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Fujitsu e Leveros promovem ação em camarote no Carnaval do Recife

Patrocínio antecede abertura de loja da distribuidora e integra estratégia de relacionamento com instaladores no Nordeste.

A Fujitsu General do Brasil patrocinou o camarote Seu Boteco no Carnaval de Recife, em 12 de fevereiro, em parceria com a Leveros. A iniciativa reuniu instaladores credenciados, potenciais parceiros e equipe interna, com foco em relacionamento e ampliação da rede de credenciados na região Nordeste.

Segundo as empresas, a ação integra uma estratégia de aproximação com profissionais do setor de climatização em mercados considerados prioritários. A cidade é apontada como polo de eventos técnicos e capacitação profissional, com presença de instaladores especializados.

O patrocínio ocorre antes da inauguração de uma loja da Leveros prevista para abril na capital pernambucana e marca a expansão da atuação local. A iniciativa também reforça a parceria comercial entre as empresas.

Para Neide Oliveira, participante da ação, o espaço funcionou como ambiente de relacionamento entre parceiros. A marca contou com comunicação visual, brindes e kits para convidados, além de itens enviados antecipadamente aos instaladores e ativações no local.

De acordo com Ivson Soares, gerente comercial da Leveros Recife, a abertura da loja faz parte do plano de ampliar presença no mercado e fortalecer vínculos com empresas do segmento.

Os convidados acompanharam apresentações de Lenine e João Gomes a partir do camarote.

Refrigeração de missão crítica sem margem para falhas

Com investimentos bilionários previstos em data centers no Brasil, a refrigeração deixa de ser sistema de apoio e passa a ser elemento vital para a continuidade operacional. Em ambientes de missão crítica, desempenho térmico, redundância e expertise técnica definem o sucesso ou o colapso da operação.

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Com a rápida expansão da computação em nuvem, da inteligência artificial e da transformação digital, os data centers se consolidam como uma das maiores oportunidades técnicas e estratégicas para o setor de HVAC-R. Mais do que conforto térmico, a refrigeração passa a ser um elemento vital para a continuidade dos negócios e para a confiabilidade da infraestrutura digital. De acordo com relatório da consultoria internacional Arizton Advisory & Intelligence, o mercado de data centers no Brasil deve receber US$ 3,7 bilhões em investimentos até 2027. O estudo aponta que boa parte desses aportes será destinada à construção de novas instalações e à ampliação da capacidade energética e térmica existente, reforçando o papel estratégico dos sistemas de refrigeração e climatização na garantia da continuidade operacional e da eficiência energética desses ambientes de missão crítica.

Segundo a ABDC (Associação Brasileira de Data Centers), o Brasil conta hoje com cerca de 370 mil m² de área construída de data centers, com previsão de expansão acelerada da capacidade instalada em MW, o que amplia de forma significativa a demanda por sistemas de refrigeração de missão crítica.

“O Brasil possui atualmente cerca de 700 MW de capacidade instalada em data centers. Além disso, há mais de 1.800 MW de capacidade futura planejada ou em desenvolvimento, o que evidencia uma forte expansão da demanda por refrigeração especializada, reforçando a relevância do setor de HVAC-R. Em média, cada 1 MW destinado à tecnologia da informação (TI) exige entre 0,5 e 1 MW adicional em sistemas de refrigeração, tornando-o um ativo estratégico para a confiabilidade do negócio. Nesse contexto, a climatização não está relacionada ao conforto, mas à sobrevivência da operação. Qualquer falha térmica pode gerar desligamentos automáticos, perda de dados e prejuízos significativos”, informa Alexandre Kotoyanis, Diretor de Educação da ABDC.

Para o técnico de refrigeração e climatização, isso representa uma virada de chave: não se trata mais apenas de instalar e manter equipamentos, mas de garantir desempenho térmico contínuo, previsível e mensurável, 24 horas por dia, 7 dias por semana. A partir dessa perspectiva, o profissional especializado não compete por preço, mas por confiabilidade, precisão e conhecimento aplicado. Data centers exigem técnicos capazes de interpretar dados em tempo real, entender o comportamento térmico dos ambientes e antecipar falhas antes que elas ocorram. A especialização passa a ser um diferencial sustentável no longo prazo.

Marcos Santamaria: “No mercado de missão crítica, o menor preço perde relevância frente ao risco operacional, pois o custo de uma interrupção é muito alto, não somente financeiro, como também para a imagem da empresa”

Essa realidade é reforçada por Marcos Santamaria Alves Corrêa, Engenheiro de Aplicação da Indústrias Tosi. Segundo ele, a operação térmica de um data center é dinâmica e exige acompanhamento constante. “Data centers necessitam de profissionais de ar-condicionado especializados para analisar as condições térmicas dos ambientes em tempo real e fazer os ajustes que se fizerem necessários”.

Ele ressalta que a troca frequente de servidores altera o perfil térmico do ambiente, isso exige um conhecimento profundo de gerenciamento de fluxo de ar nessas instalações. “A criticidade do sistema é direta porque os servidores de TI dissipam muito calor, e dependem da manutenção de sua temperatura para operar. Se a temperatura em um processador ultrapassa seu limite de funcionamento, o respectivo servidor entra em processo de desligamento para sua proteção”.

