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AirCon 2026 amplia integração do HVAC-R ao ecossistema de negócios da Eletrolar Show

Evento será realizado de 22 a 25 de junho de 2026, no Distrito Anhembi, em São Paulo, com foco em decisões de compra, aplicações técnicas e geração de negócios no setor de climatização e refrigeração.

A AirCon 2026 será realizada entre 22 e 25 de junho de 2026, no Distrito Anhembi, em São Paulo, integrada à Eletrolar Show All Connected. O evento surge em um contexto de transformação do setor de HVAC-R, marcado pela busca por eficiência energética, redução de custos operacionais e adequação a normas ambientais mais rigorosas.

A integração à Eletrolar Show insere o HVAC-R em um ambiente já consolidado de negócios B2B, que reúne indústria, varejo, distribuidores e compradores profissionais. Na edição mais recente, o ecossistema registrou mais de 1.500 expositores, 5.000 marcas, cerca de 15 mil produtos e mais de 40 mil visitantes, com presença de profissionais de mais de 30 países.

O setor de climatização movimenta cerca de R$ 54 bilhões no Brasil, segundo dados de mercado, e passa por rápida incorporação de tecnologias como sistemas inverter, automação predial (BMS), sensores inteligentes, Internet das Coisas (IoT) e soluções voltadas à qualidade do ar. Paralelamente, a escassez de mão de obra técnica qualificada aumenta a demanda por ambientes que ofereçam demonstrações práticas, treinamentos e comparações entre soluções.

A proposta da AirCon é funcionar como uma feira orientada a negócios e aplicação prática. A programação inclui áreas para demonstrações técnicas e conteúdos voltados a temas como instalação, automação, uso de gases de baixo GWP, eficiência energética e qualidade do ar interior. O desenho do evento busca conectar fabricantes, distribuidores, integradores, instaladores, projetistas e compradores estratégicos, com foco em acelerar decisões de compra em um setor de alta complexidade técnica.

Entre os perfis esperados estão instaladores e técnicos HVAC-R, engenheiros mecânicos, projetistas, consultores, distribuidores, varejistas especializados, construtoras, incorporadoras, gestores de facilities, empresas de retrofit, eficiência energética e oficinas do segmento automotivo. A concentração desse público em um único espaço é apresentada pelos organizadores como um fator para aumentar a densidade técnica e a efetivação de negócios.

Desde sua concepção, a AirCon se posiciona como um evento voltado a empresas e profissionais que acompanham a evolução tecnológica do setor e precisam tomar decisões com base em comparação direta de soluções. Ao integrar o HVAC-R a um ecossistema já estabelecido, a feira passa a ocupar um espaço específico dentro do calendário de eventos do setor na América Latina.

Quer saber mais? Acesse o site: https://airconfair.com.br/


Resumen (Español)

La AirCon 2026 se realizará del 22 al 25 de junio de 2026 en el Distrito Anhembi, en São Paulo, integrada a la Eletrolar Show All Connected. El evento está orientado al sector HVAC-R y se inserta en un ecosistema B2B que reúne industria, distribuidores y compradores profesionales de distintos países.

La feria tendrá foco en aplicaciones prácticas, demostraciones técnicas y contenidos relacionados con eficiencia energética, automatización, gases de bajo GWP y calidad del aire interior, con el objetivo de apoyar la toma de decisiones y la generación de negocios en un mercado en transformación.


Summary (English)

AirCon 2026 will take place from June 22 to 25, 2026, at Distrito Anhembi in São Paulo, as part of the Eletrolar Show All Connected. The event is dedicated to the HVAC-R sector and is positioned within a consolidated B2B ecosystem that connects industry players and professional buyers.

The fair will focus on practical applications, technical demonstrations, and topics such as energy efficiency, automation, low-GWP refrigerants, and indoor air quality, aiming to support decision-making and business development in a rapidly evolving market.

64ª Noite do Pinguim reúne profissionais do HVAC-R em São Paulo

 Evento da ABRAVA marca homenagens, transição de comissão e programação musical

A 64ª Noite do Pinguim da ABRAVA ocorreu em 5 de dezembro, na Casa Giardini, em São Paulo, e reuniu mais de 400 profissionais, parceiros e convidados do setor. O encontro teve como propósito celebrar as ações previstas para 2025, realizar homenagens e promover interação entre representantes do HVAC-R.

Anicia Pio Pio, da FIESP, recebeu reconhecimento pela contribuição ao setor. Carim Facuri, fundador da Traydus, também foi homenageado pela atuação na área de HVAC-R. O evento marcou ainda a transição da presidência da comissão organizadora: após 12 anos, Eduardo Brunacci deixou o cargo, que passou à diretora social Patrice Tosi.

