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NASA planeja instalar reator nuclear na Lua até 2030 com sistema de refrigeração adaptado ao vácuo espacial

Projeto integra o programa Artemis e pode definir vantagem estratégica na exploração lunar frente a iniciativas da China e da Rússia.

A NASA planeja instalar um reator nuclear lunar de 100 quilowatts até 2030 como parte do programa Artemis, que visa estabelecer presença humana sustentável na Lua. O equipamento forneceria energia de forma mais confiável que a solar, especialmente durante as longas noites lunares.

Segundo o site Politico, o administrador interino da NASA, Sean Duffy, deve publicar uma diretriz para acelerar o projeto, com o objetivo de superar iniciativas semelhantes da China e da Rússia, que também trabalham em uma central elétrica lunar.

Especialistas apontam que o país que conseguir instalar um reator primeiro poderá estabelecer uma zona de exclusão lunar, restringindo a atuação de outras nações.

O reator espacial, baseado em fissão, produz calor convertido em eletricidade. Para operar no ambiente do espaço, onde não há atmosfera, o sistema de refrigeração é adaptado ao vácuo, semelhante ao utilizado na Estação Espacial Internacional (ISS). Nesse sistema, um fluido refrigerante — amônia — circula por trocadores de calor internos e é bombeado para radiadores externos, que dissipam energia térmica por radiação infravermelha. Essa configuração garante funcionamento estável mesmo em extremos térmicos e na ausência de condução ou convecção de calor.

A Lua representa um ponto de partida estratégico para exploração mais distante e aproveita vantagens como a proximidade com a Terra. Seus polos contêm gelo de água, valioso para sustentação de vida e combustível. Além disso, o lado oculto da Lua oferece condições únicas para observações astronômicas, sem interferência terrestre.

CHINA – Parceria sino-alemã mira expansão da refrigeração no Sudeste Asiático

NürnbergMesse China e Hangzhou Fima alinham eventos e projetam feira na Tailândia para 2026

CHINA – A NürnbergMesse China Co., Ltd. e a Hangzhou Fima Exhibition Co., Ltd. assinaram um Memorando de Entendimento (MoU) para ampliar a cooperação na indústria de refrigeração da China e do Sudeste Asiático.

O acordo prevê integração de marketing entre a Chillventa, feira internacional organizada pela NürnbergMesse GmbH, e a China International Air Conditioning Ventilation and Refrigeration and Cold Chain Industry Exhibition 2025 (RACC 2025). O objetivo é aproximar eventos locais e internacionais, trazendo recursos técnicos globais para o mercado chinês e fortalecendo o alcance internacional da RACC.

As empresas também planejam coorganizar, em 2026, uma feira de refrigeração na Tailândia, como parte da estratégia de expansão no Sudeste Asiático. Segundo Darren Guo, diretor-geral da NürnbergMesse China, a parceria representa um passo para alinhar feiras e ampliar presença em mercados da ASEAN.

Lü Mingle, gerente-geral da Hangzhou Fima, afirmou que a iniciativa busca ajustar a oferta tecnológica internacional às demandas da indústria, fortalecendo empresas de HVAC e refrigeração e acelerando a atualização da cadeia produtiva.

CONBRAVA 2025 terá mesa sobre mudanças climáticas e ações do setor HVAC-R

Evento reunirá especialistas para discutir propostas que serão apresentadas na COP30, no Brasil

A 19ª edição do Congresso Brasileiro de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação, Aquecimento e Tratamento de Ar (CONBRAVA) promoverá, de 10 a 12 de setembro de 2025, no São Paulo Expo (SP), a mesa-redonda inédita “Clima em Transformação: Como o setor está respondendo às mudanças climáticas”.

O encontro é organizado pela Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA) e pela Comissão Organizadora do CONBRAVA 2025. A atividade reunirá representantes do poder público, academia, mercado e setor técnico para debater como o setor HVAC-R (aquecimento, ventilação, ar condicionado e refrigeração) pode responder aos impactos das mudanças climáticas.

A mesa será moderada por Thiago Pietrobon e contará com a participação de Charles Domingues, presidente da Comissão Organizadora do CONBRAVA; Marcia Oleskovicz, assessora sênior na Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI); Roberto Peixoto, professor do Instituto Mauá de Tecnologia e colaborador do IPCC; e Pedro Nogueira, representante do Grupo Raia Drogasil, responsável pelo projeto de descarbonização da climatização da rede.

Os debates seguirão as diretrizes do Compromisso Global de Resfriamento (Global Cooling Pledge) e buscarão formular uma Contribuição Globalmente Determinada (GDC) para ser apresentada na COP30, em novembro de 2025, em Belém (PA). A programação prevê apresentações iniciais e rodada de perguntas e respostas, com foco em propostas concretas e alinhadas ao limite de 1,5 °C de aquecimento global.