Santamaria acrescenta ainda que no mercado de missão crítica, o menor preço perde relevância frente ao risco operacional, “porque o custo de uma interrupção no funcionamento de um data center é muito alto, não somente financeiro, como também para a imagem da empresa. Assim, a refrigeração de missão crítica consolida um novo patamar para o HVAC-R, no qual o conhecimento técnico, confiabilidade e responsabilidade operacional são tão importantes quanto os próprios equipamentos”.

Aplicação na prática

Na prática, os conceitos de desempenho térmico, alta disponibilidade e contingência ganham forma nas instalações reais de data centers em operação no país. Hyperscalers (hiperescaladores) globais e empresas nacionais de hospedagem e cloud adotam arquiteturas robustas de refrigeração, com redundâncias, monitoramento contínuo e protocolos rigorosos, que servem como referência técnica para o mercado brasileiro. Esses projetos demonstram como o HVAC-R é tratado como sistema vital, capaz de sustentar níveis de disponibilidade próximos a 99,999%, onde falhas térmicas precisam ser neutralizadas em minutos, ou sequer percebidas pela operação.

A presença de grandes provedores de serviços em nuvem no Brasil elevou significativamente o padrão técnico dos data centers instalados no país. A região da Amazon Web Services (AWS) em São Paulo (SP), por exemplo, é composta por múltiplas availability zones (zonas de disponibilidade), fisicamente separadas e com infraestrutura independente de energia, refrigeração e conectividade, contendo um ou mais data centers, projetados para garantir alta disponibilidade, resiliência e tolerância a falhas, permitindo que aplicações continuem operando mesmo se uma zona for afetada por quedas de energia ou desastres naturais. Esse modelo exige sistemas de HVAC-R com desempenho térmico extremamente estável, operando com redundâncias do tipo N+1 ou 2N, monitoramento contínuo e capacidade de manter condições operacionais mesmo durante manutenções ou falhas pontuais, alinhando-se a objetivos de disponibilidade próximos a 99,999%.

Equipamento desenvolvido para atender a demanda de data centers hyperscale, com fluxo de ar horizontal que permite operar com temperatura de água gelada mais altas nos chillers

Instalações associadas a plataformas globais como Google Cloud e Microsoft Azure, que operam regiões e interconexões no Brasil, seguem princípios semelhantes de projeto, com de alta densidade computacional exigindo controle rigoroso da temperatura do ar de entrada nos servidores, normalmente entre 18°C e 27°C, com baixa tolerância a variações. A homogeneidade térmica é fundamental para evitar pontos quentes (hot spots), preservar a vida útil dos equipamentos e garantir que a carga térmica crescente, impulsionada por aplicações de nuvem e inteligência artificial, não comprometa a continuidade do serviço.

“No que ser refere a data centers como ambientes críticos, se faz necessário o monitoramento da temperatura do ar de entrada de cada servidor, que deve estar entre 18ºC e 27ºC. Em data centers em que existe homogeneidade nesta temperatura de entrada em todos os servidores, pode-se operar nas temperaturas mais altas (24ºC / 25ºC) nos corredores frios, o que permite se operar com temperatura de água gelada mais altas nos chillers e CRAH (Computer Room Air Handlers – expansão indireta) ou temperatura de evaporação mais altas no CRAC (Computer Room Air Conditioners – expansão direta), o que promove uma maior eficiência energética ao sistema de climatização”, informa Santamaria.

Empresas como a Locaweb e o UOL Host operam data centers no país voltados a aplicações corporativas, e-commerce e serviços digitais de alta disponibilidade. Nessas instalações, a climatização é tratada como sistema vital, com redundância de equipamentos, distribuição controlada de ar frio, corredores confinados e integração com sistemas elétricos protegidos por nobreaks e grupos geradores, permitindo manutenção sem interrupção da operação.

Em data centers de maior porte, tanto de hyperscalers quanto de provedores locais, os protocolos de contingência incluem não apenas redundância de equipamentos de refrigeração, mas também estratégias para eventos extremos. Tanques de termoacumulação, redes elétricas duplas, UPS dedicados para bombas e ventiladores, além de monitoramento 24/7 com alarmes em múltiplos níveis, garantem que o sistema de climatização continue operando mesmo durante falhas de energia, respeitando o conceito de alta disponibilidade exigido por ambientes de missão crítica.

O objetivo técnico dessas arquiteturas é atingir níveis de disponibilidade da ordem de 99,999%, nos quais o sistema de climatização pode falhar por no máximo cerca de cinco minutos ao ano. Para o técnico de refrigeração e climatização, isso significa atuar em um ambiente onde precisão, confiabilidade e resposta rápida são mais relevantes do que o custo inicial do sistema. Nesse contexto, a expertise técnica deixa de ser um diferencial e passa a ser um requisito básico para operar em data centers modernos no Brasil.