A programação incluiu apresentação da banda Beatles Forever e a realização da tradicional Faixa Nobre. A ABRAVA registrou agradecimento aos patrocinadores, convidados e parceiros que participaram da 64ª edição.

Setor discute Estratégia da Etapa I do Programa HFCs

Plano prevê redução de 10% do consumo nacional de HFCs até 2029, alinhado à Emenda de Kigali

O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) e a Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) promoveram, em 1º de dezembro, no auditório da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA), em São Paulo-SP, a apresentação da proposta da Estratégia para a Etapa I do Programa Brasileiro de Redução do Consumo de Hidrofluorcarbonos (HFCs). O encontro ocorreu em formato presencial e online, com participação de representantes do setor produtivo, associações, consultores e especialistas.

A proposta apresentada integra o compromisso brasileiro com a Emenda de Kigali ao Protocolo de Montreal. A Etapa I do Programa HFCs será implementada entre 2027 e 2032 e prevê ações para reduzir 7.289.768 t CO₂ equivalente, volume correspondente a 10% da linha de base nacional. As diretrizes discutidas tratam do consumo de HFCs por setores, da transição tecnológica e de medidas para apoiar a implementação multissetorial.

O evento teve abertura de Leonardo Cozac, ABRAVA; Thiago Rodrigues, Eletros; e Frank Amorim, MMA. Foram apresentados diagnósticos, projeções e ações regulatórias, incluindo limites máximos de GWP por tipo de equipamento, a proibição do uso de HFC-134a e R-410A na manufatura de equipamentos de refrigeração doméstica e ar condicionado residencial a partir de 2029, além da internalização de normas internacionais e atualização de etiquetagem de eficiência energética.

Frank Amorim, MMA, tratou do perfil de consumo de HFCs e projeções até 2035. Ana Paula Leal, PNUD, apresentou cenários de crescimento para refrigeração e ar condicionado, indicando que, sem ações, o consumo poderá chegar a 55 milhões de toneladas de CO₂ equivalente em 2035, acima do limite de 51 milhões. Arcanjo Miguel Pacheco, IBAMA, esclareceu pontos sobre a instrução normativa referente à importação de HFCs e sobre o processo de consulta pública previsto para 2025.

Edgard Neto, PNUD, detalhou o plano setorial para refrigeração comercial leve, a conversão tecnológica em equipamentos de baixo GWP e projetos para o setor automotivo. Sérgia Oliveira e David Marcucci, UNIDO, abordaram iniciativas para refrigeração industrial e bombas de calor, incluindo sistemas modulares com amônia. Stefanie von Heinemann, GIZ, apresentou ações de capacitação, boas práticas e o futuro projeto de Qualificação, Certificação e Registro (QCR) de técnicos do subsetor de refrigeração comercial.

A audiência participou com perguntas e sugestões que poderão ser incorporadas ao documento atualmente em Consulta Pública. Contribuições à Estratégia da Etapa I do Programa HFCs poderão ser enviadas de 27 de novembro a 27 de dezembro de 2025 por cidadãos, empresas, entidades e especialistas.

Alameda Glete e o comércio de rua diante do desafio digital

Comércio de peças e acessórios de climatização e refrigeração da Glete se reinventa, alia experiência física à digital e transforma o balcão em centro técnico de soluções, treinamentos e networking

 Na tradicional Alameda Glete, no bairro de Campos Elíseos, em São Paulo, o entra e sai de profissionais de refrigeração e climatização ainda marcam o ritmo de uma das ruas mais emblemáticas do setor de HVAC-R no país. Conhecida há décadas como um polo de peças, equipamentos e serviços técnicos, a Glete abriga empresas como Frigelar, Friopeças, Karisfrio, Zeon Refrigeração, Disparcon, Frigga Frio, CairoFrio, DSfrio, BlueAr, Tosi, entre muitas outras, que continuam movimentando o comércio especializado.

Um estudo da empresa de pesquisa de mercado Grand View Research mostra que o mercado de peças e acessórios de HVAC-R no Brasil teve faturamento estimado em US$ 717,2 milhões em 2024, com previsão de crescimento para US$ 956,1 milhões em 2030, o que implica uma CAGR (taxa de crescimento anual composta) de cerca de 4,9% entre 2025 e 2030.  E apesar do crescimento exponencial, a região vem enfrentando o mesmo dilema que atinge o varejo técnico em todo o Brasil: como equilibrar a força do atendimento presencial com a praticidade e o preço competitivo do ambiente online.

