Tudo começou em 1984, em uma pequena garagem de 14 metros quadrados, nos fundos de casa. Naquela época, o custo de uma linha telefônica era para poucos e, para ligar para os primeiros clientes, Antônio Gobbi, hoje com 62 anos, ia para as filas dos orelhões. “Muitas vezes eu ficava esperando o pessoal na minha frente, pendurado na linha para pedir músicas nas rádios”, recorda bem-humorado. Junto com o sócio Flávio Berguer, Gobbi construiu o que hoje é a única empresa do hemisfério sul do planeta a produzir instrumentos digitais para sistemas de automação industrial, comercial e residencial, como controladores de temperatura para equipamentos de refrigeração. Já são mais de 5 mil clientes em 62 países. Em 2018, o faturamento foi de R$ 100 milhões.
A Full Gauge conta com 300 funcionários espalhados por cinco andares de 750 metros quadrados cada e uma obra em andamento para levantar outros três andares de 900 metros quadrados cada. A ampliação física acompanha um avanço que Gobbi prefere não estimar pois, segundo ele, a tendência é “crescer indefinidamente”.
Mesmo com a economia do país estagnada, a empresa cresceu 22% nos últimos sete meses em relação ao mesmo período do ano passado. Somente em julho, registrou um aumento de 43% em vendas, isso só no mercado interno. No mercado externo o crescimento foi de 15%.
Subindo até o último andar – de acesso restrito – pelo elevador acionado por digitais, Gobbi revela uma surpresa. Do lado de fora do terraço reservado para reuniões e confraternizações está o hangar onde ele “estaciona” seu helicóptero. “Esse é o meu brinquedo”, diverte-se. Piloto há 12 anos, ele diz que usa a aeronave para passear, levar os amigos para voar e ir à praia. Para o trabalho ele vai à pé, pois mora a 300 metros da empresa. Apesar de ter ganhado o mundo, suas raízes permanecem bem firmes onde tudo começou: no bairro Niterói.
Fonte: Diário de Canoas
http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png00Marciohttp://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.pngMarcio2019-10-11 11:40:322019-10-23 11:43:13Full Gauge é única no hemisfério sul
Entre os dias 25 e 27 de setembro, a Embraco, empresa global que promove qualidade de vida por meio de soluções inovadoras para refrigeração, participa da Conferência Anpei de Inovação 2019, em Foz do Iguaçu, no Paraná. A companhia apresentará um case de inovação, demonstrando os avanços obtidos com o lançamento de uma unidade selada portátil. O evento ocorre na quinta-feira, 26 de setembro, às 17h30.
A Unidade Selada Portátil foi criada pela Embraco para atender a demanda de um cliente alemão que desenvolve soluções tecnológicas para o mercado de catering e gastronomia móvel. O projeto foi todo desenvolvido no Brasil, pelos pesquisadores da companhia. A produção também é feita no país, mas, neste momento, a solução só está disponível para o mercado europeu.
Diferente da solução existente no mercado atualmente, o produto da Embraco não requer o uso de placas congeladas PCM (Phase Change Materials), o que evita a substituição em intervalos regulares de poucas horas, o manuseio contínuo e supervisão constante do usuário final. O sistema de resfriamento da unidade da Embraco permite que os alimentos fiquem conservados em contêineres térmicos pelo tempo que for necessário, dispensando o monitoramento de temperatura. Sua unidade de resfriamento pode ser desacoplada dos contêineres com facilidade, simplificando rotinas de limpeza.
Com peso reduzido, o microcassete de refrigeração utiliza quantidade mínima de matéria-prima em sua construção, reduzindo assim o impacto ambiental na produção das peças. Consequentemente, o equipamento consome menos energia para ser produzido e operado, o que garante eficiência e simplicidade no descarte de materiais.
“A Unidade Selada Portátil é o resultado de dois anos de pesquisa e testes. Conseguimos viabilizar neste projeto o que há de melhor em nossa tecnologia e pesquisas em eficiência energética em um módulo de dimensões extremamente reduzidas e ainda inéditas neste segmento”, afirma Evandro Gon, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Embraco.
Realizada desde 2001, a Conferência Anpei de Inovação é um fórum que permite o encontro de representantes de empresas, agências do governo e instituições de ciência, tecnologia e inovação para discussão e encaminhamentos de políticas e práticas voltadas à inovação nas empresas e no país.
http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png00Marciohttp://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.pngMarcio2019-09-24 15:14:132019-09-25 15:16:17Embraco participa da Conferência Anpei de Inovação
A cerimônia de abertura reuniu representantes da Abrava, do Sindratar-SP, e da Reed Exhibitions Alcantara Machado, realizadora do evento, além das 30 associações dos setores alimentício, hospitalar, transporte, hospedagem, automotivo, distribuição, engenharia civil e mecânica que apoiam a feira.