Essas instalações usam sistemas de HVAC-R redundantes, UPS e protocolos de comutação automática entre zonas, pois cargas de missão crítica (bancos de dados, serviços globais e aplicações empresariais) dependem de infraestrutura que suporte falhas sem interrupção perceptível, requisito típico dos SLAs (contratos de desempenho) com abordagem de 99,99%+ (até ~5 minutos de inatividade por ano) em missão crítica, onde a redundância térmica e elétrica é prática padrão para esses modelos.

A Amazon Web Services é composta por múltiplas zonas de disponibilidade, fisicamente separadas e com infraestrutura independente de energia, refrigeração e conectividade

“Os projetos de data center são feitos sempre considerando equipamentos reservas para cada sistema, de forma a garantir a alta disponibilidade. Além disto, os equipamentos de refrigeração estão ligados a redes elétricas que possuem geradores de backup para a falta de energia elétrica. Em data centers de grande porte, especialmente com alta densidade de carga (W / rack ou W / m² ), costuma-se utilizar sistema de expansão indireta ( água gelada com chillers, bombas e CRAH ), e para garantir o suprimento de água gelada logo após uma queda de energia até que os geradores entrem em funcionamento e os chillers atinjam 100% de capacidade, se utilizam tanque de termoacumulação, e a bombas de água gelada e os ventiladores dos CRAH são atendidos por nobreaks para não haver nenhuma interrupção no fornecimento de energia para estes equipamentos”, explica o engenheiro de aplicação da Tosi.

Ele acrescenta que muitos data centers que atendem empresas brasileiras e globais implementam certificação Tier III ou superior, que exige redundância e manutenção sem desligamento, padrão alinhado com requisitos operacionais de alta disponibilidade e, indiretamente, performance térmica estável.


Resumen (español)

El crecimiento de los centros de datos en Brasil, impulsado por la nube y la inteligencia artificial, transforma la refrigeración en un sistema crítico para la continuidad operativa. Las instalaciones demandan control térmico permanente, redundancia y monitoreo en tiempo real para evitar pérdidas de datos y paradas. La expansión prevista en capacidad energética y térmica aumenta la necesidad de técnicos especializados, capaces de anticipar fallas y operar bajo estándares de alta disponibilidad cercanos al 99,999%. Grandes proveedores globales y operadores locales adoptan arquitecturas con múltiples zonas, respaldo eléctrico y certificaciones Tier, consolidando al HVAC-R como elemento esencial para la confiabilidad digital.

Summary (English)

The expansion of data centers in Brazil, driven by cloud computing and artificial intelligence, has turned cooling into a mission-critical system for operational continuity. Facilities require continuous thermal control, redundancy and real-time monitoring to prevent outages and data loss. Growing installed capacity increases demand for specialized technicians able to predict failures and operate under near-99.999% availability standards. Global hyperscalers and local providers deploy multi-zone architectures, backup power and Tier certifications, establishing HVAC-R as a core component of digital infrastructure reliability.

Reino Unido aponta dificuldade para contratar engenheiros de HVACR

Pesquisa realizada no Reino Unido, com membros do Instituto de Refrigeração (IOR), indica aumento da demanda por engenheiros e técnicos, mas relata lacunas de qualificação e formação no setor de aquecimento, ventilação, ar condicionado e refrigeração.

Uma pesquisa realizada no Reino Unido com membros do Instituto de Refrigeração (IOR) aponta que empregadores enfrentam dificuldades crescentes para recrutar engenheiros e técnicos de HVACR (aquecimento, ventilação, ar condicionado e refrigeração) tecnicamente competentes.

De acordo com o levantamento, 59% dos empregadores relataram aumento da dificuldade para preencher funções técnicas nos últimos três anos. Os entrevistados informaram que candidatos frequentemente não apresentam competências básicas e que muitos exigem treinamento corretivo antes de se tornarem operacionalmente aptos.

O estudo foi conduzido em outubro de 2025 e integra o relatório “O Futuro da Formação – Competências Certas para o Trabalho Certo”. A pesquisa também indica que 73% dos respondentes preveem aumento da demanda por engenheiros e técnicos nos próximos dois a três anos.

O relatório aponta que o envelhecimento da força de trabalho e a escassez de novos profissionais resultaram em uma lacuna etária entre 25 e 40 anos na engenharia, afetando a sucessão e a resiliência do setor no Reino Unido. O documento também registra que a oferta de treinamento é descrita como inconsistente e fragmentada, com aprendizes concluindo qualificações sem experiência prática considerada necessária para atuação segura e eficaz.

Segundo o IOR, competências emergentes, como uso de refrigerantes naturais, controles, integração e projeto de sistemas, não avançam no ritmo projetado. Persistem, ainda, preocupações relacionadas a comportamentos profissionais, preparação de canteiros de obras e conscientização sobre saúde e segurança.

O plano de ação apresentado no relatório propõe medidas coordenadas para fortalecer percursos de formação, aprimorar a competência profissional e ampliar a base de talentos. O projeto terá continuidade ao longo de 2026, com entrevistas adicionais com empregadores, faculdades e estagiários, além do desenvolvimento de um plano para enfrentar desafios ligados a programas de aprendizagem e à oferta de treinamento.

