

02/09/2021
Os splits All Easy Series R-290, linha de condicionadores de ar residenciais apresentada pelo grupo chinês Midea na Mostra Convegno Expocomfort de 2018, em Milão, na Itália, agora estão disponíveis comercialmente na Europa.

Segundo a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Unido, na sigla em inglês), a primeira remessa dos aparelhos chegou recentemente à sede europeia da empresa, na Alemanha.

“Os condicionadores de ar portáteis com R-290 fabricados pela Midea já estão à venda na Europa há algum tempo, mas a chegada dos splits All Easy Series R-290 é uma virada de jogo [no setor de climatização]”, ressalta a Unido.

A agência da ONU avalia que “a disponibilidade dos splits com R-290 da Midea deve agitar o mercado europeu, conduzindo a uma transição que ajudará a reduzir o consumo de energia e as emissões de gases de efeito estufa [GEE] no continente”.

 

Fonte: Blog do Frio

http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png 0 0 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2021-09-02 13:42:142021-09-02 13:43:48Splits com R-290 na Europa

PMOC transforma trajetória da indústria de climatização

27/08/2021

A pandemia do novo coronavírus acabou tendo um efeito positivo em torno da qualidade do ar interior, visto que empresas e governos passaram a dar mais atenção a este requisito em edificações de grande circulação de pessoas.

Três anos e meio após a entrada em vigor da Lei 13.589, de 4 de janeiro de 2018, o Plano de Manutenção, Operação e Controle (PMOC) modificou positivamente o HVAC-R nacional. Deu um novo rumo não só ao regramento para a execução de projetos, mas também alterou a maneira como o mercado passou a encarar a capacitação profissional e a importância da qualidade do ar interior (QAI).

As atribuições em torno do PMOC provocaram ainda uma controvérsia entre engenheiros e técnicos e suas respectivas entidades representativas, sobre quem poderia ou não desenvolver projetos e executá-los. Para resolver a rusga e enfrentando a contrariedade do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), o Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT) editou a Resolução 68, que abriu caminho para os refrigeristas capacitados atuarem no planejamento, execução e avaliação da manutenção de sistemas de refrigeração e climatização.

“Com o PMOC, o mercado de manutenção e operação de sistemas de climatização melhorou bastante”, observa o engenheiro Arnaldo Lopes Parra, diretor de relações institucionais da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), enfatizando que não cabe à sua entidade regulamentar, fiscalizar ou mesmo determinar as atribuições legais desta ou daquela classe profissional.

“As empresas do setor, incluindo prestadores de serviço, laboratórios de análises e fabricantes de produtos de limpeza, se prepararam para melhor atender à demanda crescente. Na outra ponta, setores-clientes, a exemplo de comércios, escritórios, clínicas, hospitais e indústrias, que ainda não estavam prestando atenção às obrigações com a QAI, se sensibilizaram e buscaram se adaptar”, afirma o especialista, lembrando que esse processo acabou se refletindo no aumento da procura por profissionais da área, busca de conhecimento e ampliação do mercado como um todo.

Em verdade, o PMOC surgiu a partir da Portaria 3.523/1998, que aprovou regulamento técnico contendo medidas básicas referentes aos procedimentos de verificação visual do estado de limpeza, remoção de sujidades por métodos físicos e manutenção do estado de integridade e eficiência de todos os componentes dos sistemas de climatização, para garantir a qualidade do ar de interiores e prevenção de riscos à saúde dos ocupantes de ambientes climatizados.

De acordo com o artigo 6º da Portaria, assinada pelo então ministro da Saúde, José Serra, “os proprietários, locatários e prepostos, responsáveis por sistemas de climatização com capacidade acima de 5 TR (15.000 kcal/h = 60.000 BTU/h), deverão manter um responsável técnico habilitado”.

As atenções voltadas ao PMOC e à QAI foram ampliadas também a partir da pandemia de Covid-19, iniciada no primeiro trimestre de 2020. “Este período serviu para o público em geral entender a importância da QAI. Houve uma crescente preocupação de grandes empresas, para assegurar que seus sistemas atendessem plenamente

“Com o PMOC, o mercado de manutenção e operação de sistemas de climatização melhorou bastante”, avalia o diretor de relações institucionais da Abrava, Arnaldo Parra

às normas e leis já existentes e suprimir eventuais pontos de insalubridade, evitando demandas trabalhistas decorrentes de problemas associados com má QAI, ou mesmo demandas civis por conta de clientes ou fornecedores que se sintam afetados”, explica Parra.