De acordo com Paulo Octavio Pereira de Almeida, vice-presidente da Reed, essa edição da Febrava é a maior de todos os tempos. “Também trabalhamos para que, ao final dos quatro dias, seja a melhor, afinal, reunimos o mais completo mix de inovações do setor HVAC-R da América Latina”.
Em seu discurso, o executivo afirmou que as projeções para a feira deste ano é de que, na Rodada Internacional de Negócios, sejam movimentados R$ 50 milhões.
Nelson Baptista, presidente da Comissão Organizadora da feira, concorda que a edição atual é a de maior expressão. “Também é a de maior conteúdo de todos os tempos”, garantiu. “Isso prova, incontestavelmente, a confiança dos empresários do setor na economia do país”.
Já o presidente do Sindratar (Sindicato das Indústrias de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento de Ar no Estado de São Paulo), Carlos Eduardo Marchesi Trombini, destacou a garra do empresário ao apostar no Brasil e lembrou que a Febrava é um instrumento importante no apoio para o setor. “Não podemos sair da crise econômica em que estamos da noite para o dia. Nos resta trabalhar para que isso aconteça e a feira possibilita a busca por soluções para os problemas comuns”.
O presidente executivo da ABRAVA (Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação e Aquecimento), Arnaldo Basile, por sua vez, lembrou que o setor emprega algo em torno de 300 mil pessoas e movimenta mais de R$ 32 bilhões por ano.
“Somos o termômetro da economia. O setor oferece relevante impacto sócio/econômico no país e a Febrava tem importância enorme ao estimular o desenvolvimento tecnológico e possibilitar o debate dos problemas enfrentados pelo setor”.
Na mesma linha, Pedro Evangelinos, presidente do conselho de administração da Abrava, destacou a importância da feira por ser a forma mais rápida e econômica de se chegar ao cliente.
“Custaria muito ao empresário formar uma equipe para viajar pelo Brasil e pelos países da América Latina para conseguir os contatos que são feitos na Febrava. Isso sem contar com os eventos paralelos, como o Conbrava e o encontro de projetistas, que pensam o futuro de nosso setor”.
Pedro Evangelinos, presidente do conselho de administração da Abrava | Foto: Nando Costa/Pauta Fotográfica
https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2019/09/febrava-2019-ventilador.jpg8001200Marciohttp://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.pngMarcio2019-09-11 02:01:042019-09-11 10:06:59Febrava renova expectativas do HVAC-R por dias melhores
O primeiro sinal de mudança do XVI Congresso Brasileiro de Refrigeração, Ar-Condicionado, Ventilação, Aquecimento e Tratamento de Ar – que será realizado entre os dias 10 e 13 de setembro, sobre o tema “Novas Tecnologias e Eficiência Energética em Sistemas HVAC-R” – na verdade é um retorno às próprias origens do evento.
Dirigido à comunidade técnica e acadêmica, composta por profissionais da indústria, comércio, serviços, e setores clientes como shopping centers, bancos, hotéis, hospitais, laboratórios e supermercados, o CONBRAVA retoma este ano um dos seus principais atrativos, do qual decorre seu histórico de sucesso.
“Focamos muito nos trabalhos bem acadêmicos, característica que marcou o início do congresso e a gente tratou de resgatar agora”, explica o presidente da comissão organizadora, Leonardo Cozac.
Cozac: Volta às origens com programação altamente acadêmica e mais debates
Segundo ele na programação matinal foram concentradas as palestras de universidades, apresentando uma temática bastante técnica, a cargo de pesquisadores e estudiosos que certamente manterão bastante movimentados os auditórios do São Paulo Expo.
À tarde, o engenheiro avisa que as atenções estarão voltadas às apresentações de cunho técnico-comercial, feitas pelos patrocinadores do Congresso.
Outra modificação estratégica decidida para este ano envolve a própria dinâmica dos trabalhos, pois vai aumentar o tempo dedicado aos debates após cada palestra, que não deverá se estender por mais de 20 minutos.
“A gente está colocando alguns especialistas em cada sala para proporcionar maior interação com o público”, exemplifica Cozac, estimando que a presença nos três dias deverá repetir a média histórica de 1.500 pessoas.
Serão, ao todo, cerca de 50 palestras, com um tema central proposto a cada dia para a discussão e integração de ideias, com foco nos setores representados.