III Summit Empresarial HVAC/R 2026 ocorre em Lima e debate perspectivas do setor na América Latina

Evento será realizado em 5 de março, no Hotel Meliá Lima, com foco em desafios de negócios, tendências de mercado e networking para profissionais de Aquecimento, Ventilação, Ar Condicionado e Refrigeração (HVAC/R).

O III Summit Empresarial HVAC/R 2026 está confirmado para março de 2026, em Lima, no Peru, com programação voltada aos desafios de negócios do setor de Aquecimento, Ventilação, Ar Condicionado e Refrigeração (HVAC/R) no país e no cenário internacional. O encontro será realizado no Hotel Meliá Lima.

A agenda inclui a palestra de Diego Guerrero de Luna, da Teksol Group Solutions, marcada para 5 de março, das 8h às 8h40. O executivo abordará o tema “Perspectivas HVAC Latam: Lecciones del 2025 y la hoja de ruta hacia las nuevas tendencias en 2026-27”, com análise direcionada a profissionais responsáveis por decisões no mercado HVACR.

De acordo com a organização, o evento tem como foco a análise de desafios de negócios, tendências de mercado e a promoção de networking entre profissionais do setor. A divulgação informa que restam vagas e que estão disponíveis descontos para inscrições antecipadas.


Resumen (español):
El III Summit Empresarial HVAC/R 2026 se realizará el 5 de marzo en el Hotel Meliá Lima, en Perú, con foco en los desafíos de negocio y tendencias del sector de Calefacción, Ventilación, Aire Acondicionado y Refrigeración en América Latina. El programa incluye la ponencia de Diego Guerrero de Luna, de Teksol Group Solutions, sobre perspectivas HVAC Latam y la hoja de ruta hacia 2026-27. La organización informa que hay cupos disponibles con descuento por inscripción anticipada y orienta buscar información en redes sociales bajo “EXPOFRIO Peru”.

Summary (English):
The III Summit Empresarial HVAC/R 2026 will take place on March 5 at Hotel Meliá Lima, Peru, focusing on business challenges and market trends in the Heating, Ventilation, Air Conditioning and Refrigeration sector in Latin America. The agenda includes a presentation by Diego Guerrero de Luna, from Teksol Group Solutions, addressing HVAC Latam perspectives and the roadmap toward 2026-27. Organizers report limited seats with early registration discounts and recommend searching for “EXPOFRIO Peru” on social media for further details.

Thermo King nomeia Alessandra Salles como Gerente Geral para a América Latina

Executiva sucede Ivan Collazo e assume liderança regional após 19 anos de atuação na companhia

A Thermo King, especializada em soluções de controle de temperatura para transporte, nomeou Alessandra Salles como Gerente Geral para a América Latina. A executiva sucede Ivan Collazo, que anunciou recentemente sua aposentadoria.

Segundo a empresa, Alessandra possui experiência no mercado latino-americano e relacionamento com equipes comerciais e a rede de distribuidores autorizados da região. Desde 2021, atua como Líder de Excelência de Canais e Precificação para a América Latina, com atuação voltada ao desempenho organizacional por meio de colaboração, excelência operacional e desenvolvimento de equipes.

Com mais de 25 anos de experiência nos setores de refrigeração, HVAC e soluções climáticas para transporte — sendo 19 anos na Thermo King —, a executiva liderou iniciativas estratégicas, comerciais e operacionais em países da América Latina. Na companhia, ocupou cargos como Líder de Desenvolvimento de Concessionárias para o Brasil e América do Sul, além de funções nas áreas de CRM e Aftermarket LATAM. Antes de ingressar na Thermo King, foi Gerente de Projetos e Distribuição de HVAC na Honeywell Brasil.

“Assumir a liderança da Thermo King na América Latina é uma grande honra e uma responsabilidade que abraço com muito entusiasmo. A região tem um enorme potencial de crescimento, impulsionado pela força das nossas pessoas, pela parceria com a rede de distribuidores e pelo compromisso contínuo com excelência operacional e inovação. Seguiremos trabalhando de forma colaborativa, com foco no desenvolvimento das equipes e na entrega de soluções que gerem valor sustentável para nossos clientes e parceiros”, afirma Alessandra Salles.

De acordo com a empresa, a executiva adota um estilo de liderança baseado em empatia, transparência e responsabilidade, com foco no crescimento sustentável do negócio, no desenvolvimento das equipes e no fortalecimento da cultura organizacional.


Resumen (español)
Thermo King nombró a Alessandra Salles como Gerente General para América Latina, en sustitución de Ivan Collazo, quien anunció su jubilación. Con más de 25 años de experiencia en refrigeración, HVAC y soluciones climáticas para transporte, la ejecutiva ha ocupado diversos cargos en la compañía y liderado iniciativas estratégicas en la región.