Segundo Pietrobon, o setor deve atuar tanto para garantir conforto e segurança em um cenário de extremos climáticos quanto para reduzir emissões e aumentar a eficiência energética.

Sicflux apresenta novas tecnologias de ventilação na FEBRAVA 2025

Empresa leva portfólio residencial, comercial e industrial com lançamentos inéditos ao evento

A Sicflux participará da FEBRAVA 2025, feira voltada ao setor HVAC-R, que ocorrerá no São Paulo Expo entre 9 e 12 de setembro. A empresa terá estande com equipamentos em operação, incluindo exaustores, ventiladores, sistemas e sensores, permitindo ao público observar o funcionamento das soluções.

Entre os lançamentos, estarão Terminal TTS, Grillvent, Titan DLT, Filbox Ultra, ERT – Exaustor Radial de Telhado, CTL 4K, além de aplicação de motores EC no Gabinete Fangrid. A linha Falcon será apresentada pela primeira vez durante o evento.

O diretor comercial da empresa, Marcelo Munhoz, afirmou que a participação busca oferecer ao público uma imersão em tecnologias que ampliam eficiência, segurança e qualidade do ar.

Serviço
FEBRAVA 2025 – São Paulo Expo
9 a 12 de setembro de 2025
Estande Sicflux: H-10

FRANÇA – Parisienses repensam uso do ar-condicionado diante de ondas de calor

Temperaturas extremas, impacto ambiental e resistência cultural marcam debate sobre climatização residencial na capital francesa

FRANÇA – O aumento das temperaturas no verão está levando moradores de Paris a reconsiderar a instalação de ar-condicionado em apartamentos, rompendo com uma resistência histórica ao equipamento. A prática, comum em escritórios e grandes lojas, nunca foi norma nas residências da capital francesa, onde é vista como prejudicial ao clima e desnecessária.

Especialistas apontam que ondas de calor mais frequentes, agravadas pelo aquecimento global, têm impulsionado essa mudança. Segundo a Agência de Planejamento Urbano de Paris (APUR), o uso residencial de aparelhos está “em pleno desenvolvimento”, embora a aquisição de unidades portáteis dificulte a medição precisa do crescimento.

Ruben Arnold, 47, pai de crianças pequenas e chefe de uma startup de gestão energética, afirmou ter instalado ar-condicionado para suportar o calor, mesmo conhecendo seu custo climático. Marion Lafuste, moradora do nordeste de Paris, registrou 41 °C em casa durante a última onda de calor e cogitou adquirir o equipamento, apesar de objeções ideológicas.

Martine Bontemps, que vive no último andar, recorre apenas a ventilador de teto. Sophie Julini, 53, optou pelo ar-condicionado para oferecer conforto diário à mãe, de 86 anos, durante o verão.

A Meteo France prevê ondas de calor de até 50 °C em Paris até 2050, além de noites tropicais mais frequentes, que dificultam a recuperação térmica do corpo. Em 2003, um terço das mortes de idosos relacionadas ao calor ocorreu em domicílios.

Para Karine Bidart, diretora da Agência Climática de Paris (APC), e Dan Lert, responsável pelo plano climático da cidade, o crescimento do ar-condicionado residencial é “problemático”, pois pode elevar em até 2 °C a temperatura externa. A APC recomenda soluções como reformas estruturais e mudanças nos telhados de zinco, embora estas sejam muitas vezes barradas por órgãos de preservação do patrimônio.

Frederic Delhommeau, diretor de energia residencial da APC, defende que o ar-condicionado seja usado apenas em último caso para pessoas vulneráveis. A pesquisadora Anne Ruas considera inevitável sua expansão e propõe o desenvolvimento de sistemas menos prejudiciais.

Fonte: AFP

Ventisol Agratto investe R$ 100 milhões em nova fábrica em Manaus

Unidade será instalada na AM-010 e deve dobrar número de empregos da empresa no Polo Industrial

A Ventisol Agratto, fabricante de condicionadores de ar e micro-ondas, anunciou investimento de R$ 100 milhões em uma nova unidade industrial em Manaus. A fábrica será construída na rodovia AM-010, zona Norte da capital, em um terreno de 260 mil m², com previsão inicial de 50 mil m² de área construída. Trata-se do maior aporte do setor eletroeletrônico no Polo Industrial de Manaus (PIM) em 2025.