O diretor da Abrava entende que a legislação atual é boa e caminha para melhorias, assim que evoluir para um novo regulamento técnico, a fim de atender diretamente à Lei nº 13.589/2018. “Como ainda estamos longe de ter adquirido uma consciência coletiva em relação à QAI, as leis precisam devem ser usadas como instrumento disciplinador, mas o justo seria que as pessoas buscassem seus direitos de respirar um ar mais puro, da mesma forma como nos preocupamos hoje com a qualidade da água que bebemos”, complementa.

Similar visão tem o engenheiro Alexandre Fernandes, professor especializado em PMOC na Escola Técnica Profissional de Curitiba e da Faculdade Profissional (Fapro) e diretor de fiscalização e normas do Conselho Regional dos Técnicos Industriais (CRT) da 4ª Região – Paraná e Santa Catarina.

Para ele, não há dúvidas de que a legislação melhorou o mercado para a cadeia produtiva do HVAC-R, pois o que era uma portaria do governo passou a ser uma lei respaldada pelo Congresso Nacional e pela Presidência da República. “O PMOC foi muito fortalecido, além da força da lei, também existe a publicidade da mesma, que acaba gerando força para que o assunto manutenção de climatização fique em pauta”, salienta.

O docente acredita que a legislação deve ser dinâmica, para que as leis se adaptem às mudanças da sociedade, afinal toda lei tem seu próprio tempo de maturação. “De fato, tanto a Lei 13.589/2018 quanto a Portaria 3.523/1998 são muito inteligentes e baseadas em princípios. Elas estão para quem trabalha com manutenção no HVAC-R do mesmo modo que a Constituição dos Estados Unidos está para a sua população. Quando temos leis baseadas em princípios, elas não precisam mudar”, argumenta Fernandes.

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Ao contrário, a Resolução 9, de 16 de janeiro de 2003, necessita ser atualizada para ser mais dinâmica, ressalva o professor da Fapro. A legislação em questão determina a publicação de orientação técnica elaborada por grupo técnico assessor, sobre padrões referenciais de qualidade do ar interior, em ambientes climatizados artificialmente de uso público e coletivo.

“Eu nada mudaria na Portaria 3.523/1998 e na Lei 13.589/2018, apenas promoveria uma pequena atualização na Resolução 9, pois nela encontram-se os parâmetros para a aplicação da lei, que podem e devem progredir. Um exemplo é a renovação do ar, que simplesmente poderia ter estabelecido o uso dos parâmetros da NBR 16401 da versão em vigor, o mesmo ocorrendo na questão da filtragem”, realça Fernandes.

Ensino

Outro legado que o PMOC trouxe ao HVAC-R brasileiro foi a rápida adaptação dos currículos de ensino, seja em cursos técnicos, graduação ou pós-graduação. O tema passou a ser muito mais enfatizado, e em determinados casos, como na Escola Técnica Profissional de Curitiba e na Faculdade Profissional (Fapro), até o juramento feito na formatura cita o PMOC, e os formandos juram fazê-lo de forma correta, independentemente de fiscalização.

“A manutenção 4.0 é uma realidade em países desenvolvidos e nós ainda estamos mudando de corretiva para preventiva. Ela poderia ser uma das atualizações da RE-09, ou seja, a preditiva, e as empresas que tenham mais manutenção automatizada podem não precisar de periodicidade obrigatória, trocando um filtro, por exemplo, apenas quando for necessário”, indica Fernandes. O diretor do CRT-PR/SC conta que entre 2002 e 2010 foi responsável pelo PMOC (8.000 TR) da montadora francesa Renault e de outras multinacionais, “e independentemente de haver uma lei, eles fariam o PMOC, pois a manutenção nas corporações de porte faz parte do currículo intrínseco dos profissionais, e as instituições em geral deveriam estar mais perto da indústria, formando profissionais mais preparados para os casos reais do dia a dia”, conclui.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2021/08/pmoc.jpg 653 1200 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2021-08-27 15:05:482021-08-27 15:06:43PMOC transforma trajetória da indústria de climatização

Indústrias Tosi fornece equipamentos para o Hospital Tacchini

27/08/2021

Fundado em 1924, o Hospital Tacchini, localizado em Bento Gonçalves (RS), surgiu da necessidade de uma estrutura que pudesse abrigar equipamentos e remédios que dessem ao médico italiano, Bartholomeu Tacchini, as condições de trabalho para atender a população. Resultado da união da comunidade, o primeiro prédio hospitalar foi concluído em 1927.