Summary (English)
Thermo King has appointed Alessandra Salles as General Manager for Latin America, succeeding Ivan Collazo, who recently announced his retirement. With over 25 years of experience in refrigeration, HVAC, and transport climate solutions, she has held multiple leadership roles within the company and led strategic initiatives across the region.

Full Gauge Controls participa do Natural Refrigerant Training Summit 2026

Empresa apresenta soluções em CO₂ durante evento voltado à refrigeração com fluidos naturais nos Estados Unidos

A Full Gauge Controls participa do Natural Refrigerant Training Summit 2026, realizado de 10 a 12 de fevereiro, em Poughkeepsie, Nova York (EUA). O evento é voltado à refrigeração com fluidos naturais e reúne profissionais do setor para discutir tecnologias e aplicações.

Durante a programação, a equipe da empresa apresenta soluções focadas em CO₂, tecnologia que amplia presença no mercado norte-americano diante de legislações que aceleram a transição para refrigerantes de baixo GWP (Potencial de Aquecimento Global).

Segundo a Full Gauge Controls, a participação também tem como objetivo promover a troca de conhecimento e fortalecer conexões no setor, além de contribuir para o desenvolvimento de um mercado considerado pela empresa como mais eficiente e sustentável.


Resumen (español)
La empresa Full Gauge Controls participa en el Natural Refrigerant Training Summit 2026, realizado del 10 al 12 de febrero en Poughkeepsie, Nueva York. Durante el evento, enfocado en refrigeración con fluidos naturales, la compañía presenta soluciones basadas en CO₂, en un contexto de nuevas legislaciones en Estados Unidos que impulsan la transición hacia refrigerantes de bajo GWP.

Summary (English)
Full Gauge Controls is attending the Natural Refrigerant Training Summit 2026, held from February 10 to 12 in Poughkeepsie, New York. At the event, focused on natural refrigerants, the company is showcasing CO₂-based solutions amid new U.S. regulations accelerating the transition to low-GWP refrigerants.

AHR Expo 2026 reúne setor HVAC-R em Las Vegas e apresenta agenda técnica global

Evento ocupou dois pavilhões do centro de convenções, concentrou quase 2 mil expositores e debateu temas regulatórios, tecnológicos e de formação profissional

A AHR Expo 2026 reuniu 53.315 profissionais do setor HVAC-R entre 2 e 4 de fevereiro, em Las Vegas, nos Estados Unidos. Considerada uma das principais feiras globais de aquecimento, refrigeração, ventilação e automação predial, o evento ocupou os pavilhões Central e South do Las Vegas Convention Center, com 1.956 expositores distribuídos em uma área de 578.980 pés quadrados, reunindo fabricantes, engenheiros, projetistas, integradores, instaladores e operadores de diversos mercados.

A edição de 2026 teve como foco temas ligados à transição tecnológica do setor, com destaque para a introdução de novos refrigerantes, eficiência energética, sistemas de automação e aplicações para data centers. A programação educacional incluiu painéis técnicos, sessões abertas e a 2026 Panel Series, com debates sobre escassez e substituição de fluidos refrigerantes, regulamentações, desenvolvimento de mão de obra, bombas de calor, sistemas ERV e comunicação setorial.

Entre os painéis de maior público esteve o encontro dedicado às demandas de data centers, que discutiu soluções de resfriamento, avanços em BMS e a próxima geração de sistemas HVAC. As sessões também abordaram o impacto do crescimento da infraestrutura digital sobre o consumo energético e o papel do setor HVAC-R na estabilidade e segurança dessas operações. Os conteúdos completos dos painéis serão disponibilizados posteriormente pela organização da feira.

Além da agenda técnica, a AHR Expo 2026 manteve um programa voltado à formação profissional. Estudantes universitários ligados a iniciativas da ASHRAE participaram de visitas guiadas e painéis sobre carreiras no setor, enquanto alunos do ensino médio de programas de educação técnica do condado de Clark tiveram contato direto com tecnologias, produtos e trajetórias profissionais ligadas à climatização e refrigeração.

Durante o evento, também foram anunciados os vencedores do AHR Expo Innovation Awards 2026, que reconheceram soluções em categorias como automação predial, refrigeração, aquecimento, qualidade do ar interior, softwares, ventilação, ferramentas e soluções sustentáveis. Entre as empresas premiadas estiveram Honeywell Connected Solutions, Daikin, Copeland, Sharp Corporation, IDC Fluid Control, Rebar, ABB Motors and Drives, CSG Compressors e Blue Frontier, que recebeu o prêmio de Produto do Ano.

O evento contou ainda com participação organizada de empresas brasileiras. Doze companhias integraram o Pavilhão Brasil por meio do Programa ABRAVA Exporta: Asmontec, Bundy Refrigeração, EQ Tech (Frigoking), Globus, Joape, Klimatix (Grupo Mecalor), Refricomp, RLX Refrigerantes, Serraff, Thermomatic, Trox do Brasil e Unada Motor. O espaço concentrou reuniões, visitas técnicas e contatos comerciais com representantes de diferentes países.

