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Cadeia do Frio: rompendo o ciclo vicioso do desperdício de alimentos

Investimentos em infraestrutura e tecnologia modernas melhoram a eficiência e confiabilidade da segurança alimentar.

A cadeia do frio desempenha um papel fundamental na preservação e na qualidade dos alimentos, desde a produção até o consumo. No entanto, enfrenta uma série de desafios que muitas vezes resultam em desperdício de alimentos significativo. Um dos principais desafios é a falta de infraestrutura adequada, especialmente em regiões remotas ou em desenvolvimento. A falta de armazenamento refrigerado e transporte refrigerado confiável pode levar à deterioração rápida dos alimentos, resultando em perdas substanciais.

Para enfrentar esses desafios e romper o ciclo vicioso do desperdício de alimentos, é necessário investimentos em infraestrutura e tecnologia modernas para melhorar a eficiência e a confiabilidade lançando mão de estratégias, envolvendo diversas ações, incluindo o transporte refrigerado, essencial para garantir a segurança, qualidade e longevidade de uma ampla gama de produtos, especialmente alimentos perecíveis, medicamentos e vacinas.

Ele destaca que a transparência do fornecedor é essencial, pois podem ocorrer problemas durante o transporte, como a variação da temperatura, e isso altera tanto o recebimento da mercadoria, a armazenagem e a exposição no ponto de venda.

“A segurança do alimento é a premissa maior dos supermercados e para obtê-la o primeiro passo é fazer o básico bem-feito, ou seja, seguir as recomendações dos órgãos de regulamentação quanto ao controle rigoroso da temperatura, fazer a manutenção periódica dos equipamentos, utilizar embalagens adequadas e traçar um bom planejamento logístico.

Marcio Milan, Vice-Presidente de Relações Institucionais e Administrativo da ABRAS

Esse conjunto de ações mitigadoras ajudam a combater o desperdício de alimentos decorrentes, principalmente, do rompimento da cadeia de frio que põe em risco a qualidade do alimento e a saúde do consumidor. Esses fatores são essenciais não somente para transporte de longa distância, mas também quando o produto vai ser enviados do Centro de Distribuição (CD) para as lojas ou nas cargas entre lojas com boas práticas de produção, de manuseio, de estocagem, de distribuição e de exposição no varejo.

Há uma forte atuação dos supermercados no combate ao desperdício de alimentos e, a depender da qualidade desses produtos, muitas vezes, ainda dentro do prazo de validade, eles são descartados por quebra da cadeia de frio e o comprometimento da sua qualidade”, informa Marcio Milan, Vice-Presidente de Relações Institucionais e Administrativo da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS).

“Há casos que há comprometimento da segurança do alimento e esses alimentos têm de ser descartados, gerando impactos para os supermercados. Já do ponto de vista operacional, a otimização do processo vai desde o processo de compra de modo a evitar produtos parados em estoques até a gestão de falta de produtos nas gôndolas (rupturas). Outro aspecto prático vem da movimentação coordenada dos produtos para evitar o excesso de manipulação, da criação de área adequada de recebimento dos perecíveis, da capacidade de armazenagem de acordo com cada grupo de produtos e de treinamento constante tanto por parte do fornecedor quanto do varejo. É praxe conferir a temperatura da mercadoria que será entregue no varejo para verificar se foram transportadas seguindo as recomendações do fabricante, pois a carreta frigorífica apenas mantém a temperatura, ou seja, ela não consegue reduzir a temperatura do alimento. Por isso, uma das maiores ênfases nas boas práticas começa antes mesmo do carregamento do caminhão. Outro ponto importante é que os entregadores dos supermercados devem ser treinados para orientar os fornecedores a apenas abrir o baú refrigerado no momento do desembarque, pois a abertura das portas permite a entrada de ar mais quente, causando um choque de temperatura que afeta a vida útil de prateleira”, diz Milan.

Existe uma série de boas práticas quando o assunto é desperdício de alimentos, acrescenta Marcelo Souza, Coordenador de Operações de Loja da Associação Paulista de Supermercados (APAS).