Nestes 96 anos, o Hospital Tacchini passou por várias ampliações e modernizações em seu complexo hospitalar. Em 2013, através da parceria com as Indústrias Tosi, o Hospital passou por um retrofit e adquiriu chillers de 90 TR e de 180 TR de condensação a água, fornecidos pela empresa. Em 2019, o complexo hospitalar passou por uma ampliação de área construída, concluída em 2021, optando pela instalação de um novo chiller de 120 TR da Multistack, parceira da Tosi, alcançando um COP (Coeficiente de Performance) de aproximadamente 0,6475 kW/TR (5,43 kW/kW), monitorado remotamente da fábrica, localizada em Cabreúva, interior de São Paulo.

De acordo com Lucas Tosi, engenheiro da Indústrias Tosi, novas construções têm adotado equipamentos que proporcionam maior economia de energia, como o Turbocor, compressor centrífugo com mancais magnéticos de última geração da Multistack, que contribui para a diminuição do consumo de energia graças à sua alta eficiência.

Equipamento possui monitoramento remoto

“Ao invés da lubrificação a óleo, o Turbocor utiliza mancais magnéticos permanentes. Isto reduz as perdas por fricção, tornando o compressor mais eficiente. A operação sem óleo também reduz a complexidade ao mesmo tempo em que diminui os custos. As principais características dos compressores Turbocor com mancais magnéticos são, além do fato de não utilizarem óleo para lubrificação de seus mancais, operando por levitação magnética, o uso de duplo estágio de compressão que, além de melhorar a eficiência, permite que se atinjam diferenciais de pressão suficientes para o uso em chillers de condensação à ar e a incorporação da variação da velocidade de rotação, garantindo a excepcional performance em cargas parciais, que repre sentam mais de 90% do tempo de uso dos chillers”, explica.

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Marcos Santamaria, engenheiro da Tosi, destaca que o principal desafio foi apresentar o menor consumo médio de energia. “A plena carga, os compressores Turbocor de capacidades equivalentes a de compressores parafuso apresentam eficiência semelhantes a dos melhores compressores centrífugos de capacidades superiores, com COP na faixa de 0,5 kW/TR a 0,6 kW/TR na condensação a água e 0,9 kW/TR a 1,0 kW/TR na condensação à ar. Mas é nas operações em cargas parciais, especialmente em condições onde as temperaturas de condensação são mais baixas e que representam a maior parte do tempo de operação dos equipamentos, é que estes compressores atingem índices de eficiência mais impressionantes, com IPLV (Valor Integrado de Carga Parcial) na faixa de 0,30 kW/TR a 0,35 kW/TR na condensação à água e 0,50 kW/TR a 0, 60kW/TR na condensação à ar”, comenta.

Santamaria acrescenta que chillers com compressores centrífugos com mancais magnéticos Turbocor são especialmente indicados para instalações que operam 24 horas, como é o caso do Hospital Tacchini, em 3 turnos: “Durante a noite, temos temperaturas mais baixas e é nesta condição operacional que estes compressores ampliam sua vantagem em termos de eficiência energética em relação aos demais tipos de compressores, como também o prazo para o retorno do investimento adicional em chillers de alta eficiência energética com esta tecnologia embarcada”.

Outra característica do sistema de velocidade variável com mancais magnéticos sem óleo, segundo o engenheiro, é o seu tamanho, reduzindo o espaço necessário para instalação. Seu baixo ruído (72 dB) e sem vibração elimina a necessidade de equipamentos de isolamento e facilita a construção da unidade, bem como reduz os custos de instalação do sistema. Por sua vez, o fato de não conter óleo economiza no custo de manutenção no pós-venda.

Chiller -120 TR

Central de Água Gelada otimizada

De acordo com Santamaria, a composição da CAG (Central de Água Gelada) influência a eficiência na aplicação de qualquer chiller, como é o caso de chillers em série ao invés de em paralelo, diferenças que se acentuam ainda mais com compressores Turbocor, capazes de tirar proveito ainda maior da redução nos diferenciais de pressão de evaporação e condensação em relação aos chillers com outros tipos de compressores.