Outras empresas brasileiras ou com forte atuação no Brasil também marcaram presença fora do Pavilhão Brasil. A Indústrias Tosi participou da feira em estande compartilhado com a Multistack, com a presença de executivos da empresa para atividades de relacionamento e acompanhamento de tendências tecnológicas. Também estiveram na AHR Expo companhias como Embraco (Nidec Global Appliance), Full Gauge Controls, Weg e Mecalor, esta última também representada por meio da marca Klimatix.

A próxima edição da AHR Expo está prevista para ocorrer em Chicago, de 25 a 27 de janeiro de 2027, de forma simultânea à Winter Conference da ASHRAE.

Eletrolar lança AirCon, feira de climatização integrada à Eletrolar Show 2026

Evento estreia em junho, no Distrito Anhembi, e reúne indústria, distribuidores, engenheiros, técnicos e instaladores do setor HVAC-R.

O Grupo Eletrolar All Connected anunciou o lançamento da AirCon, feira voltada à climatização e refrigeração, que terá sua primeira edição em 2026. O evento será realizado de 22 a 25 de junho, no Distrito Anhembi, em São Paulo, de forma integrada à Eletrolar Show All Connected 2025. A iniciativa amplia o portfólio do grupo e acompanha o avanço do setor de HVAC-R no Brasil ao longo de 2025.

A proposta da AirCon é conectar diferentes elos da cadeia de HVAC-R em um ambiente orientado a negócios. Em 2025, a Eletrolar Show movimentou mais de R$ 2 bilhões, reuniu 1.500 expositores, cerca de 5 mil marcas e recebeu mais de 40 mil profissionais, números que embasaram a ampliação multissetorial do evento.

A AirCon contará com espaço dedicado a demonstrações técnicas e conteúdos relacionados à instalação, automação, gases de baixo GWP, qualidade do ar e tecnologias voltadas ao uso eficiente de energia. O público-alvo inclui indústria, distribuidores, engenheiros, técnicos e instaladores, com foco em soluções como sistemas split, VRF, fluidos refrigerantes e componentes do setor.

O portfólio apresentado inclui ferramentas e acessórios, como bombas de vácuo, manifolds e equipamentos de corte e expansão, além de sistemas de aquecimento, ventilação, refrigeração e câmaras frias. Estão previstos ainda produtos de ar-condicionado residencial, comercial e industrial, com tecnologias como splits, multis, VRF e chillers, bem como soluções em automação, IoT, BMS, eficiência energética e retrofit da qualidade do ar.

Integrada ao ecossistema da Eletrolar Show All Connected, a AirCon também se conecta à Expo Ferretera, reunindo mercados complementares. Segundo Carlos Clur, CEO do Grupo Eletrolar, a proposta é aproximar fabricantes, distribuidores, instaladores e varejistas em um mesmo ambiente. Para o executivo, a integração amplia o acesso às tecnologias e fortalece relações comerciais no setor de HVAC-R.

Realizada em paralelo à AirCon e à Expo Ferretera, a Eletrolar Show All Connected reúne decisores de compras de redes de varejo, atacadistas, distribuidores, construtoras, engenheiros, arquitetos, designers, instaladores e gestores de manutenção. Com a inclusão das novas feiras, a organização projeta que a visitação conjunta alcance até 55 mil profissionais ao longo dos quatro dias.

A 19ª edição da Eletrolar Show All Connected, em 2026, contará ainda com os pavilhões Future Mobility, Interior Lifestyle South America, Lighting Show, Máquinas & Componentes, Global Supplier e Packaging Pack, consolidando a plataforma multissetorial do Grupo Eletrolar.


Resumen (Español)

El Grupo Eletrolar anunció el lanzamiento de AirCon, feria de climatización y refrigeración que se realizará del 22 al 25 de junio de 2026 en el Distrito Anhembi, en São Paulo. Integrado a la Eletrolar Show All Connected, el evento reunirá a industria, distribuidores, ingenieros, técnicos e instaladores del sector HVAC-R, con foco en soluciones técnicas, eficiencia energética, calidad del aire y gases de bajo GWP.

Summary (English)

Grupo Eletrolar announced the launch of AirCon, a new HVAC-R trade show to be held from June 22 to 25, 2026, at Distrito Anhembi in São Paulo. Integrated with Eletrolar Show All Connected, the event will bring together manufacturers, distributors, engineers, technicians and installers, focusing on technical solutions, energy efficiency, indoor air quality and low-GWP refrigerants.

Estudo recente aponta avanço em materiais para refrigeração magnetocalórica

Pesquisa publicada em dezembro de 2025 detalha método para reduzir perdas energéticas e ampliar a estabilidade cíclica de compostos magnetocalóricos à base de gadolínio.

Pesquisadores da Alemanha e do Japão afirmam ter obtido um avanço no desempenho e na durabilidade de materiais usados em refrigeração magnetocalórica, tecnologia considerada alternativa à compressão de vapor. O estudo foi conduzido por uma colaboração internacional liderada pelo National Institute for Materials Science (NIMS), no Japão, e pela Universidade Técnica de Darmstadt, na Alemanha, e publicado em dezembro de 2025 na revista científica Advanced Materials.