Até agora, mais de 120 trabalhos já foram inscritos para avaliação, prevalecendo como critérios de seleção a relevância do tema, assim como a sua ligação às novas tecnologias, eficiência energética e novas tendências.
Destaques
Dentre os trabalhos aprovados por unanimidade está o da Escola Politécnica da USP abordando o comportamento da qualidade do ar em ambientes educacionais como fator de melhor aprendizagem, um estudo de vanguarda que Cozac considera fundamental para incutir na sociedade a importância da QAI nos mais diversos setores.
Também no primeiro dia, uma apresentação da Universidade de Brasília vai destacar a internet das coisas aplicada ao controle de vazão de ar externo. “Isso é muito importante, porque você garante não só a qualidade do ar como também a eficiência energética”, frisa o engenheiro.
O trabalho do Instituto Mauá de Tecnologia, fazendo um teste de campo comparativo entre equipamentos de ar condicionado do tipo split, ele igualmente considera ter um grande potencial de agradar a plateia.
Auditórios lotados mais uma vez deverão ser uma constante no Congresso
No campo dos temas menos usuais, o presidente da comissão organizadora aponta os fornos solares, objeto de um estudo preliminar realizado por uma equipe da Universidade de São Paulo.
Paralelamente, nas muitas conversas de coffee break e bastidores, ele prevê que uma das tendências atuais a serem discutidas é o monitoramento online da qualidade do ar interior nos diferentes ambientes.
Embora a legislação da área preveja a realização de um laudo a cada seis meses, Cozac considera mais do que desejável haver um controle permanente, como se faz hoje em dia com temperatura, umidade relativa e outros aspectos meteorológicos.
“Ser você quiser ir a um restaurante, por exemplo, poderá saber antes como está o ar no seu interior, o mesmo ocorrendo com o shopping center e até mesmo a escola onde seu filho vai respirar durante boa parte do dia”, argumenta.
Mesas-Redondas
Dirigido à comunidade técnica e acadêmica, composta por profissionais da indústria, comércio, serviços, assim como setores clientes incluindo shopping centers, bancos, hotéis, hospitais, laboratórios e supermercados, o maior evento do gênero na América Latina também será marcado pela realização de três mesas-redondas, voltadas a alguns dos assuntos mais palpitantes do setor.
Os temas selecionados são Qualidade do Ar de Interiores, Fluidos Refrigerantes e Eficiência Energética, este último com realização agendada para o dia 13, e cujos detalhes não haviam sido divulgados até o fechamento desta edição.
Coordenada pelo engenheiro J.C Felamingo (Union RHAC), ela contará com renomados engenheiros, pertencentes aos diferentes elos da cadeia produtiva do HVAC. São eles: João Tiziani (Yield Control); Charles Domingues (C. Domingues); Alberto Hernandez (Escola Politécnica da USP); Mario Alexandre Möller Ferreira (Projetos Avançados) e George G. Szegö (Mecalor).
Plateia vai ter a oportunidade de se atualizar sobre temas como a Geração Distribuída (GD)
De acordo com Felamingo, esta mesa-redonda terá em perspectiva elementos relevantes que incluem o projeto, a fabricação, a operação e a manutenção.
“O produto HVAC mudou e está mudando muito. Por um lado, vem melhorando a sua aplicabilidade e flexibilidade na instalação, mas, por outro, tem ficado mais difícil a aplicação de medidas eficazes na redução do consumo energético”, pondera o coordenador.
Segundo ele, o mercado de energias renováveis tem crescido em ritmo acelerado com as fontes solar, eólica e biomassa, interagindo com o usuário final na modalidade “Geração Distribuída” (GD), onde o consumidor pode produzir a sua própria energia elétrica dentro da unidade consumidora.
As possibilidades crescem ainda mais, no seu entender, com a regulamentação da GD permitindo a utilização de fontes alternativas, caso típico do gás natural, que embora não seja renovável, possui papel importante em sistemas de cogeração qualificada.
Com tudo isso, abre-se mais uma vertente para os sistemas de HVAC, quando integrados à Geração Distribuída, permitindo às instalações de médio ou grande porte reduzir seu custo operacional, uma vez integradas na geração de energia, conforme previsto na portaria que regulamenta a GD.