Segundo o presidente da empresa, Alexis Tcholakian, a decisão de instalar a nova planta na capital amazonense leva em consideração os incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus (ZFM) e a disponibilidade de mão de obra local. O dirigente afirmou que a companhia enxerga a ZFM como uma força industrial nacional.

O anúncio foi feito após reunião entre representantes da Ventisol, da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) e o prefeito de Manaus, David Almeida. Na ocasião, Almeida afirmou que a prefeitura dará suporte à ampliação e que o investimento deve dobrar o número de empregos gerados atualmente pela empresa no município.

Jorge Nascimento Júnior, presidente executivo da Eletros, afirmou que a expansão demonstra confiança do setor na Zona Franca. As negociações que viabilizaram o investimento vinham sendo conduzidas desde o início do ano, após a aprovação da reforma tributária.

A partir de 2032, Manaus será a única localidade do país a manter incentivos fiscais federais, segundo os termos da reforma. O benefício está garantido até 2073, o que, segundo os envolvidos, oferece previsibilidade e segurança jurídica para investidores.

Além de fomentar a ampliação de empreendimentos já instalados, a medida pode atrair novas empresas dos setores eletroeletrônico, de bionegócios e de duas rodas. A diversificação da matriz produtiva do PIM também é uma das metas para o ciclo atual.

Denso amplia portfólio com novas referências em climatização e arrefecimento

Componentes abrangem veículos elétricos e a combustão, com foco em aplicações para HVAC-R e motor

A Denso, fabricante de componentes automotivos, anunciou no fim de julho a inclusão de 32 novas referências em seu portfólio para gestão térmica, já disponíveis para o mercado de reposição. A atualização contempla sistemas de climatização e arrefecimento do motor, com aplicações que somam mais de mil modelos de veículos.

Do total lançado, 19 são condensadores de ar condicionado e 9 são radiadores. Completam a nova oferta dois motores de ventilador de habitáculo (blower motors), um ventilador de radiador e um núcleo de aquecimento (heater core). Segundo a Denso, as peças são compatíveis com 74 códigos OE e 954 números K-Type.

Entre os novos condensadores, há aplicações específicas para veículos elétricos como VW ID.3, ID.4, ID. Buzz, Fiat 500E, Hyundai IONIQ EV e Nissan Leaf. No mesmo pacote, foram incluídas peças para modelos com motor a combustão, como Ford Fiesta VI, Peugeot 3008 e Mercedes G-Class.

No segmento de arrefecimento do motor, a atualização inclui radiadores para modelos dos grupos VW (Audi A3, VW Golf VII/VIII, Škoda Octavia III/IV, VW Tiguan), Mercedes-Benz (Classe A, CLA), Nissan Qashqai e veículos da linha Lexus (GS, RC, NX).

De acordo com a Denso, os novos componentes já estão disponíveis por meio de sua rede de distribuidores. As informações detalhadas sobre compatibilidade e aplicações podem ser consultadas no catálogo eletrônico da marca e na atualização mais recente da base TecDoc.

Tecnologia limpa em pauta

Seminário discute substituição de chillers com HCFCs por sistemas mais eficientes e sustentáveis

Nos dias 5 e 7 de agosto, as cidades de Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) recebem o seminário “Projetos para o Setor AVAC-R: Promovendo Ações em Benefício da Camada de Ozônio e do Clima”, que busca discutir o futuro do ar-condicionado comercial e industrial no Brasil.

Organizado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o evento faz parte da terceira etapa do Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (PBH).

O foco está na apresentação de projetos demonstrativos para substituição de equipamentos que utilizam os gases HCFC-22 ou HCFC-123, como chillers, por sistemas com menor impacto ambiental. O objetivo é evitar trocas provisórias por modelos que utilizem HFCs, substâncias que também contribuem para o aquecimento global.

As tecnologias promovidas pelo programa têm potencial de destruição da camada de ozônio (PDO) igual a zero e potencial de aquecimento global (GWP) baixo ou médio, conforme orientações da Emenda de Kigali ao Protocolo de Montreal — acordo internacional que prevê a redução progressiva do uso de HFCs.

Além de apresentar soluções técnicas, o seminário abordará mecanismos de incentivo à adoção de sistemas mais limpos e eficientes já disponíveis no país. As inscrições são gratuitas e as vagas, limitadas.

Suframa discute política industrial com fabricantes de ar-condicionado do PIM

Reunião técnica reuniu 15 empresas e representantes da Eletros para tratar do modelo ZFM

A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) realizou, na terça-feira (5), uma reunião técnica com representantes da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) e de 15 empresas fabricantes de aparelhos de ar-condicionado instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM). O encontro ocorreu na sala das Adjuntas da autarquia, em Manaus.