O trabalho aborda um problema recorrente do efeito magnetocalórico — fenômeno no qual certos materiais alteram sua temperatura quando submetidos a um campo magnético. Segundo os pesquisadores, materiais com alto poder de resfriamento costumam apresentar perdas irreversíveis de energia, associadas à histerese, o que compromete a durabilidade em ciclos repetidos de operação. Já materiais mais estáveis não alcançam variações de temperatura suficientes para aplicações práticas.

A equipe concentrou a análise em compostos intermetálicos à base de gadolínio e germânio, em especial o Gd₅Ge₄, material que aquece quando um campo magnético externo alinha os spins magnéticos dos átomos. De acordo com o estudo, a degradação do desempenho está relacionada a transições estruturais associadas a alterações no comprimento das ligações entre átomos de germânio durante os ciclos magnéticos.

Para reduzir esse efeito, parte do germânio foi substituída por estanho, com o objetivo de ajustar as ligações covalentes na estrutura cristalina. Segundo os autores, esse controle químico permitiu eliminar ou reduzir significativamente a histerese e manter a estabilidade do material ao longo de milhares de ciclos de magnetização e desmagnetização.

Os resultados indicam que a variação reversível de temperatura adiabática do material aumentou de 3,8 °C para cerca de 8 °C, sem perda acelerada de desempenho. A pesquisa também aponta que a combinação de maior estabilidade cíclica e menor dissipação de energia pode ampliar a viabilidade de sistemas de refrigeração magnética, que não utilizam gases de efeito estufa.

O estudo foca inicialmente em aplicações criogênicas, em faixas de temperatura entre aproximadamente –233 °C e –113 °C, como a liquefação de gases, incluindo hidrogênio. O consórcio afirma que pretende aplicar a metodologia a outros compostos e investigar seu uso em diferentes faixas de temperatura.

Além do NIMS e da Universidade Técnica de Darmstadt, participaram do trabalho o Instituto de Tecnologia de Kyoto (KIT), o Instituto Japonês de Pesquisa em Radiação Síncrotron (JASRI) e as Universidades de Hyogo e Tohoku. A divulgação mais ampla dos resultados ocorreu entre janeiro e fevereiro de 2026, por meio de comunicados institucionais e veículos científicos internacionais.

Ética profissional no frio

Como instaladores e técnicos podem proteger o próprio valor, o cliente e o futuro do setor

No setor de refrigeração e climatização, a ética profissional deixou de ser um conceito abstrato para se tornar um fator direto de sobrevivência. Em um mercado pressionado por importações, plataformas digitais e guerra de preços, a forma como o serviço é vendido, executado e documentado passou a definir quem permanece e quem desaparece. Instalar um ar-condicionado, fazer a manutenção de um chiller ou recuperar uma câmara fria não é apenas “fazer funcionar”. É assumir uma responsabilidade técnica, ambiental, legal e econômica. Quando isso é ignorado, todo o setor perde.

A concorrência desleal é hoje um dos principais fatores de desgaste do mercado. Ela aparece quando empresas ou profissionais reduzem artificialmente seus preços cortando etapas essenciais do serviço: não emitem nota fiscal, não recolhem impostos, usam peças de baixa qualidade, não seguem normas técnicas ou sequer têm responsável técnico. Para o cliente, isso pode parecer apenas uma economia imediata. Na prática, é um risco. Para o setor, é um processo lento de desvalorização do trabalho técnico. Quando alguém cobra metade do preço porque não emite nota, o custo real é empurrado para quem faz tudo corretamente. O profissional que atua dentro da lei passa a parecer “caro”, quando, na verdade, apenas incorpora no valor aquilo que garante segurança, rastreabilidade e responsabilidade.

A nota fiscal, nesse contexto, não é um detalhe burocrático. Ela é parte do serviço. Para o cliente, é a garantia de que existe uma empresa por trás do trabalho, com deveres, prazos e responsabilidade. Para o técnico, é o que permite crescer, investir, contratar, comprar melhor e se proteger juridicamente. Um serviço sem nota não tem compromisso. Se algo der errado, não há como exigir correção, reembolso ou reparo. Em casos mais graves, como queima de equipamento, vazamento de fluido refrigerante ou acidentes elétricos, a ausência de documentação deixa o cliente completamente desamparado. O profissional que não emite nota não está sendo flexível. Está transferindo o risco para quem o contratou.

O mesmo vale para o cumprimento das normas técnicas. No setor HVAC-R, normas não existem para dificultar a vida do instalador, mas para evitar prejuízos, acidentes e retrabalho. Procedimentos como vácuo, teste de estanqueidade, dimensionamento correto, isolamento térmico e partida assistida não são “opcionais”. Eles definem se o sistema vai operar com eficiência e segurança ou se vai se tornar uma fonte constante de problemas. Quando essas etapas são puladas para reduzir tempo e custo, o defeito quase sempre aparece depois, recaindo sobre o cliente ou sobre outro profissional que terá de corrigir algo feito de forma inadequada.