No entender de Felamingo, os participantes do debate terão a oportunidade de discutir com os convidados da mesa os prós e contras dos sistemas de HVAC que hoje disputam o mercado. “Pretendemos um debate técnico, pautado no custo/benefício das opções desses sistemas, com seus pontos fortes e fracos evidenciados, tanto pelo lado da mesa-redonda como pelo lado da plateia presente”, conclui o especialista.
https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2019/09/capa_09_19.jpg933700Marciohttp://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.pngMarcio2019-09-09 12:16:122019-09-09 13:08:15Confira as novidades do principal Congresso do setor
Alívio! Essa talvez seja a palavra que melhor exprima, nos dias de hoje, o sentimento predominante na cadeia de fornecimento responsável pela circulação de fluidos e gases no interior dos sistemas de refrigeração e ar-condicionado.
O motivo é simples: a tradicional volatilidade do cobre na London Metal Exchange (LME), de certa forma já assimilada pelo mercado brasileiro, diminuiu sensivelmente este ano em comparação aos preços médios praticados em 2018.
Segundo Anderson Fernandes, diretor comercial e técnico da Harris, conhecida fornecedora de produtos para brasagem, no primeiro semestre de 2019 a tonelada custou, em média, US$ 6.169, contra US$ 6.166 em 2017 e US$ 6.523 em 2018. “Como se vê, o valor está relativamente estável”, constata o executivo.
Preocupante mesmo para quem trabalha com o cobre foi quando a cotação do metal passou de US$ 4 mil para US$ 6 mil a tonelada, salto que acelerou o movimento existente para sua substituição pelo alumínio no HVAC-R, um processo pouco exitoso até aqui em função de “alguns cuidados e riscos” acarretados pelo uso do alumínio, na visão de Fernandes.
Mesmo assim, a Harris investiu em duas linhas para consumíveis do gênero, hoje trabalhando com plena capacidade, porém fornecendo 90% de sua produção para o mercado externo.
Tubos de cobre sem costura da Cobresul, um dos players que atendem aos mercados de refrigeração e ar condicionado no Brasil
Outro que acredita na capacidade de adaptação do HVAC-R às oscilações do cobre é Sandro Lopes Reis, consultor de vendas da Cobresul, indústria especializada na fabricação de tubos produzidos com o sistema Cast&Roll.
“O cobre segue as cotações internacionais de bolsa, assim como outros metais básicos, petróleo etc. Todas as empresas que trabalham com commodities devem se adaptar a estes ciclos de altas e baixas das cotações”, opina Reis.
No seu entender, a flutuação de preço deve seguir um ritmo normal daqui para frente, de acordo com a demanda de consumo, mesmo o cobre apresentando vantagens em segurança e confiabilidade que tendem a fazê-lo naturalmente mais valioso.
Usuária da mesma tecnologia, a Paranapanema fabrica tubos de cobre da marca Eluma. Segundo seu gerente comercial, Daniel Castro, este mercado está cada vez mais competitivo, “e em aspectos que vão muito além do custo”, acentua.
O caminho escolhido pela companhia para manter-se forte em meio a este cenário efervescente é investir continuamente em pesquisa e desenvolvimento voltados à utilização de novas tecnologias, visando conciliar ganho de produtividade e manutenção da qualidade.
Conexões, um dos itens do vasto portfólio da Eluma para os setores de refrigeração e ar condicionado
Igualmente atento aos altos e baixos do cobre no mercado internacional, o diretor presidente da Forming Tubing, Wilson Cará, detalha mais ainda os números que vêm causando otimismo na área. “De janeiro a junho deste ano o cobre apresentou baixa de 6,47% e tem flutuado com variações positivas e negativas entre 3% e 4%”, justifica.
De acordo com o empresário, preocupante mesmo é o quadro político nacional, atualmente marcado por indefinições em torno de reformas cruciais como a previdenciária e a tributária, frente a uma oposição que ele afirma não estar deixando o governo trabalhar.
Alternativas
Mesmo que o custo da matéria-prima já não represente um gargalo significativo no segmento de tubos, soldas e conexões para o HVAC-R, há empresas na área buscando novos caminhos, capazes de eliminar o risco de dependência de qualquer natureza.
Praticidade, limpeza e rapidez são alguns dos diferenciais enfatizados pela Vulkan, ao falar do seu sistema Lokring de fixação
No tocante a soldas, por exemplo, a Vulkan Lokring há anos fornece anéis e conectores aplicados a frio, isto é, sem fogo e faíscas, diferencial que a empresa assegura reduzir as chances de vazamento, além de possibilitar instalações mais rápidas, limpas e seguras, envolvendo tanto as tubulações de cobre quanto as de alumínio.
Na ótica do diretor de vendas da empresa, Mauro Mendonça, essa modalidade alternativa para unir tubos e conexões já se consagrou em países desenvolvidos como Estados Unidos e França, o mesmo ocorrendo em nações mais pobres, casos de Coreia do Sul, Tailândia e Turquia, por exemplo, que têm investido pesadamente nesse tipo de solução.