“Exemplificando, qualquer compressor apresenta maior eficiência energética quando o diferencial entre as temperaturas de evaporação e condensação do fluido refrigerante são menores, mas, são os compressores centrífugos com mancais magnéticos isentos de óleo que podem trabalhar com os menores diferenciais de pressão provenientes das temperaturas de condensação mais baixas. Compressores que utilizam óleo como lubrificante de seus mancais não podem operar com pressões de condensação abaixo de um determinado limite, pois passam a apresentar problemas de lubrificação que podem levar a quebra destes compressores, impedindo que atinjam melhores índices de eficiência energética em condições operacionais de temperaturas de condensação mais baixas”, informa.

Ele diz ainda que o payback para o usuário é em geral muito rápido, já que 99% da operação dos equipamentos é em condições de carga parcial, onde a eficiência energética dos compressores com mancais magnéticos é muito elevada, além da baixa manutenção, adequação da carga térmica desejada e controle preciso do sistema, o que se traduz em conforto térmico com economia de energia e rapidez de resposta.

A Indústrias Tosi foi pioneira na introdução de chillers com esta tecnologia no Brasil, e equipamentos operando há mais de 10 anos em diversos tipos de instalações.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2021/08/hospital-tacchini_chiller-120-TR-e1630079033722.jpeg 640 960 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2021-08-27 12:49:412021-08-27 12:57:23Indústrias Tosi fornece equipamentos para o Hospital Tacchini

Danfoss anuncia o melhor semestre de sua história

24/08/2021

No primeiro semestre de 2021, a Danfoss aumentou suas vendas para € 3,3 bilhões – um crescimento de 18% em moeda local. A multinacional dinamarquesa obteve um grande crescimento em todas as regiões, apesar de algumas partes do mundo ainda serem afetadas pela pandemia da COVID-19. A empresa deu continuidade a expressivos investimentos em inovação (P&D), representando 4,7% das vendas. Ao mesmo tempo apresentou um aumento de 45% nos lucros operacionais com o EBITA de € 449 milhões, lucro operacional que superou o forte nível do primeiro semestre de 2019, antes da pandemia. O lucro líquido aumentou 74%, totalizando € 286 milhões.

http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png 0 0 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2021-08-24 13:50:092021-08-24 13:50:09Danfoss anuncia o melhor semestre de sua história

Energia solar no Brasil atinge marca histórica

24/08/2021

O Brasil acaba de ultrapassar a marca histórica de 10 gigawatts (GW) de potência operacional da fonte solar fotovoltaica, em usinas de grande porte e em pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), somados, os sistemas fotovoltaicos representam mais de 70% da potência da usina hidrelétrica de Itaipu, segunda maior do mundo e maior da América Latina. Isso reforça o papel estratégico da tecnologia no suprimento de eletricidade no País, fundamental para a retomada do crescimento econômico nacional.

Fonte: ABSOLAR – Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica

http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png 0 0 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2021-08-24 11:30:412021-08-24 11:30:41Energia solar no Brasil atinge marca histórica

Conheça a unidade móvel da Daikin

23/08/2021
http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png 0 0 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2021-08-23 13:57:152021-09-23 13:59:06Conheça a unidade móvel da Daikin

Fernando Arthur Oliva Berto revela sua paixão pela profissão no mercado do frio

23/08/2021

Aos 43 anos, Fernando Arthur Oliva Berto não se intimida em dizer que hoje, o mercado de climatização e refrigeração conta com muitas informações à disposição dos profissionais que fazem parte do setor de HVAC-R. À frente da Friotec Climatização & Elétrica, localizada em Teresina (PI), Fernando enfatiza as mudanças para melhor, principalmente na questão do acesso às informações, tanto por parte dos grandes fabricantes quanto por parte dos próprios técnicos que se ajudam mutuamente.

“Hoje o mercado de refrigeração e climatização é muito melhor, comparado há alguns anos, sem sobra de dúvidas. Além de ser mais flexível em relação as informações técnicas, treinamentos e cursos em EAD (Ensino a Distância). Claro que ainda precisamos desburocratizar processos para podermos evoluir na mesma proporção. Sei que isso não depende só do fabricante, é um conjunto de ações (fabricante x instalador). Mas, estou muito feliz com o nosso mercado de refrigeração e climatização e otimista com o que há de vir”, revela Fernando.

Ele conta que ingressou no mercado da refrigeração aos 16 anos, trabalhando como ajudante de seu pai, Orlando Santos Nascimento.

“Foi aí que começou meu contato com a profissão, mas nessa época, ainda morava em Salvador (BA), e também estava concluindo meus estudos. Confesso que não gostava muito, porém, tentava entender aquelas máquinas grandes, sem fim, e os vários metros de tubulações com comandos gigantes!” Em 1996, os pais de Fernando se mudaram para Teresina, no Piauí, porém ele, por causa dos estudos, permaneceu morando em Salvador.