Nesse ambiente, os chamados orçamentos predatórios se tornam cada vez mais comuns. São propostas feitas apenas para ganhar o serviço, mesmo quando o valor não cobre o trabalho correto. O corte não aparece no papel, mas está nas horas, nos materiais, nos testes e nos cuidados que deixam de ser feitos. O cliente, muitas vezes, só percebe isso quando o sistema falha, o consumo dispara ou o equipamento apresenta defeitos recorrentes. O barato vira caro, mas quase sempre tarde demais, quando corrigir o erro custa mais do que teria custado fazer certo desde o início.

Valorizar o serviço, portanto, passa menos por brigar por preço e mais por tornar visível aquilo que normalmente fica escondido. Um orçamento detalhado, que mostre todas as etapas da instalação ou da manutenção, ajuda o cliente a entender o que está comprando. Fotos, checklists, relatórios simples e termos de garantia reforçam a percepção de profissionalismo. E uma comunicação clara, em linguagem acessível, explicando por que certas etapas são importantes, transforma o cliente em aliado, não em adversário na negociação.

A construção de marca também entra nesse processo. Profissionais e empresas que emitem nota, têm CNPJ, endereço, presença digital e histórico constroem algo que o informal não consegue copiar: reputação. E reputação gera indicação, fidelidade e, com o tempo, a possibilidade de cobrar um preço justo pelo trabalho bem feito.

No fim, ética profissional no setor de refrigeração e climatização não é apenas uma questão moral. É uma estratégia de sobrevivência. Quem segue normas, cumpre a lei e assume responsabilidade pode até perder alguns serviços no curto prazo, mas constrói algo muito mais sólido no longo prazo: confiança.

Ética profissional é o que separa quem apenas instala de quem constrói uma carreira.

Ética também é ambiental e jurídica

Para além da execução técnica imediata, a ética profissional no setor HVAC-R envolve responsabilidades que muitos clientes e até profissionais ainda não percebem. Entre elas estão o controle ambiental, a rastreabilidade dos serviços e a responsabilidade jurídica ao longo da vida útil do sistema.

Segundo Rodrigo Penha Men, presidente do Departamento Nacional de Instalação e Manutenção da ABRAVA, o manuseio inadequado de fluidos refrigerantes é um dos pontos mais críticos. “Vazamentos evitáveis, descarte incorreto e falta de controle sobre carga e recolhimento de fluido não são apenas falhas técnicas. São infrações ambientais que podem gerar penalidades graves para empresas e clientes”, afirma.

Ele ressalta que, com o avanço da legislação ambiental e a transição para fluidos de menor impacto climático, a responsabilidade do instalador e do mantenedor se amplia. “Quem executa um serviço hoje precisa pensar no sistema como um todo, inclusive no que acontece anos depois: manutenção, substituição, retrofit e descarte. Ética também é garantir que esse ciclo seja seguro e documentado.”

Outro ponto destacado é a rastreabilidade. Serviços formais, com relatórios, registros de intervenções e identificação do responsável técnico, protegem tanto o profissional quanto o contratante. “Quando há documentação, fica claro quem fez, o que foi feito e em que condições. Isso evita conflitos, facilita manutenções futuras e reduz riscos legais”, explica.

Para Men, o setor caminha para um cenário em que improviso e informalidade terão cada vez menos espaço. “A profissionalização não é uma escolha ideológica. É uma exigência técnica, ambiental e jurídica. Quem se antecipa a isso estará preparado para o futuro do mercado.”


Resumen (Español)

En el sector de refrigeración y climatización, la ética profesional se ha convertido en un factor decisivo para la supervivencia de empresas y técnicos. La competencia desleal, impulsada por servicios informales, precios predatorios y el incumplimiento de normas técnicas y fiscales, deteriora el mercado y transfiere riesgos al cliente. La emisión de factura, el respeto a los procedimientos técnicos y la documentación de los servicios son elementos centrales para la seguridad, la trazabilidad y la valorización del trabajo. Según Rodrigo Penha Men, presidente del Departamento Nacional de Instalación y Mantenimiento de ABRAVA, la responsabilidad ambiental y jurídica, especialmente en el manejo de fluidos refrigerantes, refuerza la necesidad de profesionalización. En este contexto, la ética deja de ser un valor abstracto y se consolida como una estrategia esencial para el futuro del sector HVAC-R.


Summary (English)

In the refrigeration and air conditioning sector, professional ethics has become a key factor for long-term survival. Unfair competition driven by informal services, predatory pricing and non-compliance with technical standards and tax obligations undermines the market and increases risks for customers. Proper invoicing, adherence to technical procedures and service documentation are essential to ensure safety, traceability and accountability. According to Rodrigo Penha Men, president of ABRAVA’s National Installation and Maintenance Department, environmental and legal responsibilities—especially regarding refrigerant handling—are gaining relevance as regulations evolve. In this scenario, ethics is no longer a moral abstraction but a strategic requirement for building trust and sustainability in the HVAC-R industry.