Os motivos de tal sucesso incluem confiabilidade no sistema alternativo e redução no custo total da obra, pois não há a necessidade de se contratarem instaladores experientes em solda, e o tempo necessário para a realização da montagem é quase a metade, segundo o executivo.
Fluxo Alutin: alternativa oferecida pela Brasweld para a solda do alumínio a qualquer outro metal
Toda essa agilidade diminui despesas com alimentação, deslocamento e hospedagem de mão de obra, sem falar que a ausência de fogo no processo permite intervenções até mesmo no horário comercial, envolvendo uma gama bem menor de Equipamentos de Proteção Individual (EPI).
Embora simples em tese, a aplicação de Lokring no dia a dia requer um mínimo de treinamento para os profissionais de campo, o que tem mantido a Vulkan afastada do varejo, como forma de evitar problemas de garantia causados por falha humana.
Já a Brasweld continua apostando nas soldas especiais que há 19 anos fabrica para setores como o HVAC-R, inclusive nos períodos em que o cobre apresenta custos mais elevados.
As alternativas apresentadas pela empresa incluem o Fluxo Alutin, que substitui os fios de cobre pelos de alumínio para soldá-lo a qualquer metal e também a Solda Fria Mega Pró, capaz de unir tubos compostos por alumínio, cobre e latão.
Seja qual for o material fornecido pelas empresas da área, há pelo menos dois aspectos que parecem pontos pacíficos. Um deles é que este mercado tende a crescer cada vez mais, dentro e fora do Brasil. O segundo é a possibilidade de surgirem novas propostas revolucionárias, pois parar de estudar e evoluir certamente é o caminho mais improvável a ser tomado por esse agitado setor.
https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2019/08/capa_08_19.jpg933700Marciohttp://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.pngMarcio2019-08-22 15:54:402019-08-22 16:02:32Tubos e Conexões: Preço do cobre finalmente já não preocupa tanto
Gastos com energia elétrica estão no topo da lista de custos para diversos setores da economia, e no caso do supermercadista não é diferente. Por isso, implementar sistemas de refrigeração inteligentes, que tenham como objetivo uma maior eficiência energética, é vital para o segmento. E se tudo isso for aliado aos benefícios obtidos com o uso de ferramentas de gerenciamento remoto, os resultados podem ser ainda mais positivos.
Um exemplo é a rede argentina JK. Kilgelmann, que possui dez lojas espalhadas pelo país. Desde maio de 2018, a rede conta com equipamentos da Full Gauge Controls em duas de suas unidades, conectados ao Sitrad PRO (software de monitoramento da marca), e com isso busca uma redução de até 30% no consumo de energia elétrica.
A Prono Ingeniería, de Santa Fe, foi a responsável pela implementação do projeto. “Instalamos uma central de frio para resfriados, com três compressores semi-herméticos, além de válvulas de expansão eletrônica VX-950 plus em todos evaporadores das câmaras frias e gôndolas, totalizando 21 conjuntos (de válvula, interface Multi-FG, sensores e transdutores) em funcionamento, além do conversor TCP-485, usado para a comunicação com o software Sitrad Pro”, destaca Mauro Prono, vice-presidente da empresa.
Os instrumentos são responsáveis pelo controle de temperatura em câmaras frias, freezers e expositores, que armazenam carnes, frangos, frutas, verduras, fiambres e laticínios. A equipe técnica da Prono Ingeniería é a encarregada de monitorar e controlar os dados gerados pela ferramenta. “As notificações e alarmes são recebidos diretamente pelo nosso departamento de serviço, disponível 24 horas para a resolução de qualquer tipo de eventualidade”, aponta. De acordo com Prono, por meio do Sitrad foi possível a programação de diferentes rotinas de funcionamento, por exemplo, para recuperação do óleo no sistema de refrigeração.
A acessibilidade deste tipo de sistema é outro ponto positivo. O download do software pode ser feito gratuitamente (em www. sitrad.com.br/es) e não existe taxa para utilização. Para ter acesso às informações é preciso apenas um dispositivo (tablet, computador ou celular) conectado à Internet.
Já sobre a válvula de expansão eletrônica, além da redução no considerável no consumo de energia, seu uso se torna vantajoso também por acarretar menos custos oriundos de ajustes no sistema e ainda um menor downtime. Com isso, é possível garantir que os benefícios deste tipo de sistema sejam acessíveis um número cada vez maior de empreendimentos que buscam uma operação mais conectada e eficiente.