“Nessa época, ainda estava em Salvador. E só ia à Teresina para passar férias. Meu pai tinha fechado um contrato com a rede Pão de Açúcar para cuidar da manutenção dos supermercados, e sempre que ia visitá-los, meu pai fazia questão de me levar para trabalhar com ele e o meu irmão Marcus Vinicius Oliva Berto. A Friotec, empresa que comando, surgiu de forma obrigatória e dolorosa pelo falecimento do meu pai, meu professor, mestre e incentivador, Orlando Santos Nascimento. Ele e era um apaixonado pela profissão e assumi essa paixão para minha vida”. Fernando pontua a busca por conhecimento e atualização, que admite pesar muito nessa profissão.

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“Hoje, vejo o quanto conhecimento posso adquirir e que me ajuda muito em campo e na minha profissão de um modo geral. Antes, para se conseguir uma informação técnica, era quase ganhar na loteria. Temos hoje uma facilidade absurda de ter essas informações e ainda, gratuitamente. Também não tínhamos tantas ferramentas para melhorar nossos serviços em relação aos dias de hoje. Além do mais, o mercado agregou outras mudanças significativas na forma de fazer negócio, nos equipamentos, tecnologia mais presente, a maneira de apresentar os produtos, as ferramentas, e uma maior proximidade entre fabricantes e instaladores, com mais acesso às informações, treinamentos técnicos abertos ao público e workshops, trazendo ao mercado uma nova maneira de networking”.

Fernando destaca ainda a conscientização por parte dos instaladores sobre às boas práticas adotadas, nem sempre fácil. “Como dizem, a teoria na prática é outra! Se você conseguir transmitir do papel para a prática corretamente as informações contidas no manual, você já fez tudo certo dentro dos padrões dos fabricantes. É imprescindível exercer sempre as boas práticas, independente do que haja. Hoje, a climatização de modo geral, é tão importante quanto o ar que respiramos. Só olhar ao redor para perceber o quanto ela é importante e o quanto faz parte das nossas vidas. Cito como exemplos, a importância do ar condicionado no atendimento em hospitais, a sala de cirurgia, no carro que você dirige, em equipamentos de TI, e em tantos infinitos lugares que dependem exclusivamente da climatização. A Friotec, por exemplo, atua diretamente na área de climatização, esse é nosso foco e já estamos há 16 anos no mercado. Também trabalhamos com alguns equipamentos para refrigeração comercial. Gosto muito de estar em campo, pondo a mão na massa. Por isso, destaco a mão de obra qualificada, ela existe, mas ainda temos muito que melhorar. Na verdade, precisamos melhorar todos os dias”.

Presente nas redes sociais como no Instagram, Facebook, WhatsApp e Youtube, ele considera um meio importante para divulgar ações da indústria do frio.

“Essas plataformas são importantes meios de informações, e conseguem gerar quase que instantaneamente formas de fazer negócios, network, divulgação, aprendizados, e na maioria das vezes, de forma gratuita. Acredito que, se não fossem essas plataformas, a evolução do mercado não aconteceria na mesma velocidade. Essas ferramentas é o que nos mantém vivos, literalmente”, enfatiza.

Sempre faça algo por alguém

Fernando tem 5 irmãos e é pai de 4 meninos: Heitor, Guilherme, Matheus e Nicolas, fruto de seu casamento com Silvana.

“Sou casado com Silvana, uma mulher maravilhosa, que eu amo, pai de quatro filhos lindos. Sou uma pessoa que vejo sempre o lado bom das pessoas, sempre tentando ajudar de alguma forma. Adoro meus filhos, minha esposa e tudo que faço é pensando sempre neles. Se eles estão bem, então está tudo bem. Tenho muita sorte, tenho grandes amigos. Adoro praia, surfar, jogar bola e esporte. Amizade para mim é algo muito sério, não dá para ser meio amigo, ou é ou não é! Um dos meus sonhos é ver todos falando a mesma língua, quero e estou fazendo lutando para isso acontecer, que todos possam ter as mesmas oportunidades que eu tenho. Quero poder ajudar muita gente, o máximo de pessoas possível para que elas possam sonhar e realizar alguns sonhos que essa profissão linda que Deus nos deu nos proporciona. Tenho muita coisa ainda para realizar e com fé em Deus, eu não tenho dúvida que isso será possível. Gostaria de deixar registrado aqui a minha gratidão ao responsável por tudo que eu sou e que me tornei como pessoa e profissional, meu irmão, sócio e um pai para mim, o Marcus. Te amo meu irmão”.