Marcelo Souza, Coordenador de Operações de Loja da APAS

“No caso do transporte, a preocupação é sempre com a manutenção da temperatura ideal para cada tipo de carga, pois toda variação impacta diretamente no tempo de vida e qualidade dos produtos. Como citado, a constância da temperatura ideal para cada produto é essencial. Assim, na prática, os pontos mais sensíveis do processo estão nas trocas de ambientes – do armazenamento fabril para o transporte, do caminhão para o depósito de loja e depois para exposição. Na operação de loja, os tempos de movimentação da carga são pontos de atenção, assim como a correta operação nos ambientes (capacidade das câmaras, controle de portas fechadas e não bloqueio da corrente de ar nos expositores). Já o controle de perdas é uma operação da loja, essencial para o sucesso do negócio. Mas, este inicia-se na entrada na loja, não havendo dados precisos sobre o processo de transporte. No transporte, além da temperatura, as embalagens desempenham papel essencial no resultado de redução de perdas e desperdício. A APAS disponibiliza aos seus associados diferentes ferramentas para gestão, na forma de produtos da Escola APAS, onde cursos específicos sobre este tema são oferecidos. Por meio da Prontz, temos a oferta de produtos e serviços voltados a operação de loja, onde o associado também encontra soluções aplicáveis”, orienta Souza.

Cadeia produtiva de abastecimento

De acordo com o Vice-Presidente de Relações Institucionais e Administrativo da ABRAS, dados da FAO (The Food and Agriculture Organization of the United Nations) analisados pela Análise World Resources Institute e Global Food Losses and Food Waste–Extent (WRI), apontam que a região da América Latina é a segunda mais eficiente na cadeia produtiva de abastecimento quanto comparada às demais regiões do mundo. Ela apresenta o menor índice de desperdício, 15%. No entanto, desse percentual 28% são gerados pelo consumidor, 28% vêm da fase de produção, 22% na entrega e armazenamento, 17% na etapa de distribuição e mercado e 6% em processamento.

“A ABRAS ressalta a importância da manutenção da cadeia do frio, não somente no transporte, mas durante o recebimento, o armazenamento, a exposição em loja, pois estamos vivenciando mudanças climáticas extremas. Recomendamos uma rotina de inspeção dos equipamentos de refrigeração, a constante aferição de temperatura e umidade dos expositores, a orientação para que o consumidor mantenha fechada as gôndolas refrigeradas, pois são medidas que contribuem para preservar a vida de prateleira e a qualidade dos alimentos perecíveis até a mesa do consumidor. Outro aspecto vem do uso de tecnologias já disponíveis para o rastreamento de temperatura dentro dos veículos e das caixas de produtos por meio de sensores. Oportuno falar do programa ‘Embalagem na Medida’, que visa a padronização das medidas de base das caixas transportadoras para proporcionar um encaixe coeso entre as embalagens e evitar danos aos produtos, como amassamento e rompimento de embalagens. Nos supermercados, a eficiência das embalagens modulares, tanto as de papelão, de isopor e de plásticos, foram testadas no recebimento dos produtos, no armazenamento nas câmaras frias e no abastecimento das bancas, e isso nos sinaliza para o aumento da eficiência operacional de vegetais frescos e de cargas que devam ser transportadas ou armazenadas em câmara fria gerando a otimização, a descarga dos caminhões e o armazenamento em menor tempo para evitar a quebra da cadeia do frio. É um programa gratuito e está apto para combater o desperdício de alimentos do campo até o varejo”, destaca Milan.

Veículos frigoríficos modernos, sistemas de monitoramento ambiental, rotinas de inspeção que acompanham temperatura e umidade durante o armazenamento, rompem o ciclo de desperdício com investimentos em tecnologia

Estratégias para preservação da qualidade

O transporte refrigerado é um elo essencial na cadeia do frio, mantendo a qualidade e a segurança de produtos sensíveis à temperatura ao longo de toda a cadeia de suprimentos, garantindo a segurança, qualidade e longevidade de uma ampla gama de produtos, especialmente alimentos perecíveis, medicamentos e vacinas. À medida que a demanda por esses produtos continua a crescer globalmente, a importância de soluções inovadoras e sustentáveis se torna ainda mais relevante.