A Chemours participará no dia 18 de julho, em Bauru – SP, das atividades organizadas pela Refrigás no Seminário do Refrigerista. Em sua quarta edição, o Seminário oferece um dia para ampliar conhecimentos, se capacitar, trocar experiências e apresentar novidades do mercado. A Chemours levará para o evento o consultor técnico Amaral Gurgel, que falará sobre Fluidos Refrigerantes: Qualidade, seleção, segurança e boas práticas de manuseio.
A palestra é voltada para estudantes, técnicos
projetistas, prestadores de serviço, supervisores de manutenção e demais
públicos interessados.
O consultor apresentará as novas tecnologias em
fluídos refrigerantes e como selecionar o produto adequado. Também falará sobre
manuseio seguro, dando dicas sobre boas práticas, e apresentará as novas
ferramentas digitais aplicadas ao setor.
Fluidos refrigerantes são produtos responsáveis
por realizar a troca térmica em sistemas de refrigeração e ar condicionado.
Exemplos destes produtos são os HCFCs ou hidroclorofluorcarbonos, como o R-22,
que são amplamente utilizados no país pelos setores de climatização e
refrigeração. Os HCFCs, por apresentarem potencial de degradação da camada de
ozônio, terão importação reduzida gradativamente até a completa erradicação em
2040. Por isso, os profissionais do setor precisam estar atentos às
substituições corretas e às novas tecnologias disponíveis.
http://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.png00Marciohttp://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.pngMarcio2019-07-18 11:15:542019-07-18 17:49:02Chemours fará palestra no Seminário do Refrigerista
O engenheiro Pedro Constantino Evangelinos assumiu a presidência do conselho de administração da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava).
A
cerimônia de posse,
promovida ontem
(26) na sede da Federação
das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), reuniu
mais de 300 empresários e profissionais do setor.
“Essa diretoria foi eleita com um foco, que é a última linha do balanço das empresas associadas. Todo o trabalho que vier a ser feito nos próximos anos terá como objetivo aumentar seu faturamento”, disse o empresário, que deve comandar a Abrava até 2022.
Fundada em 1962, a associação empresarial tem a missão de incentivar o desenvolvimento tecnológico e competitivo dos setores representados no País; promover o uso correto de equipamentos, componentes, fluidos refrigerantes e insumos; difundir a aplicação responsável das boas práticas brasileiras e internacionais de engenharia; e desenvolver normas e procedimentos para garantir o bem-estar e a qualidade de vida nos ambientes internos e meio ambiente.
Durante a coletiva que precedeu a cerimônia, a nova diretoria da Abrava anunciou que seus quatro segmentos representados devem faturar R$ 33 bilhões em 2019.
https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2019/06/pedro-evangelinos-gilberto-machado-jovelino-vanzin-arnaldo-basile-abrava.jpg6301200Marciohttp://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.pngMarcio2019-06-27 02:08:262019-06-27 05:26:24Nova diretoria da Abrava promete aumentar faturamento das associadas
A maior
prova de que a principal referência nacional no ensino de refrigeração e ar
condicionado continua jovial, foi a inclusão de
uma atividade, ainda considerada nova até mesmo no mundo corporativo, na semana
de 21 a 25 de maio, quando uma série de eventos especiais comemorou sete
décadas de sucesso.
Seu nome é Hackaton Maker, e pode ser resumida como uma maratona de ideias inovadoras, propostas por grupos compostos por talentos de várias origens e formações, em busca de respostas aos desafios sugeridos por empresas de determinada área.
Fachada da unidade à época da inauguração, no final dos anos 1940
No caso específico do HVAC-R,
foram convidados para a experiência pioneira os players Chemours, Danfoss,
Aeris Tecnologia e a própria Escola, que mantiveram durante três dias quatro
equipes de cinco pessoas mobilizadas, cada qual incumbida de, realmente, pensar
fora da caixa.
O grupo vencedor foi o We Ar, que
desenvolveu uma rede social especializada para os profissionais do setor,
demanda sugerida pela Chemours que a equipe formada por Cléo de Araújo Moura,
Marcia Francischelli, Flavio Gomes de Macedo, Rodrigo Gabriel Pires, Eduardo F.
Scarabotto e Cicero L. Yabi respondeu com muita assertividade, ao criar uma
plataforma criativa e, ao mesmo tempo, amigável.
Mecânica
Esta foi a nona atividade do
gênero desenvolvida pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, que
desde 2013 organiza Hackathons reunindo participantes dos mais diversos
segmentos da indústria paulista.