Fernando deixa a sua mensagem a todos os leitores e profissionais do mercado: “Sempre faça algo por alguém, independente de quem seja. A bondade, a vontade de fazer o bem, tem uma força que vai além do que você pode ganhar financeiramente. Procure ser bem relacionado com todos do segmento, independente de fabricante. O que importa sempre são os laços que você cria com caráter, humildade, generosidade, confiança, respeito e, principalmente, com muita simplicidade”.

Nos momentos de lazer, além de bater bola e surfar, ele desfruta a companhia de Silvana

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2021/08/foto-1-gente-do-frio-agosto-fernando-friotec-scaled-e1629730189734.jpg 842 1199 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2021-08-23 11:48:492021-09-22 11:22:58Fernando Arthur Oliva Berto revela sua paixão pela profissão no mercado do frio

Johnson Controls-Hitachi Ar Condicionado faz nova série de treinamentos online para instaladores em setembro

20/08/2021

No próximo mês de setembro, a Johnson Controls–Hitachi Ar Condicionado dará prosseguimento à série de treinamentos online para instaladores que tem realizado ao longo do ano com mais quatro cursos sobre seus produtos e como fazer uma melhor instalação, operação e manutenção deles.

Nos dias 1o e 2, o curso será sobre a Família PrimAiry; no dia 9, o tema será o equipamento Chiller Scroll Inverter e Fixo; entre os dias 14 e 16, serão abordados os Sistemas VRF (Set Free Sigma + Side Smart+ Mini VRF); e nos dias 28 e 29, o assunto será o Chiller Samurai Parafuso Série A (também conhecido como New Samurai).

Os treinamentos online da Johnson Controls-Hitachi são todos ministrados pela plataforma Microsoft Teams e o participante terá direito a um certificado desde que cumpra todo o programa durante o curso e tenha um aproveitamento mínimo de 70% na avaliação final.

O calendário pode ter eventuais alterações, as vagas são limitadas e as inscrições são encerradas uma semana antes do treinamento. Todas as modificações são comunicadas aos inscritos e a recomendação é para se acompanhar também a página de treinamentos da Johnson Controls-Hitachi. O custo de inscrição para cada um dos treinamentos é de R$ 350,00.

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Gilsomar Silva, Gerente de Pós-venda e treinamento da Johnson Controls-Hitachi, explica como os treinamentos da Johnson Controls-Hitachi são estruturados. “Como nosso objetivo é colaborar com a qualificação de profissionais do segmento de climatização e ar-condicionado, desenvolvemos sete treinamentos diferentes, cada um com suas especificidades. Para atendermos às demandas do mercado de uma forma mais assertiva, promovemos os treinamentos regularmente, mas diversificando os assuntos a cada mês. Assim, todas as necessidades dos profissionais são contempladas.”.

http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png 0 0 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2021-08-20 13:19:442021-08-20 13:23:20Johnson Controls-Hitachi Ar Condicionado faz nova série de treinamentos online para instaladores em setembro

Para cada defeito, uma solução

19/08/2021

Refrigeristas encontram todo tipo de problema em atendimentos para equipamentos de refrigeração doméstica; dependendo da complexidade do defeito, especialistas recomendam até a troca do produto.

  • Veja a edição completa

Vazamento de água tão intenso que escorre pelo chão; freezer incapaz de alcançar a temperatura ideal; congelador com excesso de gelo; gotejamento na parte externa do refrigerador; ice maker transbordando; alimentos sendo congelados no compartimento destinado aos produtos resfriados. Quem nunca se deparou com problemas desses tipos em um atendimento a cliente residencial? Dependendo do defeito, o refrigerista precisa analisar se é melhor realizar o conserto no local ou na oficina.

Os defeitos relatados em equipamentos de refrigeração doméstica são tantos e variados que em conversas com gente do mercado do frio especializada em consertos e manutenção de equipamentos da linha branca, é possível interpretar que a maioria das marcas comercializadas no País tem graves inconsistências de projeto. “O desenvolvimento de novas tecnologias nos refrigeradores gera problemas que antes não podíamos imaginar, até porque os equipamentos antigos só possuem elementos estáticos, com exceção do compressor. Hoje, com múltiplas funções à disposição, um refrigerador também pode ter vários defeitos”, afirma o professor Alexandre Fernandes Santos, da Escola Técnica Profissional e da Faculdade Profissional (Fapro) e mestre em engenharia, que trabalha com refrigeração e climatização desde 1989.