Segundo as associações supermercadistas, um exemplo é a otimização do transporte de carne bovina até os supermercados que exige especial atenção. Essa etapa não só assegura a qualidade e a segurança do produto, mas também maximiza a eficiência operacional e minimiza os custos. Algumas estratégias para otimizar esse processo são:

1 – Manutenção rigorosa da cadeia do frio

– Controle de temperatura: Garantir o controle preciso da temperatura dentro dos veículos frigoríficos é essencial para manter a carne fresca e segura durante o transporte. Isso requer equipamentos de refrigeração de alta qualidade e bem mantidos.

– Monitoramento em tempo real: Utilizar tecnologias de IoT para monitorar as condições de temperatura e umidade em tempo real, permitindo intervenções imediatas caso ocorram desvios nos parâmetros ideais.

2 – Planejamento e roteirização eficientes

– Otimização de rotas: Desenvolver rotas de entrega que minimizem o tempo de trânsito e a distância, reduzindo o risco de quebra na cadeia do frio e maximizando a eficiência do combustível.

– Agendamento de cargas: Planejar os horários de carga e descarga para evitar a exposição prolongada a temperaturas inadequadas durante o processo de transporte.

3 – Capacitação e treinamento de equipe

– Formação de motoristas: Motoristas bem treinados são essenciais para o manejo adequado do transporte refrigerado. Eles devem estar aptos a operar equipamentos de refrigeração e monitorar as condições da carga.

– Boas Práticas de higiene: Assegurar que toda a equipe entenda e implemente rigorosas práticas de higiene para evitar contaminação cruzada.

4 – Embalagens apropriadas

– Embalagem isolante: Usar materiais de embalagem que ofereçam isolamento térmico adequado e protejam a carne durante o transporte.

– Sistema de empacotamento: Implementar sistemas que reduzam o espaço vazio nas embalagens, promovendo uma refrigeração mais uniforme e eficiente.

5 – Investimento em tecnologia

– Veículos modernos: Investir em veículos frigoríficos modernos, equipados com as últimas tecnologias de refrigeração e sistemas de monitoramento ambiental.

– Soluções de rastreamento: Implementar sistemas avançados de rastreamento e gerenciamento de frota para otimizar operações logísticas e responder rapidamente a quaisquer incidentes.

6 – Parcerias estratégicas

– Colaboração com fornecedores: Estabelecer parcerias com fornecedores confiáveis de equipamentos e serviços de manutenção para veículos frigoríficos.

– Integração na cadeia de suprimentos: Trabalhar em estreita colaboração com outros elos da cadeia de suprimentos, como abatedouros e supermercados, para garantir uma transição suave e eficiente da carne ao longo da cadeia.

“O transporte refrigerado enfrenta desafios como a necessidade de eficiência energética, a redução da pegada de carbono e a garantia de conectividade e monitoramento em tempo real das condições de transporte. Inovações tecnológicas, como IoT (Internet das Coisas), embalagens inteligentes e veículos movidos a energia limpa, estão sendo desenvolvidas para enfrentar esses desafios, tornando o transporte refrigerado mais sustentável e eficaz. Ao adotar essas estratégias, é possível não só melhorar a qualidade e a segurança dos produtos entregues aos consumidores, mas também aumentar a sustentabilidade e a lucratividade do setor de transporte frigorífico na cadeia de produção de carne bovina. Isso demonstra um compromisso com a excelência operacional e a responsabilidade ambiental e social”, conclui Souza.

HVAC-R Show Chile traz oportunidades para o setor

A cidade de Santiago, no Chile, será palco nos dias 15, 16 e 17 de maio da próxima edição da da feira HVAC-R Show Chile. O evento, que ocorrerá no Centro Cultural Estación Mapocho

Com uma periodicidade bienal, a feira é um ponto de encontro para técnicos, mecânicos, instaladores, arquitetos, engenheiros, comerciantes e industriais de variados segmentos. Durante três dias, os participantes terão acesso às mais recentes novidades em produtos e serviços, com ênfase nas tecnologias emergentes, por meio de apresentações, conferências e seminários.