É fato que a digitalização das compras e o crescimento do e-commerce remodelaram a forma como os instaladores, empresas de manutenção e consumidores profissionais buscam produtos e suporte técnico, porém, algumas lojas passaram a investir em diferenciais que o comércio digital dificilmente consegue replicar, como o suporte técnico imediato, espaços para treinamentos, coworking, estoque disponível na hora e o relacionamento direto com o cliente.

A Friopeças, por exemplo, criou o “Espaço Café”, desenvolvido em parceria com a Gree, para treinamentos e demonstrações de produtos. O movimento revela uma aposta no físico, mas com foco em experiência, proximidade e capacitação, mais do que apenas em balcão de vendas.

“São Paulo é um dos principais mercados de atuação da Friopeças e merecia este investimento em parceria com a Gree numa das ruas mais tradicionais do setor. Entendemos que a loja física é fundamental para a fidelização dos nossos clientes e parceiros, pois nos permitirá oferecer mais conforto e um mix ainda mais completo”, informa Daniel Prado, presidente e fundador da Friopeças.

Em 2025, a Frigga Refrigeração inaugurou uma nova unidade na rua, reforçando a aposta no ponto físico e no atendimento personalizado. Para os especialistas, a tendência é que o polo se transforme em um centro técnico de relacionamento, com espaços de treinamento, cafés para instaladores, integração com plataformas digitais e suporte especializado. Ou seja, o futuro não é abandonar o físico, mas redefinir seu papel.

Frigga: O valor do contato humano, aliado à disponibilidade imediata, continua sendo o principal diferencial das lojas de rua

“Diferente de um simples ponto de venda, a Frigga Frio traz um conceito inovador para o mercado. Um dos destaques é o espaço de coworking exclusivo para técnicos e instaladores, que visa oferecer um local de apoio e estrutura para que os profissionais possam trabalhar e interagir com colegas. Queremos ir além do fornecimento de produtos. Nosso objetivo é fortalecer a comunidade de profissionais, oferecendo um espaço onde eles possam se desenvolver e encontrar as melhores soluções,” explica Paulo Neulaender, diretor da Frigga Frio. “A loja também dispõe de uma área de treinamentos dedicada, equipada para a realização de workshops e cursos. O objetivo é manter os profissionais atualizados sobre as mais recentes tecnologias e práticas do mercado de refrigeração e climatização”, acrescenta.

Soluções híbridas

Diante desse cenário, o comércio físico tem apostado em soluções híbridas, como o atendimento digital com retirada imediata na loja e a comunicação mais ativa nas redes sociais. Porém, mesmo assim, o comportamento do cliente técnico também mudou. “Hoje, o comprador chega com o celular na mão, comparando preços e conferindo modelos, porém a compra é feita no balcão. Na venda física, o cliente pode tirar dúvidas, testar e não errar no produto”, comenta Waldir Batista Lacerda, atendente da Disparcon, que trabalha há 10 anos na loja.

A visita à loja deixou de ser apenas o momento da compra: tornou-se parte da pesquisa, da busca por informação e da checagem de credibilidade. Os lojistas reconhecem que o fluxo de visitantes já não garante conversão imediata, e que a decisão final muitas vezes é influenciada pelo preço online.

A questão do preço também é apontada como o ponto mais sensível. “Podemos mudar o layout e fazer promoções, mas a venda na loja continua essencial, mesmo quando o cliente compara o preço com o marketplace”, acrescenta Waldir.

Outro fator que pesa é a estrutura física. A operação de uma loja especializada envolve custos fixos altos como aluguel, funcionários, manutenção de estoque técnico, que o e-commerce não tem. Por isso, a eficiência operacional e o valor agregado do serviço passaram a ser determinantes. Se a loja for igual ao site, vai perder. Mas se for mais humana, mais resolutiva e imediata, esse é o caminho.

Mesmo diante dessas transformações, a Glete mantém importância simbólica e comercial. É um ponto de referência para quem precisa de uma peça urgente, uma segunda opinião técnica ou uma solução que depende do olhar do profissional experiente. “Quando preciso de algo para o mesmo dia, prefiro vir aqui. Se erro um modelo, perco o serviço. Aqui posso ver, comparar, testar”, conta João Batista de Souza, instalador que há 15 anos compra no bairro. O valor do contato humano, aliado à disponibilidade imediata, continua sendo o principal diferencial das lojas de rua.