Segundo Manoel Gonçalves Neto, coordenador de Inovação e Startups da FIESP, a ideia é trazer inovação aos segmentos envolvidos, com rapidez não só no desenvolvimento dos projetos, como também na sua apresentação aos examinadores.
Neto, da FIESP: equipes formadas por profissionais de diferentes áreas e trajetórias favorecem sucesso da iniciativa
“São de dois a cinco minutos para
cada exposição”, afirma Neto, ao explicar a mecânica daquilo que chama de “maratona
de hackers, porém do bem”, ressalvando que no Brasil o termo ainda é confundido
com ckacker, esse sim responsável pelas temidas invasões aos sistemas.
Um dos segredos do método, no
entender do coordenador, está na combinação de várias expertises, isto é,
profissionais com diferentes origens, trajetórias e visões sobre cada desafio
enfrentado.
Fórmulas desenvolvidas nessa
mesma linha já produziram cases de
sucesso retumbantes, como o do Easy Táxi, primeiro aplicativo da modalidade
implantado no Brasil, nascido de um evento muito parecido, o Startup Weekend,
realizado durante um final de semana no Rio de Janeiro.
Comunicação
Prova incontestável de que a soma
de diferentes habilidades realmente faz a diferença numa equipe de Hackathon, é
o peso nessas competições para a forma com que são comunicadas à comissão
julgadora os detalhes de cada ideia defendida.
Isso justifica a frequência com que Raquel Hoshino, proprietária de uma empresa paulistana da área de gestão de imagem e comunicação, há cerca de três anos cede parte do seu tempo à atividade de voluntária nessas maratonas.
Experiência na área da comunicação permite à mentora Raquel Hoshino testar eficácia das apresentações antes que cheguem aos jurados
O fato de quase sempre auxiliar
grupos como o que teve pela frente na Oscar Rodrigues Alves, isto é, de áreas
totalmente diferentes da sua, gera uma situação que a jornalista considera
duplamente enriquecedora.
“Às vezes fica difícil para o
mentor entender o que está acontecendo, qual é a melhora tecnológica
desenvolvida ou simplesmente o que o grupo está propondo. Mas, ao mesmo tempo,
o que parece ser ruim é muito bom, pois eles precisarão apresentar o trabalhos depois,
e se eu não os estiver entendendo, boa parte da plateia pode também não
entender”, observa Raquel.
Igualmente gratificante, segundo
ela, é perceber até mesmo pessoas muito técnicas hoje mais abertas a se comunicar
melhor, mostrar com clareza suas ideias, virtude que ela considera essencial
para quem cria e traz à tona conceitos inovadores.
Outro Lado
Entre os demais participantes
orientados por mentores como Raquel, a impressão de sair do Hackathon obtendo
ganhos para as suas carreiras também era notória.
Foi o caso, por exemplo, de
Edivaldo do Carmo Blanco, professor do curso técnico de refrigeração e
climatização na própria Oscar Rodrigues Alves, Escola autora do desafio
escolhido por seu grupo: o desenvolvimento de censores para monitorar o nível
da água ao redor do prédio, e também com a finalidade de manter em dia a
qualidade do ar interior de uma das salas da edificação, localizada no bairro
paulistano do Ipiranga.
“Nós desenvolvemos um protótipo com
três níveis de alarme para mostrar quando uma enchente, que é algo comum nessa
região, estiver colocando em perigo os muitos carros de alunos que ficam
estacionados nas extremidades do prédio”, explica Edivaldo. Com relação ao
controle atmosférico, o sistema monitora temperatura, umidade, monóxido e
dióxido de carbono.
Formado em Engenharia Elétrica e Automação Industrial, Márcio Watanabe trabalha no meio há cerca de 20 anos e resolveu se inscrever com base em informação recebida pela newsletter do SENAI.
A dupla Edivaldo e Marcio dando os retoques finais no seu trabalho
Selecionado, envolveu-se no mesmo
desafio, e acabou revisitando um tema com o qual havia lidado há dois anos na
faculdade.
“Foi muito interessante perceber
que a tecnologia atual permite desenvolver em dois dias o que antes levava no
mínimo seis meses”, observa, referindo-se às novas possibilidades abertas pela internet das coisas (IoT).
Calendário
“Uma escola como esta tem tudo:
laboratórios belíssimos, é muito bem equipada, tem um corpo docente
extraordinário, uma organização espetacular. Então, por que não começar a fazer
um movimento de transformação e ser um elemento catalisador na busca de uma
nova cultura para o nosso setor”?