Para o especialista, os problemas relatados no início desta matéria são genéricos, mas há defeitos específicos dos refrigeradores fabricados no Brasil. “Dos 26 estados, nove não têm acesso ao mar, além do Distrito Federal. A maioria dos 17 estados costeiros tem suas capitais no litoral, com exceção de Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), São Paulo (SP), Teresina (PI), Belém (PA) e Macapá (AM), e mesmo os que não estão no litoral também têm alta umidade. Ocorre que as espessuras de isolamento são insuficientes, gerando condensações indesejáveis e muita perda de energia”, exemplifica.

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“O avanço das tecnologias tem levado os técnicos a continuamente se qualificar. Refrigeradores que antes tinham apenas uma peça dinâmica, hoje têm muitas mais peças dinâmicas, como ventiladores e geradores de água fria”, ressalta. Segundo Fernandes, um profissional qualificado com as ferramentas corretas pode resolver a maioria dos problemas localmente, desde que não envolva amassaduras, novas pinturas e o acesso a determinados componentes, que necessitam de trabalho em oficina.

Também na linha branca, especialmente em refrigeradores do tipo frost free, descreve o tecnólogo em refrigeração e climatização e fundador do Canal Intac Treinamentos, Anderson Oliveira, “é comum – e vem ocorrendo há muitos anos – vazamentos de fluido refrigerante pela tubulação interna do equipamento, principalmente nos fabricados em alumínio”.

Com duas décadas de experiência no setor, o profissional entende que as causas deste problema específico ainda são obscuras. “Afinal, em uma assistência técnica é possível se deparar com fissuras longitudinais (trincas), emendas internas (soldas) ou simplesmente microfuros, sem causa raiz. Essa lista se origina nos processos de montagem nos fabricantes, visto que os profissionais de serviços não têm qualquer tipo de acesso a essa tubulação, a não ser para executarem reparos”, argumenta.

O defeito precoce dos compressores para R-600a é outra situação negativa destacada por Oliveira, que afirma recorrentemente ouvir técnicos reclamarem da durabilidade desses equipamentos. “Muitos já optam em trocá-los pelos antigos modelos para R-134a. Sabemos que esse procedimento tira a originalidade do projeto, mas é o que se faz em larga escala em oficinas de assistência técnica”, pontua.

Para o especialista, outro componente que vale a pena dar um pouco mais de atenção é o relé de partida do compressor –conhecido como PTC ou relé de corrente – , que costumeiramente sofre com os picos de tensão de redes elétricas mal dimensionadas.

“O uso demasiado de adaptadores e benjamins em uma mesma tomada ocasiona constante faiscamento interno nas tomadas e nos adaptadores, e isso causa oxidações em seus terminais, dificultando a passagem da corrente elétrica. Uma falha comum é selecionar esses componentes pelo hp do compressor e não pela corrente nominal. Temos uma diversidade de compressores com os mais variados valores de correntes de partida e nominal. Selecionar um componente dessa forma dará margem para falhas prematuras”, adverte. Com 16 anos de expertise no setor, Lucas Alves Alexandre, da Refrigeração Consertolândia, de São Bernardo do Campo (SP), concorda com seus colegas de profissão e salienta que tem encontrado mais comumente defeitos relativos a travamento precoce do compressor.

“Em geral, ocorrem devido a excesso de um selante colocado pelas montadoras, além de vazamentos internos nas tabulações e bloqueios de gelos”, ressalta.

Técnicos da área de refrigeração residencial devem buscar aperfeiçoamento profissional constantemente.

 

Problemas e soluções

Cada problema em aparelhos da linha branca, do mais simples ao mais complexo, tem uma solução recomendada pelos especialistas ouvidos nesta reportagem, conforme explicam a seguir:

Vazamento de água no chão – Uma das causas é o bloqueio do dreno de degelo. O acúmulo de partículas de alimentos ou detritos pode entupir a mangueira de drenagem, levando ao acúmulo de gelo e vazamento de água do freezer e da geladeira. Para corrigir, o próprio usuário pode drenar o orifício por dentro com água morna, usando um limpador de cachimbo ou um arame para remover a obstrução. Se isso não funcionar, pode-se remover manualmente o acúmulo que está obstruindo a válvula na extremidade da mangueira de drenagem.