Espaço Café, desenvolvido pela Friopeças em parceria com a Gree, para treinamentos e demonstrações de produtos

Para Neulaender, há muita bagagem a ser dividida na Glete: “No nosso caso, temos uma equipe experiente, motivada e treinada, sem falar naquilo que venho procurando aprender e transmitir ao mercado nesses 40 anos de refrigeração. Idealizamos uma área de coworking aberta a quem estiver na região e queira dar uma parada, tomar um café, conversar com alguém, organizar a agenda, além de nosso auditório para 40 pessoas”.

Ao mesmo tempo, novas áreas, como a Barra Funda, vêm atraindo lojas e distribuidores pela facilidade logística e maior espaço para estacionamentos, algo que na Glete se tornou um desafio. Esses fatores urbanos, combinados com o avanço da digitalização, explicam parte da migração de fluxo e a necessidade de reposicionamento da região.

A loja de rua ainda tem espaço, desde que comunique com clareza o que o cliente realmente ganha ao estar ali: atendimento humano, resposta imediata e confiança. Afinal, enquanto o preço pode ser comparado em um clique, a segurança de escolher certo continua sendo um diferencial que o digital ainda não substitui.

Johnson Controls reforça presença da marca YORK no mercado brasileiro de HVAC-R

Campanha busca consolidar a atuação da YORK no país e acompanhar o avanço das normas de eficiência energética no setor.

A Johnson Controls conduz uma campanha de consolidação da marca YORK no mercado brasileiro de HVAC-R (aquecimento, ventilação, ar-condicionado e refrigeração). A iniciativa visa ampliar a presença da marca em projetos de grande porte e integrar soluções de climatização com tecnologias digitais e de automação predial.

O movimento ocorre em meio ao aumento da demanda por sistemas de HVAC-R em segmentos como data centers, complexos corporativos, shopping centers, hospitais e indústrias. O crescimento do setor também é favorecido pela resolução do Ministério de Minas e Energia que define o Índice Mínimo de Eficiência Energética para novas edificações, medida que deve incentivar práticas mais sustentáveis e a modernização de infraestruturas.

“Os setores público e privado estão cada vez mais empenhados em se adequar a essa nova realidade energética, não apenas para cumprirem suas metas de descarbonização, mas também para se manterem em linha com a tendência pró-conforto que tem sido a tônica no mercado. Essa norma do governo federal deve acelerar ainda mais esse processo”, afirma Adhemar Liza, general manager da Johnson Controls no Brasil.

Em 2025, a Johnson Controls completa 140 anos de atuação global, enquanto a YORK celebra 150 anos de fundação. Para Liza, a consolidação da marca no país está ligada ao fortalecimento da estrutura técnica e ao suporte especializado oferecido aos clientes. “O pós-venda técnico especializado e com suporte contínuo é um diferencial da Johnson Controls no Brasil, fortalecendo o vínculo com nossos clientes e assegurando maior estabilidade operacional com menor custo no longo prazo”, diz.

Carrier apresenta sistema de resfriamento líquido para data centers com IA

Nova CDU da linha QuantumLeap™ é exibida no DCD Connect Brasil 2025, em São Paulo, com foco em eficiência e alto desempenho.

A Midea Carrier apresentou no DCD Connect Brasil 2025, em São Paulo, o sistema de resfriamento líquido CDU (Coolant Distribution Unit) da linha QuantumLeap™, desenvolvido para data centers que processam inteligência artificial.

A tecnologia, já adotada em outros mercados, difere dos modelos tradicionais de climatização ao resfriar diretamente o chip, em vez de reduzir a temperatura do ar de todo o ambiente. Segundo a empresa, essa configuração aumenta a eficiência da operação, reduz o consumo de energia e permite maior capacidade de processamento em espaços físicos menores.

Durante o evento, o gerente comercial da Midea Carrier, Cristiano Brasil, destacou que a companhia está preparada para apoiar a transição dos data centers para soluções híbridas e líquidas de alto desempenho.

Indústrias Tosi participa do DCD>Academy Conect 2025

Empresa acompanhou debates sobre eficiência energética e inovação em data centers.

A Indústrias Tosi participou do DCD>Academy Conect 2025, realizado nos dias 4 e 5 de novembro, em São Paulo. O evento reuniu líderes e especialistas do setor de data centers para discutir tendências tecnológicas, eficiência energética e sustentabilidade nas operações críticas.

Representaram a empresa Lucas Tosi, Márcio Tosi, Marcelo Tosi e o engenheiro Marcos Santamaria A. Corrêa. A participação reforçou o compromisso da Tosi em acompanhar as transformações do mercado e desenvolver soluções térmicas voltadas a aplicações de alta performance.