Segundo os organizadores, as edições anteriores contaram com a participação de mais de 100 expositores e 300 marcas, tanto nacionais quanto internacionais. O espaço de exposição, cobrindo uma área de 5.000 m² no Centro Cultural Estación Mapocho, oferece uma localização privilegiada e fácil acesso por meio de transporte público ou particular.

O evento contribui para o crescimento sustentável do setor, impulsionando novas oportunidades e ampliando horizontes para todo setor.

Armacell promove mudanças no setor de vendas e marketing

A Armacell está promovendo mudanças no seu setor de Vendas e Marketing. O departamento que tinha status de gerência passou a ser diretoria, e para dirigi-la, a empresa convidou o engenheiro Marcelo Lemes, profissional com cerca de 30 anos de experiência em carreira desenvolvida em sistema HVAC.

O agora diretor Comercial para a América do Sul (setor de Isolamento Avançado) afirma que sua principal meta é ampliar o market share da Armacell no Brasil, “uma empresa que já é muito bem-posicionada no mercado”, afirma. Lemes assume no lugar de Priscila Baioco, que ficou à frente da gerência de Vendas da Armacell por quase 20 anos.

“Tenho o desafio de aumentar nosso market share, fortalecendo nossa rede de distribuidores, trabalhando fortemente com formadores de opinião e aprimorar ainda mais o treinamento para os instaladores que utilizam nossos produtos”, resume o novo diretor.

Para Marcelo Lemes, sua diretoria tem a missão de aprimorar os meios pelos quais a Armacell possa oferecer seu diferencial para o mercado, principalmente com a chegada de vários produtos importados e inovadores para o setor.

“Temos que mostrar qualidade superior dos nossos produtos, o suporte da nossa engenharia, do pós-venda e atendimento, evidenciando que somos os melhores do mercado”.

Com cerca de 30 anos de experiência profissional, Marcelo Lemes é formado em engenharia elétrica, com especialização em gerenciamento pela ESPM e MBA Executivo pelo Instituto Coppead de Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Durante quase sete anos foi gerente comercial da Fujitsu General do Brasil. Antes passou pela FAM da Amazônia – Mitsubishi Electric ,Trane do Brasil e Springer Carrier.

Chemours suspende venda de fluido de alto GWP nos EUA

EUA – A Chemours anunciou o encerramento das vendas dos refrigerantes R404A e R507A nos Estados Unidos. Esta decisão está alinhada com os regulamentos de redução gradual do HFC sob a Lei Americana de Inovação e Fabricação (AIM). Ambos os refrigerantes têm sido amplamente utilizados em sistemas de refrigeração comercial, incluindo em supermercados.

Introduzido na década de 1990 como substituto para refrigerantes CFC que prejudicam a camada de ozônio, o R404A e o R507A foram pressionados por seus altos GWPs. Com as proibições regulatórias na Europa em 2020, a Chemours interrompeu o fornecimento desses refrigerantes no continente.

Nos Estados Unidos, a Lei AIM exige uma redução gradual de 40% nas vendas e consumo de HFC até 2024, impulsionando a decisão da empresa em cessar as vendas desses produtos e oferecer substituições de GWP mais baixas desde 2015 para auxiliar os clientes na busca por metas de sustentabilidade.

Daikin inaugura centro de treinamento em Salvador

Como parte das comemorações de seu centenário, a fabricante japonesa de equipamentos de ar-condicionado Daikin inaugurou, em 25 de abril, na capital baiana, seu terceiro centro de treinamento e Showroom, sendo o primeiro dessa magnitude na Região Nordeste. O evento contou com a presença de cerca de 80 convidados.