Suprimento de água entupido ou congelado – Pode impedir que a máquina de gelo e a distribuição de água funcionem corretamente. Para consertar esse problema, basta desligar o refrigerador, localizar e fechar a válvula de corte. Após esse procedimento, é necessário verificar se há problemas na linha de abastecimento de plástico. Se estiver quebrada ou rasgada, deve ser substituída.

O freezer não está frio o suficiente – Primeiramente, deve-se verificar se a parede posterior do freezer está fria. Se sim, tenta-se ouvir o ventilador do evaporador funcionando ou sentir o fluxo de ar saindo das aberturas do freezer. Se não conseguir, provavelmente é um problema relacionado ao ventilador do evaporador do freezer. Mas se sentir o fluxo de ar e ouvir o ventilador funcionando, então o defeito poderá ser do compressor. Outro motivo pode ser sujeira no condensador.

Unidade ciclando com muita frequência – Esse processo pode estar relacionado a diversos componentes – sujeira no condensador; set point de temperatura muito baixo; defeitos no sensor do termostato ou no motor de ventilador do condensador (quando o condensador não é estático).

Compartimento de alimentos frescos esquentando – Se o refrigerador tiver um ventilador e não for estático, esse problema pode estar no fluxo de ar ou no ventilador do evaporador. Alguns refrigeradores têm um duto difusor que pode congelar e atrapalhar o fluxo de ar. Entretanto, pode se tratar apenas de algo trivial, como um condensador sujo ou mal funcionamento do sensor do termostato.

Ice maker transbordando – Há uma variedade de causas potenciais, com destaque para a válvula de entrada de água. Se a pressão for muito baixa, ela pode não fechar totalmente quando a energia for desligada, resultando em vazamento na máquina de gelo, fazendo com que ela transborde. Para resolvê-lo, a pressão da água precisa ser de pelo menos 20 psi. Se a pressão estiver adequada, a válvula de entrada de água pode estar defeituosa. Neste caso, recomenda-se a substituição da peça.

Água pingando e escorrendo pela parte externa – Este é um caso típico do Brasil, ocorrendo porque os fechamentos das portas imantadas, em alguns casos, são de má qualidade. Ou ainda, em lugares úmidos como Manaus, as paredes ou o isolamento da tubulação não são dimensionados para a umidade necessária. Enquanto na condição da ABNT NBR 16401, que leva em consideração o regime da média das 35,1 horas mais quentes do ano, a temperatura de condensação em Curitiba é de 15 ºC e em Manaus, 23ºC, ou seja, é muito mais fácil condensar na capital manauara do que na paranaense.

Ausência de refrigeração nos compartimentos – O refrigerador pode simplesmente estar em uma tomada desenergenizada, ou mais grave, com o compressor em pane.

Vazamento interno de fluido refrigerante – A técnica mais utilizada é substituir a tubulação de alumínio por cobre, fazendo com que fique isolada e externa ao gabinete, a exemplo dos refrigeradores convencionais. Pode-se fazer um bypass nessa tubulação interna (pré-condensação) e interligar o condensador ao filtro secador. Como poderá haver uma leve condensação nas bordas das portas do refrigerador, deve-se pesar prós e contras.

Compressor para R-600a travando – Não é aconselhável retificar esse ou qualquer outro compressor hermético, pois nenhum fabricante de equipamentos domésticos fornece peças para retificá-los. O ideal é substituir por um compressor novo, com a mesma capacidade frigorífica e que utilize o R-600a.

https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2021/08/capa-08-21-e1629391551529.jpg 931 700 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2021-08-19 15:14:222023-11-22 14:40:08Para cada defeito, uma solução

Bloqueio de Suez impacta preços de refrigerante na Europa

17/08/2021
De acordo com a pesquisa europeia de monitoramento de preços de refrigerantes para o primeiro trimestre de 2021 da Öko-Recherche, o bloqueio do Canal de Suez levou a aumentos de custos “significativos”, gargalos na capacidade de transporte e atrasos na entrega, com toda a cadeia de abastecimento afetada.
O relatório é baseado em informações de 72 empresas de 10 estados membros da UE – principalmente da França, Alemanha, Itália e Polônia. Isso incluiu três produtores de gás, 15 distribuidores de gás, 30 OEMs, 21 empresas de serviço, um usuário final e dois outros.
http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png 0 0 Marcio http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png Marcio2021-08-17 12:10:122021-08-17 12:10:12Bloqueio de Suez impacta preços de refrigerante na Europa
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