SENAI-SP abre inscrições para cursos técnicos gratuitos

Inscrições podem ser feitas até às 21h do dia 6 de novembro; seleção inclui o curso técnico em Refrigeração e Climatização.

O SENAI-SP abriu as inscrições para os cursos técnicos presenciais gratuitos oferecidos em todo o estado de São Paulo. São 27 títulos distribuídos em diversas áreas industriais, com formação prática e alinhada às demandas do setor produtivo.

O processo seletivo segue aberto até as 21h do dia 10 de novembro de 2025. As provas serão aplicadas presencialmente, entre 24 de novembro e 6 de dezembro, nas unidades em que os candidatos se inscreveram. O resultado será divulgado em 19 de dezembro, às 14h, nas escolas e no site da instituição.

Os classificados na primeira chamada poderão efetuar matrícula de 5 a 9 de janeiro de 2026. As chamadas seguintes ocorrerão de 12 a 14 e de 15 a 19 de janeiro.

Entre as opções disponíveis está o Curso Técnico em Refrigeração e Climatização, com inscrições diretas no site do SENAI-SP.

Os candidatos aos cursos diurnos devem ter concluído a 1ª série do Ensino Médio e estar cursando ou ter concluído o 2º ano. Para os cursos noturnos, é necessário ter completado o Ensino Médio. A idade mínima é de 14 anos, sem limite máximo.

O SENAI-SP informa que o índice médio de empregabilidade dos formados é de 88,6%, com aumento médio de 31,6% na renda após a conclusão do curso.

Governo mantém suspensão do horário de verão em 2025

Decisão considera aumento do consumo de energia em função do uso de ar-condicionado e equipamentos de refrigeração.

O governo federal informou que não haverá horário de verão em 2025, decisão respaldada por avaliações do Ministério de Minas e Energia (MME).

Segundo o MME, o horário de pico de consumo de energia atualmente ocorre nas tardes mais quentes, em razão do uso intensificado de ar-condicionado e outros aparelhos de refrigeração, em vez de ocorrer apenas entre o final da tarde e início da noite. Essa dinâmica, ampliada pelas mudanças climáticas, reduz a eficiência da medida de adiantamento dos relógios como estratégia de amortecimento da carga sobre o sistema elétrico.

Historicamente, o horário de verão era adotado para diluir a concentração do consumo entre 18h e 21h, provocando o “achatamento” da curva de demanda, o que aliviava linhas de transmissão, subestações e sistemas de distribuição. Participavam os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal. O procedimento previa adiantamento de uma hora do relógio do primeiro domingo de novembro até o terceiro domingo de fevereiro.

O MME destaca ainda que o verão de 2024/2025 figura entre os mais quentes desde 1961, com múltiplas ondas de calor, o que reforça a necessidade de adaptar as políticas de gestão de energia ao novo padrão de consumo.

Febrava destaca inovação e presença chinesa no setor de climatização

Feira reforça parcerias com a China e apresenta soluções em eficiência energética e climatização no Brasil

A Febrava realizou mais uma edição em São Paulo como ponto de encontro da cadeia de refrigeração, ar-condicionado, ventilação, aquecimento e tratamento de água na América Latina. Durante quatro dias, reuniu milhares de visitantes em busca de soluções técnicas, lançamentos e oportunidades de negócios.

A diretora do evento, Tatiana Rassini, ressaltou que a feira fortalece a cadeia produtiva e amplia a participação internacional. Segundo ela, as marcas chinesas tiveram papel de destaque, ocupando alguns dos maiores estandes e apresentando tecnologias que despertam interesse dos visitantes brasileiros.

A presença chinesa foi um dos eixos centrais desta edição. Empresas expuseram equipamentos voltados à eficiência energética, climatização inteligente e soluções sustentáveis. Fabricantes que atuam no Brasil utilizaram a feira como vitrine para apresentar portfólio de produtos e ampliar redes de contato.

De acordo com representantes do setor, a percepção sobre a qualidade dos equipamentos chineses mudou nos últimos anos. O custo mais competitivo e o avanço tecnológico tornaram essas marcas mais atrativas para distribuidores e consumidores locais.

Entre as companhias presentes, a TCL destacou crescimento de 40% no Brasil no último ano, reforçando a estratégia de consolidar presença no mercado latino-americano. A Gree, apontada como a maior fabricante mundial de ar-condicionado, também apresentou novidades e afirmou que a feira é estratégica para aprofundar sua atuação no país.

A Febrava segue como espaço de difusão de tendências globais e de consolidação da cooperação entre o Brasil e a China no setor de climatização e refrigeração.