Durante o evento, porta-vozes da Daikin apresentaram o panorama atual da fabricante no mundo e no Brasil. Os participantes puderam conferir novidades e tendências de soluções para climatização, destacando a alta eficiência energética, baixo impacto ambiental e requisitos que garantem qualidade do ar interno e conforto.

O presidente da Daikin Brasil, Roberto Yi, ressaltou o compromisso da empresa com a saúde e o meio ambiente, enfatizando a importância dos esforços dos colaboradores brasileiros para a expansão da companhia no país.

O centro de treinamento de Salvador possui dois ambientes: um showroom de soluções para linhas residenciais e comerciais, focado em atividades de apoio a vendas, qualidade do ar interno e soluções de controle; e um espaço dedicado a treinamentos técnicos, composto por duas salas com capacidade para 20 pessoas cada, além de contar com equipamentos modernos, incluindo sistemas VRV, Chillers Modulares e equipamentos split e multisplit.

Metalfrio lança nova linha de freezers

A Metalfrio Solutions, empresa do setor de refrigeração comercial, apresentou sua mais recente inovação: a Linha Chest Freezer Tech. Equipada com componentes de última geração, incluindo a tecnologia Inverter, os freezers da nova linha prometem eficiência energética, baixo ruído e alto desempenho.

O destaque da Linha Tech é a sua versatilidade, oferecendo modelos Bivolt (127V e 220V) , uma solução inédita no mercado brasileiro. Além disso, os freezers permitem alternar facilmente entre as funções de freezer e refrigerador, proporcionando maior comodidade aos usuários.

Utilizando o gás ecológico R290, a linha também reforça o compromisso da empresa com a sustentabilidade. Luiz Eduardo Moreira Caio, CEO da Metalfrio, expressou sua satisfação com o lançamento, destacando o pioneirismo da empresa e seu papel de líder na indústria.

A nova linha promete ser a escolha ideal para estabelecimentos comerciais que buscam tecnologia avançada, eficiência energética e durabilidade. Seja para restaurantes, cozinhas industriais ou bares.

Frascold lança compressores com refrigerante natural

ITÁLIA – A Frascold apresentou sua mais recente linha de compressores, que utilizam refrigerante CO2 na fase transcrítica. Estes compressores, conhecidos como série TK HD, foram desenvolvidos com foco em oferecer desempenho contínuo e confiável.

Adequados para diversas aplicações, desde refrigeração simples até bombas de calor de alta temperatura, chegando a até 100°, os compressores são projetados para operar em condições adversas, suportando cargas de trabalho constantes em altas temperaturas e com alto delta P, mantendo um compromisso total com a preservação do meio ambiente.

Com duas versões de motores e quatro tamanhos diferentes, totalizando 34 modelos, a linha oferece uma ampla gama de opções, com potências que variam de 3 a 50 cv e cilindradas volumétricas de 1,9 a 37,9 m3/h a 50 Hz.

Além de suportar pressões de até 100 bar, os compressores garantem máxima flexibilidade e compatibilidade com sistemas existentes, permitindo adaptações futuras.

SMACNA Brasil reúne profissionais e empresas de HVAC-R

A SMACNA Brasil promoveu seu coquetel anual no Terraço Itália, em São Paulo, no dia 24 de abril de 2024. O evento reuniu membros e associados para networking e divulgação das novidades para o ano. Destaque para a ampliação do SMACNA Day para dois dias.

Durante o evento, o presidente da SMACNA Brasil, Edson Alves, enfatizou a importância da colaboração entre profissionais do setor de HVAC-R. Além disso, destacou o compromisso da entidade em fornecer informações relevantes aos clientes finais, visando a melhoria da eficiência energética e sustentabilidade das edificações.

Para abril, está previsto o lançamento do caderno com recomendações técnicas, consolidando o compromisso da SMACNA Brasil em promover o desenvolvimento sustentável do setor de HVAC-R e fortalecer os laços entre os profissionais da indústria.

Edson Alves, presidente da SMACNA Brasil, ressalta os esforços com foco no cliente final

2º dia do Circuito dos Instaladores – Brasília

1º dia do Circuito dos Instaladores – Brasília