A pauta principal foi a política industrial aplicada à Zona Franca de Manaus (ZFM). A abertura foi conduzida pelo superintendente da Suframa, Bosco Saraiva, que ressaltou a necessidade de integração entre os setores público e privado no desenvolvimento de estratégias para o modelo ZFM.

As empresas participantes fizeram apresentações com informações sobre demandas específicas e contribuições técnicas para o aprimoramento da política industrial. A condução dos debates ficou a cargo do superintendente-adjunto de Projetos da Suframa, Leopoldo Montenegro.

Como resultado da reunião, foi elaborada uma proposta conjunta para o aperfeiçoamento da política pública do setor, que será formalizada e encaminhada aos ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Segundo Montenegro, o envio da proposta seguirá trâmites institucionais, com abordagem técnica e articulação entre os órgãos envolvidos na formulação e execução das políticas industriais.

Bosch amplia atuação global em HVAC com aquisição bilionária

Fábrica em São José dos Campos está entre as unidades incorporadas após a compra de operação da Johnson Controls-Hitachi.

A Bosch concluiu em 31 de julho a maior aquisição de sua história ao incorporar o negócio de aquecimento, ventilação e ar-condicionado (HVAC) residencial e comercial leve da Johnson Controls e da joint venture Johnson Controls-Hitachi Air Conditioning. A operação, iniciada há cerca de um ano, inclui a transferência de unidades industriais e comerciais em diferentes continentes, entre elas a fábrica localizada em São José dos Campos, SP, com mais de 450 funcionários. O valor da transação é de US$ 8 bilhões, sujeito a ajustes.

Com a aquisição, a divisão Home Confort da Bosch quase dobra de tamanho, passando a contar com mais de 25 mil colaboradores e 8 bilhões de euros em vendas anuais. A operação também amplia a rede de produção de 17 para 33 fábricas e a estrutura de desenvolvimento de 14 para 26 centros.

Segundo Stefan Hartung, presidente global do Grupo Bosch, a transação fortalece a presença da empresa nos setores de energia e construção, além de acelerar o crescimento da companhia no mercado global de HVAC. A expectativa da Bosch é que o mercado avance 5% ao ano até 2030. A empresa planeja crescer acima dessa média.

Christian Fischer, membro da Direção Global da Bosch, afirma que a operação complementa o portfólio da companhia, que passa a oferecer uma gama completa de tecnologias HVAC. A integração dos novos ativos deverá ser concluída até o fim de 2027, com os primeiros impactos financeiros previstos para 2026.

Entre os ativos adquiridos estão marcas como York, nos Estados Unidos, e Hitachi, na Ásia. A Bosch também adquiriu licenças de longo prazo para o uso comercial dessas marcas. Com presença ampliada na América, Ásia e Europa, a empresa afirma que a estratégia visa explorar canais de vendas já consolidados e reduzir custos por meio da compra integrada e do desenvolvimento conjunto de produtos.

O presidente da gestão executiva da Home Confort, Jan Brockmann, afirma que a nova estrutura da divisão será regionalizada, com unidades responsáveis pela gestão direta das operações na América, Ásia e Europa/Oriente Médio/África. Ele assume também a presidência da região EMEA.

David Budzinski será o responsável pela região das Américas e atuará como vice-presidente da nova estrutura. Ulrich Lissmann ficará responsável pela Ásia-Pacífico. Nora Klug, ex-conselheira do Grupo Bosch, assume a diretoria de pessoas e governança. A integração será conduzida por Oliver Koukal, atual gerente do projeto de aquisição. Thomas Volz e Birte Luebbert seguem na Direção Global como diretor financeiro e diretora de operações, respectivamente.

Segundo a Bosch, a aquisição posiciona a empresa de forma mais abrangente no mercado de soluções de ar-condicionado, especialmente em razão da crescente demanda por sistemas de refrigeração, que representam dois terços dos 150 bilhões de euros movimentados pelo setor global em 2024. A previsão é que as vendas mundiais de aparelhos de ar-condicionado superem 200 milhões de unidades por ano até 2030.

O portfólio da empresa passa a incluir tecnologias distintas conforme a demanda regional. Nos Estados Unidos, o foco são os sistemas dutados; na Ásia, sistemas sem dutos e de fluxo variável de refrigerante (VRF); na Europa e Oriente Médio, o destaque está em bombas de calor, aquecedores híbridos, elétricos, a óleo e gás.

A divisão Home Confort da Bosch continuará operando com as marcas Bosch e Buderus, e passa a incluir também York, Hitachi e outras marcas locais. O objetivo declarado é ampliar participação de mercado com soluções energeticamente eficientes.