A indagação é do presidente do Sindratar-SP, Carlos Eduardo Trombini, ao justificar todo o seu empenho em ter feito da Oscar Rodrigues Alves a primeira Escola do SENAI a sediar uma Hackathon Maker, já que ele acredita piamente na capacidade de a cadeia produtiva da refrigeração e climatização produzir inovação e tecnologia.
Trombini, do Sindratar-SP: atuação decisiva para emplacar a novidade e torná-la permanente na programação anual da Escola
Entusiasta da indústria nacional,
ele lamenta a migração em massa ocorrida para o exterior nos últimos anos,
principalmente rumo ao continente asiático, “deixando à mingua a engenharia de
um país como o nosso, onde há tantas faculdades e agências capazes de fomentar
a pesquisa e o desenvolvimento”, constata.
Por tudo isso, ele considera inaceitável o Brasil ficar apenas com a tarefa da distribuição, possibilidade cada vez mais a provável, a julgar pelos números apresentados mês a mês pela Fiesp, segundo os quais as importações chegam a superar em até cinco vezes nossas vendas externas.
O pano de fundo para esse quadro,
na análise de Trombini, é a enorme insegurança jurídica imposta ao empresariado
brasileiro, juntamente com a situação ainda grave da economia. “A nossa crise
está se estendendo mais do que deveria, por cerca de cinco anos de economia
debilitada pela falta de investimentos na indústria e em negócios envolvendo
áreas estratégicas para nós, como a construção civil, que nesse período perdeu
algo em torno de 40% do seu mercado”, constata o líder setorial.
Em meio a um cenário de tamanha
gravidade, Trombini enxerga com importância redobrada iniciativas como o
Hackathon, capazes de criar novas oportunidades para as startups e a
intelectualidade existente por trás delas. “Quem sabe algumas não conseguem
vender seu trabalho, sua empresa, para investidores aqui amanhã?”, torcia o
histórico líder do HVAC-R, na véspera da divulgação dos resultados da maratona
de inovação pioneira, realizada na Oscar Rodrigues Alves, uma atividade que ele
afirma já estar incorporada ao calendário anual da Escola.
https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2019/06/capa_06_19.jpg933700Marciohttp://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.pngMarcio2019-06-18 14:26:452019-06-18 14:26:49Setenta anos. E muito bem vividos!
O Troféu Oswaldo Moreira, premiação anual promovida pela Revista do Frio, homenageou ontem (13) em São Paulo duas personalidades e quatro empresas do setor que se destacaram no ano passado por seus esforços em elevar a qualidade dos produtos e serviços oferecidos ao mercado nacional.
Os vencedores da 21ª edição do prêmio foram Sidney Tunda (Personalidade do Comércio de Refrigeração e Ar Condicionado), Renato Cesquini (Personalidade da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado), Frigelar (Comércio de Ar Condicionado), Clima Rio (Comércio de Refrigeração), Trane (Indústria de Ar Condicionado) e Eluma (Indústria de Refrigeração).
Tradicionalmente, a noite de realização da premiação que leva o nome do fundador da publicação – empreendedor que participou ativamente da história do HVAC-R no Brasil, ajudando a fortalecer parcerias no ramo –, é também uma grande oportunidade de networking.
Conforme ocorre há mais de uma década, a votação nos três finalistas de cada uma das seis categorias da premiação foi feita durante o encontro, por meio de computadores dispostos no local da cerimônia para os convidados votarem em seus nomes favoritos. Nesta edição, o palco do evento foi a Casa Bisutti, na Vila Olímpia.
Tradição
A
entrega de um prêmio aos mais destacados profissionais e empresas da
indústria e comércio dos segmentos de refrigeração, ar
condicionado, ventilação, aquecimento e tratamento do ar teve
início em 1991, por iniciativa da Revista
do Frio.
O
troféu que materializou essa ideia foi batizado inicialmente como
Urso Branco, mas, em 1998 – dois anos após a morte de Oswaldo
Moreira – a premiação ganharia o nome do fundador da publicação.
O prêmio, portanto, existe há 28 anos e, em 2019 chegou à sua 20ª edição com o nome atual, e 15 anos com o formato de votação eletrônica, realizada pelos convidados da festa em terminais de computador minutos antes da sua entrega.
https://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2019/06/vencedores-trofeu-oswaldo-moreira-2019-1.jpg6751200Marciohttp://revistadofrio.com.br/wp-content/uploads/2016/10/logo-revista-do-frio.pngMarcio2019-06-14 18:15:022019-06-14 18:20:43Conheça os vencedores do 21º Troféu Oswaldo Moreira
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